Faltam
Faltam
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para o início do congresso
para o início do congresso
para o início do congresso
O VI Congresso Internacional: Boas Práticas em Saúde Mental - Belém/PA, tem por objetivo promover um espaço de debates e trocas de experiências entre pessoas e organizações que vêm construindo novas práticas em saúde mental, visando o desenvolvimento da qualidade dos serviços em articulação com a comunidade.
A idealização desse Congresso advém de articulações entre CENAT (Centro Educacional de Novas Abordagens Terapêuticas) com profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação, assistência social, setor judiciário, UFPA (Universidade Federal do Pará): PPGP (Programa de Pós-graduação em Psicologia) e IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas), IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), Intervoice, organizações sociais, experts por experiências/vivências e familiares.
O VI Congresso Internacional: Boas Práticas em Saúde Mental - Belém/PA, tem por objetivo promover um espaço de debates e trocas de experiências entre pessoas e organizações que vêm construindo novas práticas em saúde mental, visando o desenvolvimento da qualidade dos serviços em articulação com a comunidade.
A idealização desse Congresso advém de articulações entre CENAT (Centro Educacional de Novas Abordagens Terapêuticas) com profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação, assistência social, setor judiciário, UFPA (Universidade Federal do Pará): PPGP (Programa de Pós-graduação em Psicologia) e IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas), IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), Intervoice, organizações sociais, experts por experiências/vivências e familiares.
O VI Congresso Internacional: Boas Práticas em Saúde Mental - Belém/PA, tem por objetivo promover um espaço de debates e trocas de experiências entre pessoas e organizações que vêm construindo novas práticas em saúde mental, visando o desenvolvimento da qualidade dos serviços em articulação com a comunidade.
A idealização desse Congresso advém de articulações entre CENAT (Centro Educacional de Novas Abordagens Terapêuticas) com profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação, assistência social, setor judiciário, UFPA (Universidade Federal do Pará): PPGP (Programa de Pós-graduação em Psicologia) e IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas), IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), Intervoice, organizações sociais, experts por experiências/vivências e familiares.
19, 20 e 21 de Agosto de 2026
19, 20 e 21 de Agosto de 2026
19, 20 e 21 de Agosto de 2026
08h00 às 17h00
08h00 às 17h00
08h00 às 17h00
Auditório Benedito Nunes/ Universidade Federal do Pará -
R. da Reitoria - Universitário, Belém - PA
Auditório Benedito Nunes/ Universidade Federal do Pará -
R. da Reitoria - Universitário, Belém - PA
Auditório Benedito Nunes/ Universidade Federal do Pará -
R. da Reitoria - Universitário, Belém - PA
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19 de Agosto de 2026
19 de Agosto de 2026
19 de Agosto de 2026
08h00 - 08h20
08h00 - 08h20
08h00 - 08h20
Credenciamento
Credenciamento
Credenciamento
08h20 - 08h40
08h20 - 08h40
08h20 - 08h40
Início do Congresso
Início do Congresso
Início do Congresso
Cerimônia de boas-vindas
Cerimônia de boas-vindas
Cerimônia de boas-vindas
08h40 - 09h50
08h40 - 09h50
08h40 - 09h50
Mesa-redonda: Intercessões da saúde mental e direitos humanos: Novos diálogos possíveis no cuidado
Mesa-redonda: Intercessões da saúde mental e direitos humanos: Novos diálogos possíveis no cuidado
Mesa-redonda: Intercessões da saúde mental e direitos humanos: Novos diálogos possíveis no cuidado
Palestrante: Daniel Goulart (UnB)
Palestrante: Daniel Goulart (UnB)
Palestrante: Daniel Goulart (UnB)
10h00 - 11h10
10h00 - 11h10
10h00 - 11h10
Palestra: Geração do quarto: Cuidando da saúde mental na adolescência e juventude
Palestra: Geração do quarto: Cuidando da saúde mental na adolescência e juventude
Palestra: Geração do quarto: Cuidando da saúde mental na adolescência e juventude
Palestrante: Hugo Monteiro Ferreira (UFRPE)
Palestrante: Hugo Monteiro Ferreira (UFRPE)
Palestrante: Hugo Monteiro Ferreira (UFRPE)
11h20 - 12h30
11h20 - 12h30
11h20 - 12h30
Palestra: O teatro dadivoso: Cuidados e processos para saúde mental
Palestra: O teatro dadivoso: Cuidados e processos para saúde mental
Palestra: O teatro dadivoso: Cuidados e processos para saúde mental
Palestrante: Roberta Bentes Flores Bayma
Palestrante: Roberta Bentes Flores Bayma
Palestrante: Roberta Bentes Flores Bayma
12h30 - 14h00
12h30 - 14h00
12h30 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
14h00 - 15h20
14h00 - 15h20
14h00 - 15h20
Palestra: Práticas de intervenção não medicamentosa em saúde mental
Palestra: Práticas de intervenção não medicamentosa em saúde mental
Palestra: Práticas de intervenção não medicamentosa em saúde mental
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
15h30 - 16h50
15h30 - 16h50
15h30 - 16h50
Palestra: Boas práticas no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas
Palestra: Boas práticas no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas
Palestra: Boas práticas no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
17h00 - 18h10
17h00 - 18h10
17h00 - 18h10
Mesa-redonda: Oficinas terapêuticas como estratégia de cuidado em saúde mental e empoderamento da vida e cotidiano
Mesa-redonda: Oficinas terapêuticas como estratégia de cuidado em saúde mental e empoderamento da vida e cotidiano
Mesa-redonda: Oficinas terapêuticas como estratégia de cuidado em saúde mental e empoderamento da vida e cotidiano
Palestrantes: Lorena Cardoso de Santanna e Nazareth Malcher (UnB)
Palestrantes: Lorena Cardoso de Santanna e Nazareth Malcher (UnB)
Palestrantes: Lorena Cardoso de Santanna e Nazareth Malcher (UnB)
20 de Agosto de 2026
20 de Agosto de 2026
20 de Agosto de 2026
09h00 - 12h00
09h00 - 12h00
09h00 - 12h00
Oficinas:
1. Projeto Terapêutico singular para produção de cuidado em saúde mental com protagonismo e na cotidianidade (Nazareth Malcher)
2. Condições necessário na clinica: a escuta sensível centrada na pessoa no cuidado em saúde mental (Viviany de Souza Viana Duarte)
3. A arte e cultura como processo de subjetividade em saúde mental (Kennedy Ferreira da Silva e Mayra Cristina Silva Faro)
4. Desenvolvendo estratégias para o percurso da economia solidária na saúde mental
5. Articulando o cuidado de pessoas em liberdade assistida
6. Construindo o processo de grupo de ouvidores de vozes (Paul Baker e Daniel Goulart)
7. Como construir o cotidiano e organização do CAPS (Luana Aruantes)
8. Redução de danos no cuidado usuários de álcool e outras drogas
9. Estratégia de matriciamento e manutenção do vínculo com a atenção primária: um estudo longitudinal retrospectivo
10. Utilizando a atividade física como forma de cuidado em saúde mental
11. O vazio existencial e a auto cobrança em mulheres: O grupo como dispositivos de cuidado em saúde mental (Kamilly Do Vale)
*As oficinas possuem vagas limitadas, sendo obrigatório selecionar a desejada no ato da inscrição do Congresso. Caso as vagas sejam encerradas, não serão reabertas posteriormente, sendo necessário escolher outra oficina.
Oficinas:
1. Projeto Terapêutico singular para produção de cuidado em saúde mental com protagonismo e na cotidianidade (Nazareth Malcher)
2. Condições necessário na clinica: a escuta sensível centrada na pessoa no cuidado em saúde mental (Viviany de Souza Viana Duarte)
3. A arte e cultura como processo de subjetividade em saúde mental (Kennedy Ferreira da Silva e Mayra Cristina Silva Faro)
4. Desenvolvendo estratégias para o percurso da economia solidária na saúde mental
5. Articulando o cuidado de pessoas em liberdade assistida
6. Construindo o processo de grupo de ouvidores de vozes (Paul Baker e Daniel Goulart)
7. Como construir o cotidiano e organização do CAPS (Luana Aruantes)
8. Redução de danos no cuidado usuários de álcool e outras drogas
9. Estratégia de matriciamento e manutenção do vínculo com a atenção primária: um estudo longitudinal retrospectivo
10. Utilizando a atividade física como forma de cuidado em saúde mental
11. O vazio existencial e a auto cobrança em mulheres: O grupo como dispositivos de cuidado em saúde mental (Kamilly Do Vale)
*As oficinas possuem vagas limitadas, sendo obrigatório selecionar a desejada no ato da inscrição do Congresso. Caso as vagas sejam encerradas, não serão reabertas posteriormente, sendo necessário escolher outra oficina.
Oficinas:
1. Projeto Terapêutico singular para produção de cuidado em saúde mental com protagonismo e na cotidianidade (Nazareth Malcher)
2. Condições necessário na clinica: a escuta sensível centrada na pessoa no cuidado em saúde mental (Viviany de Souza Viana Duarte)
3. A arte e cultura como processo de subjetividade em saúde mental (Kennedy Ferreira da Silva e Mayra Cristina Silva Faro)
4. Desenvolvendo estratégias para o percurso da economia solidária na saúde mental
5. Articulando o cuidado de pessoas em liberdade assistida
6. Construindo o processo de grupo de ouvidores de vozes (Paul Baker e Daniel Goulart)
7. Como construir o cotidiano e organização do CAPS (Luana Aruantes)
8. Redução de danos no cuidado usuários de álcool e outras drogas
9. Estratégia de matriciamento e manutenção do vínculo com a atenção primária: um estudo longitudinal retrospectivo
10. Utilizando a atividade física como forma de cuidado em saúde mental
11. O vazio existencial e a auto cobrança em mulheres: O grupo como dispositivos de cuidado em saúde mental (Kamilly Do Vale)
*As oficinas possuem vagas limitadas, sendo obrigatório selecionar a desejada no ato da inscrição do Congresso. Caso as vagas sejam encerradas, não serão reabertas posteriormente, sendo necessário escolher outra oficina.
12h00 - 14h00
12h00 - 14h00
12h00 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
14h00 - 17h00
14h00 - 17h00
14h00 - 17h00
Apresentação de Trabalhos Científicos (Pôsteres)
Apresentação de Trabalhos Científicos (Pôsteres)
Apresentação de Trabalhos Científicos (Pôsteres)
Segundo momento para apresentações de trabalhos científicos
Segundo momento para apresentações de trabalhos científicos
Segundo momento para apresentações de trabalhos científicos
21 de Agosto de 2026
21 de Agosto de 2026
21 de Agosto de 2026
08h30 - 09h40
08h30 - 09h40
08h30 - 09h40
Palestra: Boas práticas no contexto da saúde mental organizacional e os desafios da NR-1
Palestra: Boas práticas no contexto da saúde mental organizacional e os desafios da NR-1
Palestra: Boas práticas no contexto da saúde mental organizacional e os desafios da NR-1
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
09h50 - 11h00
09h50 - 11h00
09h50 - 11h00
Palestra: A voz interior: Um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes
Palestra: A voz interior: Um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes
Palestra: A voz interior: Um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes
Palestrante: Paul Baker (Ingaterra)
Palestrante: Paul Baker (Ingaterra)
Palestrante: Paul Baker (Ingaterra)
11h10 - 12h30
11h10 - 12h30
11h10 - 12h30
Palestra: Quando a vida dói: A configuração subjetiva do comportamento suicida e autolesão na infância e na adolescência
Palestra: Quando a vida dói: A configuração subjetiva do comportamento suicida e autolesão na infância e na adolescência
Palestra: Quando a vida dói: A configuração subjetiva do comportamento suicida e autolesão na infância e na adolescência
Palestrante: Daniel Goulart (UnB)
Palestrante: Daniel Goulart (UnB)
Palestrante: Daniel Goulart (UnB)
12h30 - 14h00
12h30 - 14h00
12h30 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
14h00 - 15h20
14h00 - 15h20
14h00 - 15h20
Palestra: Saúde mental e relações raciais
Palestra: Saúde mental e relações raciais
Palestra: Saúde mental e relações raciais
Palestrante: Luana Aruantes (Rio de Janeiro/RJ)
Palestrante: Luana Aruantes (Rio de Janeiro/RJ)
Palestrante: Luana Aruantes (Rio de Janeiro/RJ)
15h30 - 17h00
15h30 - 17h00
15h30 - 17h00
Mesa-redonda: O que podemos aprender com os povos amazônicos sobre saúde mental
Mesa-redonda: O que podemos aprender com os povos amazônicos sobre saúde mental
Mesa-redonda: O que podemos aprender com os povos amazônicos sobre saúde mental
Palestrantes:
Palestrantes:
Palestrantes:
17h00 - 17h30
17h00 - 17h30
17h00 - 17h30
Encerramento
Encerramento
Encerramento
Durante o congresso teremos Feira de Livros e Feira de Economia Solidária
Durante o congresso teremos Feira de Livros e Feira de Economia Solidária
Durante o congresso teremos Feira de Livros e Feira de Economia Solidária
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
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Paul Baker (Inglaterra)
Paul Baker (Inglaterra)
Paul Baker (Inglaterra)
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
Daniel Goulart (UnB)
Daniel Goulart (UnB)
Daniel Goulart (UnB)
Psicólogo pela Universidade de São Paulo, bacharel especial em Pesquisa pela USP, mestre e doutor em Educação pela Universidade de Brasília, com doutorado sanduíche realizado no Discourse Unit em Manchester (Reino Unido). É professor adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB) e professor colaborador do Mestrado em Psicologia do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Atua nas áreas de psicologia, educação e políticas públicas, com ênfase em subjetividade, sofrimento psíquico e práticas de cuidado.
Psicólogo pela Universidade de São Paulo, bacharel especial em Pesquisa pela USP, mestre e doutor em Educação pela Universidade de Brasília, com doutorado sanduíche realizado no Discourse Unit em Manchester (Reino Unido). É professor adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB) e professor colaborador do Mestrado em Psicologia do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Atua nas áreas de psicologia, educação e políticas públicas, com ênfase em subjetividade, sofrimento psíquico e práticas de cuidado.
Psicólogo pela Universidade de São Paulo, bacharel especial em Pesquisa pela USP, mestre e doutor em Educação pela Universidade de Brasília, com doutorado sanduíche realizado no Discourse Unit em Manchester (Reino Unido). É professor adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB) e professor colaborador do Mestrado em Psicologia do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Atua nas áreas de psicologia, educação e políticas públicas, com ênfase em subjetividade, sofrimento psíquico e práticas de cuidado.
Hugo Monteiro Ferreira (UFRPE)
Hugo Monteiro Ferreira (UFRPE)
Hugo Monteiro Ferreira (UFRPE)
Pós-doutor em Estudos da Criança (2021-2022). Doutor em Educação (2007). Mestre em Letras (1999). Especialista em Neuropsicologia (2019). Graduação em Letras (1996). Acadêmico de Psicologia (2018). Coordenador do Núcleo do Cuidado Humano da UFRPE. Líder do GETIJ - Grupo de Estudos da Transdisciplinaridade, da Infância e da Juventude. Pesquisador na área de saúde emocional e mental de crianças, adolescentes e jovens. Membro da Cátedra UNESCO de Leitura. Membro do NEFOPP - Núcleo de Estudos da Formação Docente e da Prática Pedagógica. Pesquisa sobre a inter-relação transdisciplinaridade, infância e juventude; infância, adolescência, juventude e saúde emocional e mental, iinfância, adolescência juventude e sofrimento; infância, juventude e leitura, infância, adolescência, juventude e direitos humanos.
Pós-doutor em Estudos da Criança (2021-2022). Doutor em Educação (2007). Mestre em Letras (1999). Especialista em Neuropsicologia (2019). Graduação em Letras (1996). Acadêmico de Psicologia (2018). Coordenador do Núcleo do Cuidado Humano da UFRPE. Líder do GETIJ - Grupo de Estudos da Transdisciplinaridade, da Infância e da Juventude. Pesquisador na área de saúde emocional e mental de crianças, adolescentes e jovens. Membro da Cátedra UNESCO de Leitura. Membro do NEFOPP - Núcleo de Estudos da Formação Docente e da Prática Pedagógica. Pesquisa sobre a inter-relação transdisciplinaridade, infância e juventude; infância, adolescência, juventude e saúde emocional e mental, iinfância, adolescência juventude e sofrimento; infância, juventude e leitura, infância, adolescência, juventude e direitos humanos.
Pós-doutor em Estudos da Criança (2021-2022). Doutor em Educação (2007). Mestre em Letras (1999). Especialista em Neuropsicologia (2019). Graduação em Letras (1996). Acadêmico de Psicologia (2018). Coordenador do Núcleo do Cuidado Humano da UFRPE. Líder do GETIJ - Grupo de Estudos da Transdisciplinaridade, da Infância e da Juventude. Pesquisador na área de saúde emocional e mental de crianças, adolescentes e jovens. Membro da Cátedra UNESCO de Leitura. Membro do NEFOPP - Núcleo de Estudos da Formação Docente e da Prática Pedagógica. Pesquisa sobre a inter-relação transdisciplinaridade, infância e juventude; infância, adolescência, juventude e saúde emocional e mental, iinfância, adolescência juventude e sofrimento; infância, juventude e leitura, infância, adolescência, juventude e direitos humanos.
Nazareth Malcher (UnB)
Nazareth Malcher (UnB)
Nazareth Malcher (UnB)
Graduação em Terapia Ocupacional (UEPA /1993), Especialista em Saúde Mental (UnB, 2009 - Reconhecimento CREFITO 12), Mestre e Doutora em Psicologia Clínica e Cultura (IP/UnB, 2010 e 2016). Pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia UFPA e no Departamento de Politica e Ciências Sociais na Universidade de Turim (Itália). Docente do Curso de Terapia Ocupacional na Faculdade Ceilândia, Universidade de Brasília; e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP/UFPA), linha de pesquisa "Fenomenologia: Teoria e Clínica". Participa do corpo editorial da Revista Nufen: fenomenologia e e interdisciplinaridade. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Fenomenologia e Cotidiano (FOCO/FCE/UnB/CNPq), pesquisadora vinculada ao Núcleo de Pesquisas Fenomenológica (NUFEN/UFPA/CNPQ). Desenvolve supervisão institucional em saúde mental nos CAPS do DF pela FIOCRUZ Brasilia. Pesquisa sobre as políticas públicas, as práticas e estratégias terapêutica em saúde mental, as competências profissionais no modelo psicossocial em saúde mental, e a fenomenologia nos processos expressivos do cotidiano.
Graduação em Terapia Ocupacional (UEPA /1993), Especialista em Saúde Mental (UnB, 2009 - Reconhecimento CREFITO 12), Mestre e Doutora em Psicologia Clínica e Cultura (IP/UnB, 2010 e 2016). Pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia UFPA e no Departamento de Politica e Ciências Sociais na Universidade de Turim (Itália). Docente do Curso de Terapia Ocupacional na Faculdade Ceilândia, Universidade de Brasília; e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP/UFPA), linha de pesquisa "Fenomenologia: Teoria e Clínica". Participa do corpo editorial da Revista Nufen: fenomenologia e e interdisciplinaridade. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Fenomenologia e Cotidiano (FOCO/FCE/UnB/CNPq), pesquisadora vinculada ao Núcleo de Pesquisas Fenomenológica (NUFEN/UFPA/CNPQ). Desenvolve supervisão institucional em saúde mental nos CAPS do DF pela FIOCRUZ Brasilia. Pesquisa sobre as políticas públicas, as práticas e estratégias terapêutica em saúde mental, as competências profissionais no modelo psicossocial em saúde mental, e a fenomenologia nos processos expressivos do cotidiano.
Graduação em Terapia Ocupacional (UEPA /1993), Especialista em Saúde Mental (UnB, 2009 - Reconhecimento CREFITO 12), Mestre e Doutora em Psicologia Clínica e Cultura (IP/UnB, 2010 e 2016). Pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia UFPA e no Departamento de Politica e Ciências Sociais na Universidade de Turim (Itália). Docente do Curso de Terapia Ocupacional na Faculdade Ceilândia, Universidade de Brasília; e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP/UFPA), linha de pesquisa "Fenomenologia: Teoria e Clínica". Participa do corpo editorial da Revista Nufen: fenomenologia e e interdisciplinaridade. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Fenomenologia e Cotidiano (FOCO/FCE/UnB/CNPq), pesquisadora vinculada ao Núcleo de Pesquisas Fenomenológica (NUFEN/UFPA/CNPQ). Desenvolve supervisão institucional em saúde mental nos CAPS do DF pela FIOCRUZ Brasilia. Pesquisa sobre as políticas públicas, as práticas e estratégias terapêutica em saúde mental, as competências profissionais no modelo psicossocial em saúde mental, e a fenomenologia nos processos expressivos do cotidiano.
Roberta Bentes Flores Bayma
Roberta Bentes Flores Bayma
Roberta Bentes Flores Bayma
Artista de ancestralidade afro-indígena, atriz e psicóloga residente em Belém (PA). Graduada em Psicologia pela Universidade da Amazônia, mestre em Psicologia (UFPA) e doutora em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPA. É também formada como atriz pela Escola de Teatro e Dança da UFPA e especialista em Psicologia Jurídica. Atua como psicóloga clínica desde 2010 e é docente do curso de Psicologia da UNIFAMAZ. Trabalhou na Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Pará (2012–2023), com foco na garantia de direitos de crianças e adolescentes e populações em situação de vulnerabilidade. Possui trajetória artística em coletivos cênicos e artístico-terapêuticos, integrando pesquisa e prática nas interfaces entre Artes e Psicologia.
Desenvolve estudos e projetos nas áreas de políticas públicas, garantia de direitos, gênero, clínicas gestálticas, Teatro Dadivoso, ancestralidades e perspectivas de cuidado e Bem Viver.
Artista de ancestralidade afro-indígena, atriz e psicóloga residente em Belém (PA). Graduada em Psicologia pela Universidade da Amazônia, mestre em Psicologia (UFPA) e doutora em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPA. É também formada como atriz pela Escola de Teatro e Dança da UFPA e especialista em Psicologia Jurídica. Atua como psicóloga clínica desde 2010 e é docente do curso de Psicologia da UNIFAMAZ. Trabalhou na Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Pará (2012–2023), com foco na garantia de direitos de crianças e adolescentes e populações em situação de vulnerabilidade. Possui trajetória artística em coletivos cênicos e artístico-terapêuticos, integrando pesquisa e prática nas interfaces entre Artes e Psicologia.
Desenvolve estudos e projetos nas áreas de políticas públicas, garantia de direitos, gênero, clínicas gestálticas, Teatro Dadivoso, ancestralidades e perspectivas de cuidado e Bem Viver.
Artista de ancestralidade afro-indígena, atriz e psicóloga residente em Belém (PA). Graduada em Psicologia pela Universidade da Amazônia, mestre em Psicologia (UFPA) e doutora em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPA. É também formada como atriz pela Escola de Teatro e Dança da UFPA e especialista em Psicologia Jurídica. Atua como psicóloga clínica desde 2010 e é docente do curso de Psicologia da UNIFAMAZ. Trabalhou na Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Pará (2012–2023), com foco na garantia de direitos de crianças e adolescentes e populações em situação de vulnerabilidade. Possui trajetória artística em coletivos cênicos e artístico-terapêuticos, integrando pesquisa e prática nas interfaces entre Artes e Psicologia.
Desenvolve estudos e projetos nas áreas de políticas públicas, garantia de direitos, gênero, clínicas gestálticas, Teatro Dadivoso, ancestralidades e perspectivas de cuidado e Bem Viver.
Luana Aruantes (Rio de Janeiro/RJ)
Luana Aruantes (Rio de Janeiro/RJ)
Luana Aruantes (Rio de Janeiro/RJ)
Psicóloga, idealizadora e gestora do Instituto De Pé (Saúde Mental na Favela),
psicóloga no Caps 3 AD Paulo da Portela e na UAA Jovelina Pérola Negra.
Psicóloga, idealizadora e gestora do Instituto De Pé (Saúde Mental na Favela),
psicóloga no Caps 3 AD Paulo da Portela e na UAA Jovelina Pérola Negra.
Psicóloga, idealizadora e gestora do Instituto De Pé (Saúde Mental na Favela),
psicóloga no Caps 3 AD Paulo da Portela e na UAA Jovelina Pérola Negra.
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Tópicos a serem discutidos
Tópicos a serem discutidos
Tópicos a serem discutidos
Intercessões da saúde mental e direitos humanos – novos diálogos possíveis no cuidado
Intercessões da saúde mental e direitos humanos – novos diálogos possíveis no cuidado
Intercessões da saúde mental e direitos humanos – novos diálogos possíveis no cuidado
Serão discutidos os desafios contemporâneos diante de retrocessos nas políticas públicas, os princípios da Reforma Psiquiátrica e a construção de práticas comprometidas com o cuidado em liberdade, a desinstitucionalização e a garantia de direitos.
O debate busca ampliar o olhar para além da clínica individual, situando o sofrimento psíquico em seus determinantes sociais, econômicos e culturais.
Serão discutidos os desafios contemporâneos diante de retrocessos nas políticas públicas, os princípios da Reforma Psiquiátrica e a construção de práticas comprometidas com o cuidado em liberdade, a desinstitucionalização e a garantia de direitos.
O debate busca ampliar o olhar para além da clínica individual, situando o sofrimento psíquico em seus determinantes sociais, econômicos e culturais.
Serão discutidos os desafios contemporâneos diante de retrocessos nas políticas públicas, os princípios da Reforma Psiquiátrica e a construção de práticas comprometidas com o cuidado em liberdade, a desinstitucionalização e a garantia de direitos.
O debate busca ampliar o olhar para além da clínica individual, situando o sofrimento psíquico em seus determinantes sociais, econômicos e culturais.
Geração do quarto – cuidando da saúde mental na adolescência e juventude
Geração do quarto – cuidando da saúde mental na adolescência e juventude
Geração do quarto – cuidando da saúde mental na adolescência e juventude
A palestra abordará os atravessamentos contemporâneos na constituição subjetiva dessa geração, incluindo ansiedade, depressão, automutilação, ideação suicida e dificuldades de pertencimento.
Serão discutidas estratégias de cuidado que considerem escola, família, redes digitais e políticas públicas como espaços fundamentais de intervenção.
A palestra abordará os atravessamentos contemporâneos na constituição subjetiva dessa geração, incluindo ansiedade, depressão, automutilação, ideação suicida e dificuldades de pertencimento.
Serão discutidas estratégias de cuidado que considerem escola, família, redes digitais e políticas públicas como espaços fundamentais de intervenção.
A palestra abordará os atravessamentos contemporâneos na constituição subjetiva dessa geração, incluindo ansiedade, depressão, automutilação, ideação suicida e dificuldades de pertencimento.
Serão discutidas estratégias de cuidado que considerem escola, família, redes digitais e políticas públicas como espaços fundamentais de intervenção.
O teatro dadivoso – cuidados e processos para saúde mental
O teatro dadivoso – cuidados e processos para saúde mental
O teatro dadivoso – cuidados e processos para saúde mental
O teatro, enquanto prática expressiva e coletiva, será apresentado como dispositivo terapêutico e político. A proposta do “teatro dadivoso” parte da ideia de que a arte pode operar como espaço de partilha, elaboração simbólica e reconstrução de narrativas.
Serão discutidos processos criativos que favorecem autonomia, fortalecimento de vínculos e ampliação das possibilidades de existência para pessoas em sofrimento psíquico.
O teatro, enquanto prática expressiva e coletiva, será apresentado como dispositivo terapêutico e político. A proposta do “teatro dadivoso” parte da ideia de que a arte pode operar como espaço de partilha, elaboração simbólica e reconstrução de narrativas.
Serão discutidos processos criativos que favorecem autonomia, fortalecimento de vínculos e ampliação das possibilidades de existência para pessoas em sofrimento psíquico.
O teatro, enquanto prática expressiva e coletiva, será apresentado como dispositivo terapêutico e político. A proposta do “teatro dadivoso” parte da ideia de que a arte pode operar como espaço de partilha, elaboração simbólica e reconstrução de narrativas.
Serão discutidos processos criativos que favorecem autonomia, fortalecimento de vínculos e ampliação das possibilidades de existência para pessoas em sofrimento psíquico.
Práticas de intervenção não medicamentosa em saúde mental
Práticas de intervenção não medicamentosa em saúde mental
Práticas de intervenção não medicamentosa em saúde mental
Serão discutidas experiências clínicas e comunitárias que demonstram a possibilidade de redução do uso excessivo de medicalização, especialmente em casos de sofrimento psíquico leve a moderado e primeiros episódios de crise.
O foco será a ampliação do repertório técnico dos profissionais para além do modelo biomédico tradicional.
Serão discutidas experiências clínicas e comunitárias que demonstram a possibilidade de redução do uso excessivo de medicalização, especialmente em casos de sofrimento psíquico leve a moderado e primeiros episódios de crise.
O foco será a ampliação do repertório técnico dos profissionais para além do modelo biomédico tradicional.
Serão discutidas experiências clínicas e comunitárias que demonstram a possibilidade de redução do uso excessivo de medicalização, especialmente em casos de sofrimento psíquico leve a moderado e primeiros episódios de crise.
O foco será a ampliação do repertório técnico dos profissionais para além do modelo biomédico tradicional.
Boas práticas no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas
Boas práticas no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas
Boas práticas no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas
O cuidado às pessoas que usam álcool e outras drogas exige abordagens éticas, humanizadas e baseadas na redução de danos.
A palestra discutirá experiências exitosas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), destacando a importância do vínculo, do respeito à singularidade e da construção de projetos terapêuticos compartilhados.
Também serão problematizados os desafios atuais diante de discursos moralizantes e práticas excludentes.
O cuidado às pessoas que usam álcool e outras drogas exige abordagens éticas, humanizadas e baseadas na redução de danos.
A palestra discutirá experiências exitosas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), destacando a importância do vínculo, do respeito à singularidade e da construção de projetos terapêuticos compartilhados.
Também serão problematizados os desafios atuais diante de discursos moralizantes e práticas excludentes.
O cuidado às pessoas que usam álcool e outras drogas exige abordagens éticas, humanizadas e baseadas na redução de danos.
A palestra discutirá experiências exitosas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), destacando a importância do vínculo, do respeito à singularidade e da construção de projetos terapêuticos compartilhados.
Também serão problematizados os desafios atuais diante de discursos moralizantes e práticas excludentes.
Oficinas terapêuticas como estratégia de cuidado em saúde mental e empoderamento da vida e do cotidiano
Oficinas terapêuticas como estratégia de cuidado em saúde mental e empoderamento da vida e do cotidiano
Oficinas terapêuticas como estratégia de cuidado em saúde mental e empoderamento da vida e do cotidiano
As oficinas terapêuticas são dispositivos fundamentais na promoção de autonomia, fortalecimento de vínculos e reconstrução de projetos de vida.
A mesa discutirá experiências com oficinas artísticas, corporais, culturais e produtivas como estratégias de cuidado que ampliam o protagonismo dos usuários e favorecem a reinserção social.
Será enfatizado o papel das práticas coletivas na produção de sentido e pertencimento.
As oficinas terapêuticas são dispositivos fundamentais na promoção de autonomia, fortalecimento de vínculos e reconstrução de projetos de vida.
A mesa discutirá experiências com oficinas artísticas, corporais, culturais e produtivas como estratégias de cuidado que ampliam o protagonismo dos usuários e favorecem a reinserção social.
Será enfatizado o papel das práticas coletivas na produção de sentido e pertencimento.
As oficinas terapêuticas são dispositivos fundamentais na promoção de autonomia, fortalecimento de vínculos e reconstrução de projetos de vida.
A mesa discutirá experiências com oficinas artísticas, corporais, culturais e produtivas como estratégias de cuidado que ampliam o protagonismo dos usuários e favorecem a reinserção social.
Será enfatizado o papel das práticas coletivas na produção de sentido e pertencimento.
A voz interior – um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes
A voz interior – um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes
A voz interior – um guia prático para e sobre pessoas que ouvem vozes
A experiência de ouvir vozes será discutida a partir de uma perspectiva não patologizante, considerando-a dentro da diversidade das experiências humanas.
A palestra apresentará abordagens que auxiliam pessoas a compreender, aceitar e dialogar com suas vozes, fortalecendo autonomia e reduzindo sofrimento.
Serão abordadas estratégias clínicas e grupais que valorizam o protagonismo da pessoa e rompem com leituras exclusivamente medicalizantes.
A experiência de ouvir vozes será discutida a partir de uma perspectiva não patologizante, considerando-a dentro da diversidade das experiências humanas.
A palestra apresentará abordagens que auxiliam pessoas a compreender, aceitar e dialogar com suas vozes, fortalecendo autonomia e reduzindo sofrimento.
Serão abordadas estratégias clínicas e grupais que valorizam o protagonismo da pessoa e rompem com leituras exclusivamente medicalizantes.
A experiência de ouvir vozes será discutida a partir de uma perspectiva não patologizante, considerando-a dentro da diversidade das experiências humanas.
A palestra apresentará abordagens que auxiliam pessoas a compreender, aceitar e dialogar com suas vozes, fortalecendo autonomia e reduzindo sofrimento.
Serão abordadas estratégias clínicas e grupais que valorizam o protagonismo da pessoa e rompem com leituras exclusivamente medicalizantes.
Quando a vida dói – a configuração subjetiva do comportamento suicida e autolesão na infância e adolescência
Quando a vida dói – a configuração subjetiva do comportamento suicida e autolesão na infância e adolescência
Quando a vida dói – a configuração subjetiva do comportamento suicida e autolesão na infância e adolescência
A palestra discutirá os fatores subjetivos, familiares, sociais e culturais envolvidos no comportamento suicida e na autolesão em crianças e adolescentes.
Serão analisadas as transformações contemporâneas que impactam a construção psíquica, bem como estratégias de prevenção, acolhimento e intervenção baseadas na escuta sensível e na articulação intersetorial.
A palestra discutirá os fatores subjetivos, familiares, sociais e culturais envolvidos no comportamento suicida e na autolesão em crianças e adolescentes.
Serão analisadas as transformações contemporâneas que impactam a construção psíquica, bem como estratégias de prevenção, acolhimento e intervenção baseadas na escuta sensível e na articulação intersetorial.
A palestra discutirá os fatores subjetivos, familiares, sociais e culturais envolvidos no comportamento suicida e na autolesão em crianças e adolescentes.
Serão analisadas as transformações contemporâneas que impactam a construção psíquica, bem como estratégias de prevenção, acolhimento e intervenção baseadas na escuta sensível e na articulação intersetorial.
Saúde mental e relações raciais
Saúde mental e relações raciais
Saúde mental e relações raciais
A discussão abordará o impacto do racismo estrutural, das microagressões e das desigualdades históricas na saúde mental da população negra e de outros grupos racializados.
Será debatida a especificidade do trauma racial e a necessidade de práticas terapêuticas que considerem os determinantes sociopolíticos do sofrimento.
A proposta é ampliar a clínica para além das quatro paredes, articulando cuidado individual e transformação social.
A discussão abordará o impacto do racismo estrutural, das microagressões e das desigualdades históricas na saúde mental da população negra e de outros grupos racializados.
Será debatida a especificidade do trauma racial e a necessidade de práticas terapêuticas que considerem os determinantes sociopolíticos do sofrimento.
A proposta é ampliar a clínica para além das quatro paredes, articulando cuidado individual e transformação social.
A discussão abordará o impacto do racismo estrutural, das microagressões e das desigualdades históricas na saúde mental da população negra e de outros grupos racializados.
Será debatida a especificidade do trauma racial e a necessidade de práticas terapêuticas que considerem os determinantes sociopolíticos do sofrimento.
A proposta é ampliar a clínica para além das quatro paredes, articulando cuidado individual e transformação social.
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Perfil do Público alvo
Perfil do Público alvo
Perfil do Público alvo
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação,
assistência social e setor judiciário.
Experts por experiências/vivências e seus familiares.
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação,
assistência social e setor judiciário.
Experts por experiências/vivências e seus familiares.
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação,
assistência social e setor judiciário.
Experts por experiências/vivências e seus familiares.
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As Comissões de Trabalho
As Comissões de Trabalho
As Comissões de Trabalho
Internacionais
Olga Runciman (Dinamarca)
Omar Bravo (Colômbia)
Paul Baker (Inglaterra)
Dainius Pūras (Lituânia)
Serena Goljevscek (Itália)
Internacionais
Olga Runciman (Dinamarca)
Omar Bravo (Colômbia)
Paul Baker (Inglaterra)
Dainius Pūras (Lituânia)
Serena Goljevscek (Itália)
Internacionais
Olga Runciman (Dinamarca)
Omar Bravo (Colômbia)
Paul Baker (Inglaterra)
Dainius Pūras (Lituânia)
Serena Goljevscek (Itália)
Nacionais
Rossana Seabra (UNESP)
Nazareth Malcher (UnB)
Clarissa Webster (USP)
Daniel Goulart (UnB)
Deivisson Vianna (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Helena Cortes (UFSC)
Luciana Alleluia (UFF)
Claudio Mann (UFRJ)
Maria Tavares (UFRJ)
Adelmo Filho (USP)
Rosa Maria Jacinto Volpato (UFMT)
Chayanne Federhen (UFPR)
Nacionais
Rossana Seabra (UNESP)
Nazareth Malcher (UnB)
Clarissa Webster (USP)
Daniel Goulart (UnB)
Deivisson Vianna (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Helena Cortes (UFSC)
Luciana Alleluia (UFF)
Claudio Mann (UFRJ)
Maria Tavares (UFRJ)
Adelmo Filho (USP)
Rosa Maria Jacinto Volpato (UFMT)
Chayanne Federhen (UFPR)
Nacionais
Rossana Seabra (UNESP)
Nazareth Malcher (UnB)
Clarissa Webster (USP)
Daniel Goulart (UnB)
Deivisson Vianna (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Helena Cortes (UFSC)
Luciana Alleluia (UFF)
Claudio Mann (UFRJ)
Maria Tavares (UFRJ)
Adelmo Filho (USP)
Rosa Maria Jacinto Volpato (UFMT)
Chayanne Federhen (UFPR)
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
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O VI Congresso Internacional: Boas Práticas em Saúde Mental- Belém/PA, aceita a submissão de trabalhos científicos. As apresentações serão no formato de Rodas de Conversa.
O VI Congresso Internacional: Boas Práticas em Saúde Mental- Belém/PA, aceita a submissão de trabalhos científicos. As apresentações serão no formato de Rodas de Conversa.
O VI Congresso Internacional: Boas Práticas em Saúde Mental- Belém/PA, aceita a submissão de trabalhos científicos. As apresentações serão no formato de Rodas de Conversa.
Prazo final para submissão de trabalhos: 30/06/2026
Prazo final para submissão de trabalhos: 30/06/2026
Prazo final para submissão de trabalhos: 30/06/2026
As apresentações objetivam discutir as boas práticas e temas relevantes no campo da saúde mental, suscitando debates e estimulando a troca de experiências entre os participantes.
Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
1. A submissão dos trabalhos deverá ser feita, no período de: 27/02/2026 até 30/06/2026
2. Cada autor/a poderá submeter até um resumo como autor/a principal e 5 trabalhos de coautorias.
3. Apenas autores/as inscritos/as no Congresso poderão realizar a apresentação dos trabalhos.
4. O resumo que não apresentar todos os tópicos definidos para relatos de pesquisa ou relatos de experiência no item “Modalidades de Trabalho” será reprovado.
5. A organização do Congresso não permitirá a troca de autorias, coautorias, títulos ou conteúdo de resumos.
6. Não será possível corrigir ou modificar os textos depois da aceitação pelo Comitê Científico.
7. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o trabalho não seja aprovado.
8. Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
As apresentações objetivam discutir as boas práticas e temas relevantes no campo da saúde mental, suscitando debates e estimulando a troca de experiências entre os participantes.
Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
1. A submissão dos trabalhos deverá ser feita, no período de: 27/02/2026 até 30/06/2026
2. Cada autor/a poderá submeter até um resumo como autor/a principal e 5 trabalhos de coautorias.
3. Apenas autores/as inscritos/as no Congresso poderão realizar a apresentação dos trabalhos.
4. O resumo que não apresentar todos os tópicos definidos para relatos de pesquisa ou relatos de experiência no item “Modalidades de Trabalho” será reprovado.
5. A organização do Congresso não permitirá a troca de autorias, coautorias, títulos ou conteúdo de resumos.
6. Não será possível corrigir ou modificar os textos depois da aceitação pelo Comitê Científico.
7. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o trabalho não seja aprovado.
8. Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
As apresentações objetivam discutir as boas práticas e temas relevantes no campo da saúde mental, suscitando debates e estimulando a troca de experiências entre os participantes.
Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
1. A submissão dos trabalhos deverá ser feita, no período de: 27/02/2026 até 30/06/2026
2. Cada autor/a poderá submeter até um resumo como autor/a principal e 5 trabalhos de coautorias.
3. Apenas autores/as inscritos/as no Congresso poderão realizar a apresentação dos trabalhos.
4. O resumo que não apresentar todos os tópicos definidos para relatos de pesquisa ou relatos de experiência no item “Modalidades de Trabalho” será reprovado.
5. A organização do Congresso não permitirá a troca de autorias, coautorias, títulos ou conteúdo de resumos.
6. Não será possível corrigir ou modificar os textos depois da aceitação pelo Comitê Científico.
7. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o trabalho não seja aprovado.
8. Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
Eixos Temáticos
Eixos Temáticos
Eixos Temáticos
1. Novas Abordagens em saúde mental;
2. Estratégias coletivas de cuidado em SM;
3. Práticas alternativas a medicalização;
4. Sentimentos suicidas;
5. Boas práticas no CAPS;
6. Ouvir Vozes;
7. Atenção à crise;
8. Arte e Musicoterapia;
9. Saúde Mental na Atenção Básica.
1. Novas Abordagens em saúde mental;
2. Estratégias coletivas de cuidado em SM;
3. Práticas alternativas a medicalização;
4. Sentimentos suicidas;
5. Boas práticas no CAPS;
6. Ouvir Vozes;
7. Atenção à crise;
8. Arte e Musicoterapia;
9. Saúde Mental na Atenção Básica.
1. Novas Abordagens em saúde mental;
2. Estratégias coletivas de cuidado em SM;
3. Práticas alternativas a medicalização;
4. Sentimentos suicidas;
5. Boas práticas no CAPS;
6. Ouvir Vozes;
7. Atenção à crise;
8. Arte e Musicoterapia;
9. Saúde Mental na Atenção Básica.
Modalidades
Modalidades
Modalidades
Relatos de pesquisa e Relatos de experiência.
Relatos de pesquisa: Trata-se de trabalhos originais realizados por pesquisadores e estudantes de graduação ou pós-graduação de instituições públicas e privadas. As pesquisas relatadas devem ser guiadas por metodologias científicas. As apresentações dos relatos têm como objetivo compartilhar os conhecimentos produzidos nos diferentes eixos do Seminário. Deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Introdução; 3) Objetivoda pesquisa; 4) Metodologia; 5) Resultados e discussões e 6) Considerações finais. 7) Palavras chaves (no mínimo 3 e, no máximo, 7) Referências Bibliográficas.
Relato de experiência: Trata-se da sistematização de reflexões sobre experiências e vivências de boas práticas em Saúde Mental; de atividades e ações relacionadas à formação; à formulação, gerenciamento e avaliação de políticas, programas e serviços; bem como mobilizações e ações vivenciadas junto a (e/ou pela) comunidade, controle social e/ou movimentos sociais; iniciativas desenvolvidas pelos serviços de saúde, de educação, e outros coletivos nos diferentes eixos do Congresso. Os relatos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Apresentação e contextualização da experiência; 3) Objetivo da experiência; 4) Metodologia da experiência; 5) Período de realização; 4)Resultados/Aprendizados, e 6) Análise crítica
Relatos de pesquisa e Relatos de experiência.
Relatos de pesquisa: Trata-se de trabalhos originais realizados por pesquisadores e estudantes de graduação ou pós-graduação de instituições públicas e privadas. As pesquisas relatadas devem ser guiadas por metodologias científicas. As apresentações dos relatos têm como objetivo compartilhar os conhecimentos produzidos nos diferentes eixos do Seminário. Deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Introdução; 3) Objetivoda pesquisa; 4) Metodologia; 5) Resultados e discussões e 6) Considerações finais. 7) Palavras chaves (no mínimo 3 e, no máximo, 7) Referências Bibliográficas.
Relato de experiência: Trata-se da sistematização de reflexões sobre experiências e vivências de boas práticas em Saúde Mental; de atividades e ações relacionadas à formação; à formulação, gerenciamento e avaliação de políticas, programas e serviços; bem como mobilizações e ações vivenciadas junto a (e/ou pela) comunidade, controle social e/ou movimentos sociais; iniciativas desenvolvidas pelos serviços de saúde, de educação, e outros coletivos nos diferentes eixos do Congresso. Os relatos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Apresentação e contextualização da experiência; 3) Objetivo da experiência; 4) Metodologia da experiência; 5) Período de realização; 4)Resultados/Aprendizados, e 6) Análise crítica
Relatos de pesquisa e Relatos de experiência.
Relatos de pesquisa: Trata-se de trabalhos originais realizados por pesquisadores e estudantes de graduação ou pós-graduação de instituições públicas e privadas. As pesquisas relatadas devem ser guiadas por metodologias científicas. As apresentações dos relatos têm como objetivo compartilhar os conhecimentos produzidos nos diferentes eixos do Seminário. Deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Introdução; 3) Objetivoda pesquisa; 4) Metodologia; 5) Resultados e discussões e 6) Considerações finais. 7) Palavras chaves (no mínimo 3 e, no máximo, 7) Referências Bibliográficas.
Relato de experiência: Trata-se da sistematização de reflexões sobre experiências e vivências de boas práticas em Saúde Mental; de atividades e ações relacionadas à formação; à formulação, gerenciamento e avaliação de políticas, programas e serviços; bem como mobilizações e ações vivenciadas junto a (e/ou pela) comunidade, controle social e/ou movimentos sociais; iniciativas desenvolvidas pelos serviços de saúde, de educação, e outros coletivos nos diferentes eixos do Congresso. Os relatos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Apresentação e contextualização da experiência; 3) Objetivo da experiência; 4) Metodologia da experiência; 5) Período de realização; 4)Resultados/Aprendizados, e 6) Análise crítica
Normas
Normas
Normas
- O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 30/06/2026. O parecer será enviado até 15 dias após o prazo final, no email do autor que enviou o trabalho.
- O(s) resumo(s) deverão conter identificação de autoria, com um número máximo de 5 coautores.
- Serão aceitas submissões de trabalhos escritos em português.
- O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 30/06/2026. O parecer será enviado até 15 dias após o prazo final, no email do autor que enviou o trabalho.
- O(s) resumo(s) deverão conter identificação de autoria, com um número máximo de 5 coautores.
- Serão aceitas submissões de trabalhos escritos em português.
- O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 30/06/2026. O parecer será enviado até 15 dias após o prazo final, no email do autor que enviou o trabalho.
- O(s) resumo(s) deverão conter identificação de autoria, com um número máximo de 5 coautores.
- Serão aceitas submissões de trabalhos escritos em português.
Formatação
Formatação
Formatação
●Os resumos deverão ser escritos em português;
●Os resumos deverão ser escritos em Arial ou Times New Roman, justificado e espaçamento 1,5;
●Resumo contendo entre 1.500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre palavras). O título e as palavras chaves não contam no número de caracteres;
●Os títulos dos resumos deverão ter, no máximo, 150 caracteres com espaço e serem
escritos em letras maiúsculas;
●Os nomes dos autores deverão ser escritos em letras maiúsculas e minúsculas e não deverão aparecer no corpo do resumo, bem como a instituição afiliada.
●Os nomes dos autores e as instituições de filiação deverão vir abaixo do título do trabalho.
●Referências biográficas deverão ser colocadas com limite de 8 referências.
●Os resumos deverão ser escritos em português;
●Os resumos deverão ser escritos em Arial ou Times New Roman, justificado e espaçamento 1,5;
●Resumo contendo entre 1.500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre palavras). O título e as palavras chaves não contam no número de caracteres;
●Os títulos dos resumos deverão ter, no máximo, 150 caracteres com espaço e serem
escritos em letras maiúsculas;
●Os nomes dos autores deverão ser escritos em letras maiúsculas e minúsculas e não deverão aparecer no corpo do resumo, bem como a instituição afiliada.
●Os nomes dos autores e as instituições de filiação deverão vir abaixo do título do trabalho.
●Referências biográficas deverão ser colocadas com limite de 8 referências.
●Os resumos deverão ser escritos em português;
●Os resumos deverão ser escritos em Arial ou Times New Roman, justificado e espaçamento 1,5;
●Resumo contendo entre 1.500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre palavras). O título e as palavras chaves não contam no número de caracteres;
●Os títulos dos resumos deverão ter, no máximo, 150 caracteres com espaço e serem
escritos em letras maiúsculas;
●Os nomes dos autores deverão ser escritos em letras maiúsculas e minúsculas e não deverão aparecer no corpo do resumo, bem como a instituição afiliada.
●Os nomes dos autores e as instituições de filiação deverão vir abaixo do título do trabalho.
●Referências biográficas deverão ser colocadas com limite de 8 referências.
Rodas de Conversa
Rodas de Conversa
Rodas de Conversa
> > As rodas têm as seguintes características:
1. O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências.
2. O Facilitador controlará o tempo de exposição e mediará a discussão.
3. Os participantes poderão optar em apresentar os trabalhos com slides ou não, para isso serão disponibilizados apenas data-show. Se quiser apresentar com slides precisa levar o notebook.
4. Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados nos anais eletrônico do Congresso.
5. O tempo será dividido em 10 minutos de apresentação, seguido de 30 minutos de debate.
- Durante a sessão de apresentação é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores/as junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores/as que participam dessa sessão de Roda de Conversa.
> > As rodas têm as seguintes características:
1. O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências.
2. O Facilitador controlará o tempo de exposição e mediará a discussão.
3. Os participantes poderão optar em apresentar os trabalhos com slides ou não, para isso serão disponibilizados apenas data-show. Se quiser apresentar com slides precisa levar o notebook.
4. Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados nos anais eletrônico do Congresso.
5. O tempo será dividido em 10 minutos de apresentação, seguido de 30 minutos de debate.
- Durante a sessão de apresentação é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores/as junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores/as que participam dessa sessão de Roda de Conversa.
> > As rodas têm as seguintes características:
1. O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências.
2. O Facilitador controlará o tempo de exposição e mediará a discussão.
3. Os participantes poderão optar em apresentar os trabalhos com slides ou não, para isso serão disponibilizados apenas data-show. Se quiser apresentar com slides precisa levar o notebook.
4. Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados nos anais eletrônico do Congresso.
5. O tempo será dividido em 10 minutos de apresentação, seguido de 30 minutos de debate.
- Durante a sessão de apresentação é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores/as junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores/as que participam dessa sessão de Roda de Conversa.
Critérios para avaliação dos trabalhos pelos pareceristas:
Critérios para avaliação dos trabalhos pelos pareceristas:
Critérios para avaliação dos trabalhos pelos pareceristas:
1. Trabalho dentro das normas especificadas - Nota: 0 ou 1
2. As referências estão de acordo com as normas ABNT - Nota:0 ou 1
3. Não possui erro de ortografia e gramática - Nota:2
4. Possui até 02 erros de ortografia e gramática (>02 erros – nota 0) - Nota: 0 ou 1
5. Texto coeso, coerente e com encadeamento lógico entre os elementos estruturais - Nota: 0 ou 1
6. Coerente com o tema do Congresso - Nota: 0 ou 1
7. Coerente com o eixo temático - Nota: 0 ou 1
8. O trabalho tem méritos (relevância) - Nota:0 ou 1
9. O trabalho é original (uso de detectores de similaridades, como o GRAMMARLY –gratuito). Até 30% de similaridade = 1; Acima de 30% de similaridade = 0
Obs.: se for detectado plágio, o trabalho será reprovado.
Obs.: Todos os trabalhos passarão por dupla checagem que será realizada com cegamento
entre os pareceristas
1. Trabalho dentro das normas especificadas - Nota: 0 ou 1
2. As referências estão de acordo com as normas ABNT - Nota:0 ou 1
3. Não possui erro de ortografia e gramática - Nota:2
4. Possui até 02 erros de ortografia e gramática (>02 erros – nota 0) - Nota: 0 ou 1
5. Texto coeso, coerente e com encadeamento lógico entre os elementos estruturais - Nota: 0 ou 1
6. Coerente com o tema do Congresso - Nota: 0 ou 1
7. Coerente com o eixo temático - Nota: 0 ou 1
8. O trabalho tem méritos (relevância) - Nota:0 ou 1
9. O trabalho é original (uso de detectores de similaridades, como o GRAMMARLY –gratuito). Até 30% de similaridade = 1; Acima de 30% de similaridade = 0
Obs.: se for detectado plágio, o trabalho será reprovado.
Obs.: Todos os trabalhos passarão por dupla checagem que será realizada com cegamento
entre os pareceristas
1. Trabalho dentro das normas especificadas - Nota: 0 ou 1
2. As referências estão de acordo com as normas ABNT - Nota:0 ou 1
3. Não possui erro de ortografia e gramática - Nota:2
4. Possui até 02 erros de ortografia e gramática (>02 erros – nota 0) - Nota: 0 ou 1
5. Texto coeso, coerente e com encadeamento lógico entre os elementos estruturais - Nota: 0 ou 1
6. Coerente com o tema do Congresso - Nota: 0 ou 1
7. Coerente com o eixo temático - Nota: 0 ou 1
8. O trabalho tem méritos (relevância) - Nota:0 ou 1
9. O trabalho é original (uso de detectores de similaridades, como o GRAMMARLY –gratuito). Até 30% de similaridade = 1; Acima de 30% de similaridade = 0
Obs.: se for detectado plágio, o trabalho será reprovado.
Obs.: Todos os trabalhos passarão por dupla checagem que será realizada com cegamento
entre os pareceristas
Resultado da avaliação
Resultado da avaliação
Resultado da avaliação
Os resultados da avaliação por pareceristas, membros do Comitê Científico, serão conclusivos, ou seja, não estarão sujeitos à revisão. Desse modo, reitera-se a importância da qualidade dos trabalhos e do respeito às regras de submissão, normas de formatação e critérios de avaliação.
O resultado da avaliação os trabalhos será divulgado no dia previsto no calendário disponibilizado na página e no e-mail dos autores.
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O resultado da avaliação os trabalhos será divulgado no dia previsto no calendário disponibilizado na página e no e-mail dos autores.
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O resultado da avaliação os trabalhos será divulgado no dia previsto no calendário disponibilizado na página e no e-mail dos autores.
Avaliação:
Avaliação:
Avaliação:
A nota final será considerada para reprovação ou aprovação do trabalho e para a premiação dos melhores trabalhos do Congresso. Serão premiados e terão direito a apresentação dentro da programação do Congresso os 03 (três) trabalhos com as maiores notas.
Em caso de empate, os critérios a seguir serão utilizados como desempate, nessa ordem: relevância; coerência com o eixo temático; originalidade do resumo; não possuir erro de ortografia; possuir até 02 erros de ortografia; coesão e coerência do texto; trabalho dentro
das normas especificadas; referências de acordo com a ABNT. Aquele trabalho que tiver melhor nota nestes critérios, avaliados separadamente e nessa ordem, sairá vencedor em relação ao (s) trabalho (s) de nota (s) final (is) igual (is).
A nota final será considerada para reprovação ou aprovação do trabalho e para a premiação dos melhores trabalhos do Congresso. Serão premiados e terão direito a apresentação dentro da programação do Congresso os 03 (três) trabalhos com as maiores notas.
Em caso de empate, os critérios a seguir serão utilizados como desempate, nessa ordem: relevância; coerência com o eixo temático; originalidade do resumo; não possuir erro de ortografia; possuir até 02 erros de ortografia; coesão e coerência do texto; trabalho dentro
das normas especificadas; referências de acordo com a ABNT. Aquele trabalho que tiver melhor nota nestes critérios, avaliados separadamente e nessa ordem, sairá vencedor em relação ao (s) trabalho (s) de nota (s) final (is) igual (is).
A nota final será considerada para reprovação ou aprovação do trabalho e para a premiação dos melhores trabalhos do Congresso. Serão premiados e terão direito a apresentação dentro da programação do Congresso os 03 (três) trabalhos com as maiores notas.
Em caso de empate, os critérios a seguir serão utilizados como desempate, nessa ordem: relevância; coerência com o eixo temático; originalidade do resumo; não possuir erro de ortografia; possuir até 02 erros de ortografia; coesão e coerência do texto; trabalho dentro
das normas especificadas; referências de acordo com a ABNT. Aquele trabalho que tiver melhor nota nestes critérios, avaliados separadamente e nessa ordem, sairá vencedor em relação ao (s) trabalho (s) de nota (s) final (is) igual (is).
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Local: Auditório Benedito Nunes/ Universidade Federal do Pará
Endereço: R. da Reitoria - Universitário, Belém - PA, 66075-110
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Local: Auditório Benedito Nunes/ Universidade Federal do Pará
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CENAT
CENAT
CENAT
Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental
Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental
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PPGP
Programa de Pós-graduação em Psicologia
IFCH
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
UFPA
Universidade Federal do Pará
PPGP
Programa de Pós-graduação em Psicologia
IFCH
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
UFPA
Universidade Federal do Pará
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UFPA
Universidade Federal do Pará
IMHCN
IMHCN
IMHCN
International Mental Health Collaborating Network
International Mental Health Collaborating Network
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Intervoice
Intervoice
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Organização apoiadora do Movimento Internacional de Ouvidores de Vozes
Organização apoiadora do Movimento Internacional de Ouvidores de Vozes
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Nascido em 2014, o Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental (CENAT) já realizou mais de 110 congressos na área da saúde mental, nas 5 regiões do Brasil, na América Latina, Portugal, Espanha e em outros países. Mais de 59 mil pessoas já foram impactadas pelos nossos eventos, intercâmbios, cursos online na comunidade em saúde mental, pós-graduações e no Blog CENAT. Buscamos levar às pessoas conteúdos de qualidade, que priorizem e valorizem a vida e a experiência do ser humano, e o que há de mais enriquecedor no que diz respeito às novas abordagens em saúde mental no Brasil e no mundo.
Nascido em 2014, o Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental (CENAT) já realizou mais de 110 congressos na área da saúde mental, nas 5 regiões do Brasil, na América Latina, Portugal, Espanha e em outros países. Mais de 59 mil pessoas já foram impactadas pelos nossos eventos, intercâmbios, cursos online na comunidade em saúde mental, pós-graduações e no Blog CENAT. Buscamos levar às pessoas conteúdos de qualidade, que priorizem e valorizem a vida e a experiência do ser humano, e o que há de mais enriquecedor no que diz respeito às novas abordagens em saúde mental no Brasil e no mundo.
Nascido em 2014, o Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental (CENAT) já realizou mais de 110 congressos na área da saúde mental, nas 5 regiões do Brasil, na América Latina, Portugal, Espanha e em outros países. Mais de 59 mil pessoas já foram impactadas pelos nossos eventos, intercâmbios, cursos online na comunidade em saúde mental, pós-graduações e no Blog CENAT. Buscamos levar às pessoas conteúdos de qualidade, que priorizem e valorizem a vida e a experiência do ser humano, e o que há de mais enriquecedor no que diz respeito às novas abordagens em saúde mental no Brasil e no mundo.
(encontrar mais fotos)
(encontrar mais fotos)
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1° Lote até o dia 31/03, com valores reduzidos!
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CONGRESSO
CONGRESSO
CONGRESSO
Estudantes: R$ 150
Profissionais e Interessados na Temática: R$ 180
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Profissionais e Interessados na Temática: R$ 180
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Opção padrão que inclui:
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Acesso aos 3 dias do Congresso
Acesso aos 3 dias do Congresso
Acesso aos 3 dias do Congresso
Tradução consecutiva Inglês - Português
Tradução consecutiva Inglês - Português
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Acesso a Feira de economia solidária
Acesso a Feira de economia solidária
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Acesso a Apresentação de trabalho
Acesso a Apresentação de trabalho
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Kit do Congresso
Kit do Congresso
Kit do Congresso
Certificado com carga horária de 36h
Certificado com carga horária de 36h
Certificado com carga horária de 36h
CONGRESSO + CURSO
CONGRESSO + CURSO
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Estudantes e Profissionais:
R$ 307
Estudantes e Profissionais:
R$ 307
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R$ 307
Inclui:
Inclui:
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Acesso aos 3 dias do Congresso
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Tradução consecutiva Inglês - Português
Tradução consecutiva Inglês - Português
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Acesso a feira de economia solidária
Acesso a feira de economia solidária
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Acesso a Apresentação de trabalho
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Acesso a Apresentação de trabalho
Kit do Congresso
Kit do Congresso
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Certificado com carga horária de 36h
Certificado com carga horária de 36h
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Recebe a apostila Boas Práticas em Saúde Mental no congresso
Recebe a apostila Boas Práticas em Saúde Mental no congresso
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Acesso ao Curso Online "Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de Redução de Danos" com carga horária de 20h
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Acesso ao Curso Online "Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de Redução de Danos" com carga horária de 20h
Formas de pagamento:
Pix, Boleto e Cartão crédito em até 12 vezes (Com Juros)
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As inscrições são limitadas e podem terminar antes das datas estabelecidas. Faça a sua!
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O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
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Política de reembolso:
O reembolso por arrependimento será possível se solicitado pelo titular da compra via e-mail (atendimento@cenatcursos.com.br) em até 7 dias após a compra e, no máximo, 48 horas antes do evento.
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Valores para estudantes:
Para aqueles que cursam graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu). É necessária a carteira de estudante no momento da inscrição e no dia do Congresso.
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Crachá e certificado:
Preencha seu cadastro com atenção, pois os dados fornecidos serão usados para emitir crachá e certificado. Erros são de responsabilidade do congressista.
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Tradução consecutiva:
Palestrantes internacionais terão tradução consecutiva, feita nas pausas do orador, sem necessidade de equipamentos.
Tradução consecutiva:
Palestrantes internacionais terão tradução consecutiva, feita nas pausas do orador, sem necessidade de equipamentos.
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Parceria de Hospedagem
Parceria de Hospedagem
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21% de desconto para as reservas feitas diretamente no site do Fiesta Bahia. Exclusivo para os participantes do Congresso.
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Passos para reserva com desconto
Passos para reserva com desconto
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1. Acessar o site do Fiesta Hotel: www.fiestahotel.com.br
2. No canto superior direito, clicar no botão RESERVAR;
3. Preencher a data do evento, desconto estará válido no período de 11/04/2025 a 13/04/2025;
4. Escolher tipo de acomodação e número de pessoas por quarto;
5. Inserir o código promocional CENAT25 no campo CÓDIGO ESPECIAL, no centro superior do site, ao clicar dará a opção TIPO DE CÓDIGO e a opção DESCONTO. Ao aplicar, a diária aparecerá com o desconto;
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4. Escolher tipo de acomodação e número de pessoas por quarto;
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2. No canto superior direito, clicar no botão RESERVAR;
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4. Escolher tipo de acomodação e número de pessoas por quarto;
5. Inserir o código promocional CENAT25 no campo CÓDIGO ESPECIAL, no centro superior do site, ao clicar dará a opção TIPO DE CÓDIGO e a opção DESCONTO. Ao aplicar, a diária aparecerá com o desconto;
Imagens: Acervo do hotel
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Não recebeu o seu e-mail de confirmação da inscrição?
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Caso não tenha recebido o ingresso (ou inscrição) em seu e-mail, você pode acessá-lo a qualquer momento por meio do aplicativo da Doity. Se preferir, você pode entrar em contato com nosso atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
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Posso transferir minha inscrição?
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Trocas de titularidade poderão ser realizadas pelo titular da compra; basta enviar um email para: atendimento@cenatcursos.com.br
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Será emitido algum certificado de conclusão?
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Sim. Ao término do congresso, será disponibilizado um certificado de conclusão on-line. O certificado não terá QR code, mas possuirá o programa do evento, para fins de validação.
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Como acessar o meu certificado?
Como acessar o meu certificado?
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Você poderá efetuar o download do certificado diretamente no site da Doity, porém ele só estará disponível caso o organizador já tenha efetuado a sua liberação. Mais informações.
Você poderá efetuar o download do certificado diretamente no site da Doity, porém ele só estará disponível caso o organizador já tenha efetuado a sua liberação. Mais informações.
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Posso cancelar a minha inscrição?
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Sim! Em caso de arrependimento, o reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação: 1) seja feita no prazo de até 7 (sete) dias a contar da data da compra; 2) e também que seja feita com, no máximo, 48 (quarenta e oito) horas de antecedência do início do evento. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Sim! Em caso de arrependimento, o reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação: 1) seja feita no prazo de até 7 (sete) dias a contar da data da compra; 2) e também que seja feita com, no máximo, 48 (quarenta e oito) horas de antecedência do início do evento. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Sim! Em caso de arrependimento, o reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação: 1) seja feita no prazo de até 7 (sete) dias a contar da data da compra; 2) e também que seja feita com, no máximo, 48 (quarenta e oito) horas de antecedência do início do evento. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais com o selo ISBN.
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais com o selo ISBN.
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais com o selo ISBN.
O congresso será também online?
O congresso será também online?
O congresso será também online?
Não. O congresso será realizado apenas na modalidade presencial. Por conta dos altos custos para transmissão híbrida, a comissão definiu apenas pelo presencial. Bem como, não haverá gravações do mesmo.
Não. O congresso será realizado apenas na modalidade presencial. Por conta dos altos custos para transmissão híbrida, a comissão definiu apenas pelo presencial. Bem como, não haverá gravações do mesmo.
Não. O congresso será realizado apenas na modalidade presencial. Por conta dos altos custos para transmissão híbrida, a comissão definiu apenas pelo presencial. Bem como, não haverá gravações do mesmo.
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
Por que o congresso é um evento Internacional?
Por que o congresso é um evento Internacional?
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
O congresso terá momentos de Coffee Break?
O congresso terá momentos de Coffee Break?
O congresso terá momentos de Coffee Break?
Não. Nesse caso, o evento oferecerá ao público apenas água e café.
Não. Nesse caso, o evento oferecerá ao público apenas água e café.
Não. Nesse caso, o evento oferecerá ao público apenas água e café.
Fale com a nossa Equipe de Atendimento
Fale com a nossa Equipe de Atendimento
Fale com a nossa Equipe de Atendimento
Atendimento por e-mail
Entre em contato com nossa equipe pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Atendimento por e-mail
Entre em contato com nossa equipe pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Atendimento por e-mail
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Atendimento por WhatsApp
Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
Atendimento por WhatsApp
Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
Atendimento por WhatsApp
Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
Curso: Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de Redução de Danos
Curso: Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de Redução de Danos
Curso: Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de Redução de Danos
Online
Online
Online
Objetivo: O curso vai ajudar você a introduzir estratégias como trabalhar com pessoas com comportamentos suicidas.
Este curso ajudará a superar o tabu em torno dos sentimentos suicidas, nos capacitará a falar mais abertamente, nos dará ferramentas concretas para engajar a nós mesmos e aos outros e nos preparar para transformar culturas organizacionais e respostas comunitárias a sentimentos suicidas, especialmente relacionados a ouvir vozes e experiências de psicose.
Ao introduzir uma nova forma de pensar sobre esses processos, o curso também oferece princípios e estratégias para uma atuação diferenciada, com foco em processos dialógicos orientados ao desenvolvimento.
Objetivo: O curso vai ajudar você a introduzir estratégias como trabalhar com pessoas com comportamentos suicidas.
Este curso ajudará a superar o tabu em torno dos sentimentos suicidas, nos capacitará a falar mais abertamente, nos dará ferramentas concretas para engajar a nós mesmos e aos outros e nos preparar para transformar culturas organizacionais e respostas comunitárias a sentimentos suicidas, especialmente relacionados a ouvir vozes e experiências de psicose.
Ao introduzir uma nova forma de pensar sobre esses processos, o curso também oferece princípios e estratégias para uma atuação diferenciada, com foco em processos dialógicos orientados ao desenvolvimento.
Objetivo: O curso vai ajudar você a introduzir estratégias como trabalhar com pessoas com comportamentos suicidas.
Este curso ajudará a superar o tabu em torno dos sentimentos suicidas, nos capacitará a falar mais abertamente, nos dará ferramentas concretas para engajar a nós mesmos e aos outros e nos preparar para transformar culturas organizacionais e respostas comunitárias a sentimentos suicidas, especialmente relacionados a ouvir vozes e experiências de psicose.
Ao introduzir uma nova forma de pensar sobre esses processos, o curso também oferece princípios e estratégias para uma atuação diferenciada, com foco em processos dialógicos orientados ao desenvolvimento.
Certificado de participação de 20 horas de carga horária
Certificado de participação de 20 horas de carga horária
Certificado de participação de 20 horas de carga horária
Docente Responsável:
Prof. Will Hall (EUA)
Docente Responsável:
Prof. Will Hall (EUA)
Docente Responsável:
Prof. Will Hall (EUA)
Conselheiro, escritor e professor. Foi usuário do serviço de saúde mental, líder na abordagem de recovery em saúde mental e organizador dentro do movimento de sobreviventes psiquiátricos nos Estados Unidos. Hall é reconhecido internacionalmente como inovador no tratamento e na resposta social à psicose. Em 2001, ele fundou o Freedom Center e de 2004 a 2009 foi co-coordenador do The Icarus Project. Atualmente Will é pesquisador na Universidade de Maastricht na Holanda.
Conselheiro, escritor e professor. Foi usuário do serviço de saúde mental, líder na abordagem de recovery em saúde mental e organizador dentro do movimento de sobreviventes psiquiátricos nos Estados Unidos. Hall é reconhecido internacionalmente como inovador no tratamento e na resposta social à psicose. Em 2001, ele fundou o Freedom Center e de 2004 a 2009 foi co-coordenador do The Icarus Project. Atualmente Will é pesquisador na Universidade de Maastricht na Holanda.
Conselheiro, escritor e professor. Foi usuário do serviço de saúde mental, líder na abordagem de recovery em saúde mental e organizador dentro do movimento de sobreviventes psiquiátricos nos Estados Unidos. Hall é reconhecido internacionalmente como inovador no tratamento e na resposta social à psicose. Em 2001, ele fundou o Freedom Center e de 2004 a 2009 foi co-coordenador do The Icarus Project. Atualmente Will é pesquisador na Universidade de Maastricht na Holanda.