O MAIOR CONGRESSO SOBRE 
SAÚDE MENTAL INFANTOJUVENIL 
DA AMÉRICA LATINA

  • III Congresso Internacional Novas Abordagens em Saúde Mental Infantojuvenil a ser realizado em Florianópolis/SC com organização do CENAT, têm por objetivo ser um espaço de discussão e debate sobre a situação da saúde mental da criança e adolescente. 

    A saúde mental da infância na esfera das políticas públicas de saúde tem sua história muito recente, a questão da infância e juventude ficou à margem na construção de políticas públicas de saúde mental, sendo que as ações destinadas as crianças eram tomadas como mera extensão das políticas pensadas para a população adulta.

    Na população de crianças e adolescentes, os tipos de transtorno, principais fatores de risco e de proteção, estratégias de intervenção e organização do sistema de serviços têm especificidades que não podem ser contempladas pela simples extensão das estratégias de cuidado da população adulta à população infantil e juvenil. 

    O Congresso têm por objetivo promover um espaço de debates e trocas de experiências entre pessoas e organizações que vêm construindo novas práticas em saúde mental Infanto-juvenil, com enfoque na pessoa que vivência .

    A idealização desse Congresso advém de articulações entre profissionais de saúde, professores, da IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), do CENAT (Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas), usuários e familiares.

Sorteio Imperdível

Sortearemos um pacote com 5 encontros de Supervisões, a proposta pretende, levantar as necessidades do serviço ou do/a profissional, identificar soluções e propor ações.

Não perca, participe já!

O sorteio será realizado dia 27/01/2022 às 18h00,
por meio do número da inscrição.

15
Dias
07
Horas
37
Minutos
50
Segundos

PROGRAMAÇÃO 

01 de abril de 2022

7h30 - 8h00
Credenciamento
Chegue cedo para evitar filas e não esqueça de trazer um documento oficial com o número do seu CPF e foto.
8h00 - 8h15
Início Congresso
Cerimônia de boas vindas
8h15 - 09h30
Mesa Redonda: Saúde mental: Retratos de crianças esquecidas
Políticas Públicas e Direitos Humanos
Palestrantes: Luciana Togni de Lima - Unifesp e Flávia Blikstein
9h40 - 11h00
Mesa Redonda: Construindo a rede de cuidados em saúde mental: voltada para o empoderamento Infantojuvenil
Palestrantes: Alejandra Barcala - Argentina e Cristina Ventura - IPUB/UFRJ
11h15 - 12h45
Mesa Redonda: Abordagens envolvem as Famílias na Recovery do jovem em Saúde Mental: Open Dialogue e estratégias
Palestrantes: Ana Florence - Yale e Fernanda Kimie - USP
12h45 - 13h50
Intervalo para Almoço
Intervalo para almoço até 13h50
13h50 - 15h00
Mesa Redonda: Autismo, rótulos e diagnósticos ajudam ou atrapalham?
Palestrantes: Rossano Cabral - UERJ e Gisela Untoiglich - Argentina
15h00 - 16h10
Mesa Redonda: Youth in Iceland - programa de prevenção ao uso de substâncias para crianças e adolescentes
Palestrantes: Inga Dóra Sigfúsdóttir - Islândia e Rafaela Werneck Martins
16h20 - 17h30
Mesa Redonda: Inclusão e diferenças – Interfaces saúde mental e educação
Palestrantes: Carolina Rogel de Souza – UFSC e Ana Paula - UFSC
17h40 - 18h50 
Palestra: A desmedicalização da infância e a Gestão autônoma da medicação (GAM) e saúde mental infantojuvenil
Palestrante:  Sandra Caponi – UFSC

PROGRAMAÇÃO 

02 de abril de 2022

8h00 - 9h10
Palestra: Discutindo saúde mental e sexualidade infantojuvenil
Palestrante: Marco Duarte - UFJF
9h20 - 10h30
Palestra: Como lidar com sentimentos suicidas e autoagressão na adolescência
Palestrante: Olga Runciman - Dinamarca
10h45 - 12h00
Palestra: Um modelo de saúde mental comunitária: Cuidado e suporte intensivo domiciliar para gestão a primeira crises
Palestrante: Rossana Seabra - UNESP
12h10 - 13h00
Palestra: Saúde Mental infantojuvenil (COVID-19), repercussões presentes e futuras
Palestrante: Barbara Costa
13h00 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para almoço até 14h00
14h00 - 15h10
Palestra: Não entre em pânico se seu filho ouve vozes: Como trabalhar com crianças que ouvem vozes
Palestrante: Paul Baker - Inglaterra
15h10 - 15h35
Apresentação de trabalhos
Momento para apresentação de trabalhos científicos
15h40 - 16h30
Palestra: Apoio matricial em saúde mental infantojuvenil na Atenção Primária à Saúde
PalestranteDeivisson Vianna - UFPR
16h30 - 17h10
Palestra: O impacto da música como redutor de ansiedade em criança
Palestrante: Serge Tshiswaka – Congo
17h10 - 18h10
Palestra: Nativos na era digital: - Influência dos meios de comunicação no Universo infantil e consequências para saúde mental
Palestrante: Igor Londeiro - UFRGS
18h10 - 18h30
Confraternização de Encerramento
Atividade Cultural

CONHEÇA AS/OS PALESTRANTES

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Inga Dóra Sigfúsdóttir - Islândia
Inga Dora Sigfusdottir é Professora e Diretora Fundadora do Centro Islandês de Pesquisa e Análise Social da Universidade de Reykjavik e Professora de Pesquisa em Estudos de Saúde e Comportamento da Teachers College, Columbia University. Socióloga, sua pesquisa se concentra em compreender como os fatores biológicos e sociais interagem para influenciar o desenvolvimento de comportamentos de risco entre os adolescentes, incluindo uso de substâncias, comportamento suicida e sexo desprotegido. A Dra. Sigfusdottir foi Diretora na Islândia do Projeto Europeu de Pesquisa Escolar sobre Álcool e outras Drogas e do Projeto Cidades Jovens Contra Drogas na Europa. Atualmente, ela é a pesquisadora principal de um estudo financiado pelo Conselho Europeu de Pesquisa, que está investigando os efeitos do estresse na biologia, emoção e comportamento ao longo da infância.
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Serge Tshiswaka – Congo
Formado em bioquímica na República Democrática do Congo e em enfermagem pela PUC de Campinas, trabalha no Hospital Ouro Verde desde 2012. Atualmente ele faz palestras e participa de campanhas, integração de equipes e eventos com o projeto Saúde, Música e Alegria, e concilia a agenda cheia de atividades com um mestrado em curso na PUC de Campinas sobre o impacto da música como redutor de ansiedade em criança.
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Olga Runciman - Dinamarca
Formada em enfermagem e Psicologia pela Universidade de Copenhague. Educadora internacional e conferencista, assim como escritora, militante e artista. Ela é co-fundadora do movimento (hearing voices) da Dinamarca, e membro da organização dos Usuários da Psiquiatria na Dinamarca. Olga vê o hearing voices como um movimento pós-psiquiátrico, que trabalha pelo reconhecimento dos direitos humanos, ao mesmo tempo que oferece esperança, capacitação e acesso à construção de sentido das próprias experiências no nível individual. Ela trabalha com abordagem open dialogue No seu cotidiano. Olga tem experiência de como psicoterapeuta em consultório particular e no serviço em Copenhague.
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Ana Florence - Yale
Psicóloga com experiência na desinstitucionalização de pessoas que estão há muito tempo internadas em hospitais psiquiátricos e na implementação de serviços públicos de saúde mental de base comunitária. Vem pesquisando sobre a abordagem do Diálogo Aberto e outras práticas dialógicas, Direitos Humanos / Capacidades, e o papel da experiência vivida na transformação de sistemas, práticas e concepções de saúde mental. Atualmente, ela é pós-doutoranda associada no Programa de Recuperação e Saúde Comunitária de Yale, trabalhando em parceria com o Departamento de Saúde Mental e Serviços de Dependência de Connecticut.
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Alejandra Barcala - Argentina 
Graduação em Psicologia, Mestre em Saúde Pública. Doutoranda pela Faculdade de Psicologia (UBA). Pesquisadora e professora graduada e pós-graduada da Faculdade de Psicologia (UBA) e do Mestrado em Saúde Mental Comunitária (UNLu). Coordenadora do Programa de Atenção à Comunidade para crianças e adolescentes com transtornos mentais graves (Diretoria de Saúde Mental, GCBA).
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Paul Baker - Inglaterra
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
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Gisela Untoiglich - Argentina
Dra em Psicologia pela UBA. Co-diretora do Programa de Atualização: Problemas Clínicos Atuais na Infância: Intervenções no campo clínico e educacional ”. Pós-graduada pela Escola de Psicologia da UBA. Professor convidado por diversas instituições nacionais e universidades estrangeiras. Membra fundadora do Fórum Infancias. Supervisora das equipes simultâneas e residentes de psicopedagogia do Hospital Infantil R. Gutiérrez, do Hospital Durand e do C.E.S.A.C. N ° 15, CENTROS N ° 3 da Cidade de Buenos Aires. Supervisora da Equipe Interdisciplinar do Centro de Desenvolvimento Infantil e Estimulação Precoce "El Nido" de San Isidro. Autora e coautora em várias publicações sobre a infância, incluindo: “Autismo e outros problemas graves na infância (Noveduc 2015); “Na infância, os diagnósticos são escritos a lápis (Noveduc 2013); Versões atuais do sofrimento infantil (NOveduc 2011); Patologias atuais na infância (Noveduc 2009).
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Luciana Togni - Unifesp
Terapeuta Ocupacional. Especialista em Saúde Pública. Mestre e Doutora em Saúde Coletiva. Líder do Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão "DiV3rso: Saúde Mental, Redução de Danos e Direitos Humanos". Orientadora do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências da Saúde. Coordenadora do Observatório Internacional de Práticas de Gestão Autônoma da Medicação (GAM). Vice Coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Rede de Atenção Psicossocial. Coordenadora da Câmara de Extensão e Cultura - UNIFESP - Campus Baixada Santista. Vice-Coordenadora do Observatório de Uso de Medicamentos e outras drogas. Coordenadora da Comissão Permanente de Políticas Públicas do Crefito3. 
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Cristina Ventura - UFRJ
Doutor em Saúde Mental pelo Programa de Psiquiatria e Saúde Mental do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (2012). Mestre em Psicologia Clínica pela PUC / RJ (1999). Possui graduação em Psicologia pela UFRJ (1980). Desenvolve investigação, formação e actividades clínicas na área da saúde mental pública, com ênfase na atenção psicossocial à criança e ao adolescente. É psicóloga e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas em Saúde Mental (NUPPSAM / IPUB / UFRJ), atuando em parceria com o Centro de Atenção Psicossocial CARIM, do IPUB (CAPSi). É professora titular do Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial do IPUB / UFRJ e coordenadora do Curso de Especialização em Atenção Psicossocial à Criança e ao Adolescente (IPUB / UFRJ). Foi supervisora ​​clínico-institucional de CAPS, CAPSi e Saúde Mental Ambulatorial .
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Rossana Seabra - UNESP 
Graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná, Especialização em Educação Especial pela Universidade Federal do Paraná, Mestrado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1995), Doutorado em Educação pela Universidade estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (2002) e Pós doutorado em Desinstitucionalização realizado em Trieste-Itália (2011). Professora Assistente Doutora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e Membro do Corpo Editorial da Internacional Association Of Applied Psychology. Tem experiência na área da Saúde mental, Desinstitucionalização e Educação Especial. Atuando principalmente nos seguintes temas: Saúde Mental da Criança e Adolescente. Desinstitucionalização. Educação Especial. Estagiária no Grupo Equipe de Crise, equipe territorial de Saúde Mental de Trieste, Itália, atuando como instrumento de suporte domiciliar intensivo, oito horas por dia, no período de 15 de janeiro à 04 de fevereiro de 2018.
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Fernanda Kimie Mishima - USP
Doutora, Mestre e graduada em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLR-USP). Atualmente é Psicóloga do Departamento de Psicologia da FFCLRP-USP, coordenadora do Serviço de Triagem e Atendimento Infantil e Familiar (STAIF) do Centro de Pesquisa e Psicologia Aplicada desta instituição; supervisora clínica e orientadora de pesquisas na área de Psicanálise, Psicologia do Desenvolvimento, Infância e Família. Coordenadora do Projeto Fênix-USP para atendimento gratuito e on-line para crianças, adolescentes, adultos e famílias que foram afetados pela pandemia da Covid-19.
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Marco José de Oliveira Duarte - UFJF
Professor Doutor da Faculdade de Serviço Social e Docente Permanente do Programa do Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Bolsista Produtividade do CNPq. Tutor do PET-Saúde/Interprofissionalidade na UFJF/MS/PJF. Coordenador do Centro de Referência de Promoção de Cidadania LGBTQI (CeR-LGBTQI ) da UFJF. Graduado em Serviço Social pela ( UFF-Niterói), em 1986. Graduado em Psicologia pela UFF, em 1987. Residência em Serviço Social - UERJ. Mestre em Serviço Social pela UFRJ. Doutor em Serviço Social pela UERJ, em 2012. Pós-Doutor em Politicas Sociais e Cidadania pela Universidade Católica do Salvador (UCSal) .Presidente do Conselho Regional de Assistentes Sociais (CRAS), atual Conselho Regional de Serviço Social (CRESS), na gestão de 1991 a 1992.
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Rossano Cabral - UERJ
Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, residência em Psiquiatria (1998) e Psiquiatria Infantil pelo Instituto Municipal Philippe Pinel - RJ, mestrado (2004) e doutorado em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, com doutorado sanduíche no Instituto Max Planck de História da Ciência (Berlim, Alemanha). Foi Professor Visitante do NUPPSAM/IPUB/UFRJ (2011) e atualmente é Professor do Instituto de Medicina Social da UERJ. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde mental de crianças e adolescentes e transtornos do espectro autista.
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 Sandra Caponi - UFSC
Professora Titular do Departamento de Sociologia e Ciência Politica da da UFSC. Possui graduação em Filosofia - Universidad Nacional de Rosário (Argentina), mestrado em Lógica e Filosofia da Ciência pela UNICAMP, doutorado em Lógica e Filosofia da Ciência pela UNICAMP, realizou um primeiro Pós-doutorado na Universidade de Picardie (França) em 2000, e um Pós-doutorado Sênior na EHESS (Paris- França) em 2011 e um segundo estagio Senior com Bolsa Capes em 2017 (seis meses na UNiversida de Buenos Aires e seis meses em Paris VII). No ano 2017 realizou um Estagio Sênior de seis meses na Universidade de Buenos Aires, Argentina (UBA) e seis meses na Université Paris Diderot, França (Paris VII). Atuou como professora visitante na EHESS (Paris- França), no College de France (Paris), na Universidad Nacional de Colombia (Medellín); na Universidad Nacional de Rosario (Argentina).  Coordena o grupo de pesquisa cadastrado no CNPq, "Sociologia, Filosofia e história das ciências da saúde" e participa do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Profissões e Instituições-NEPPI. No ano de 2013 o livro "Loucos e Degenerados: uma genealogia da psiquiatria ampliada" foi finalista do 55º Prêmio Jabuti na área de Psicologia e Psicanálise. Atualmente é coordenadora do Projeto Capes- Cofecub, convenio com Paris VIII, denominado "A disseminação dos saberes expertos no domínio da Infância".
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Deivisson Vianna - UFPR
Médico, Psiquiatra, Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com período sandwich na Université de Montréal (UnM). Atualmente é Docente Adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenador do Programa de Pós Graduação em Saúde da Família (PROFSAUDE) nesta mesma universidade. Possui MBA em Gestão em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Trabalhou na supervisão e gestão em diversos equipamentos de saúde de Campinas-SP (2005 a 2013) e já ocupou o cargo de coordenador de saúde mental neste município (2009-2011). Tambem, coordenou a municipalização e reestruturação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Curitiba-PR (2014-2017).
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Flávia Blikstein
Graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005), Mestrado em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2012), Doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo. Tem experiência em Psicologia com ênfase em Psicologia Social e atuação, principalmente, nos seguintes campos: saúde mental, saúde pública, clínica e Direitos da Infância e da adolescência. Docente nos cursos de Direito e de Psicologia.
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Rafaela Werneck Arenari 
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestrado em Psicologia Institucional pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Cursando especialização (Lato Sensu) em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (UNESA). Tem experiência na área de Psicologia Clínica e Social; Políticas Públicas e Saúde Coletiva; Atenção Psicossocial, com ênfase no eixo da Infância e Juventude; Acompanhamento Terapêutico(AT) e Análise Institucional. Atua em Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil (CAPSi - RAPS).
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Ana Paula Santana - UFSC
Possui graduação em Fonoaudiologia pela Universidade de Fortaleza. Mestrado e Doutorado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Área de Concentração: Neurolinguística. Pós-Doutorado em História Cultura na Université de Versailles Saint-Quentin-em-Yvelines (França). Atualmente é professor associado do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina desde 2010. Professor da Pós-Graduação em Linguística (desde 2010) e Coordenador da Pós-Graduação em Fonoaudiologia. É coordenadora do Grupo de Pesquisa GELCE (Grupo de Estudos em Linguagem, Cultura e Educação) e pesquisadora do NELA (Núcleo de Estudos em Linguística Aplicada). Tem experiência na área de Fonoaudiologia, Linguística e Educação com ênfase nos estudos da linguagem a partir de uma perspectiva histórico-cultural.
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Carolina Rongel - UFSC
Fonoaudióloga graduada pela UNIFESP (2004). Especialista em Promoção de Saúde pela Faculdade de Saúde Pública da USP (2005 a 2006). Aprimoramento Profissional em Saúde Coletiva no Instituto de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo ( 2008). Mestra pelo Programa de pós-graduação em Odontologia Social da Faculdade de Odontologia da USP (2013) e Doutora em Ciências - Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública - USP (2018). Fonoaudióloga do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) na região do Campo Limpo, zona sul de São Paulo (2009 a 2014). Realizou estágio sanduíche na Escola Superior de Enfermagem São João de Deus da universidade de Évora em Évora, Portugal (04/2017 a 07/2017). Atualmente é professora do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Membro do Grupo de Pesquisa: "Linguagem, cognição e audição: implicações para a educação e saúde".
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Barbara Costa 
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001), mestrado (2013, bolsista CAPES) e doutorado (2017, bolsista CNPq) em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente é pesquisadora no projeto de pesquisa e extensão "Rede, Território e Atenção Psicossocial para Crianças e Adolescentes: compartilhamento e colaboração intersetorial", desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas em Saúde Mental da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NUPPSAM/IPUB/UFRJ).
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Igor Londero - UFRGS
Psicólogo (CRP 07/13720) e coordenador do Amatec - Ambulatório de Adições Tecnológicas de Porto Alegre. Mestre e Doutorando em Psiquiatria e Ciências do Comportamento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Terapeuta Analítico Comportamental (TAC) e formação em Terapias Comportamentais e cognitivas pelo Instituto de Psiquiatria da USP (Amban). Professor universitário de cursos de graduação e pós-graduação. Sócio fundador da LZ Psicologia Aplicada.

TÓPICOS A SEREM 
DISCUTIDOS NO EVENTO:

O que é um diagnóstico psiquiátrico e isso importa? 

Vou explicar porque, tecnicamente falando, sobre o diagnóstico psiquiátrico na infância. A criação de uma mitologia de doença / transtorno mental que carece de credibilidade científica levou a crenças e práticas dominantes que facilitam o rápido crescimento de diagnósticos psiquiátricos e o tendência de lidar com o que é conceituado como comportamento ou emoções aberrantes por meio intervenções técnicas (farmacêuticas). 

Usando TDAH e autismo como exemplos de casos, este  apresentação irá delinear a falta de evidências para apoiar (ou não) conceituar o que pensamos como "transtornos" mentais como sendo o resultado de doenças biomédicas ou psicológicas anormalidades.

Venho realizando várias pesquisas sobre o tema. Vamos conversar no congresso sobre a saúde mental na infância.


1. Educação e saúde mental

A educação exerce seus impactos em todos os meios nos quais está presente. A importância de se educar as pessoas a respeito do que significa ter uma boa saúde mental tornou-se imprescindível.

Tanto para as crianças, quanto para os jovens e seus parentes, ter consciência de que eventos e comportamentos podem afetar a saúde psicológica de alguém é extremamente importante.

Vemos entre os jovens casos de bullying, agressões externas e internas ao ambiente familiar, depressão e tentativas de suicídio como elementos presentes em suas vidas. A educação surge como um elemento a auxiliar na saúde mental dessas pessoas.

Discutir sobre seus impactos se faz algo fundamental para a erradicação de quadros psicológicos negativos possíveis e para o desenvolvimento de métodos de conscientização eficazes.

O objetivo da mesa é justamente esse: servir de espaço para a troca de ideias sobre como melhorar a educação incorporando a saúde mental em seu leque de essencialidades, dado o impacto que essa união pode ter na prevenção psicossocial de problemas e dificuldades. 


2. Ouvir vozes na infância 

O ouvir de vozes, quando não se conhecem suas origens, pode ser uma experiência aterrorizante e amedrontadora do ponto de vista daquele que as escuta. Na infância, esse panorama se repete da mesma forma.

No entanto, a experiência ouvindo vozes, comprovadamente, pode ter origens diversas como, por exemplo, traumas e agressões vividas, não se encaixando no quadro de uma psicopatologia necessariamente.

Viver com as vozes não precisa ser algo negativo. Aprender a conviver e a entender as vozes pode ser o principal passo para que se possa olha-las com outros olhos e ouvi-las com outros ouvidos.

A proposta dessa mesa é justamente olhar essa experiência do prisma da infância, entendendo as vozes de acordo com essa perspectiva e também de acordo com a perspectiva dos parentes – elementos fundamentais dessa vivência ao lado da criança e do adolescente.

Novas práticas e maneiras de enxergar as vozes existem e estão aí para ajudar a mudar a realidade de quem as ouvem, sendo crianças, adolescentes ou mesmo adultos. As vozes podem ser amigas e ajudar a superar vivências traumáticas e afins.


3. Prevenção do suicídio de jovens: Explorando alternativas às abordagens padrão

Jennifer White: Penso que herdámos um quadro adulto para pensar no suicídio em geral, que aplicamos aos jovens. Isso baseia-se frequentemente, como se diz, na ideia de que os jovens são frágeis e não podem tomar decisões em seu próprio nome. Muitas vezes, as nossas intervenções podem tornar-se bastante paternalistas. Existe uma ligação entre esta dinâmica e a tendência para aplicar um quadro mais colonial quando se pensa no suicídio indígena.

Tenho estado certamente empenhada em esforços de prevenção de suicídios de jovens como este. Logo no início da minha carreira – provavelmente há 30 anos – íamos às salas de aula e entregávamos um pacote muito estilo ´standard´: aqui estão os sinais de aviso, aqui estão os fatores de risco etc. Memorizem estas coisas.

Havia um sentido muito bem delineado do que era permitido dizer, do que não era permitido expressar, e dos tipos de perguntas que eram permitidas. Havia uma narrativa muito clara: “Se você é suicida, você não quer realmente morrer”. Precisa de obter ajuda de um adulto de confiança, e este adulto de confiança irá conectá-lo com um profissional ou um perito que irá então intervir”. 


4. Da vulnerabilidade social à vulnerabilidade psíquica: Uma proposta de cuidado em saúde mental para adolescentes

Entende-se que situações de vulnerabilidade social, contextos de violência e ambientes de conflito são fatores chave para o desencadear de problemas e dificuldades psicológicas, principalmente no que concerne a criança e ao adolescente.

A periferia, espaço diversas vezes excluído da agenda governamental, acaba sendo um terreno fértil para atividades prejudiciais a psique dessa faixa da população. Projetos são desenvolvidos visando afastar essas pessoas de situações de risco.

Por meio do cuidado preventivo, da brincadeira e de espaços “protegidos” da influência negativa direta, a criança e o adolescente podem ter um lugar para desabafar, crescer e compartilhar abertamente sobre suas dores e medos.

O objetivo da mesa é tratar dessas questões, visando ser um espaço para o pensar de projetos, soluções e melhorias no que concerne a vulnerabilidade social e suas consequências ao estado psicológico dos mais jovens.


5. A criança e o adolescente na agenda política da saúde mental brasileira: Inclusão tardia e desafios atuais

A inclusão tardia da criança e do adolescente na agenda política de saúde mental brasileira deu origem a desafios públicos no que diz respeito a implementação de medidas com esse fim.

Desde a criação dos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) e mesmo de medidas buscando ampliar a interdisciplinaridade dos serviços, os mais jovens continuam sofrendo em decorrência do pouco tempo de existência de alguns serviços e da consequente falta de estrutura deles.

Mapear as dificuldades psicológicas dos mais jovens e preparar os profissionais para lidar com elas não se resume em tarefa fácil. Há muitos membros e trabalhadores das redes de saúde mental fazendo muito com o pouco que acabam tendo.

Por esses e outros motivos, a mesa se abre para a discussão do tema objetivando emitir luz sobre questões importantes dessa implementação - seja debatendo sobre os serviços ou falando sobre como pode ser feito o preparo dos profissionais da saúde pública para esses casos, por exemplo.


6. O Olhar sobre o Capsi - protagonismo da criança

Os processos de psiquiatrização e patologização da infância no percurso das crianças pelo CAPSi são percebidos nas diversas marcas impressas em seus processos de subjetivação.

Uma dessas marcas ocorre pelo processo de atribuição de um diagnóstico às crianças. Afirmar o lugar do CAPSi como agenciador de novos encontros configura-se uma estratégia para que outras experiências sejam possíveis. 

O CAPSi é um lugar de encontro onde diversas instituições se cruzam, permitindo que o encontro das crianças se dê com cada uma dessas
instituições que atravessam as práticas, tensionando a noção de identidade infantil como uma entidade criança, imóvel e universal. Isso permite que a criança seja um campo de forças e intensidades, inventando a sua experiência com o sofrimento e as práticas de cuidado.


7. A desmedicalização da infância e a Gestão autônoma da medicação (GAM) e saúde mental infantojuvenil

No campo da saúde mental, o desafio da medicação encontra novos contornos na relação com o público infanto-juvenil. 

Estes sujeitos são marcados historicamente por uma grave experiência de tutela, sustentada por uma tradição na qual a criança é vista como “incompleta” e “em desenvolvimento”. Como efeito, crianças e jovens tendem a ser ainda mais excluídos da negociação e decisão sobre o seu próprio tratamento (COUTO, 2004).

Assim, ao aproximar-se das questões que envolvem a gestão do cuidado e da medicação na saúde mental infanto-juvenil na Reforma Psiquiátrica brasileira, o grupo de pesquisa Fractal, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), trabalhou na proposição, entre 2015 e 2017, da Oficina da Palavra: um dispositivo de pesquisa-intervenção inspirado nos princípios da Estratégia da Gestão Autônoma da Medicação (GAM). Participaram da oficina crianças e adolescentes (usuárias de um Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi).

8. Abordagens envolvem as Famílias na Recovery do joven em Saúde Mental: Open Dialogue e estratégias

Todas as experiências descritas no tema “foco em rede” destacaram o impacto do envolvimento da família no tratamento. Todos os participantes valorizaram a participação da família no tratamento e a descreveram como ajudando a reduzir o estigma, mudando a dinâmica do poder, permitindo que os participantes se sintam compreendidos por suas famílias, e abrindo espaço para conversas que de outra forma não teriam sido possíveis.

A abordagem cuidadosa e colaborativa promovida pelo Dialogo Aberto permite um atendimento orientado à recuperação, centrado na pessoa e enfatiza a importância de ter a família e o apoio envolvidos no tratamento.


9. A construção da identidade de gênero na adolescência

No Brasil, a despeito das conquistas e avanços da Reforma Psiquiátrica no campo da Saúde Mental e dos Direitos Humanos, a abordagem da sexualidade, a prevenção das IST/Aids e a discussão de gênero entre os usuários dos serviços de saúde mental estiveram ausentes das reflexões acerca dos temas emergentes, urgentes e relevantes no contexto da luta antimanicomial. 

Se entre adultos esses temas ainda são carregados de preconceitos e estigmas, como trabalhar essas questões entre crianças e adolescentes? Por que discutir sexualidade e gênero na infância e adolescência ainda é tabu? Qual é o papel dos pais, da escola e dos profissionais de saúde nesse contexto? 

A educação sexual entre crianças e adolescentes continua sendo um grande nó a ser desfeito, principalmente nas sociedades ocidentais. É preciso superar o mito de que a educação sexual pode erotizar ou incentivar a iniciação sexual precoce de crianças e adolescentes. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), muito pelo contrário! A OMS já comprovou que, quanto mais informação de qualidade sobre sexualidade, mais tarde os adolescentes iniciam sua vida sexual e quanto menos informação, mais precocemente se inicia a vida sexual.

Porém, mais do que falar somente sobre sexo, precisamos falar sobre sexualidade, um conceito muito mais amplo, que se refere às vivências, descobertas de mundo, identidades, sentimentos, emoções, bem-estar, consciência corporal, entre tantos outros assuntos.
 
Assim, uma educação sexual bem orientada, respeitando o desenvolvimento psicossexual típico de cada faixa etária, é uma das formas mais eficazes para diminuir a vulnerabilidade de crianças e adolescentes diante de situações como violência sexual, gravidez e IST/Aids.

10 - Estratégias de cuidado na adolescência em relação ao álcool e drogas

O congresso vai apresentar o programa que reduziu consumo de drogas e álcool entre os jovens na Islândia.

A quantidade de tempo passado com a família é inversamente proporcional ao risco de um adolescente se expor a drogas como tabaco, álcool, maconha e cocaína. Essa é uma das premissas do programa que reduziu drasticamente o consumo de drogas na Islândia.

Em 20 anos, o programa Youth in Iceland [Juventude na Islândia] conseguiu reduzir de 42% para 7% o consumo de álcool entre jovens de 15 e 16 anos. No período de 1998 a 2018, a redução no uso de cigarros foi de 23% para 6%, e o de maconha foi de 17% para 7%. O sucesso ultrapassou as fronteiras da ilha europeia e já chegou a 28 países, entre eles Chile, Austrália, Portugal, Espanha, França, Itália, Holanda, Bulgária e Lituânia. Neles, o método é abordagem como Planet Youth [Planeta Juventude]. A palestrante Inga Dora vai falar mais sobre o projeto.

JUNTE-SE A NÓS PARA VIVENCIAR UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA 
COM DIVERSOS ESPAÇOS INTERATIVOS

Uso das Práticas Integrativas e Complementares em Infantojuvenil. O espaço para PIC's (Práticas Integrativas Complementares Saúde), é um canal aos participantes que tiverem interesse em conhecer algumas práticas de PIC's em Saúde Mental.
A Feira de Economia Solidária é um espaço de divulgação e venda de produtos variados, acolhendo artesãos, produtores familiares e sustentável.
Espaço exposição de fotos e pinturas sobre saúde mental das crianças e adolescentes. Momento para recitação de poesias, músicas de usuários/as da saúde mental e relatos de empoderamento.
Espaço com projetos inovadores na RAPS e exibição de documentários com as temáticas de Direitos Humanos e Saúde Mental Infantojuvenil. Conheça experiências inovadoras que vem produzindo mudanças significativas no campo da saúde mental no Brasil e em outros países.

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

Normas para Submissão de Trabalhos

Temáticas:

1. Novas Abordagens em saúde mental infatojuvenil;

2. Atenção básica na Saúde Mental infantojuvenil;

3. Estratégias coletivas de cuidado em SM;

4. Práticas alternativas a medicalização infantojuvenil;

5. Estratégias cuidados em relação Álcool e Drogas na adolescência;

6. Sentimentos suicidas; 

7. Boas práticas no CAPSi;

8. Sexualidade e gênero Infantojuvenil.

O 3º Congresso Internacional Novas Abordagens em Saúde Mental Infantojuvenil Florianópolis aceita submissões de trabalhos científicos, por esta via de inscrição, apenas na modalidade Apresentação em formato Pôster.


Normas: 

Cada participante poderá submeter um único resumo como autor-relator para apresentação, mas poderá estar como co-autoria em outros trabalhos.

O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 10/02/2021. O parecer será enviado até o dia 20/02/2021, no email do autor que enviou o trabalho.

Deverá(ão) ser encaminhado(s) o(s) arquivo(s) com o(s) resumo(s) e identificação de autoria. Número máximo de 5 autores.

O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental e boas práticas na saúde mental infanto-juvenil, no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências entre os participantes.

A formatação dos trabalhos (resumo) deverá ser a seguinte:
Resumo: o resumo deve ser constituído de um único parágrafo de texto.
Formatação do Resumo: tamanho: entre 1500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre palavras). O título não conta no número de caracteres. 

Espaçamento entre linhas: 1; fonte: Times New Roman, 12 pontos; tamanho da página A4; margens: superior e esquerda com 3 cm e inferior e direita com 2 cm. Palavras chaves: máximo de três; título do trabalho: letras maiúsculas, centralizado e negrito; nome do(os) autor(es): letras maiúsculas/minúsculas, alinhado à direita e negrito (abaixo do título).


Modelo Resumo:

https://drive.google.com/file/d/1v5dpSwfZ4H4GDVJFfwIxmXJRrCnp7xin/view

Será aceito apenas resumos que seguem o modelo anexado.


O formato do  tem Pôster as seguintes características:

O Formato do Pôster (estrutura e dimensões): largura (90 cm) e altura (120 cm).

Deverá seguir à organização: título do trabalho; autor(es); instituição; grupo de pesquisa e agência financiadora, se houver; Eixo Temático a que se vincula, referências bibliográficas. Recomenda-se que o pôster seja confeccionado com cordão para ser dependurado.

Apresentação do pôster: os autores são responsáveis pela entrega de seus pôsteres nos stands destinados a cada participante no local e dia da sessão de apresentação - conforme programação do evento -, bem como pela sua retirada.

Durante a sessão de apresentação dos pôsteres é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores que participam dessa sessão nos stands institucionais.

Os trabalhos aprovados vão ser publicados nos Anais do congresso com selo ISBN. Todos autores e co-atures com trabalhos aprovados recebem o certificado de apresentação de trabalho. Para o trabalho ser publicado nos anais e receber o certificado é necessário ao menos um autor inscrito no congresso.

Importante para Submissão não é necessário enviar o Poster, apenas o resumo do trabalho.
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IMPORTANTE:

A Comissão Científica selecionará os três melhores trabalhos/projetos representativos de experiências exitosas de novas abordagens/boas práticas em saúde mental infantojuvenil desenvolvidos em Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil. 

Esses trabalhos/projetos selecionados serão apresentados premiados no evento e chamado no palco para receber o prêmio

PASSOS PARA SUBMISSÃO:

Para submissão do resumo só acessar o link de inscrição na Doity. Para submissão do resumo: https://doity.com.br/iii-congresso-internacional-novas-abordagens-em-saude-mental-infantojuvenil/artigos

OS OBJETIVOS DO CONGRESSO CONTEMPLAM:

Potencializar as parcerias entre trabalhadores, crianças, suas famílias e comunidades;
Discutir e divulgar experiências inovadoras que vem produzindo mudanças significativas no campo da saúde mental no Brasil e em outros lugares do mundo;
Criar oportunidades para troca de ideia e discussão de outras opções para o avanço no cuidado em saúde mental infantojuvenil;
Aumentar a conscientização de profissionais e trabalhadores da saúde sobre a importância de construir novas estratégias de abordagem em saúde mental infantojuvenil, juntamente com os jovens e suas famílias.
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PERFIL DO 
PÚBLICO ALVO

  • Profissionais da Área da Saúde Mental, Saúde e Educação;
  • Estudantes da Área da Saúde Mental, Saúde e Educação;
  • Expert por experiência e
    seus familiares.
+1200PARTICIPANTES
30PALESTRANTES
27ESTADOS ALCANÇADOS
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COMISSÃO ORGANIZADORA 
APOIO

INVESTIMENTO

 
 
1º lote até dia 31/01 (Atual)

Valor Inscrição Estudante: R$ 132,00

Valor Inscrição Profissional: R$ 162,00


2º Lote

Valor Inscrição Estudante: R$ 182,00

Valor Inscrição Profissional: R$ 222,00

3º Lote

Valor Inscrição Estudante: R$ 212,00

Valor Inscrição Profissional: R$ 262,00


*As inscrições são limitadas e podem terminar antes das datas estabelecidas. 


Formas de pagamentos: 

Cartão crédito em até 12 vezes (Com Juros)
Boleto

O que está incluso na inscrição: 

Palestras;
Tradução consecutiva Inglês-Português;
Gravação das palestras do II Congresso 
Internacional Novas Abordagens em 
Saúde Mental Infantojuvenil;
Certificado com carga horária de 30 horas.

DEPOIMENTOS PARTICIPANTES

LOCAL E DATA

PROTOCOLO

Devido às preocupações com a coronavírus (COVID-19) a Comissão Organizadora do Congresso, está elaborando os devidos protocolos para a segurança de todes participantes. Somente 60% do espaço será utilizado para um maior distanciamento e conforto dos participantes.

O QUE ESTÁ INCLUSO

Palestras;
Tradução consecutiva Inglês-Português;
Gravação das palestras do II Congresso
Internacional Novas Abordagens em
Saúde Mental Infantojuvenil;
Kit Boas Vindas; 
Certificado com carga horária de 25 horas.

GRUPOS TEM DESCONTO

A Grupo acima de 10 a 20 pessoas tem desconto de 10% no valor do lote vigente. 
Grupo acima de 20 pessoas tem desconto de 15% no valor do lote vigente. 
Enviar e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br

HOTEL OFICIAL DO CONGRESSO

Fechamos uma parceria com o 
Castelmar Hotel. Conseguimos 
10% de desconto para as reservas feitas diretamente na central de reservas. 
Entrar em contato através do e-mail: reservas@castelmarhotel.com.br
 ou whatsapp: (48) 98843.1276
Identificar-se como participante do Congresso, Cupom: CENAT.

SOBRE  FLORIANÓPOLIS 

Vamos enviar todas as informações da cidade e como chegar ao Centro Sul. 

PATROCÍNIOS 

Sua empresa ou instituição pode patrocinar o Congresso. 
Caso tenha interesse em saber mais é só enviar um e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br

FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES

Grupos tem desconto no valor da inscrição?

Sim. Grupo acima de 10 a 20 pessoas tem desconto de 10% no valor do lote vigente. Grupo acima de 20 pessoas tem desconto de 15% no valor da inscrição. Enviar e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br

Não recebeu o seu e-mail de confirmação da inscrição?

Caso não tenha recebido o ingresso (ou inscrição) em seu e-mail, você pode acessá-lo a qualquer momento através do aplicativo da Sympla, disponível na App Store ou Play Store (www.sympla.com.br/app) ou no site da ( https://www.sympla.com.br/) Sympla (menu “Meus pedidos”). Clique aqui e tenha acesso a mais informações. Ainda não conseguiu entre em contato através do e-mail participante@sympla.com.br. Importante: Tem que realizar o login com email cadastrado na compra do ingresso. Caso já tenha conta na Sympla com outro email é preciso fazer um novo cadastro

Posso transferir minha inscrição?

Trocas de titularidade poderão ser realizadas pelo titular da compra; basta enviar um email para: atendimento@cenatcursos.com.br 

Será emitido algum certificado de conclusão?

Sim. Ao termino do evento, será disponibilizado um certificado de conclusão online com carga horária de 25 horas. O certificado  tem QR code e tem o programa do evento.

Como acessar o meu certificado?

Você poderá efetuar o download do certificado dos eventos que participar diretamente no site, caso o organizador já tenha efetuado a liberação na plataforma. https://ajuda.doity.com.br/pt-br/article/como-acessar-meu-certificado-wahc3n/

Posso cancelar a minha inscrição?

Sim! Em caso de arrependimento da compra, o reembolso do valor do ingresso somente será efetuado caso a solicitação seja feita no prazo de até 7 (sete) dias a contar da data da compra, e desde que realizado o pedido de devolução com, no máximo, 48 (quarenta e oito) horas de antecedência do horário de início do evento. Essa solicitação deve ser feita pelo titular da compra através do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br

Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?

Não. A inscrição só é confirmada após o pagamento, antes é apenas o cadastro e não garante a inscrição.

Vou submeter um trabalho preciso fazer a inscrição antes de sair o parecer?

Não. Você pode submeter o trabalho para avaliação do parecerista e fazer a inscrição após o envio do parecer. Após aprovado é obrigatório ao menos um dos autores tem que estar inscrito no Congresso.

Os trabalhos são publicados nos Anais?

Sim. Todos os trabalhos aprovados e inscritos no congresso vão ser publicados nos anais com o selo ISBN.

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