Faltam
Faltam
Faltam
para o início do congresso
para o início do congresso
para o início do congresso
É com imensa alegria, e no momento em que celebramos os 35* anos de existência do nosso Sistema Único de Saúde (SUS), que lançamos o V Congresso de Saúde Coletiva da UFPR. Damos as boas-vindas a estudantes, docentes, pesquisadores(as), profissionais dos serviços, gestores(as), ativistas dos movimentos sociais e a todas as pessoas entusiastas e defensoras da saúde coletiva. Convidamos todos(as) a comemorarmos juntos(as) as conquistas do SUS, mas também a avançarmos nas lutas necessárias para fortalecer o campo da Saúde Coletiva.
O SUS é, desde sua gênese, imbricado com a defesa dos direitos humanos. Por isso, nesta edição, colocamos no centro de nossos debates a indissociável ligação entre Saúde Coletiva e Direitos Humanos. Este Congresso é um marco especial, um momento de dupla comemoração e reflexão. Primeiro, porque celebramos a vida e a existência do SUS — uma conquista civilizatória do povo brasileiro. Mais do que uma política de Estado, o SUS é um projeto de nação que afirma a saúde como direito de todos e dever do Estado. Relembrar sua trajetória é reafirmar nosso compromisso com a defesa intransigente de um sistema público, universal, gratuito e de qualidade para todos(as/es).
Também celebramos, com orgulho, os 10 anos do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFPR — uma década formando mestres e doutores(as), produzindo conhecimento crítico e promovendo intervenções qualificadas no campo da Saúde Coletiva. Este programa consolida-se como um polo de excelência e resistência no Paraná, contribuindo ativamente para o fortalecimento do SUS e para a construção de uma sociedade mais justa e saudável.
Se, por um lado, celebramos as conquistas, por outro refletimos sobre os desafios impostos pelo mundo pós-pandemia — um período em que vivenciamos grandes retrocessos e constantes violações de direitos humanos de tantos grupos vulnerabilizados, permeado por um cenário de mudanças climáticas que afeta de forma desigual grupos populacionais e territórios. Portanto, este Congresso é também um chamado à ação: para nos lembrarmos de que precisamos lutar mais e fazer mais.
Nestes três dias de Congresso, propomos um espaço de acolhimento, diálogo e construção coletiva. Que nossas discussões possam iluminar os caminhos para enfrentar os desafios do presente, sempre guiados pelos princípios dos direitos humanos e da justiça social. Que nossa troca de saberes fortaleça a luta contra todas as formas de opressão, desigualdade e exclusão. Que este seja um espaço onde a ciência, a experiência dos territórios e a força dos movimentos sociais se encontrem para, juntos(as), reafirmarmos que “Saúde é direito, não é mercadoria.”
Agradecemos a cada um(a) de vocês por fazer parte deste momento histórico. Desejamos a todas as pessoas um congresso produtivo, repleto de aprendizados e inspirações.
Nossas mais calorosas boas-vindas!
*considerando a promulgação da Lei Orgânica da Saúde (Leis nº 8.080 e nº 8.142, de 1990), que regulamentou o sistema. Contudo, há um debate sobre o marco inicial do SUS, pois seus princípios e diretrizes foram instituídos na Constituição Federal de 1988, quando o direito universal à saúde foi reconhecido como dever do Estado.
É com imensa alegria, e no momento em que celebramos os 35* anos de existência do nosso Sistema Único de Saúde (SUS), que lançamos o V Congresso de Saúde Coletiva da UFPR. Damos as boas-vindas a estudantes, docentes, pesquisadores(as), profissionais dos serviços, gestores(as), ativistas dos movimentos sociais e a todas as pessoas entusiastas e defensoras da saúde coletiva. Convidamos todos(as) a comemorarmos juntos(as) as conquistas do SUS, mas também a avançarmos nas lutas necessárias para fortalecer o campo da Saúde Coletiva.
O SUS é, desde sua gênese, imbricado com a defesa dos direitos humanos. Por isso, nesta edição, colocamos no centro de nossos debates a indissociável ligação entre Saúde Coletiva e Direitos Humanos. Este Congresso é um marco especial, um momento de dupla comemoração e reflexão. Primeiro, porque celebramos a vida e a existência do SUS — uma conquista civilizatória do povo brasileiro. Mais do que uma política de Estado, o SUS é um projeto de nação que afirma a saúde como direito de todos e dever do Estado. Relembrar sua trajetória é reafirmar nosso compromisso com a defesa intransigente de um sistema público, universal, gratuito e de qualidade para todos(as/es).
Também celebramos, com orgulho, os 10 anos do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFPR — uma década formando mestres e doutores(as), produzindo conhecimento crítico e promovendo intervenções qualificadas no campo da Saúde Coletiva. Este programa consolida-se como um polo de excelência e resistência no Paraná, contribuindo ativamente para o fortalecimento do SUS e para a construção de uma sociedade mais justa e saudável.
Se, por um lado, celebramos as conquistas, por outro refletimos sobre os desafios impostos pelo mundo pós-pandemia — um período em que vivenciamos grandes retrocessos e constantes violações de direitos humanos de tantos grupos vulnerabilizados, permeado por um cenário de mudanças climáticas que afeta de forma desigual grupos populacionais e territórios. Portanto, este Congresso é também um chamado à ação: para nos lembrarmos de que precisamos lutar mais e fazer mais.
Nestes três dias de Congresso, propomos um espaço de acolhimento, diálogo e construção coletiva. Que nossas discussões possam iluminar os caminhos para enfrentar os desafios do presente, sempre guiados pelos princípios dos direitos humanos e da justiça social. Que nossa troca de saberes fortaleça a luta contra todas as formas de opressão, desigualdade e exclusão. Que este seja um espaço onde a ciência, a experiência dos territórios e a força dos movimentos sociais se encontrem para, juntos(as), reafirmarmos que “Saúde é direito, não é mercadoria.”
Agradecemos a cada um(a) de vocês por fazer parte deste momento histórico. Desejamos a todas as pessoas um congresso produtivo, repleto de aprendizados e inspirações.
Nossas mais calorosas boas-vindas!
*considerando a promulgação da Lei Orgânica da Saúde (Leis nº 8.080 e nº 8.142, de 1990), que regulamentou o sistema. Contudo, há um debate sobre o marco inicial do SUS, pois seus princípios e diretrizes foram instituídos na Constituição Federal de 1988, quando o direito universal à saúde foi reconhecido como dever do Estado.
É com imensa alegria, e no momento em que celebramos os 35* anos de existência do nosso Sistema Único de Saúde (SUS), que lançamos o V Congresso de Saúde Coletiva da UFPR. Damos as boas-vindas a estudantes, docentes, pesquisadores(as), profissionais dos serviços, gestores(as), ativistas dos movimentos sociais e a todas as pessoas entusiastas e defensoras da saúde coletiva. Convidamos todos(as) a comemorarmos juntos(as) as conquistas do SUS, mas também a avançarmos nas lutas necessárias para fortalecer o campo da Saúde Coletiva.
O SUS é, desde sua gênese, imbricado com a defesa dos direitos humanos. Por isso, nesta edição, colocamos no centro de nossos debates a indissociável ligação entre Saúde Coletiva e Direitos Humanos. Este Congresso é um marco especial, um momento de dupla comemoração e reflexão. Primeiro, porque celebramos a vida e a existência do SUS — uma conquista civilizatória do povo brasileiro. Mais do que uma política de Estado, o SUS é um projeto de nação que afirma a saúde como direito de todos e dever do Estado. Relembrar sua trajetória é reafirmar nosso compromisso com a defesa intransigente de um sistema público, universal, gratuito e de qualidade para todos(as/es).
Também celebramos, com orgulho, os 10 anos do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFPR — uma década formando mestres e doutores(as), produzindo conhecimento crítico e promovendo intervenções qualificadas no campo da Saúde Coletiva. Este programa consolida-se como um polo de excelência e resistência no Paraná, contribuindo ativamente para o fortalecimento do SUS e para a construção de uma sociedade mais justa e saudável.
Se, por um lado, celebramos as conquistas, por outro refletimos sobre os desafios impostos pelo mundo pós-pandemia — um período em que vivenciamos grandes retrocessos e constantes violações de direitos humanos de tantos grupos vulnerabilizados, permeado por um cenário de mudanças climáticas que afeta de forma desigual grupos populacionais e territórios. Portanto, este Congresso é também um chamado à ação: para nos lembrarmos de que precisamos lutar mais e fazer mais.
Nestes três dias de Congresso, propomos um espaço de acolhimento, diálogo e construção coletiva. Que nossas discussões possam iluminar os caminhos para enfrentar os desafios do presente, sempre guiados pelos princípios dos direitos humanos e da justiça social. Que nossa troca de saberes fortaleça a luta contra todas as formas de opressão, desigualdade e exclusão. Que este seja um espaço onde a ciência, a experiência dos territórios e a força dos movimentos sociais se encontrem para, juntos(as), reafirmarmos que “Saúde é direito, não é mercadoria.”
Agradecemos a cada um(a) de vocês por fazer parte deste momento histórico. Desejamos a todas as pessoas um congresso produtivo, repleto de aprendizados e inspirações.
Nossas mais calorosas boas-vindas!
*considerando a promulgação da Lei Orgânica da Saúde (Leis nº 8.080 e nº 8.142, de 1990), que regulamentou o sistema. Contudo, há um debate sobre o marco inicial do SUS, pois seus princípios e diretrizes foram instituídos na Constituição Federal de 1988, quando o direito universal à saúde foi reconhecido como dever do Estado.
8 a 10 de Abril de 2026
8 a 10 de Abril de 2026
8 a 10 de Abril de 2026
Campus Rebouças - UFPR – Endereço: Av. Sete de Setembro, 2645 - Rebouças, Curitiba- PR
Campus Rebouças - UFPR – Endereço: Av. Sete de Setembro, 2645 - Rebouças, Curitiba- PR
Campus Rebouças - UFPR – Endereço: Av. Sete de Setembro, 2645 - Rebouças, Curitiba- PR
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08 de Abril de 2026
08 de Abril de 2026
08 de Abril de 2026
08h30 - 09h00
08h30 - 09h00
08h30 - 09h00
Credenciamento
Credenciamento
Credenciamento
09h00 - 10h00
09h00 - 10h00
09h00 - 10h00
Início do Congresso
Início do Congresso
Início do Congresso
Mesa de Abertura
Mesa de Abertura
Mesa de Abertura
10h00 - 12h15
10h00 - 12h15
10h00 - 12h15
Debate: Para onde vai o nosso SUS? Um sistema de direitos em tempos de direita
Debate: Para onde vai o nosso SUS? Um sistema de direitos em tempos de direita
Debate: Para onde vai o nosso SUS? Um sistema de direitos em tempos de direita
Ementa: Debate sobre as tensões que o SUS atual está submetido em um cenário político onde
diversos direitos sociais e humanos são encarados como “coisa de comunista”. Como o resgate
dos fundamentos do Sistema Único, forjado na luta pelo direito a saúde, é importante em um
contexto de privatização, gerencialização e captura do orçamento público pelas, cada vez
crescentes, emendas parlamentares.
Ementa: Debate sobre as tensões que o SUS atual está submetido em um cenário político onde
diversos direitos sociais e humanos são encarados como “coisa de comunista”. Como o resgate
dos fundamentos do Sistema Único, forjado na luta pelo direito a saúde, é importante em um
contexto de privatização, gerencialização e captura do orçamento público pelas, cada vez
crescentes, emendas parlamentares.
Ementa: Debate sobre as tensões que o SUS atual está submetido em um cenário político onde
diversos direitos sociais e humanos são encarados como “coisa de comunista”. Como o resgate
dos fundamentos do Sistema Único, forjado na luta pelo direito a saúde, é importante em um
contexto de privatização, gerencialização e captura do orçamento público pelas, cada vez
crescentes, emendas parlamentares.
Palestrantes: Luciana Dias de Lima – Escola de Saúde Pública Sergio Arouca (Fiocruz), Fernanda Mendonça – Departamento de Saúde Coletiva (UEL) e Mariana Alves Melo – Instituto Walter Leser (FESPSP)
Palestrantes: Luciana Dias de Lima – Escola de Saúde Pública Sergio Arouca (Fiocruz), Fernanda Mendonça – Departamento de Saúde Coletiva (UEL) e Mariana Alves Melo – Instituto Walter Leser (FESPSP)
Palestrantes: Luciana Dias de Lima – Escola de Saúde Pública Sergio Arouca (Fiocruz), Fernanda Mendonça – Departamento de Saúde Coletiva (UEL) e Mariana Alves Melo – Instituto Walter Leser (FESPSP)
Moderação: Deivisson Vianna - Departamento de Saúde Coletiva (UFPR)
Moderação: Deivisson Vianna - Departamento de Saúde Coletiva (UFPR)
Moderação: Deivisson Vianna - Departamento de Saúde Coletiva (UFPR)
12h15 - 13h30
12h15 - 13h30
12h15 - 13h30
Intervalo
Intervalo
Intervalo
13h30 - 15h00
13h30 - 15h00
13h30 - 15h00
Mesa redonda: Eu tenho direito a não ter um diagnóstico psiquiátrico e ter acesso a
políticas públicas?
Mesa redonda: Eu tenho direito a não ter um diagnóstico psiquiátrico e ter acesso a
políticas públicas?
Mesa redonda: Eu tenho direito a não ter um diagnóstico psiquiátrico e ter acesso a
políticas públicas?
Ementa: Debate sobre a armadilha do acesso a direitos pela via do diagnóstico. Como saídas
medicalizantes se tornaram uma ferramenta para a expansão do cuidado em saúde, mas podem ter
como grande efeito colateral a exclusão de pessoas vulnerabilizadas das políticas públicas.
Ementa: Debate sobre a armadilha do acesso a direitos pela via do diagnóstico. Como saídas
medicalizantes se tornaram uma ferramenta para a expansão do cuidado em saúde, mas podem ter
como grande efeito colateral a exclusão de pessoas vulnerabilizadas das políticas públicas.
Ementa: Debate sobre a armadilha do acesso a direitos pela via do diagnóstico. Como saídas
medicalizantes se tornaram uma ferramenta para a expansão do cuidado em saúde, mas podem ter
como grande efeito colateral a exclusão de pessoas vulnerabilizadas das políticas públicas.
Palestrantes: Jeane Saskya Campos Tavares – Centro de Ciências da Saúde (UFRB), Sandra N.C. Caponi – Departamento de Sociologia/Ciências Políticas (UFSC) e Marcela de Queiroz Teófilo – Poeta, professora e ativista literária.
Palestrantes: Jeane Saskya Campos Tavares – Centro de Ciências da Saúde (UFRB), Sandra N.C. Caponi – Departamento de Sociologia/Ciências Políticas (UFSC) e Marcela de Queiroz Teófilo – Poeta, professora e ativista literária.
Palestrantes: Jeane Saskya Campos Tavares – Centro de Ciências da Saúde (UFRB), Sandra N.C. Caponi – Departamento de Sociologia/Ciências Políticas (UFSC) e Marcela de Queiroz Teófilo – Poeta, professora e ativista literária.
Moderação: Sabrina Stefanello – Departamento Medicina Forense e Psiquiatria (UFPR)
Moderação: Sabrina Stefanello – Departamento Medicina Forense e Psiquiatria (UFPR)
Moderação: Sabrina Stefanello – Departamento Medicina Forense e Psiquiatria (UFPR)
15h00 - 15h30
15h00 - 15h30
15h00 - 15h30
Café com prosa
Café com prosa
Café com prosa
15h30 - 17h00
15h30 - 17h00
15h30 - 17h00
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
17h00 - 17h45
17h00 - 17h45
17h00 - 17h45
Atividades Culturais
Atividades Culturais
Atividades Culturais
09 de Abril de 2026
09 de Abril de 2026
09 de Abril de 2026
08h30 - 10h00
08h30 - 10h00
08h30 - 10h00
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
10h00 - 10h45
10h00 - 10h45
10h00 - 10h45
Visita Mediada aos pôsteres
Visita Mediada aos pôsteres
Visita Mediada aos pôsteres
10h45 - 12h15
10h45 - 12h15
10h45 - 12h15
Mesa redonda: Experiências Exitosas: Direitos Humanos, Gênero, Equidade e populações vulneráveis
Mesa redonda: Experiências Exitosas: Direitos Humanos, Gênero, Equidade e populações vulneráveis
Mesa redonda: Experiências Exitosas: Direitos Humanos, Gênero, Equidade e populações vulneráveis
Ementa: Debate sobre gênero, equidade e populações vulneráveis, incluindo temas relacionados à
violência baseada no gênero, violência contra mulheres, meninas e adolescentes, direitos sexuais e
reprodutivos e justiça reprodutiva, saúde da população LGBTQIAPN+ e a formação em saúde
coletiva para essas questões.
Ementa: Debate sobre gênero, equidade e populações vulneráveis, incluindo temas relacionados à
violência baseada no gênero, violência contra mulheres, meninas e adolescentes, direitos sexuais e
reprodutivos e justiça reprodutiva, saúde da população LGBTQIAPN+ e a formação em saúde
coletiva para essas questões.
Ementa: Debate sobre gênero, equidade e populações vulneráveis, incluindo temas relacionados à
violência baseada no gênero, violência contra mulheres, meninas e adolescentes, direitos sexuais e
reprodutivos e justiça reprodutiva, saúde da população LGBTQIAPN+ e a formação em saúde
coletiva para essas questões.
Palestrantes: Elis Palma Priotto (PPG Ensino/Enfermagem Unioeste Foz do Iguaçu); Marselle Nobre de Carvalho (PPGSC/UEL e Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina); Taysa Schiocchet (PPGSC e PPGDireito/UPFR).
Palestrantes: Elis Palma Priotto (PPG Ensino/Enfermagem Unioeste Foz do Iguaçu); Marselle Nobre de Carvalho (PPGSC/UEL e Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina); Taysa Schiocchet (PPGSC e PPGDireito/UPFR).
Palestrantes: Elis Palma Priotto (PPG Ensino/Enfermagem Unioeste Foz do Iguaçu); Marselle Nobre de Carvalho (PPGSC/UEL e Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina); Taysa Schiocchet (PPGSC e PPGDireito/UPFR).
Moderação: Marcos Signorelli (PPGSC e PROFSAUDE/UFPR)
Moderação: Marcos Signorelli (PPGSC e PROFSAUDE/UFPR)
Moderação: Marcos Signorelli (PPGSC e PROFSAUDE/UFPR)
12h15 - 13h30
12h15 - 13h30
12h15 - 13h30
Intervalo
Intervalo
Intervalo
13h30 - 15h00
13h30 - 15h00
13h30 - 15h00
Mesa redonda: Quais direitos as pessoas negras têm na saúde?
Mesa redonda: Quais direitos as pessoas negras têm na saúde?
Mesa redonda: Quais direitos as pessoas negras têm na saúde?
Ementa: A mesa propõe a discussão sobre a interface entre racismo e saúde, destacando os
desafios impostos à consolidação do estado democrático de direito e à garantia efetiva dos direitos
fundamentais para a população negra. Pretende-se abordar o racismo estrutural no sistema de
saúde, nas políticas públicas e nas práticas institucionais, bem como refletir sobre os impactos do
racismo e da branquitude no acesso e nos processos de saúde e adoecimento das pessoas negras.
Busca estimular análises críticas acerca das consequências do racismo, ressaltando a centralidade
do enfrentamento das desigualdades raciais, da implementação de práticas equitativas e do
fortalecimento de políticas e práticas antirracistas. Por fim, dar visibilidade às vozes, narrativas e
experiências de pessoas negras
Ementa: A mesa propõe a discussão sobre a interface entre racismo e saúde, destacando os
desafios impostos à consolidação do estado democrático de direito e à garantia efetiva dos direitos
fundamentais para a população negra. Pretende-se abordar o racismo estrutural no sistema de
saúde, nas políticas públicas e nas práticas institucionais, bem como refletir sobre os impactos do
racismo e da branquitude no acesso e nos processos de saúde e adoecimento das pessoas negras.
Busca estimular análises críticas acerca das consequências do racismo, ressaltando a centralidade
do enfrentamento das desigualdades raciais, da implementação de práticas equitativas e do
fortalecimento de políticas e práticas antirracistas. Por fim, dar visibilidade às vozes, narrativas e
experiências de pessoas negras
Ementa: A mesa propõe a discussão sobre a interface entre racismo e saúde, destacando os
desafios impostos à consolidação do estado democrático de direito e à garantia efetiva dos direitos
fundamentais para a população negra. Pretende-se abordar o racismo estrutural no sistema de
saúde, nas políticas públicas e nas práticas institucionais, bem como refletir sobre os impactos do
racismo e da branquitude no acesso e nos processos de saúde e adoecimento das pessoas negras.
Busca estimular análises críticas acerca das consequências do racismo, ressaltando a centralidade
do enfrentamento das desigualdades raciais, da implementação de práticas equitativas e do
fortalecimento de políticas e práticas antirracistas. Por fim, dar visibilidade às vozes, narrativas e
experiências de pessoas negras
Palestrantes: Carol Dartora – Deputada Federal (PT), Diana Anunciação - UFRB e Andreia Lima - Liderança comunitária da comunidade Parolin em Curitiba/PR
Palestrantes: Carol Dartora – Deputada Federal (PT), Diana Anunciação - UFRB e Andreia Lima - Liderança comunitária da comunidade Parolin em Curitiba/PR
Palestrantes: Carol Dartora – Deputada Federal (PT), Diana Anunciação - UFRB e Andreia Lima - Liderança comunitária da comunidade Parolin em Curitiba/PR
Moderação: Gabriela Percilio de Araujo – Faculdades Pequeno Príncipe e PROFSAUDE/UFPR
Moderação: Gabriela Percilio de Araujo – Faculdades Pequeno Príncipe e PROFSAUDE/UFPR
Moderação: Gabriela Percilio de Araujo – Faculdades Pequeno Príncipe e PROFSAUDE/UFPR
15h00 - 15h30
15h00 - 15h30
15h00 - 15h30
Café com prosa
Café com prosa
Café com prosa
15h30 - 17h00
15h30 - 17h00
15h30 - 17h00
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
17h00 - 17h45
17h00 - 17h45
17h00 - 17h45
Atividades Culturais
Atividades Culturais
Atividades Culturais
10 de Abril de 2026
10 de Abril de 2026
10 de Abril de 2026
08h30 - 10h00
08h30 - 10h00
08h30 - 10h00
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
10h00 - 10h45
10h00 - 10h45
10h00 - 10h45
Visita Mediada aos pôsteres
Visita Mediada aos pôsteres
Visita Mediada aos pôsteres
10h45 - 12h15
10h45 - 12h15
10h45 - 12h15
Mesa redonda: Bem viver indígena e direitos nos territórios dos Povos Originários
Mesa redonda: Bem viver indígena e direitos nos territórios dos Povos Originários
Mesa redonda: Bem viver indígena e direitos nos territórios dos Povos Originários
Ementa: Debate que articula a perspectiva de vida e desenvolvimento dos Povos Originários com
acesso e direito ao Território Tradicional, enfrentamento às formas de violência, determinação
social da Saúde Indígena, assimetria socioambiental, etnoecocídio, questões climáticas e
preservação ambiental.
Ementa: Debate que articula a perspectiva de vida e desenvolvimento dos Povos Originários com
acesso e direito ao Território Tradicional, enfrentamento às formas de violência, determinação
social da Saúde Indígena, assimetria socioambiental, etnoecocídio, questões climáticas e
preservação ambiental.
Ementa: Debate que articula a perspectiva de vida e desenvolvimento dos Povos Originários com
acesso e direito ao Território Tradicional, enfrentamento às formas de violência, determinação
social da Saúde Indígena, assimetria socioambiental, etnoecocídio, questões climáticas e
preservação ambiental.
Palestrantes: André Baniwa - liderança indígena do Povo Baniwa; Pagu Rodrigues - indígena da etnia Ful'ni-ô e Diretora de Direitos Humanos na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
Palestrantes: André Baniwa - liderança indígena do Povo Baniwa; Pagu Rodrigues - indígena da etnia Ful'ni-ô e Diretora de Direitos Humanos na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
Palestrantes: André Baniwa - liderança indígena do Povo Baniwa; Pagu Rodrigues - indígena da etnia Ful'ni-ô e Diretora de Direitos Humanos na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
Moderação: Daniel Canavese de Oliveira (PPGSC/UFPR; PROFSAUDE/UFRGS e Ministério da Saúde) e Igor Marçal Mena (PPGSC/UFPR)
Moderação: Daniel Canavese de Oliveira (PPGSC/UFPR; PROFSAUDE/UFRGS e Ministério da Saúde) e Igor Marçal Mena (PPGSC/UFPR)
Moderação: Daniel Canavese de Oliveira (PPGSC/UFPR; PROFSAUDE/UFRGS e Ministério da Saúde) e Igor Marçal Mena (PPGSC/UFPR)
12h15 - 13h30
12h15 - 13h30
12h15 - 13h30
Intervalo
Intervalo
Intervalo
13h30 - 15h00
13h30 - 15h00
13h30 - 15h00
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
Comunicações Coordenadas e Rodas de Conversa
15h00 - 15h15
15h00 - 15h15
15h00 - 15h15
Intervalo
Intervalo
Intervalo
15h15 - 17h00
15h15 - 17h00
15h15 - 17h00
Debate de encerramento: Como ocupar os espaços para a construção de uma saúde cidadã?
Debate de encerramento: Como ocupar os espaços para a construção de uma saúde cidadã?
Debate de encerramento: Como ocupar os espaços para a construção de uma saúde cidadã?
Ementa: A mesa propõe pensar a participação social, a luta por direitos e o aprofundamento da
democracia no contexto contemporâneo. Há desafios atuais nos territórios vinculados ao avanço
de pautas conservadoras nos espaços de participação social. O contexto atual de retração de
direitos de cidadania requer pensar formas de resistência e também de ampliação de direitos.
Ementa: A mesa propõe pensar a participação social, a luta por direitos e o aprofundamento da
democracia no contexto contemporâneo. Há desafios atuais nos territórios vinculados ao avanço
de pautas conservadoras nos espaços de participação social. O contexto atual de retração de
direitos de cidadania requer pensar formas de resistência e também de ampliação de direitos.
Ementa: A mesa propõe pensar a participação social, a luta por direitos e o aprofundamento da
democracia no contexto contemporâneo. Há desafios atuais nos territórios vinculados ao avanço
de pautas conservadoras nos espaços de participação social. O contexto atual de retração de
direitos de cidadania requer pensar formas de resistência e também de ampliação de direitos.
Palestrantes: Isabela Santos Soares (ENSP/FIOCRUZ) e Luciana Tatagiba (UNICAMP)
Palestrantes: Isabela Santos Soares (ENSP/FIOCRUZ) e Luciana Tatagiba (UNICAMP)
Palestrantes: Isabela Santos Soares (ENSP/FIOCRUZ) e Luciana Tatagiba (UNICAMP)
Moderação: Carla Straub
Moderação: Carla Straub
Moderação: Carla Straub
17h00 - 18h00
17h00 - 18h00
17h00 - 18h00
Encerramento
Encerramento
Encerramento
Merenda de encerramento: 35* anos de SUS e 10 anos de PPGSC/UFPR
*pela Lei Orgânica de 1990, mas sem esquecer que seus princípios nasceram na Constituição de 1988.
Merenda de encerramento: 35* anos de SUS e 10 anos de PPGSC/UFPR
*pela Lei Orgânica de 1990, mas sem esquecer que seus princípios nasceram na Constituição de 1988.
Merenda de encerramento: 35* anos de SUS e 10 anos de PPGSC/UFPR
*pela Lei Orgânica de 1990, mas sem esquecer que seus princípios nasceram na Constituição de 1988.
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Luciana Dias de Lima (ENSP/Fiocruz)
Luciana Dias de Lima (ENSP/Fiocruz)
Luciana Dias de Lima (ENSP/Fiocruz)
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), com residência em Medicina Preventiva e Social pela Fiocruz (1996), mestrado (1999) e doutorado (2006) em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Pós-Doutorado em Ciência Política pela University of Pennsylvania (2019). É servidora pública concursada, pesquisadora titular do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública (mestrado e doutorado), na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fiocruz. Tem experiência na área de política, planejamento e gestão em saúde, atuando nas seguintes linhas e temas de pesquisa: desenvolvimento, Estado e saúde; formulação e implementação de políticas públicas e saúde; planejamento, gestão e financiamento de sistemas de saúde; avaliação de políticas, sistemas e programas de saúde; federalismo, relações intergovernamentais e saúde; regionalização e descentralização de políticas e sistemas de saúde. É líder do Grupo de Pesquisa Estado, Proteção Social e Políticas de Saúde (desde 2006), Co-Editora Chefe da revista Cadernos de Saúde Pública (desde outubro de 2015) e Vice-Diretora de Pesquisa e Inovação da Ensp/Fiocruz (desde julho de 2021). Cientista do Nosso Estado Faperj (Edital de 2020).
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), com residência em Medicina Preventiva e Social pela Fiocruz (1996), mestrado (1999) e doutorado (2006) em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Pós-Doutorado em Ciência Política pela University of Pennsylvania (2019). É servidora pública concursada, pesquisadora titular do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública (mestrado e doutorado), na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fiocruz. Tem experiência na área de política, planejamento e gestão em saúde, atuando nas seguintes linhas e temas de pesquisa: desenvolvimento, Estado e saúde; formulação e implementação de políticas públicas e saúde; planejamento, gestão e financiamento de sistemas de saúde; avaliação de políticas, sistemas e programas de saúde; federalismo, relações intergovernamentais e saúde; regionalização e descentralização de políticas e sistemas de saúde. É líder do Grupo de Pesquisa Estado, Proteção Social e Políticas de Saúde (desde 2006), Co-Editora Chefe da revista Cadernos de Saúde Pública (desde outubro de 2015) e Vice-Diretora de Pesquisa e Inovação da Ensp/Fiocruz (desde julho de 2021). Cientista do Nosso Estado Faperj (Edital de 2020).
Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), com residência em Medicina Preventiva e Social pela Fiocruz (1996), mestrado (1999) e doutorado (2006) em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Pós-Doutorado em Ciência Política pela University of Pennsylvania (2019). É servidora pública concursada, pesquisadora titular do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública (mestrado e doutorado), na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fiocruz. Tem experiência na área de política, planejamento e gestão em saúde, atuando nas seguintes linhas e temas de pesquisa: desenvolvimento, Estado e saúde; formulação e implementação de políticas públicas e saúde; planejamento, gestão e financiamento de sistemas de saúde; avaliação de políticas, sistemas e programas de saúde; federalismo, relações intergovernamentais e saúde; regionalização e descentralização de políticas e sistemas de saúde. É líder do Grupo de Pesquisa Estado, Proteção Social e Políticas de Saúde (desde 2006), Co-Editora Chefe da revista Cadernos de Saúde Pública (desde outubro de 2015) e Vice-Diretora de Pesquisa e Inovação da Ensp/Fiocruz (desde julho de 2021). Cientista do Nosso Estado Faperj (Edital de 2020).
Jeane Saskya Campos Tavares (UFRB)
Jeane Saskya Campos Tavares (UFRB)
Jeane Saskya Campos Tavares (UFRB)
Graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Saúde Comunitária e doutora em Saúde Pública pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC/UFBA). Professora associada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRB). Docente do Mestrado profissional em saúde da população negra e indígena (UFRB). Líder do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Saúde Coletiva da UFRB (GIPESC). Pesquisadora associada do Grupo de Pesquisa e Cooperação Técnica FA-SA: Comunidade, Família e Saúde (FASA- ISC/UFBA). Coordenadora do Ambulatório de Atenção Psicológica a Pessoas que Vivem com Condições Crônicas (APC/UFRB). Membro colaborativo do GT de saúde da pop negra da Sociedade Brasileira de Medicina de família e Comunidade (SBMFC). Tem experiência em ensino, supervisão de estágio e pesquisa em Saúde Coletiva, Psicologia da Saúde, Metodologia da Pesquisa e Científica. Concentra-se em temáticas relacionadas às redes sociais, família e saúde, cuidado de pessoas com condições crônicas (doenças crônicas não transmissíveis e infecciosas persistentes), saúde mental da população negra, formação e rompimento de vínculos afetivos, Terapia Cognitiva Comportamental. Tem experiência em Psicologia clínica com pessoas com adoecimento de longa duração.
Graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Saúde Comunitária e doutora em Saúde Pública pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC/UFBA). Professora associada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRB). Docente do Mestrado profissional em saúde da população negra e indígena (UFRB). Líder do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Saúde Coletiva da UFRB (GIPESC). Pesquisadora associada do Grupo de Pesquisa e Cooperação Técnica FA-SA: Comunidade, Família e Saúde (FASA- ISC/UFBA). Coordenadora do Ambulatório de Atenção Psicológica a Pessoas que Vivem com Condições Crônicas (APC/UFRB). Membro colaborativo do GT de saúde da pop negra da Sociedade Brasileira de Medicina de família e Comunidade (SBMFC). Tem experiência em ensino, supervisão de estágio e pesquisa em Saúde Coletiva, Psicologia da Saúde, Metodologia da Pesquisa e Científica. Concentra-se em temáticas relacionadas às redes sociais, família e saúde, cuidado de pessoas com condições crônicas (doenças crônicas não transmissíveis e infecciosas persistentes), saúde mental da população negra, formação e rompimento de vínculos afetivos, Terapia Cognitiva Comportamental. Tem experiência em Psicologia clínica com pessoas com adoecimento de longa duração.
Graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Saúde Comunitária e doutora em Saúde Pública pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC/UFBA). Professora associada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRB). Docente do Mestrado profissional em saúde da população negra e indígena (UFRB). Líder do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Saúde Coletiva da UFRB (GIPESC). Pesquisadora associada do Grupo de Pesquisa e Cooperação Técnica FA-SA: Comunidade, Família e Saúde (FASA- ISC/UFBA). Coordenadora do Ambulatório de Atenção Psicológica a Pessoas que Vivem com Condições Crônicas (APC/UFRB). Membro colaborativo do GT de saúde da pop negra da Sociedade Brasileira de Medicina de família e Comunidade (SBMFC). Tem experiência em ensino, supervisão de estágio e pesquisa em Saúde Coletiva, Psicologia da Saúde, Metodologia da Pesquisa e Científica. Concentra-se em temáticas relacionadas às redes sociais, família e saúde, cuidado de pessoas com condições crônicas (doenças crônicas não transmissíveis e infecciosas persistentes), saúde mental da população negra, formação e rompimento de vínculos afetivos, Terapia Cognitiva Comportamental. Tem experiência em Psicologia clínica com pessoas com adoecimento de longa duração.
Marcela de Queiroz Teófilo
Marcela de Queiroz Teófilo
Marcela de Queiroz Teófilo
Mestra em Educação pela UFMG, Marcela Teófilo teve como inícios o curso de Filosofia da PUCMinas e o ensino público escolar. A partir dos registros acadêmicos sobre poéticas, ciências, imaginários, narrativas de vida, conteúdos sonoros e educação em museus, a mescla de pesquisa e docência com a poesia dos corpos em apuros gerou o Filosofia a passarinho (Fiapo). Atualmente, tal projeto se desdobra numa pequena organização, viva graças à rede de apoio tecida entre voluntárias. Trata-se de um Núcleo independente que improvisa cirandas de participação social provisórias, enquanto produz diferentes mídias acerca das próprias rotinas saudáveis com leituras sensíveis. Sob a articulação do Núcleo Coletivoz junto à PBL*, o chamado Coletivo Literário Hoje a passarinho participa dos intercâmbios de palavras, gestos e ações por e para agentes que promovem saúde e literatura, potencializando a prevenção da violência nos territórios brasileiros de alta vulnerabilidade.
Mestra em Educação pela UFMG, Marcela Teófilo teve como inícios o curso de Filosofia da PUCMinas e o ensino público escolar. A partir dos registros acadêmicos sobre poéticas, ciências, imaginários, narrativas de vida, conteúdos sonoros e educação em museus, a mescla de pesquisa e docência com a poesia dos corpos em apuros gerou o Filosofia a passarinho (Fiapo). Atualmente, tal projeto se desdobra numa pequena organização, viva graças à rede de apoio tecida entre voluntárias. Trata-se de um Núcleo independente que improvisa cirandas de participação social provisórias, enquanto produz diferentes mídias acerca das próprias rotinas saudáveis com leituras sensíveis. Sob a articulação do Núcleo Coletivoz junto à PBL*, o chamado Coletivo Literário Hoje a passarinho participa dos intercâmbios de palavras, gestos e ações por e para agentes que promovem saúde e literatura, potencializando a prevenção da violência nos territórios brasileiros de alta vulnerabilidade.
Mestra em Educação pela UFMG, Marcela Teófilo teve como inícios o curso de Filosofia da PUCMinas e o ensino público escolar. A partir dos registros acadêmicos sobre poéticas, ciências, imaginários, narrativas de vida, conteúdos sonoros e educação em museus, a mescla de pesquisa e docência com a poesia dos corpos em apuros gerou o Filosofia a passarinho (Fiapo). Atualmente, tal projeto se desdobra numa pequena organização, viva graças à rede de apoio tecida entre voluntárias. Trata-se de um Núcleo independente que improvisa cirandas de participação social provisórias, enquanto produz diferentes mídias acerca das próprias rotinas saudáveis com leituras sensíveis. Sob a articulação do Núcleo Coletivoz junto à PBL*, o chamado Coletivo Literário Hoje a passarinho participa dos intercâmbios de palavras, gestos e ações por e para agentes que promovem saúde e literatura, potencializando a prevenção da violência nos territórios brasileiros de alta vulnerabilidade.
Carol Dartora (PT)
Carol Dartora (PT)
Carol Dartora (PT)
É professora, historiadora, sindicalista, e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente exerce mandato de deputada federal pelo Paraná. Na eleição municipal de 2020, tornou-se a primeira mulher negra a ser eleita à Câmara Municipal de Curitiba. Dois anos depois, seria eleita deputada federal e também a primeira mulher negra eleita deputada federal pelo Paraná.
Carol é graduada em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é especialista em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutoranda em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Dartora é militante da Marcha Mundial das Mulheres e do Movimento Negro. Foi secretária da Mulher Trabalhadora e Direitos LGBT do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato)
É professora, historiadora, sindicalista, e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente exerce mandato de deputada federal pelo Paraná. Na eleição municipal de 2020, tornou-se a primeira mulher negra a ser eleita à Câmara Municipal de Curitiba. Dois anos depois, seria eleita deputada federal e também a primeira mulher negra eleita deputada federal pelo Paraná.
Carol é graduada em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é especialista em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutoranda em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Dartora é militante da Marcha Mundial das Mulheres e do Movimento Negro. Foi secretária da Mulher Trabalhadora e Direitos LGBT do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato)
É professora, historiadora, sindicalista, e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente exerce mandato de deputada federal pelo Paraná. Na eleição municipal de 2020, tornou-se a primeira mulher negra a ser eleita à Câmara Municipal de Curitiba. Dois anos depois, seria eleita deputada federal e também a primeira mulher negra eleita deputada federal pelo Paraná.
Carol é graduada em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é especialista em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutoranda em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Dartora é militante da Marcha Mundial das Mulheres e do Movimento Negro. Foi secretária da Mulher Trabalhadora e Direitos LGBT do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato)
Diana Anunciação (UFRB)
Diana Anunciação (UFRB)
Diana Anunciação (UFRB)
Professora Adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), vinculada ao Centro de Ciências da Saúde (CCS) e atual Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde da População Negra e Indígena (UFRB), Pós-Doutora em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFBA. Bacharel em Ciências Sociais - Sociologia (2005) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fez Mestrado (2008) e Doutorado (2016) em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), UFBA. Foi também bolsista CAPES (doutorado sandwich) na Université de Strasbourg (UNISTRA)/France, entre 2013 e 2014. É pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Extensão, Ensino e Pesquisa para Promoção da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (NUSSAN/UFRB); do Núcleo de Estudos Ambientais e Rurais (NUCLEAR/UFBA), do Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Comunidade, Família e Saúde: Sujeitos, Contextos e Políticas Públicas (FASA) do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Raça e Saúde (NEGRAS) / UFRB. Está na vice-diretoria da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) - gestão 2024-2027; coordenadora do GT Racismo e Saúde da ABRASCO. Atualmente, realiza pesquisas com ênfase em estudos sobre comunidades tradicionais (quilombolas), agricultura familiar, violência e racismo institucional e Saúde da População Negra.
Professora Adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), vinculada ao Centro de Ciências da Saúde (CCS) e atual Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde da População Negra e Indígena (UFRB), Pós-Doutora em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFBA. Bacharel em Ciências Sociais - Sociologia (2005) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fez Mestrado (2008) e Doutorado (2016) em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), UFBA. Foi também bolsista CAPES (doutorado sandwich) na Université de Strasbourg (UNISTRA)/France, entre 2013 e 2014. É pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Extensão, Ensino e Pesquisa para Promoção da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (NUSSAN/UFRB); do Núcleo de Estudos Ambientais e Rurais (NUCLEAR/UFBA), do Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Comunidade, Família e Saúde: Sujeitos, Contextos e Políticas Públicas (FASA) do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Raça e Saúde (NEGRAS) / UFRB. Está na vice-diretoria da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) - gestão 2024-2027; coordenadora do GT Racismo e Saúde da ABRASCO. Atualmente, realiza pesquisas com ênfase em estudos sobre comunidades tradicionais (quilombolas), agricultura familiar, violência e racismo institucional e Saúde da População Negra.
Professora Adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), vinculada ao Centro de Ciências da Saúde (CCS) e atual Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde da População Negra e Indígena (UFRB), Pós-Doutora em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFBA. Bacharel em Ciências Sociais - Sociologia (2005) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fez Mestrado (2008) e Doutorado (2016) em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), UFBA. Foi também bolsista CAPES (doutorado sandwich) na Université de Strasbourg (UNISTRA)/France, entre 2013 e 2014. É pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Extensão, Ensino e Pesquisa para Promoção da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (NUSSAN/UFRB); do Núcleo de Estudos Ambientais e Rurais (NUCLEAR/UFBA), do Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Comunidade, Família e Saúde: Sujeitos, Contextos e Políticas Públicas (FASA) do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Raça e Saúde (NEGRAS) / UFRB. Está na vice-diretoria da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) - gestão 2024-2027; coordenadora do GT Racismo e Saúde da ABRASCO. Atualmente, realiza pesquisas com ênfase em estudos sobre comunidades tradicionais (quilombolas), agricultura familiar, violência e racismo institucional e Saúde da População Negra.
Andreia Soares de Lima (Liderança do Parolin)
Andreia Soares de Lima (Liderança do Parolin)
Andreia Soares de Lima (Liderança do Parolin)
Nascida em Terra Boa, no interior do Paraná, Andreia mudou-se ainda criança com a família para Curitiba, onde cresceu na favela do Parolin. Mulher preta, diarista e cabeleireira, aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da educação e da solidariedade. Inspirada por sua mãe, uma importante líder comunitária, atua na defesa dos direitos humanos e participa de movimentos sociais que lutam por igualdade, justiça e democracia. Acredita na política como ferramenta de transformação social e na importância da representatividade das periferias.
Comprometida com a construção de uma Curitiba mais justa, diversa e inclusiva, busca fortalecer o protagonismo das mulheres e das comunidades que, com coragem e união, transformam realidades todos os dias.
Nascida em Terra Boa, no interior do Paraná, Andreia mudou-se ainda criança com a família para Curitiba, onde cresceu na favela do Parolin. Mulher preta, diarista e cabeleireira, aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da educação e da solidariedade. Inspirada por sua mãe, uma importante líder comunitária, atua na defesa dos direitos humanos e participa de movimentos sociais que lutam por igualdade, justiça e democracia. Acredita na política como ferramenta de transformação social e na importância da representatividade das periferias.
Comprometida com a construção de uma Curitiba mais justa, diversa e inclusiva, busca fortalecer o protagonismo das mulheres e das comunidades que, com coragem e união, transformam realidades todos os dias.
Nascida em Terra Boa, no interior do Paraná, Andreia mudou-se ainda criança com a família para Curitiba, onde cresceu na favela do Parolin. Mulher preta, diarista e cabeleireira, aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da educação e da solidariedade. Inspirada por sua mãe, uma importante líder comunitária, atua na defesa dos direitos humanos e participa de movimentos sociais que lutam por igualdade, justiça e democracia. Acredita na política como ferramenta de transformação social e na importância da representatividade das periferias.
Comprometida com a construção de uma Curitiba mais justa, diversa e inclusiva, busca fortalecer o protagonismo das mulheres e das comunidades que, com coragem e união, transformam realidades todos os dias.
André Fernando Baniwa
André Fernando Baniwa
André Fernando Baniwa
Liderança indígena do Povo Baniwa do noroeste Amazônico. Empreendedor social, escritor e mestrando em sustentabilidade junto aos Povos e Territórios Tradicionais pela UNB, atualmente exerce cargo de Consultor em Medicinas Indígenas na Secretaria de Saúde Indígena - SESAI
Liderança indígena do Povo Baniwa do noroeste Amazônico. Empreendedor social, escritor e mestrando em sustentabilidade junto aos Povos e Territórios Tradicionais pela UNB, atualmente exerce cargo de Consultor em Medicinas Indígenas na Secretaria de Saúde Indígena - SESAI
Liderança indígena do Povo Baniwa do noroeste Amazônico. Empreendedor social, escritor e mestrando em sustentabilidade junto aos Povos e Territórios Tradicionais pela UNB, atualmente exerce cargo de Consultor em Medicinas Indígenas na Secretaria de Saúde Indígena - SESAI
Pagu Rodrigues (FUNAI)
Pagu Rodrigues (FUNAI)
Pagu Rodrigues (FUNAI)
Indígena da etnia Ful'ni-ô, Socióloga pela USP; Especialista em Indigenismo. Diretora de Direitos Humanos na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), também atuou como Secretária-Geral de Prevenção à Violência contra a Mulher do Ministério das Mulheres.
Indígena da etnia Ful'ni-ô, Socióloga pela USP; Especialista em Indigenismo. Diretora de Direitos Humanos na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), também atuou como Secretária-Geral de Prevenção à Violência contra a Mulher do Ministério das Mulheres.
Indígena da etnia Ful'ni-ô, Socióloga pela USP; Especialista em Indigenismo. Diretora de Direitos Humanos na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), também atuou como Secretária-Geral de Prevenção à Violência contra a Mulher do Ministério das Mulheres.
Elis Palma Priotto (PPG Ensino/Enfermagem Unioeste Foz do Iguaçu)
Elis Palma Priotto (PPG Ensino/Enfermagem Unioeste Foz do Iguaçu)
Elis Palma Priotto (PPG Ensino/Enfermagem Unioeste Foz do Iguaçu)
Professora Associada do Centro de Educação Letras e Saúde. Docente no curso de Enfermagem (Bacharelado e Licenciatura) e no Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Ensino (PPGEn) na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Foz do Iguaçu. PR. Doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP-RP; Mestrado em Educação pela PUC-PR. Especialização em Administração Hospitalar, São Camilo - SP; Especialização em Adolescência, PUC-PR. Graduação em Enfermagem e Obstetrícia com licenciatura pela Unioeste/Cascavel PR. Coordenação do grupo de pesquisa Ensino, pesquisa e prevenção das violências e vulnerabilidades sociais e da saúde (GEPENSE). Autora organizadora e coautora de livros. Com Interesse em pesquisas nas áreas de Ensino; Educação e pratica educativas em saúde; Enfermagem e Assistência; Formação de Enfermeiros com licenciatura; Adolescências; Violências e vulnerabilidades sociais, educacionais e na saúde.
Professora Associada do Centro de Educação Letras e Saúde. Docente no curso de Enfermagem (Bacharelado e Licenciatura) e no Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Ensino (PPGEn) na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Foz do Iguaçu. PR. Doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP-RP; Mestrado em Educação pela PUC-PR. Especialização em Administração Hospitalar, São Camilo - SP; Especialização em Adolescência, PUC-PR. Graduação em Enfermagem e Obstetrícia com licenciatura pela Unioeste/Cascavel PR. Coordenação do grupo de pesquisa Ensino, pesquisa e prevenção das violências e vulnerabilidades sociais e da saúde (GEPENSE). Autora organizadora e coautora de livros. Com Interesse em pesquisas nas áreas de Ensino; Educação e pratica educativas em saúde; Enfermagem e Assistência; Formação de Enfermeiros com licenciatura; Adolescências; Violências e vulnerabilidades sociais, educacionais e na saúde.
Professora Associada do Centro de Educação Letras e Saúde. Docente no curso de Enfermagem (Bacharelado e Licenciatura) e no Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Ensino (PPGEn) na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Foz do Iguaçu. PR. Doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP-RP; Mestrado em Educação pela PUC-PR. Especialização em Administração Hospitalar, São Camilo - SP; Especialização em Adolescência, PUC-PR. Graduação em Enfermagem e Obstetrícia com licenciatura pela Unioeste/Cascavel PR. Coordenação do grupo de pesquisa Ensino, pesquisa e prevenção das violências e vulnerabilidades sociais e da saúde (GEPENSE). Autora organizadora e coautora de livros. Com Interesse em pesquisas nas áreas de Ensino; Educação e pratica educativas em saúde; Enfermagem e Assistência; Formação de Enfermeiros com licenciatura; Adolescências; Violências e vulnerabilidades sociais, educacionais e na saúde.
Marselle Nobre de Carvalho (PPGSC/UEL e Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina)
Marselle Nobre de Carvalho (PPGSC/UEL e Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina)
Marselle Nobre de Carvalho (PPGSC/UEL e Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina)
Graduação em Farmácia pelo Centro de Ensino Superior do Pará (1998), mestrado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará (2002) e doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Brasília (2016). Membro do Conselho Fiscal da Escola Nacional dos Farmacêuticos (2016 - atual) e do Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina (2018 - atual). Docente Adjunta (nível C) do Departamento de Saúde Coletiva, colabora com a Residência Multiprofissional de Saúde da Família (2014 - atual) e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (2018 - atual) da Universidade de Londrina (UEL). Experiência em docência, pesquisa e extensão nas áreas de Ciências Farmacêuticas e Saúde Coletiva, com ênfase em Políticas de Saúde, Planejamento em Saúde, Assistência Farmacêutica, Atenção Básica, Formação e Educação Superior em Saúde, Trabalho em Saúde, Avaliação de Tecnologias de Saúde, Segurança do Paciente, Populações Negligenciadas e Violência de Gênero e Saúde.
Graduação em Farmácia pelo Centro de Ensino Superior do Pará (1998), mestrado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará (2002) e doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Brasília (2016). Membro do Conselho Fiscal da Escola Nacional dos Farmacêuticos (2016 - atual) e do Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina (2018 - atual). Docente Adjunta (nível C) do Departamento de Saúde Coletiva, colabora com a Residência Multiprofissional de Saúde da Família (2014 - atual) e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (2018 - atual) da Universidade de Londrina (UEL). Experiência em docência, pesquisa e extensão nas áreas de Ciências Farmacêuticas e Saúde Coletiva, com ênfase em Políticas de Saúde, Planejamento em Saúde, Assistência Farmacêutica, Atenção Básica, Formação e Educação Superior em Saúde, Trabalho em Saúde, Avaliação de Tecnologias de Saúde, Segurança do Paciente, Populações Negligenciadas e Violência de Gênero e Saúde.
Graduação em Farmácia pelo Centro de Ensino Superior do Pará (1998), mestrado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará (2002) e doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Brasília (2016). Membro do Conselho Fiscal da Escola Nacional dos Farmacêuticos (2016 - atual) e do Conselho Municipal de Direitos das Mulheres de Londrina (2018 - atual). Docente Adjunta (nível C) do Departamento de Saúde Coletiva, colabora com a Residência Multiprofissional de Saúde da Família (2014 - atual) e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (2018 - atual) da Universidade de Londrina (UEL). Experiência em docência, pesquisa e extensão nas áreas de Ciências Farmacêuticas e Saúde Coletiva, com ênfase em Políticas de Saúde, Planejamento em Saúde, Assistência Farmacêutica, Atenção Básica, Formação e Educação Superior em Saúde, Trabalho em Saúde, Avaliação de Tecnologias de Saúde, Segurança do Paciente, Populações Negligenciadas e Violência de Gênero e Saúde.
Taysa Schiocchet (PPGSC e PPGDireito/UFPR)
Taysa Schiocchet (PPGSC e PPGDireito/UFPR)
Taysa Schiocchet (PPGSC e PPGDireito/UFPR)
Professora Adjunta da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR. Pesquisadora CNPq (Bolsa Produtividade em Pesquisa Nível 2, 2024/2027). Doutora em Direito (UFPR), com Período de Estudos Doutorais na Université Paris I (França) e FLACSO (Argentina). Pós-Doutorado em Direito na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha). Professora Visitante na Université Paris X e na FMSH/EHESS. Coordenadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR. Advogada. Tem Experiência na área de Teoria do Direito e Direitos Humanos, com Ênfase em Biodireito, Metodologia da Pesquisa e Ensino Clínico do Direito. Os Temas Prioritários de Pesquisa e Atuação são: Bioética e Direito Biomédico, Direitos Sexuais e Reprodutivos, Direito Civil-constitucional e Direitos da Personalidade, Clínicas de Direitos Humanos, Buscando Considerar os Marcadores Sociais de Vulnerabilidade (Gênero, Raça, Idade, Geográfico, Climático etc.).
Professora Adjunta da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR. Pesquisadora CNPq (Bolsa Produtividade em Pesquisa Nível 2, 2024/2027). Doutora em Direito (UFPR), com Período de Estudos Doutorais na Université Paris I (França) e FLACSO (Argentina). Pós-Doutorado em Direito na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha). Professora Visitante na Université Paris X e na FMSH/EHESS. Coordenadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR. Advogada. Tem Experiência na área de Teoria do Direito e Direitos Humanos, com Ênfase em Biodireito, Metodologia da Pesquisa e Ensino Clínico do Direito. Os Temas Prioritários de Pesquisa e Atuação são: Bioética e Direito Biomédico, Direitos Sexuais e Reprodutivos, Direito Civil-constitucional e Direitos da Personalidade, Clínicas de Direitos Humanos, Buscando Considerar os Marcadores Sociais de Vulnerabilidade (Gênero, Raça, Idade, Geográfico, Climático etc.).
Professora Adjunta da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR. Pesquisadora CNPq (Bolsa Produtividade em Pesquisa Nível 2, 2024/2027). Doutora em Direito (UFPR), com Período de Estudos Doutorais na Université Paris I (França) e FLACSO (Argentina). Pós-Doutorado em Direito na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha). Professora Visitante na Université Paris X e na FMSH/EHESS. Coordenadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR. Advogada. Tem Experiência na área de Teoria do Direito e Direitos Humanos, com Ênfase em Biodireito, Metodologia da Pesquisa e Ensino Clínico do Direito. Os Temas Prioritários de Pesquisa e Atuação são: Bioética e Direito Biomédico, Direitos Sexuais e Reprodutivos, Direito Civil-constitucional e Direitos da Personalidade, Clínicas de Direitos Humanos, Buscando Considerar os Marcadores Sociais de Vulnerabilidade (Gênero, Raça, Idade, Geográfico, Climático etc.).
Isabela Santos Soares (ENSP/ FIOCRUZ)
Isabela Santos Soares (ENSP/ FIOCRUZ)
Isabela Santos Soares (ENSP/ FIOCRUZ)
É pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Daps/Ensp/Fiocruz). Atualmente está na Coordenação Geral do Programa de Políticas Públicas, Modelos de Gestão e de Serviços de Saúde Pública da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas da Fiocruz (PMA/VPPCB/Fiocruz) e na Coordenação da Comissão de Política, Planejamento e Gestão da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Tem experiência na área de Saúde Pública, com ênfase em Economia da Saúde e Políticas de Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: relações público-privadas em saúde, financiamento do setor de saúde e Socialização do Conhecimento de Políticas Públicas de Saúde. É membro do Conselho Consultivo do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES). Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1997) e mestrado e doutorado em Saúde Pública pela ENSP/Fundação Oswaldo Cruz (respectivamente 2000 e 2009).
É pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Daps/Ensp/Fiocruz). Atualmente está na Coordenação Geral do Programa de Políticas Públicas, Modelos de Gestão e de Serviços de Saúde Pública da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas da Fiocruz (PMA/VPPCB/Fiocruz) e na Coordenação da Comissão de Política, Planejamento e Gestão da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Tem experiência na área de Saúde Pública, com ênfase em Economia da Saúde e Políticas de Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: relações público-privadas em saúde, financiamento do setor de saúde e Socialização do Conhecimento de Políticas Públicas de Saúde. É membro do Conselho Consultivo do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES). Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1997) e mestrado e doutorado em Saúde Pública pela ENSP/Fundação Oswaldo Cruz (respectivamente 2000 e 2009).
É pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Daps/Ensp/Fiocruz). Atualmente está na Coordenação Geral do Programa de Políticas Públicas, Modelos de Gestão e de Serviços de Saúde Pública da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas da Fiocruz (PMA/VPPCB/Fiocruz) e na Coordenação da Comissão de Política, Planejamento e Gestão da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Tem experiência na área de Saúde Pública, com ênfase em Economia da Saúde e Políticas de Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: relações público-privadas em saúde, financiamento do setor de saúde e Socialização do Conhecimento de Políticas Públicas de Saúde. É membro do Conselho Consultivo do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES). Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1997) e mestrado e doutorado em Saúde Pública pela ENSP/Fundação Oswaldo Cruz (respectivamente 2000 e 2009).
Luciana Tatagiba (UNICAMP)
Luciana Tatagiba (UNICAMP)
Luciana Tatagiba (UNICAMP)
Professora Livre-Docente do Departamento de Ciência Política e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, da Unicamp. Co-coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Participação, Movimentos Sociais e Ação Coletiva (Nepac-Unicamp). Realizou o Pós-Doutorado na University of Bradford, no Internacional Center of Participation and Peace Studies, Doutorado em Ciências Sociais e Mestrado em Ciência Política, ambos na Unicamp. Desenvolve pesquisas sobre os temas: democracia e participação, movimentos sociais, protestos e ativismos no Brasil. Dentre seus trabalhos mais recentes, destacam-se a co-organização dos livros: "Participação e ativismos: entre retrocessos e resistências" (2022) e "Movimentos Sociais e Políticas Públicas" (2021), e "Socio-political dynamics within the crisis of the left. Argentina and Brazil" (2019).
Professora Livre-Docente do Departamento de Ciência Política e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, da Unicamp. Co-coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Participação, Movimentos Sociais e Ação Coletiva (Nepac-Unicamp). Realizou o Pós-Doutorado na University of Bradford, no Internacional Center of Participation and Peace Studies, Doutorado em Ciências Sociais e Mestrado em Ciência Política, ambos na Unicamp. Desenvolve pesquisas sobre os temas: democracia e participação, movimentos sociais, protestos e ativismos no Brasil. Dentre seus trabalhos mais recentes, destacam-se a co-organização dos livros: "Participação e ativismos: entre retrocessos e resistências" (2022) e "Movimentos Sociais e Políticas Públicas" (2021), e "Socio-political dynamics within the crisis of the left. Argentina and Brazil" (2019).
Professora Livre-Docente do Departamento de Ciência Política e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, da Unicamp. Co-coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Participação, Movimentos Sociais e Ação Coletiva (Nepac-Unicamp). Realizou o Pós-Doutorado na University of Bradford, no Internacional Center of Participation and Peace Studies, Doutorado em Ciências Sociais e Mestrado em Ciência Política, ambos na Unicamp. Desenvolve pesquisas sobre os temas: democracia e participação, movimentos sociais, protestos e ativismos no Brasil. Dentre seus trabalhos mais recentes, destacam-se a co-organização dos livros: "Participação e ativismos: entre retrocessos e resistências" (2022) e "Movimentos Sociais e Políticas Públicas" (2021), e "Socio-political dynamics within the crisis of the left. Argentina and Brazil" (2019).
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Tópicos a serem discutidos
Tópicos a serem discutidos
Tópicos a serem discutidos
O SUS em tempos de retrocesso: desafios e resistências
O SUS em tempos de retrocesso: desafios e resistências
O SUS em tempos de retrocesso: desafios e resistências
Debate: “Para onde vai o nosso SUS? Um sistema de direitos em tempos de direita”
Reflexão sobre as tensões políticas e institucionais que ameaçam o Sistema Único de Saúde em um contexto de privatização e ataques aos direitos sociais.
Resgate dos fundamentos do SUS como conquista civilizatória e instrumento de garantia da saúde como direito.
Impactos da gerencialização, da lógica de mercado e das emendas parlamentares na efetividade do sistema.
Debate: “Para onde vai o nosso SUS? Um sistema de direitos em tempos de direita”
Reflexão sobre as tensões políticas e institucionais que ameaçam o Sistema Único de Saúde em um contexto de privatização e ataques aos direitos sociais.
Resgate dos fundamentos do SUS como conquista civilizatória e instrumento de garantia da saúde como direito.
Impactos da gerencialização, da lógica de mercado e das emendas parlamentares na efetividade do sistema.
Debate: “Para onde vai o nosso SUS? Um sistema de direitos em tempos de direita”
Reflexão sobre as tensões políticas e institucionais que ameaçam o Sistema Único de Saúde em um contexto de privatização e ataques aos direitos sociais.
Resgate dos fundamentos do SUS como conquista civilizatória e instrumento de garantia da saúde como direito.
Impactos da gerencialização, da lógica de mercado e das emendas parlamentares na efetividade do sistema.
Saúde mental, medicalização e direitos humanos
Saúde mental, medicalização e direitos humanos
Saúde mental, medicalização e direitos humanos
Debate: “Eu tenho direito a não ter um diagnóstico psiquiátrico e ter acesso a políticas públicas?”
Discussão sobre a armadilha do diagnóstico como única via de acesso a direitos e cuidados.
Crítica às saídas medicalizantes e à patologização das experiências humanas.
Debate: “Eu tenho direito a não ter um diagnóstico psiquiátrico e ter acesso a políticas públicas?”
Discussão sobre a armadilha do diagnóstico como única via de acesso a direitos e cuidados.
Crítica às saídas medicalizantes e à patologização das experiências humanas.
Debate: “Eu tenho direito a não ter um diagnóstico psiquiátrico e ter acesso a políticas públicas?”
Discussão sobre a armadilha do diagnóstico como única via de acesso a direitos e cuidados.
Crítica às saídas medicalizantes e à patologização das experiências humanas.
Racismo, trauma e saúde da população negra
Racismo, trauma e saúde da população negra
Racismo, trauma e saúde da população negra
Debate: “Quais direitos a população negra tem na saúde?”
Discussão sobre o racismo estrutural no sistema de saúde e nas políticas públicas.
Enfrentamento do trauma racial como fenômeno coletivo, histórico e sociopolítico, que não deve ser medicalizado.
Importância de práticas antirracistas e equitativas para o fortalecimento do SUS e da democracia.
Valorização das vozes e experiências da população negra e periférica nos processos de cuidado e decisão.
Debate: “Quais direitos a população negra tem na saúde?”
Discussão sobre o racismo estrutural no sistema de saúde e nas políticas públicas.
Enfrentamento do trauma racial como fenômeno coletivo, histórico e sociopolítico, que não deve ser medicalizado.
Importância de práticas antirracistas e equitativas para o fortalecimento do SUS e da democracia.
Valorização das vozes e experiências da população negra e periférica nos processos de cuidado e decisão.
Debate: “Quais direitos a população negra tem na saúde?”
Discussão sobre o racismo estrutural no sistema de saúde e nas políticas públicas.
Enfrentamento do trauma racial como fenômeno coletivo, histórico e sociopolítico, que não deve ser medicalizado.
Importância de práticas antirracistas e equitativas para o fortalecimento do SUS e da democracia.
Valorização das vozes e experiências da população negra e periférica nos processos de cuidado e decisão.
Bem Viver e saúde dos povos originários
Bem Viver e saúde dos povos originários
Bem Viver e saúde dos povos originários
Debate: “Bem viver indígena e direitos nos territórios dos Povos Originários”
Articulação entre saúde, território, preservação ambiental e direitos humanos.
Enfrentamento do etnoecocídio e das violências contra os povos indígenas.
Perspectiva do Bem Viver como modelo alternativo de saúde, sustentabilidade e espiritualidade.
Determinação social da saúde indígena e o papel das mulheres na luta por direitos.
Debate: “Bem viver indígena e direitos nos territórios dos Povos Originários”
Articulação entre saúde, território, preservação ambiental e direitos humanos.
Enfrentamento do etnoecocídio e das violências contra os povos indígenas.
Perspectiva do Bem Viver como modelo alternativo de saúde, sustentabilidade e espiritualidade.
Determinação social da saúde indígena e o papel das mulheres na luta por direitos.
Debate: “Bem viver indígena e direitos nos territórios dos Povos Originários”
Articulação entre saúde, território, preservação ambiental e direitos humanos.
Enfrentamento do etnoecocídio e das violências contra os povos indígenas.
Perspectiva do Bem Viver como modelo alternativo de saúde, sustentabilidade e espiritualidade.
Determinação social da saúde indígena e o papel das mulheres na luta por direitos.
Gênero, equidade e populações vulnerabilizadas
Gênero, equidade e populações vulnerabilizadas
Gênero, equidade e populações vulnerabilizadas
Debate: “Experiências Exitosas: Direitos Humanos, Gênero, Equidade e Populações Vulneráveis”
Abordagem interseccional sobre gênero, raça, sexualidade e vulnerabilidade social.
Experiências de enfrentamento à violência contra mulheres, meninas e população LGBTQIAPN+.
Direitos sexuais e reprodutivos, justiça reprodutiva e formação em saúde coletiva com perspectiva de gênero.
Exemplos de práticas exitosas no território, como o PET Equidade de Londrina e a Clínica de Direitos Humanos da UFPR.
Debate: “Experiências Exitosas: Direitos Humanos, Gênero, Equidade e Populações Vulneráveis”
Abordagem interseccional sobre gênero, raça, sexualidade e vulnerabilidade social.
Experiências de enfrentamento à violência contra mulheres, meninas e população LGBTQIAPN+.
Direitos sexuais e reprodutivos, justiça reprodutiva e formação em saúde coletiva com perspectiva de gênero.
Exemplos de práticas exitosas no território, como o PET Equidade de Londrina e a Clínica de Direitos Humanos da UFPR.
Debate: “Experiências Exitosas: Direitos Humanos, Gênero, Equidade e Populações Vulneráveis”
Abordagem interseccional sobre gênero, raça, sexualidade e vulnerabilidade social.
Experiências de enfrentamento à violência contra mulheres, meninas e população LGBTQIAPN+.
Direitos sexuais e reprodutivos, justiça reprodutiva e formação em saúde coletiva com perspectiva de gênero.
Exemplos de práticas exitosas no território, como o PET Equidade de Londrina e a Clínica de Direitos Humanos da UFPR.
Participação social e construção de uma saúde cidadã
Participação social e construção de uma saúde cidadã
Participação social e construção de uma saúde cidadã
Debate: “Como ocupar os espaços para a construção de uma saúde cidadã”
Importância da participação popular e do controle social no SUS.
Resistência e inovação nos espaços de representação social diante do avanço de pautas conservadoras.
Estratégias de fortalecimento democrático e de ampliação de direitos.
A política como prática cotidiana de escuta, solidariedade e transformação social.
Debate: “Como ocupar os espaços para a construção de uma saúde cidadã”
Importância da participação popular e do controle social no SUS.
Resistência e inovação nos espaços de representação social diante do avanço de pautas conservadoras.
Estratégias de fortalecimento democrático e de ampliação de direitos.
A política como prática cotidiana de escuta, solidariedade e transformação social.
Debate: “Como ocupar os espaços para a construção de uma saúde cidadã”
Importância da participação popular e do controle social no SUS.
Resistência e inovação nos espaços de representação social diante do avanço de pautas conservadoras.
Estratégias de fortalecimento democrático e de ampliação de direitos.
A política como prática cotidiana de escuta, solidariedade e transformação social.
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Perfil do Público alvo
Perfil do Público alvo
Perfil do Público alvo
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes, professores e para quem se preocupa com o SUS e com questões dos Direitos Humanos.
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes, professores e para quem se preocupa com o SUS e com questões dos Direitos Humanos.
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes, professores e para quem se preocupa com o SUS e com questões dos Direitos Humanos.
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As Comissões de Trabalho
As Comissões de Trabalho
As Comissões de Trabalho
Executiva e logística:
Marcos Claudio Signorelli - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Solena Ziemer Kusma Fidalski - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Executiva e logística:
Marcos Claudio Signorelli - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Solena Ziemer Kusma Fidalski - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Executiva e logística:
Marcos Claudio Signorelli - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Solena Ziemer Kusma Fidalski - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Programação:
Deivisson Vianna Dantas dos Santos - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Sabrina Stefanello - Depto. Medicina Forense e Psiquiatria/PROFSAÚDE/UFPR
Gabriela Percilio de Araujo - PROFSAÚDE/UFPR
Marilene da Cruz Magalhães Buffon - DSC/PRMSF/PPGSC/UFPR
Carla Daniele Straub - Curso de Graduação em Saúde Coletiva/Setor Litoral/UFPR
Programação:
Deivisson Vianna Dantas dos Santos - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Sabrina Stefanello - Depto. Medicina Forense e Psiquiatria/PROFSAÚDE/UFPR
Gabriela Percilio de Araujo - PROFSAÚDE/UFPR
Marilene da Cruz Magalhães Buffon - DSC/PRMSF/PPGSC/UFPR
Carla Daniele Straub - Curso de Graduação em Saúde Coletiva/Setor Litoral/UFPR
Programação:
Deivisson Vianna Dantas dos Santos - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Sabrina Stefanello - Depto. Medicina Forense e Psiquiatria/PROFSAÚDE/UFPR
Gabriela Percilio de Araujo - PROFSAÚDE/UFPR
Marilene da Cruz Magalhães Buffon - DSC/PRMSF/PPGSC/UFPR
Carla Daniele Straub - Curso de Graduação em Saúde Coletiva/Setor Litoral/UFPR
Comunicação, Cultural e Acolhimento:
Fernanda Paula da Silva Torres - PPGSC/UFPR
Evelise Dias Antunes - PPGSC/UFPR
Giovana Zanlorenzi da Conceição - PPGSC/UFPR
Sèyigbénan Mélaine Edouarda Houndjo - PPGSC/UFPR
Rafael Olegario dos Santos - ANEPS
Neiva de Souza Daniel - PPGSC/UFPR
Comunicação, Cultural e Acolhimento:
Fernanda Paula da Silva Torres - PPGSC/UFPR
Evelise Dias Antunes - PPGSC/UFPR
Giovana Zanlorenzi da Conceição - PPGSC/UFPR
Sèyigbénan Mélaine Edouarda Houndjo - PPGSC/UFPR
Rafael Olegario dos Santos - ANEPS
Neiva de Souza Daniel - PPGSC/UFPR
Comunicação, Cultural e Acolhimento:
Fernanda Paula da Silva Torres - PPGSC/UFPR
Evelise Dias Antunes - PPGSC/UFPR
Giovana Zanlorenzi da Conceição - PPGSC/UFPR
Sèyigbénan Mélaine Edouarda Houndjo - PPGSC/UFPR
Rafael Olegario dos Santos - ANEPS
Neiva de Souza Daniel - PPGSC/UFPR
Científica:
Michele Straub (Presidente da Comissão Científica)- Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
Sabrina Stefanello - Depto. Medicina Forense e Psiquiatria/PROFSAÚDE/UFPR3
Igor Marçal Mena - PPGSC/UFPR
Fabiane Helene Valmore - Usuarios RAPS Livre e Clube de Ciências, Arte, Cultura e Saúde Mental/Colégio Estadual Rodolpho Zaninelli
Marília Pinto Ferreira Murata - Depto. Saúde Coletiva/UFPR
Tainá Ribas Mélo - PPGSC/UFPR
Acácia Mayra Pereira de Lima - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Rogério Miranda Gomes - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Ana Paula Pionkevicz Martens - PPGSC/UFPR
Marília Pinto Ferreira Murata - Depto. Saúde Coletiva/UFPR
Marcos Claudio Signorelli - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Científica:
Michele Straub (Presidente da Comissão Científica)- Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
Sabrina Stefanello - Depto. Medicina Forense e Psiquiatria/PROFSAÚDE/UFPR3
Igor Marçal Mena - PPGSC/UFPR
Fabiane Helene Valmore - Usuarios RAPS Livre e Clube de Ciências, Arte, Cultura e Saúde Mental/Colégio Estadual Rodolpho Zaninelli
Marília Pinto Ferreira Murata - Depto. Saúde Coletiva/UFPR
Tainá Ribas Mélo - PPGSC/UFPR
Acácia Mayra Pereira de Lima - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Rogério Miranda Gomes - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Ana Paula Pionkevicz Martens - PPGSC/UFPR
Marília Pinto Ferreira Murata - Depto. Saúde Coletiva/UFPR
Marcos Claudio Signorelli - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Científica:
Michele Straub (Presidente da Comissão Científica)- Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
Sabrina Stefanello - Depto. Medicina Forense e Psiquiatria/PROFSAÚDE/UFPR3
Igor Marçal Mena - PPGSC/UFPR
Fabiane Helene Valmore - Usuarios RAPS Livre e Clube de Ciências, Arte, Cultura e Saúde Mental/Colégio Estadual Rodolpho Zaninelli
Marília Pinto Ferreira Murata - Depto. Saúde Coletiva/UFPR
Tainá Ribas Mélo - PPGSC/UFPR
Acácia Mayra Pereira de Lima - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Rogério Miranda Gomes - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
Ana Paula Pionkevicz Martens - PPGSC/UFPR
Marília Pinto Ferreira Murata - Depto. Saúde Coletiva/UFPR
Marcos Claudio Signorelli - Depto. Saúde Coletiva/PPGSC/UFPR
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Local: Campus Rebouças - UFPR
Endereço: Av. Sete de Setembro, 2645 - Rebouças, Curitiba- PR, 80230-085
Local: Campus Rebouças - UFPR
Endereço: Av. Sete de Setembro, 2645 - Rebouças, Curitiba- PR, 80230-085
Local: Campus Rebouças - UFPR
Endereço: Av. Sete de Setembro, 2645 - Rebouças, Curitiba- PR, 80230-085
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UFPR
UFPR
UFPR
Universidade Federal do Paraná
Universidade Federal do Paraná
Universidade Federal do Paraná
PPGSC- UFPR
Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
Saúde Coletiva- UFPR Litoral
NESC
Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva
PPGSC- UFPR
Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
Saúde Coletiva- UFPR Litoral
NESC
Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva
PPGSC- UFPR
Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
Saúde Coletiva- UFPR Litoral
NESC
Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva
IFPR
Instituto Federal do Paraná
Residência Multiprofissional em Saúde da Família- UFPR
IFPR
Instituto Federal do Paraná
Residência Multiprofissional em Saúde da Família- UFPR
IFPR
Instituto Federal do Paraná
Residência Multiprofissional em Saúde da Família- UFPR
PROFSAÚDE
PROFSAÚDE
PROFSAÚDE
CAPES
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CAPES
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CAPES
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
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Inscrições encerradas
Inscrições encerradas
Inscrições encerradas
R$20
R$20
R$20
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
*Estudante de graduação do Bacharelado em Saúde Coletiva
*Estudante de graduação do Bacharelado em Saúde Coletiva
*Estudante de graduação do Bacharelado em Saúde Coletiva
**Estudante UFPR bolsista PROBEM matriculado(a) em qualquer curso de
graduação da UFPR ou pessoa inscrita no CadUnico
**Estudante UFPR bolsista PROBEM matriculado(a) em qualquer curso de
graduação da UFPR ou pessoa inscrita no CadUnico
**Estudante UFPR bolsista PROBEM matriculado(a) em qualquer curso de
graduação da UFPR ou pessoa inscrita no CadUnico
R$40
R$40
R$40
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
*Estudante de pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado) em Saúde Coletiva, Saúde Pública ou Saúde da Família
*Estudante de pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado) em Saúde Coletiva, Saúde Pública ou Saúde da Família
*Estudante de pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado) em Saúde Coletiva, Saúde Pública ou Saúde da Família
*Estudante de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Medicina da Família e da Comunidade (MFC)
*Estudante de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Medicina da Família e da Comunidade (MFC)
*Estudante de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Medicina da Família e da Comunidade (MFC)
*Estudante dos demais cursos de Graduação das Universidades Organizadoras (UFPR, IFPR, UEL e UNIOESTE)
*Estudante dos demais cursos de Graduação das Universidades Organizadoras (UFPR, IFPR, UEL e UNIOESTE)
*Estudante dos demais cursos de Graduação das Universidades Organizadoras (UFPR, IFPR, UEL e UNIOESTE)
***Pessoas afiliadas a movimentos sociais / ativistas
***Pessoas afiliadas a movimentos sociais / ativistas
***Pessoas afiliadas a movimentos sociais / ativistas
****Docentes da graduação e/ou pós-graduação em Saúde Coletiva, Saúde da Família ou Saúde Pública
****Docentes da graduação e/ou pós-graduação em Saúde Coletiva, Saúde da Família ou Saúde Pública
****Docentes da graduação e/ou pós-graduação em Saúde Coletiva, Saúde da Família ou Saúde Pública
R$50
R$50
R$50
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
*Estudante dos demais cursos de Pós-Graduação das Universidades Organizadoras (UFPR, IFPR, UEL e UNIOESTE)
*Estudante dos demais cursos de Pós-Graduação das Universidades Organizadoras (UFPR, IFPR, UEL e UNIOESTE)
*Estudante dos demais cursos de Pós-Graduação das Universidades Organizadoras (UFPR, IFPR, UEL e UNIOESTE)
****Docentes de outras áreas/cursos
****Docentes de outras áreas/cursos
****Docentes de outras áreas/cursos
*Estudantes de Graduação de outras Instituições de Educação Superior (IES)
*Estudantes de Graduação de outras Instituições de Educação Superior (IES)
*Estudantes de Graduação de outras Instituições de Educação Superior (IES)
R$60
R$60
R$60
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
Taxa simbólica para as categorias:
*Estudantes de Pós-Graduação de outras Instituições de Educação Superior (IES)
*Estudantes de Pós-Graduação de outras Instituições de Educação Superior (IES)
*Estudantes de Pós-Graduação de outras Instituições de Educação Superior (IES)
Demais profissionais
Demais profissionais
Demais profissionais
Formas de pagamento:
Pix, Boleto e Cartão crédito em até 12 vezes (Com Juros)
Formas de pagamento:
Pix, Boleto e Cartão crédito em até 12 vezes (Com Juros)
Formas de pagamento:
Pix, Boleto e Cartão crédito em até 12 vezes (Com Juros)
Não haverá inscrição disponível após dia 04/04/2026, nem na data do evento.
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Recibo:
Após o pagamento da taxa de inscrição, você poderá emitir o seu Recibo na sua área restrita. Caso necessite de um Recibo mais detalhado, você deverá solicitar à organização, via e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
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Após o pagamento da taxa de inscrição, você poderá emitir o seu Recibo na sua área restrita. Caso necessite de um Recibo mais detalhado, você deverá solicitar à organização, via e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Desistência e reembolso:
•Trabalho não aprovado *- até 7 (sete) dias após a comunicação sobre o resultado da avaliação
com reembolso de 70% do valor pago
•Sem justificativa ****- até 30 (trinta) dias antes do início do congresso com reembolso de 50% do valor pago
•Problemas de saúde ** - Até a data do evento com reembolso de 80% do valor pago
•Duplicidade de pagamento *** - Até a data do evento com reembolso de 100 % do valor pago
• Em caso de comunicação e justificativa formal de desistência de participação, a devolução de valores pagos será efetuada em até 30 dias, contados a partir da data da solicitação.
• As devoluções seguirão os seguintes critérios:
(*) Trabalho não aprovado - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do comprovante de pagamento + cópia da carta de não aceitação do trabalho enviada pela comissão organizadora;
(**) Problemas de saúde - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do atestado médico + cópia do comprovante de pagamento;
(***) Duplicidade de pagamento - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição – informar na justificativa o nome da Instituição que efetuou o pagamento + cópia dos comprovantes de pagamento.
(****) Sem justificativa - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do comprovante de pagamento.
ATENÇÃO
O formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição e a respectiva documentação, conforme detalhe devem ser enviados via e-mail para: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Desistência e reembolso:
•Trabalho não aprovado *- até 7 (sete) dias após a comunicação sobre o resultado da avaliação
com reembolso de 70% do valor pago
•Sem justificativa ****- até 30 (trinta) dias antes do início do congresso com reembolso de 50% do valor pago
•Problemas de saúde ** - Até a data do evento com reembolso de 80% do valor pago
•Duplicidade de pagamento *** - Até a data do evento com reembolso de 100 % do valor pago
• Em caso de comunicação e justificativa formal de desistência de participação, a devolução de valores pagos será efetuada em até 30 dias, contados a partir da data da solicitação.
• As devoluções seguirão os seguintes critérios:
(*) Trabalho não aprovado - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do comprovante de pagamento + cópia da carta de não aceitação do trabalho enviada pela comissão organizadora;
(**) Problemas de saúde - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do atestado médico + cópia do comprovante de pagamento;
(***) Duplicidade de pagamento - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição – informar na justificativa o nome da Instituição que efetuou o pagamento + cópia dos comprovantes de pagamento.
(****) Sem justificativa - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do comprovante de pagamento.
ATENÇÃO
O formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição e a respectiva documentação, conforme detalhe devem ser enviados via e-mail para: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
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•Trabalho não aprovado *- até 7 (sete) dias após a comunicação sobre o resultado da avaliação
com reembolso de 70% do valor pago
•Sem justificativa ****- até 30 (trinta) dias antes do início do congresso com reembolso de 50% do valor pago
•Problemas de saúde ** - Até a data do evento com reembolso de 80% do valor pago
•Duplicidade de pagamento *** - Até a data do evento com reembolso de 100 % do valor pago
• Em caso de comunicação e justificativa formal de desistência de participação, a devolução de valores pagos será efetuada em até 30 dias, contados a partir da data da solicitação.
• As devoluções seguirão os seguintes critérios:
(*) Trabalho não aprovado - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do comprovante de pagamento + cópia da carta de não aceitação do trabalho enviada pela comissão organizadora;
(**) Problemas de saúde - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do atestado médico + cópia do comprovante de pagamento;
(***) Duplicidade de pagamento - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição – informar na justificativa o nome da Instituição que efetuou o pagamento + cópia dos comprovantes de pagamento.
(****) Sem justificativa - preenchimento do formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição + cópia do comprovante de pagamento.
ATENÇÃO
O formulário de solicitação de devolução da taxa de inscrição e a respectiva documentação, conforme detalhe devem ser enviados via e-mail para: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Comprovantes:
* Estudantes: anexar à plataforma de inscrição o comprovante de matrícula atual e datado recentemente
** Estudantes PROBEM ou pessoas cadastradas CadÚnico, anexar à plataforma de inscrição o comprovante atual e datado recentemente.
*** Pessoas afiliadas a movimentos sociais/ativistas: anexar à plataforma de inscrição o comprovante (exemplo: declaração assinada por responsável pela entidade ou coletivo)
**** Docentes: anexar à plataforma de inscrição o comprovante
Obs: Pacotes de inscrições para grupos (5 ou mais pessoas) com um único depósito (por exemplo Prefeituras, ONGs, empresas, etc) receberão descontos progressivos de acordo com o número de inscrições do grupo. Nesses casos, favor entrar em contato com a secretaria do evento pelo email: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Comprovantes:
* Estudantes: anexar à plataforma de inscrição o comprovante de matrícula atual e datado recentemente
** Estudantes PROBEM ou pessoas cadastradas CadÚnico, anexar à plataforma de inscrição o comprovante atual e datado recentemente.
*** Pessoas afiliadas a movimentos sociais/ativistas: anexar à plataforma de inscrição o comprovante (exemplo: declaração assinada por responsável pela entidade ou coletivo)
**** Docentes: anexar à plataforma de inscrição o comprovante
Obs: Pacotes de inscrições para grupos (5 ou mais pessoas) com um único depósito (por exemplo Prefeituras, ONGs, empresas, etc) receberão descontos progressivos de acordo com o número de inscrições do grupo. Nesses casos, favor entrar em contato com a secretaria do evento pelo email: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Comprovantes:
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** Estudantes PROBEM ou pessoas cadastradas CadÚnico, anexar à plataforma de inscrição o comprovante atual e datado recentemente.
*** Pessoas afiliadas a movimentos sociais/ativistas: anexar à plataforma de inscrição o comprovante (exemplo: declaração assinada por responsável pela entidade ou coletivo)
**** Docentes: anexar à plataforma de inscrição o comprovante
Obs: Pacotes de inscrições para grupos (5 ou mais pessoas) com um único depósito (por exemplo Prefeituras, ONGs, empresas, etc) receberão descontos progressivos de acordo com o número de inscrições do grupo. Nesses casos, favor entrar em contato com a secretaria do evento pelo email: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Crachá e certificado:
Preencha seu cadastro com atenção, pois os dados fornecidos serão usados para emitir crachá e certificado. Erros são de responsabilidade do congressista.
Crachá e certificado:
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Crachá e certificado:
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Parceria de Hospedagem
Parceria de Hospedagem
Parceria de Hospedagem
21% de desconto para as reservas feitas diretamente no site do Fiesta Bahia. Exclusivo para os participantes do Congresso.
21% de desconto para as reservas feitas diretamente no site do Fiesta Bahia. Exclusivo para os participantes do Congresso.
21% de desconto para as reservas feitas diretamente no site do Fiesta Bahia. Exclusivo para os participantes do Congresso.
Passos para reserva com desconto
Passos para reserva com desconto
Passos para reserva com desconto
1. Acessar o site do Fiesta Hotel: www.fiestahotel.com.br
2. No canto superior direito, clicar no botão RESERVAR;
3. Preencher a data do evento, desconto estará válido no período de 11/04/2025 a 13/04/2025;
4. Escolher tipo de acomodação e número de pessoas por quarto;
5. Inserir o código promocional CENAT25 no campo CÓDIGO ESPECIAL, no centro superior do site, ao clicar dará a opção TIPO DE CÓDIGO e a opção DESCONTO. Ao aplicar, a diária aparecerá com o desconto;
1. Acessar o site do Fiesta Hotel: www.fiestahotel.com.br
2. No canto superior direito, clicar no botão RESERVAR;
3. Preencher a data do evento, desconto estará válido no período de 11/04/2025 a 13/04/2025;
4. Escolher tipo de acomodação e número de pessoas por quarto;
5. Inserir o código promocional CENAT25 no campo CÓDIGO ESPECIAL, no centro superior do site, ao clicar dará a opção TIPO DE CÓDIGO e a opção DESCONTO. Ao aplicar, a diária aparecerá com o desconto;
1. Acessar o site do Fiesta Hotel: www.fiestahotel.com.br
2. No canto superior direito, clicar no botão RESERVAR;
3. Preencher a data do evento, desconto estará válido no período de 11/04/2025 a 13/04/2025;
4. Escolher tipo de acomodação e número de pessoas por quarto;
5. Inserir o código promocional CENAT25 no campo CÓDIGO ESPECIAL, no centro superior do site, ao clicar dará a opção TIPO DE CÓDIGO e a opção DESCONTO. Ao aplicar, a diária aparecerá com o desconto;
Imagens: Acervo do hotel
Imagens: Acervo do hotel
Imagens: Acervo do hotel
V Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
V Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
V Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
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Não recebeu o seu e-mail de confirmação da inscrição?
Não recebeu o seu e-mail de confirmação da inscrição?
Não recebeu o seu e-mail de confirmação da inscrição?
Caso não tenha recebido o ingresso (ou inscrição) em seu e-mail, você pode acessá-lo a qualquer momento por meio do aplicativo da Doity. Se preferir, você pode entrar em contato com nosso atendimento pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Caso não tenha recebido o ingresso (ou inscrição) em seu e-mail, você pode acessá-lo a qualquer momento por meio do aplicativo da Doity. Se preferir, você pode entrar em contato com nosso atendimento pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Caso não tenha recebido o ingresso (ou inscrição) em seu e-mail, você pode acessá-lo a qualquer momento por meio do aplicativo da Doity. Se preferir, você pode entrar em contato com nosso atendimento pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Será emitido algum certificado de conclusão?
Será emitido algum certificado de conclusão?
Será emitido algum certificado de conclusão?
Sim. Ao término do congresso, será disponibilizado um certificado de conclusão on-line. O certificado não terá QR code, mas possuirá o programa do evento, para fins de validação.
Sim. Ao término do congresso, será disponibilizado um certificado de conclusão on-line. O certificado não terá QR code, mas possuirá o programa do evento, para fins de validação.
Sim. Ao término do congresso, será disponibilizado um certificado de conclusão on-line. O certificado não terá QR code, mas possuirá o programa do evento, para fins de validação.
Como acessar o meu certificado?
Como acessar o meu certificado?
Como acessar o meu certificado?
Você poderá efetuar o download do certificado diretamente no site da Doity, porém ele só estará disponível caso o organizador já tenha efetuado a sua liberação. Mais informações.
Você poderá efetuar o download do certificado diretamente no site da Doity, porém ele só estará disponível caso o organizador já tenha efetuado a sua liberação. Mais informações.
Você poderá efetuar o download do certificado diretamente no site da Doity, porém ele só estará disponível caso o organizador já tenha efetuado a sua liberação. Mais informações.
Posso cancelar a minha inscrição?
Posso cancelar a minha inscrição?
Posso cancelar a minha inscrição?
Sim! Em caso de arrependimento ou desistência reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação esteja de acordo com os prazos estabelecidos nas informações abaixo da sessão de inscrições. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Sim! Em caso de arrependimento ou desistência reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação esteja de acordo com os prazos estabelecidos nas informações abaixo da sessão de inscrições. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Sim! Em caso de arrependimento ou desistência reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação esteja de acordo com os prazos estabelecidos nas informações abaixo da sessão de inscrições. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais.
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais.
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais.
O congresso será também online?
O congresso será também online?
O congresso será também online?
Não. O congresso será realizado apenas na modalidade presencial. Por conta dos altos custos para transmissão híbrida, a comissão definiu apenas pelo presencial. Bem como, não haverá gravações do mesmo.
Não. O congresso será realizado apenas na modalidade presencial. Por conta dos altos custos para transmissão híbrida, a comissão definiu apenas pelo presencial. Bem como, não haverá gravações do mesmo.
Não. O congresso será realizado apenas na modalidade presencial. Por conta dos altos custos para transmissão híbrida, a comissão definiu apenas pelo presencial. Bem como, não haverá gravações do mesmo.
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
Fale com a nossa Equipe de Atendimento
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Atendimento por e-mail
Entre em contato com nossa equipe pelo e-mail: divulgacaocientificappgsc@gmail.com
Atendimento por e-mail
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Curso: Cotidiano de um CAPS
Curso: Cotidiano de um CAPS
Curso: Cotidiano de um CAPS
Online
Online
Online
Objetivo: Apresentar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e seus dispositivos com enfoque nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), a organização do processo de trabalho e assistência prestada aos usuários destes serviços, pautada pela humanização, liberdade, democracia e respeito aos direitos e os deveres da pessoa em sofrimento psíquico. Utiliza as portarias e a Política Nacional de Saúde Mental, bem como as principais referências no cuidado em saúde mental que consideram a reforma psiquiátrica e a luta antimanicomial brasileira e mundial.
Objetivo: Apresentar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e seus dispositivos com enfoque nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), a organização do processo de trabalho e assistência prestada aos usuários destes serviços, pautada pela humanização, liberdade, democracia e respeito aos direitos e os deveres da pessoa em sofrimento psíquico. Utiliza as portarias e a Política Nacional de Saúde Mental, bem como as principais referências no cuidado em saúde mental que consideram a reforma psiquiátrica e a luta antimanicomial brasileira e mundial.
Objetivo: Apresentar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e seus dispositivos com enfoque nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), a organização do processo de trabalho e assistência prestada aos usuários destes serviços, pautada pela humanização, liberdade, democracia e respeito aos direitos e os deveres da pessoa em sofrimento psíquico. Utiliza as portarias e a Política Nacional de Saúde Mental, bem como as principais referências no cuidado em saúde mental que consideram a reforma psiquiátrica e a luta antimanicomial brasileira e mundial.
Certificado de participação de 30 horas de carga horária
Certificado de participação de 30 horas de carga horária
Certificado de participação de 30 horas de carga horária
Docente Responsável:
Esp. Thiago Magela
Docente Responsável:
Esp. Thiago Magela
Docente Responsável:
Esp. Thiago Magela
Formado em enfermagem e Residência de enfermagem em atenção básica/saúde da família pela UFSJ. Especialista em enfermagem psiquiátrica e Terapia Familiar Sistêmica. Ex-enfermeiro e coordenador do Caps I de Carmo do Cajuru.
Formado em enfermagem e Residência de enfermagem em atenção básica/saúde da família pela UFSJ. Especialista em enfermagem psiquiátrica e Terapia Familiar Sistêmica. Ex-enfermeiro e coordenador do Caps I de Carmo do Cajuru.
Formado em enfermagem e Residência de enfermagem em atenção básica/saúde da família pela UFSJ. Especialista em enfermagem psiquiátrica e Terapia Familiar Sistêmica. Ex-enfermeiro e coordenador do Caps I de Carmo do Cajuru.