Faltam
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para o início do congresso
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O VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas – Curitiba/PR convida para um encontro presencial de diálogo e construção coletiva sobre os desafios da saúde mental a partir dos Direitos Humanos.
Em um cenário de desigualdades e exclusões, discutir vulnerabilidade é reconhecer barreiras reais ao acesso à saúde, educação, trabalho e participação social. Mais do que uma condição individual, trata-se de um fenômeno social que exige práticas de cuidado éticas, contextualizadas e comprometidas com a dignidade e a vida em liberdade.
O Congresso reúne profissionais, estudantes, pesquisadores, usuários e familiares para compartilhar experiências e fortalecer práticas em saúde mental alinhadas aos Direitos Humanos. Realizado presencialmente em Curitiba/PR, o evento potencializa encontros, trocas e conexões.
A idealização desse Congresso advém de articulações entre CENAT (Centro Educacional de Novas Abordagens Terapêuticas) com profissionais, UFPR (Universidade Federal do Paraná), estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação, assistência social, setor judiciário, organizações sociais, IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), Intervoice e experts por experiências/vivências e familiares.
O VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas – Curitiba/PR convida para um encontro presencial de diálogo e construção coletiva sobre os desafios da saúde mental a partir dos Direitos Humanos.
Em um cenário de desigualdades e exclusões, discutir vulnerabilidade é reconhecer barreiras reais ao acesso à saúde, educação, trabalho e participação social. Mais do que uma condição individual, trata-se de um fenômeno social que exige práticas de cuidado éticas, contextualizadas e comprometidas com a dignidade e a vida em liberdade.
O Congresso reúne profissionais, estudantes, pesquisadores, usuários e familiares para compartilhar experiências e fortalecer práticas em saúde mental alinhadas aos Direitos Humanos. Realizado presencialmente em Curitiba/PR, o evento potencializa encontros, trocas e conexões.
A idealização desse Congresso advém de articulações entre CENAT (Centro Educacional de Novas Abordagens Terapêuticas) com profissionais, UFPR (Universidade Federal do Paraná), estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação, assistência social, setor judiciário, organizações sociais, IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), Intervoice e experts por experiências/vivências e familiares.
O VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas – Curitiba/PR convida para um encontro presencial de diálogo e construção coletiva sobre os desafios da saúde mental a partir dos Direitos Humanos.
Em um cenário de desigualdades e exclusões, discutir vulnerabilidade é reconhecer barreiras reais ao acesso à saúde, educação, trabalho e participação social. Mais do que uma condição individual, trata-se de um fenômeno social que exige práticas de cuidado éticas, contextualizadas e comprometidas com a dignidade e a vida em liberdade.
O Congresso reúne profissionais, estudantes, pesquisadores, usuários e familiares para compartilhar experiências e fortalecer práticas em saúde mental alinhadas aos Direitos Humanos. Realizado presencialmente em Curitiba/PR, o evento potencializa encontros, trocas e conexões.
A idealização desse Congresso advém de articulações entre CENAT (Centro Educacional de Novas Abordagens Terapêuticas) com profissionais, UFPR (Universidade Federal do Paraná), estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação, assistência social, setor judiciário, organizações sociais, IMHCN (International Mental Health Collaboration Network), Intervoice e experts por experiências/vivências e familiares.
27, 28 e 29 de Agosto de 2026
27, 28 e 29 de Agosto de 2026
27, 28 e 29 de Agosto de 2026
08h00 às 19h30
08h00 às 19h30
08h00 às 19h30
Teatro da Reitoria - UFPR
Endereço: Rua. XV de Novembro, 1299 - Centro Curitiba/ PR, 80060-000
Teatro da Reitoria - UFPR
Endereço: Rua. XV de Novembro, 1299 - Centro Curitiba/ PR, 80060-000
Teatro da Reitoria - UFPR
Endereço: Rua. XV de Novembro, 1299 - Centro Curitiba/ PR, 80060-000
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27 de Agosto de 2026
27 de Agosto de 2026
27 de Agosto de 2026
08h00 - 08h20
08h00 - 08h20
08h00 - 08h20
Credenciamento
Credenciamento
Credenciamento
08h20 - 08h40
08h20 - 08h40
08h20 - 08h40
Início do Congresso
Início do Congresso
Início do Congresso
Cerimônia de Boas Vindas
Cerimônia de Boas Vindas
Cerimônia de Boas Vindas
08h40 - 10h00
08h40 - 10h00
08h40 - 10h00
Palestra: Direitos humanos, diversidades e vulnerabilização: Conceitos e interfaces com a saúde mental
Palestra: Direitos humanos, diversidades e vulnerabilização: Conceitos e interfaces com a saúde mental
Palestra: Direitos humanos, diversidades e vulnerabilização: Conceitos e interfaces com a saúde mental
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
10h10 - 11h20
10h10 - 11h20
10h10 - 11h20
Mesa-redonda: Estratégias de cuidados na rede de atenção psicossocial (RAPS), direitos humanos e sociedade civil: O Projeto Terapêutico Singular como cuidado
Mesa-redonda: Estratégias de cuidados na rede de atenção psicossocial (RAPS), direitos humanos e sociedade civil: O Projeto Terapêutico Singular como cuidado
Mesa-redonda: Estratégias de cuidados na rede de atenção psicossocial (RAPS), direitos humanos e sociedade civil: O Projeto Terapêutico Singular como cuidado
Palestrantes: Deivisson Vianna (UFPR) e Sabrina Stefanello (UFPR)
Palestrantes: Deivisson Vianna (UFPR) e Sabrina Stefanello (UFPR)
Palestrantes: Deivisson Vianna (UFPR) e Sabrina Stefanello (UFPR)
11h30 - 12h40
11h30 - 12h40
11h30 - 12h40
Palestra: PNH, direitos humanos e movimentos sociais: Uma questão de ética
Palestra: PNH, direitos humanos e movimentos sociais: Uma questão de ética
Palestra: PNH, direitos humanos e movimentos sociais: Uma questão de ética
Palestrante: Rafaella Pinheiro - Brasília
Palestrante: Rafaella Pinheiro - Brasília
Palestrante: Rafaella Pinheiro - Brasília
12h40 - 14h00
12h40 - 14h00
12h40 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
14h00 - 15h20
14h00 - 15h20
14h00 - 15h20
Palestra: Diagnóstico psiquiátrico e medicalização na infância: O que são e por que isso importa?
Palestra: Diagnóstico psiquiátrico e medicalização na infância: O que são e por que isso importa?
Palestra: Diagnóstico psiquiátrico e medicalização na infância: O que são e por que isso importa?
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
15h30 - 16h50
15h30 - 16h50
15h30 - 16h50
Palestra: Os impactos na saúde mental das crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual
Palestra: Os impactos na saúde mental das crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual
Palestra: Os impactos na saúde mental das crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
17h00 - 18h20
17h00 - 18h20
17h00 - 18h20
Palestra: Sofrimento feminino: Vazio existencial e dinâmicas de autocobrança nas mulheres
Palestra: Sofrimento feminino: Vazio existencial e dinâmicas de autocobrança nas mulheres
Palestra: Sofrimento feminino: Vazio existencial e dinâmicas de autocobrança nas mulheres
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
18h30 - 19h30
18h30 - 19h30
18h30 - 19h30
Palestra: Saúde mental e o cuidado permanente da população em situação de rua: Redução de danos e consultório na rua
Palestra: Saúde mental e o cuidado permanente da população em situação de rua: Redução de danos e consultório na rua
Palestra: Saúde mental e o cuidado permanente da população em situação de rua: Redução de danos e consultório na rua
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
28 de Agosto de 2026
28 de Agosto de 2026
28 de Agosto de 2026
08h30 - 09h40
08h30 - 09h40
08h30 - 09h40
Palestra: Precisamos conversar sobre saúde mental e pessoas com deficiências
Palestra: Precisamos conversar sobre saúde mental e pessoas com deficiências
Palestra: Precisamos conversar sobre saúde mental e pessoas com deficiências
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
09h50 - 11h00
09h50 - 11h00
09h50 - 11h00
Palestra: O cuidado da saúde mental da população LGBTQIA+ e as práticas de cuidado transdisciplinar
Palestra: O cuidado da saúde mental da população LGBTQIA+ e as práticas de cuidado transdisciplinar
Palestra: O cuidado da saúde mental da população LGBTQIA+ e as práticas de cuidado transdisciplinar
Palestrante: Helena Cortes
Palestrante: Helena Cortes
Palestrante: Helena Cortes
11h20 - 12h30
11h20 - 12h30
11h20 - 12h30
Palestra: O protagonismo do usuário em saúde mental
Palestra: O protagonismo do usuário em saúde mental
Palestra: O protagonismo do usuário em saúde mental
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
12h30 - 14h00
12h30 - 14h00
12h30 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
14h00 - 15h10
14h00 - 15h10
14h00 - 15h10
Palestra: Aspectos jurídicos: Sofrimento psíquico, conflitos com a lei e isolamento social
Palestra: Aspectos jurídicos: Sofrimento psíquico, conflitos com a lei e isolamento social
Palestra: Aspectos jurídicos: Sofrimento psíquico, conflitos com a lei e isolamento social
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
15h20 - 16h30
15h20 - 16h30
15h20 - 16h30
Palestra: Saúde mental e relações raciais: Construindo saberes antirracistas na saúde mental
Palestra: Saúde mental e relações raciais: Construindo saberes antirracistas na saúde mental
Palestra: Saúde mental e relações raciais: Construindo saberes antirracistas na saúde mental
Palestrante:
Palestrante:
Palestrante:
16h40 - 17h50
16h40 - 17h50
16h40 - 17h50
Palestra: Precisamos discutir os dados sociodemográficos: Suicídio e populações vulnerabilizadas
Palestra: Precisamos discutir os dados sociodemográficos: Suicídio e populações vulnerabilizadas
Palestra: Precisamos discutir os dados sociodemográficos: Suicídio e populações vulnerabilizadas
Palestrante: Marcelo Kimati Dias (UFPR)
Palestrante: Marcelo Kimati Dias (UFPR)
Palestrante: Marcelo Kimati Dias (UFPR)
18h00 - 19h10
18h00 - 19h10
18h00 - 19h10
Palestra: A experiência de ouvir vozes e as possibilidades de cuidado
Palestra: A experiência de ouvir vozes e as possibilidades de cuidado
Palestra: A experiência de ouvir vozes e as possibilidades de cuidado
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
Palestrante: Paul Baker (Inglaterra)
29 de Agosto de 2026
29 de Agosto de 2026
29 de Agosto de 2026
09h00 - 12h00
09h00 - 12h00
09h00 - 12h00
Oficinas:
Oficinas:
Oficinas:
1. Discussões éticas e atualizações sobre a atuação clínica com diversidade de gênero e sexualidades
2. Saúde mental das pessoas em situação de desastre natural
3. Relação com a família e saúde mental
4. Saúde mental Infantojuvenil
5. Estratégia de cuidado da saúde mental das mulheres
6. Redução de danos no uso de álcool e outras drogas
7. Como podemos trabalhar o protagonismo do usuário em saúde mental
8. Hospitais de custódia e RAPS: Desafios, limites e possibilidades do cuidado em liberdade
9. Estratégia de cuidado ideação suicida nas populações vulneráveis
10. Estratégia antirracista no cuidado em saúde mental nos ciclos de vida da população negra
11. Atenção psicossocial aos povos indígenas: tecendo redes para o cuidado ampliado
*As oficinas possuem vagas limitadas, sendo obrigatório selecionar a desejada no ato da inscrição do Congresso. Caso as vagas sejam encerradas, não serão reabertas posteriormente, sendo necessário escolher outra oficina.
1. Discussões éticas e atualizações sobre a atuação clínica com diversidade de gênero e sexualidades
2. Saúde mental das pessoas em situação de desastre natural
3. Relação com a família e saúde mental
4. Saúde mental Infantojuvenil
5. Estratégia de cuidado da saúde mental das mulheres
6. Redução de danos no uso de álcool e outras drogas
7. Como podemos trabalhar o protagonismo do usuário em saúde mental
8. Hospitais de custódia e RAPS: Desafios, limites e possibilidades do cuidado em liberdade
9. Estratégia de cuidado ideação suicida nas populações vulneráveis
10. Estratégia antirracista no cuidado em saúde mental nos ciclos de vida da população negra
11. Atenção psicossocial aos povos indígenas: tecendo redes para o cuidado ampliado
*As oficinas possuem vagas limitadas, sendo obrigatório selecionar a desejada no ato da inscrição do Congresso. Caso as vagas sejam encerradas, não serão reabertas posteriormente, sendo necessário escolher outra oficina.
1. Discussões éticas e atualizações sobre a atuação clínica com diversidade de gênero e sexualidades
2. Saúde mental das pessoas em situação de desastre natural
3. Relação com a família e saúde mental
4. Saúde mental Infantojuvenil
5. Estratégia de cuidado da saúde mental das mulheres
6. Redução de danos no uso de álcool e outras drogas
7. Como podemos trabalhar o protagonismo do usuário em saúde mental
8. Hospitais de custódia e RAPS: Desafios, limites e possibilidades do cuidado em liberdade
9. Estratégia de cuidado ideação suicida nas populações vulneráveis
10. Estratégia antirracista no cuidado em saúde mental nos ciclos de vida da população negra
11. Atenção psicossocial aos povos indígenas: tecendo redes para o cuidado ampliado
*As oficinas possuem vagas limitadas, sendo obrigatório selecionar a desejada no ato da inscrição do Congresso. Caso as vagas sejam encerradas, não serão reabertas posteriormente, sendo necessário escolher outra oficina.
12h00 - 14h00
12h00 - 14h00
12h00 - 14h00
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
Intervalo para Almoço
14h00 - 17h00
14h00 - 17h00
14h00 - 17h00
Apresentações de trabalhos científicos (Rodas de conversa)
Apresentações de trabalhos científicos (Rodas de conversa)
Apresentações de trabalhos científicos (Rodas de conversa)
Durante o congresso teremos Feira de Livros e Feira de Economia Solidária
Durante o congresso teremos Feira de Livros e Feira de Economia Solidária
Durante o congresso teremos Feira de Livros e Feira de Economia Solidária
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
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Paul Baker (Inglaterra)
Paul Baker (Inglaterra)
Paul Baker (Inglaterra)
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
Formado em Sociologia e Serviço Social na Universidade de Manchester e pós graduação em Saúde Mental. Secretário na International Mental Health Collaborating Network (IMHCN), coordenador de mídias sociais da Intervoice e um dos fundadores da Intervoice no Reino Unido. Desenvolveu projetos na área da saúde mental em Trieste (Itália), Servia, Croácia, Inglaterra e País de Gales. Realizou workshops em mais 15 países. Paul publicou o livro "The Voice Inside" (A Voz Interior). Escreveu capítulos e artigos sobre: recovery house, pessoas que ouvem vozes e a patologização da vida na infância.
Deivisson Vianna (UFPR)
Deivisson Vianna (UFPR)
Deivisson Vianna (UFPR)
Médico, Psiquiatra, Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com período sandwich na Université de Montréal (UnM). Pai do Gael. Atualmente é docente adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pró-Reitor da Rede Nacional PROFSAUDE de mestrados profissionais em saúde da família, Conselheiro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva e pesquisador permanente dos programas de pós-graduação em Saúde Coletiva e Saúde da Família da UFPR. Trabalhou na supervisão e gestão em diversos equipamentos de saúde de Campinas-SP (2005 a 2013), onde foi Coordenador Municipal de Saúde Mental (2009-2011). Também, coordenou a municipalização e reestruturação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Curitiba-PR (2014-2017). Tem experiência nas áreas de Saúde Mental na Atenção Primária, Reabilitação psicossocial para populações vulnerabilizadas e Gestão em Saúde, com mais de 60 artigos e capítulos de livro publicados com estas temáticas.
Médico, Psiquiatra, Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com período sandwich na Université de Montréal (UnM). Pai do Gael. Atualmente é docente adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pró-Reitor da Rede Nacional PROFSAUDE de mestrados profissionais em saúde da família, Conselheiro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva e pesquisador permanente dos programas de pós-graduação em Saúde Coletiva e Saúde da Família da UFPR. Trabalhou na supervisão e gestão em diversos equipamentos de saúde de Campinas-SP (2005 a 2013), onde foi Coordenador Municipal de Saúde Mental (2009-2011). Também, coordenou a municipalização e reestruturação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Curitiba-PR (2014-2017). Tem experiência nas áreas de Saúde Mental na Atenção Primária, Reabilitação psicossocial para populações vulnerabilizadas e Gestão em Saúde, com mais de 60 artigos e capítulos de livro publicados com estas temáticas.
Médico, Psiquiatra, Mestre e Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com período sandwich na Université de Montréal (UnM). Pai do Gael. Atualmente é docente adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pró-Reitor da Rede Nacional PROFSAUDE de mestrados profissionais em saúde da família, Conselheiro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva e pesquisador permanente dos programas de pós-graduação em Saúde Coletiva e Saúde da Família da UFPR. Trabalhou na supervisão e gestão em diversos equipamentos de saúde de Campinas-SP (2005 a 2013), onde foi Coordenador Municipal de Saúde Mental (2009-2011). Também, coordenou a municipalização e reestruturação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Curitiba-PR (2014-2017). Tem experiência nas áreas de Saúde Mental na Atenção Primária, Reabilitação psicossocial para populações vulnerabilizadas e Gestão em Saúde, com mais de 60 artigos e capítulos de livro publicados com estas temáticas.
Sabrina Stefanello (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Médica Psiquiatra, Mestre e Doutora em Ciências Médicas pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Pós-doutorado em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP e Pós-doutorado no Departamento de Artes e Ciências Sociais da Universidade de Montreal (Quebéc-Canadá). Tem experiência em pesquisa na interface saúde mental e saúde coletiva, em prevenção do suicídio, atenção básica em saúde e ensino. Atua como professora da Universidade Federal do Paraná, membro do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESC), Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde fa Família da UFPR (mestrado em rede da Fiocruz e ABRASCO), professora permanente do Mestrado em Saúde Coletiva (UFPR). Mãe do Gael em 2015.
Médica Psiquiatra, Mestre e Doutora em Ciências Médicas pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Pós-doutorado em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP e Pós-doutorado no Departamento de Artes e Ciências Sociais da Universidade de Montreal (Quebéc-Canadá). Tem experiência em pesquisa na interface saúde mental e saúde coletiva, em prevenção do suicídio, atenção básica em saúde e ensino. Atua como professora da Universidade Federal do Paraná, membro do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESC), Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde fa Família da UFPR (mestrado em rede da Fiocruz e ABRASCO), professora permanente do Mestrado em Saúde Coletiva (UFPR). Mãe do Gael em 2015.
Médica Psiquiatra, Mestre e Doutora em Ciências Médicas pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Pós-doutorado em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP e Pós-doutorado no Departamento de Artes e Ciências Sociais da Universidade de Montreal (Quebéc-Canadá). Tem experiência em pesquisa na interface saúde mental e saúde coletiva, em prevenção do suicídio, atenção básica em saúde e ensino. Atua como professora da Universidade Federal do Paraná, membro do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESC), Coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde fa Família da UFPR (mestrado em rede da Fiocruz e ABRASCO), professora permanente do Mestrado em Saúde Coletiva (UFPR). Mãe do Gael em 2015.
Marcelo Kimati Dias (UFPR)
Marcelo Kimati Dias (UFPR)
Marcelo Kimati Dias (UFPR)
Possui graduação em medicina pela Universidade Estadual de Campinas (1996), mestrado em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Possui experiência em antropologia, saúde mental, saúde coletiva, gestão em saúde pública e política de álcool e drogas. Atuou como assessor na Coordenação de Saúde Mental (Ministério da Saúde), Diretor de Saúde Mental e Política de Drogas em Curitiba. Professor Adjunto de Saúde Coletiva UFPR, coordenou o Núcleo Interdisciplinar de Estudos Sobre Drogas (NIED) da UFPR. Atualmente assessor presidência da FUNDACENTRO (MTE) atuando nos campos de saúde mental e trabalho, economia solidária e organização de sistemas de saúde pública.
Possui graduação em medicina pela Universidade Estadual de Campinas (1996), mestrado em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Possui experiência em antropologia, saúde mental, saúde coletiva, gestão em saúde pública e política de álcool e drogas. Atuou como assessor na Coordenação de Saúde Mental (Ministério da Saúde), Diretor de Saúde Mental e Política de Drogas em Curitiba. Professor Adjunto de Saúde Coletiva UFPR, coordenou o Núcleo Interdisciplinar de Estudos Sobre Drogas (NIED) da UFPR. Atualmente assessor presidência da FUNDACENTRO (MTE) atuando nos campos de saúde mental e trabalho, economia solidária e organização de sistemas de saúde pública.
Possui graduação em medicina pela Universidade Estadual de Campinas (1996), mestrado em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Possui experiência em antropologia, saúde mental, saúde coletiva, gestão em saúde pública e política de álcool e drogas. Atuou como assessor na Coordenação de Saúde Mental (Ministério da Saúde), Diretor de Saúde Mental e Política de Drogas em Curitiba. Professor Adjunto de Saúde Coletiva UFPR, coordenou o Núcleo Interdisciplinar de Estudos Sobre Drogas (NIED) da UFPR. Atualmente assessor presidência da FUNDACENTRO (MTE) atuando nos campos de saúde mental e trabalho, economia solidária e organização de sistemas de saúde pública.
Helena Cortes
Helena Cortes
Helena Cortes
Enfermeira pela Universidade Federal de Pelotas (2009), aperfeiçoamento em Formação de pessoal em Reabilitação Psicossocial pela Università degli Studi di Torino - Itália (2010), mestrado em Ciências pela Universidade Federal de Pelotas (2011) e doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo (2016). Abrasquiana - GT Saúde mental - ABRASCO.
Enfermeira pela Universidade Federal de Pelotas (2009), aperfeiçoamento em Formação de pessoal em Reabilitação Psicossocial pela Università degli Studi di Torino - Itália (2010), mestrado em Ciências pela Universidade Federal de Pelotas (2011) e doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo (2016). Abrasquiana - GT Saúde mental - ABRASCO.
Enfermeira pela Universidade Federal de Pelotas (2009), aperfeiçoamento em Formação de pessoal em Reabilitação Psicossocial pela Università degli Studi di Torino - Itália (2010), mestrado em Ciências pela Universidade Federal de Pelotas (2011) e doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo (2016). Abrasquiana - GT Saúde mental - ABRASCO.
Rafaella Pinheiro - Brasília
Rafaella Pinheiro - Brasília
Rafaella Pinheiro - Brasília
Psicóloga e Mestre em Direitos Humanos e Cidadania pela Universidade de Brasília (UnB), bolsista CAPES. Experiência em docência nas áreas de Psicologia, Ética, Direitos Humanos e Cidadania. Atuação e extensão em saúde mental no âmbito antimanicomial e de desinstitucionalização, incluindo projetos como PRISME, ProVid e Consultório na Rua, com foco em inclusão social, articulação de redes e promoção de cidadania. Pesquisadora em políticas públicas e práticas profissionais, abordando temas como biopolítica e promoção de autonomia para populações marginalizadas. Autora do livro "Inédito-Viável no Consultório na Rua: a (com)vivência como práxis em e para direitos humanos". Participação em pesquisas sobre subjetividade e saúde, com foco em direitos humanos, saúde pública e educação. Psicóloga clínica, docente e tradutora no CENAT.
Psicóloga e Mestre em Direitos Humanos e Cidadania pela Universidade de Brasília (UnB), bolsista CAPES. Experiência em docência nas áreas de Psicologia, Ética, Direitos Humanos e Cidadania. Atuação e extensão em saúde mental no âmbito antimanicomial e de desinstitucionalização, incluindo projetos como PRISME, ProVid e Consultório na Rua, com foco em inclusão social, articulação de redes e promoção de cidadania. Pesquisadora em políticas públicas e práticas profissionais, abordando temas como biopolítica e promoção de autonomia para populações marginalizadas. Autora do livro "Inédito-Viável no Consultório na Rua: a (com)vivência como práxis em e para direitos humanos". Participação em pesquisas sobre subjetividade e saúde, com foco em direitos humanos, saúde pública e educação. Psicóloga clínica, docente e tradutora no CENAT.
Psicóloga e Mestre em Direitos Humanos e Cidadania pela Universidade de Brasília (UnB), bolsista CAPES. Experiência em docência nas áreas de Psicologia, Ética, Direitos Humanos e Cidadania. Atuação e extensão em saúde mental no âmbito antimanicomial e de desinstitucionalização, incluindo projetos como PRISME, ProVid e Consultório na Rua, com foco em inclusão social, articulação de redes e promoção de cidadania. Pesquisadora em políticas públicas e práticas profissionais, abordando temas como biopolítica e promoção de autonomia para populações marginalizadas. Autora do livro "Inédito-Viável no Consultório na Rua: a (com)vivência como práxis em e para direitos humanos". Participação em pesquisas sobre subjetividade e saúde, com foco em direitos humanos, saúde pública e educação. Psicóloga clínica, docente e tradutora no CENAT.
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Tópicos a serem discutidos
Tópicos a serem discutidos
Tópicos a serem discutidos
Direitos humanos, diversidades e vulnerabilização: conceitos e interfaces com a saúde mental
Direitos humanos, diversidades e vulnerabilização: conceitos e interfaces com a saúde mental
Direitos humanos, diversidades e vulnerabilização: conceitos e interfaces com a saúde mental
A palestra propõe uma reflexão sobre os conceitos de vulnerabilização a partir das interseccionalidades de gênero, raça, classe e território, articulando-os com o campo da saúde mental. O debate busca compreender como desigualdades estruturais impactam o cuidado e a produção de sofrimento psíquico.
A palestra propõe uma reflexão sobre os conceitos de vulnerabilização a partir das interseccionalidades de gênero, raça, classe e território, articulando-os com o campo da saúde mental. O debate busca compreender como desigualdades estruturais impactam o cuidado e a produção de sofrimento psíquico.
A palestra propõe uma reflexão sobre os conceitos de vulnerabilização a partir das interseccionalidades de gênero, raça, classe e território, articulando-os com o campo da saúde mental. O debate busca compreender como desigualdades estruturais impactam o cuidado e a produção de sofrimento psíquico.
Estratégias de cuidado na RAPS, direitos humanos e sociedade civil: o Projeto Terapêutico Singular como cuidado
Estratégias de cuidado na RAPS, direitos humanos e sociedade civil: o Projeto Terapêutico Singular como cuidado
Estratégias de cuidado na RAPS, direitos humanos e sociedade civil: o Projeto Terapêutico Singular como cuidado
A mesa-redonda discute práticas de cuidado na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com foco no Projeto Terapêutico Singular como ferramenta ética e centrada no sujeito. Serão abordadas experiências que articulam serviços, território e participação social.
A mesa-redonda discute práticas de cuidado na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com foco no Projeto Terapêutico Singular como ferramenta ética e centrada no sujeito. Serão abordadas experiências que articulam serviços, território e participação social.
A mesa-redonda discute práticas de cuidado na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com foco no Projeto Terapêutico Singular como ferramenta ética e centrada no sujeito. Serão abordadas experiências que articulam serviços, território e participação social.
PNH, direitos humanos e movimentos sociais: uma questão de ética
PNH, direitos humanos e movimentos sociais: uma questão de ética
PNH, direitos humanos e movimentos sociais: uma questão de ética
A palestra aborda a Política Nacional de Humanização (PNH) em diálogo com os Direitos Humanos e os movimentos sociais, destacando o cuidado como prática ética, política e coletiva no campo da saúde.
A palestra aborda a Política Nacional de Humanização (PNH) em diálogo com os Direitos Humanos e os movimentos sociais, destacando o cuidado como prática ética, política e coletiva no campo da saúde.
A palestra aborda a Política Nacional de Humanização (PNH) em diálogo com os Direitos Humanos e os movimentos sociais, destacando o cuidado como prática ética, política e coletiva no campo da saúde.
Diagnóstico psiquiátrico e medicalização na infância: o que são e por que isso importa?
Diagnóstico psiquiátrico e medicalização na infância: o que são e por que isso importa?
Diagnóstico psiquiátrico e medicalização na infância: o que são e por que isso importa?
Serão discutidos os processos de diagnóstico e medicalização na infância, problematizando seus impactos no desenvolvimento e na construção subjetiva das crianças, além de refletir sobre práticas alternativas de cuidado.
Serão discutidos os processos de diagnóstico e medicalização na infância, problematizando seus impactos no desenvolvimento e na construção subjetiva das crianças, além de refletir sobre práticas alternativas de cuidado.
Serão discutidos os processos de diagnóstico e medicalização na infância, problematizando seus impactos no desenvolvimento e na construção subjetiva das crianças, além de refletir sobre práticas alternativas de cuidado.
Os impactos na saúde mental de crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual
Os impactos na saúde mental de crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual
Os impactos na saúde mental de crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual
A palestra aborda as consequências do abuso sexual na saúde mental de crianças e adolescentes, discutindo estratégias de acolhimento, escuta qualificada e atuação em rede para proteção e cuidado integral.
A palestra aborda as consequências do abuso sexual na saúde mental de crianças e adolescentes, discutindo estratégias de acolhimento, escuta qualificada e atuação em rede para proteção e cuidado integral.
A palestra aborda as consequências do abuso sexual na saúde mental de crianças e adolescentes, discutindo estratégias de acolhimento, escuta qualificada e atuação em rede para proteção e cuidado integral.
Sofrimento feminino: vazio existencial e dinâmicas de autocobrança nas mulheres
Sofrimento feminino: vazio existencial e dinâmicas de autocobrança nas mulheres
Sofrimento feminino: vazio existencial e dinâmicas de autocobrança nas mulheres
O debate propõe compreender o sofrimento psíquico feminino a partir de pressões sociais, culturais e subjetivas, refletindo sobre autocobrança, esgotamento e construção de sentido na vida contemporânea.
O debate propõe compreender o sofrimento psíquico feminino a partir de pressões sociais, culturais e subjetivas, refletindo sobre autocobrança, esgotamento e construção de sentido na vida contemporânea.
O debate propõe compreender o sofrimento psíquico feminino a partir de pressões sociais, culturais e subjetivas, refletindo sobre autocobrança, esgotamento e construção de sentido na vida contemporânea.
Saúde mental e o cuidado permanente da população em situação de rua: redução de danos e consultório na rua
Saúde mental e o cuidado permanente da população em situação de rua: redução de danos e consultório na rua
Saúde mental e o cuidado permanente da população em situação de rua: redução de danos e consultório na rua
Serão discutidas práticas de cuidado voltadas à população em situação de rua, com ênfase na redução de danos, no cuidado territorial e nas estratégias do consultório na rua como dispositivos de inclusão e acesso.
Serão discutidas práticas de cuidado voltadas à população em situação de rua, com ênfase na redução de danos, no cuidado territorial e nas estratégias do consultório na rua como dispositivos de inclusão e acesso.
Serão discutidas práticas de cuidado voltadas à população em situação de rua, com ênfase na redução de danos, no cuidado territorial e nas estratégias do consultório na rua como dispositivos de inclusão e acesso.
Precisamos conversar sobre saúde mental e pessoas com deficiência
Precisamos conversar sobre saúde mental e pessoas com deficiência
Precisamos conversar sobre saúde mental e pessoas com deficiência
A palestra propõe ampliar o debate sobre saúde mental e deficiência, refletindo sobre barreiras estruturais, capacitismo e a necessidade de práticas inclusivas e acessíveis no cuidado.
A palestra propõe ampliar o debate sobre saúde mental e deficiência, refletindo sobre barreiras estruturais, capacitismo e a necessidade de práticas inclusivas e acessíveis no cuidado.
A palestra propõe ampliar o debate sobre saúde mental e deficiência, refletindo sobre barreiras estruturais, capacitismo e a necessidade de práticas inclusivas e acessíveis no cuidado.
O cuidado da saúde mental da população LGBTQIA+ e as práticas de cuidado transdisciplinar
O cuidado da saúde mental da população LGBTQIA+ e as práticas de cuidado transdisciplinar
O cuidado da saúde mental da população LGBTQIA+ e as práticas de cuidado transdisciplinar
Serão abordadas as especificidades do cuidado em saúde mental da população LGBTQIA+, considerando os impactos da discriminação e da violência, e destacando práticas afirmativas e transdisciplinares.
Serão abordadas as especificidades do cuidado em saúde mental da população LGBTQIA+, considerando os impactos da discriminação e da violência, e destacando práticas afirmativas e transdisciplinares.
Serão abordadas as especificidades do cuidado em saúde mental da população LGBTQIA+, considerando os impactos da discriminação e da violência, e destacando práticas afirmativas e transdisciplinares.
O protagonismo do usuário em saúde mental
O protagonismo do usuário em saúde mental
O protagonismo do usuário em saúde mental
A discussão enfatiza a importância da participação ativa dos usuários nos processos de cuidado, reconhecendo sua autonomia, saberes e experiências como centrais na construção de práticas em saúde mental.
A discussão enfatiza a importância da participação ativa dos usuários nos processos de cuidado, reconhecendo sua autonomia, saberes e experiências como centrais na construção de práticas em saúde mental.
A discussão enfatiza a importância da participação ativa dos usuários nos processos de cuidado, reconhecendo sua autonomia, saberes e experiências como centrais na construção de práticas em saúde mental.
Aspectos jurídicos: sofrimento psíquico, conflitos com a lei e isolamento social
Aspectos jurídicos: sofrimento psíquico, conflitos com a lei e isolamento social
Aspectos jurídicos: sofrimento psíquico, conflitos com a lei e isolamento social
A palestra discute as interfaces entre saúde mental e sistema de justiça, abordando situações de conflito com a lei, isolamento social e os desafios éticos e legais no cuidado dessas populações.
A palestra discute as interfaces entre saúde mental e sistema de justiça, abordando situações de conflito com a lei, isolamento social e os desafios éticos e legais no cuidado dessas populações.
A palestra discute as interfaces entre saúde mental e sistema de justiça, abordando situações de conflito com a lei, isolamento social e os desafios éticos e legais no cuidado dessas populações.
Saúde mental e relações raciais: construindo saberes antirracistas na saúde mental
Saúde mental e relações raciais: construindo saberes antirracistas na saúde mental
Saúde mental e relações raciais: construindo saberes antirracistas na saúde mental
O debate aborda o racismo como determinante social da saúde mental, propondo práticas antirracistas e a construção de saberes comprometidos com equidade e justiça social.
O debate aborda o racismo como determinante social da saúde mental, propondo práticas antirracistas e a construção de saberes comprometidos com equidade e justiça social.
O debate aborda o racismo como determinante social da saúde mental, propondo práticas antirracistas e a construção de saberes comprometidos com equidade e justiça social.
Precisamos discutir os dados sociodemográficos: suicídio e populações vulnerabilizadas
Precisamos discutir os dados sociodemográficos: suicídio e populações vulnerabilizadas
Precisamos discutir os dados sociodemográficos: suicídio e populações vulnerabilizadas
A palestra analisa dados sociodemográficos relacionados ao suicídio, evidenciando desigualdades e vulnerabilidades específicas, e contribuindo para estratégias de prevenção mais contextualizadas.
A palestra analisa dados sociodemográficos relacionados ao suicídio, evidenciando desigualdades e vulnerabilidades específicas, e contribuindo para estratégias de prevenção mais contextualizadas.
A palestra analisa dados sociodemográficos relacionados ao suicídio, evidenciando desigualdades e vulnerabilidades específicas, e contribuindo para estratégias de prevenção mais contextualizadas.
A experiência de ouvir vozes e as possibilidades de cuidado
A experiência de ouvir vozes e as possibilidades de cuidado
A experiência de ouvir vozes e as possibilidades de cuidado
A discussão propõe compreender a experiência de ouvir vozes para além da patologização, explorando abordagens que valorizam o sentido subjetivo dessa vivência e ampliam as possibilidades de cuidado.
A discussão propõe compreender a experiência de ouvir vozes para além da patologização, explorando abordagens que valorizam o sentido subjetivo dessa vivência e ampliam as possibilidades de cuidado.
A discussão propõe compreender a experiência de ouvir vozes para além da patologização, explorando abordagens que valorizam o sentido subjetivo dessa vivência e ampliam as possibilidades de cuidado.
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Perfil do Público alvo
Perfil do Público alvo
Perfil do Público alvo
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação,
assistência social e setor judiciário.
Experts por experiências/vivências e seus familiares.
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação,
assistência social e setor judiciário.
Experts por experiências/vivências e seus familiares.
Gestores, Coordenadores, Profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde mental, saúde, educação,
assistência social e setor judiciário.
Experts por experiências/vivências e seus familiares.
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As Comissões de Trabalho
As Comissões de Trabalho
As Comissões de Trabalho
Internacionais
Olga Runciman (Dinamarca)
Omar Bravo (Colômbia)
Paul Baker (Inglaterra)
Dainius Pūras (Lituânia)
Serena Goljevscek (Itália)
Internacionais
Olga Runciman (Dinamarca)
Omar Bravo (Colômbia)
Paul Baker (Inglaterra)
Dainius Pūras (Lituânia)
Serena Goljevscek (Itália)
Internacionais
Olga Runciman (Dinamarca)
Omar Bravo (Colômbia)
Paul Baker (Inglaterra)
Dainius Pūras (Lituânia)
Serena Goljevscek (Itália)
Nacionais
Rossana Seabra (UNESP)
Nazareth Malcher (UnB)
Clarissa Webster (USP)
Daniel Goulart (UnB)
Deivisson Vianna (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Helena Cortes (UFSC)
Luciana Alleluia (UFF)
Claudio Mann (UFRJ)
Maria Tavares (UFRJ)
Adelmo Filho (USP)
Rosa Maria Jacinto Volpato (UFMT)
Chayanne Federhen (UFPR)
Nacionais
Rossana Seabra (UNESP)
Nazareth Malcher (UnB)
Clarissa Webster (USP)
Daniel Goulart (UnB)
Deivisson Vianna (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Helena Cortes (UFSC)
Luciana Alleluia (UFF)
Claudio Mann (UFRJ)
Maria Tavares (UFRJ)
Adelmo Filho (USP)
Rosa Maria Jacinto Volpato (UFMT)
Chayanne Federhen (UFPR)
Nacionais
Rossana Seabra (UNESP)
Nazareth Malcher (UnB)
Clarissa Webster (USP)
Daniel Goulart (UnB)
Deivisson Vianna (UFPR)
Sabrina Stefanello (UFPR)
Helena Cortes (UFSC)
Luciana Alleluia (UFF)
Claudio Mann (UFRJ)
Maria Tavares (UFRJ)
Adelmo Filho (USP)
Rosa Maria Jacinto Volpato (UFMT)
Chayanne Federhen (UFPR)
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
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O VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas aceita a submissão de trabalhos científicos. As apresentações serão no formato de Rodas de Conversa.
O VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas aceita a submissão de trabalhos científicos. As apresentações serão no formato de Rodas de Conversa.
O VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas aceita a submissão de trabalhos científicos. As apresentações serão no formato de Rodas de Conversa.
Prazo final para submissão de trabalhos: 22/07/2026
Prazo final para submissão de trabalhos: 22/07/2026
Prazo final para submissão de trabalhos: 22/07/2026
As apresentações objetivam discutir as boas práticas e temas relevantes no campo da saúde mental, suscitando debates e estimulando a troca de experiências entre os participantes.
Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
1. A submissão dos trabalhos deverá ser feita, no período de: 01/04/2026 até 22/07/2026
2. Cada autor/a poderá submeter até um resumo como autor/a principal e 5 trabalhos de coautorias.
3. Apenas autores/as inscritos/as no Congresso poderão realizar a apresentação dos trabalhos.
4. O resumo que não apresentar todos os tópicos definidos para relatos de pesquisa ou relatos de experiência no item “Modalidades de Trabalho” será reprovado.
5. A organização do Congresso não permitirá a troca de autorias, coautorias, títulos ou conteúdo de resumos.
6. Não será possível corrigir ou modificar os textos depois da aceitação pelo Comitê Científico.
7. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o trabalho não seja aprovado.
8. Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
As apresentações objetivam discutir as boas práticas e temas relevantes no campo da saúde mental, suscitando debates e estimulando a troca de experiências entre os participantes.
Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
1. A submissão dos trabalhos deverá ser feita, no período de: 01/04/2026 até 22/07/2026
2. Cada autor/a poderá submeter até um resumo como autor/a principal e 5 trabalhos de coautorias.
3. Apenas autores/as inscritos/as no Congresso poderão realizar a apresentação dos trabalhos.
4. O resumo que não apresentar todos os tópicos definidos para relatos de pesquisa ou relatos de experiência no item “Modalidades de Trabalho” será reprovado.
5. A organização do Congresso não permitirá a troca de autorias, coautorias, títulos ou conteúdo de resumos.
6. Não será possível corrigir ou modificar os textos depois da aceitação pelo Comitê Científico.
7. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o trabalho não seja aprovado.
8. Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
As apresentações objetivam discutir as boas práticas e temas relevantes no campo da saúde mental, suscitando debates e estimulando a troca de experiências entre os participantes.
Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
1. A submissão dos trabalhos deverá ser feita, no período de: 01/04/2026 até 22/07/2026
2. Cada autor/a poderá submeter até um resumo como autor/a principal e 5 trabalhos de coautorias.
3. Apenas autores/as inscritos/as no Congresso poderão realizar a apresentação dos trabalhos.
4. O resumo que não apresentar todos os tópicos definidos para relatos de pesquisa ou relatos de experiência no item “Modalidades de Trabalho” será reprovado.
5. A organização do Congresso não permitirá a troca de autorias, coautorias, títulos ou conteúdo de resumos.
6. Não será possível corrigir ou modificar os textos depois da aceitação pelo Comitê Científico.
7. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o trabalho não seja aprovado.
8. Os trabalhos aprovados serão publicados nos anais do congresso, com selo ISBN. Todos os autores e coautores de trabalhos aprovados receberão certificado de apresentação. Para que o trabalho seja publicado nos anais e para a emissão do certificado, é necessário que pelo menos um/a autor/a esteja inscrito/a no congresso.
Eixos Temáticos
Eixos Temáticos
Eixos Temáticos
1. Novas Abordagens em saúde mental;
2.Estratégias coletivas de cuidado em SM;
3. A saúde mental da população privada de liberdade;
4. A saúde mental da população em situação de rua;
5. O impacto do racismo na saúde mental;
6. Direitos humanos na saúde mental;
7. Saúde mental e gênero;
8. Saúde mental e povos originários;
9. Saúde mental da população LGBTQIAPN+.
1. Novas Abordagens em saúde mental;
2.Estratégias coletivas de cuidado em SM;
3. A saúde mental da população privada de liberdade;
4. A saúde mental da população em situação de rua;
5. O impacto do racismo na saúde mental;
6. Direitos humanos na saúde mental;
7. Saúde mental e gênero;
8. Saúde mental e povos originários;
9. Saúde mental da população LGBTQIAPN+.
1. Novas Abordagens em saúde mental;
2.Estratégias coletivas de cuidado em SM;
3. A saúde mental da população privada de liberdade;
4. A saúde mental da população em situação de rua;
5. O impacto do racismo na saúde mental;
6. Direitos humanos na saúde mental;
7. Saúde mental e gênero;
8. Saúde mental e povos originários;
9. Saúde mental da população LGBTQIAPN+.
Modalidades
Modalidades
Modalidades
Relatos de pesquisa e Relatos de experiência.
Relatos de pesquisa: Trata-se de trabalhos originais realizados por pesquisadores e estudantes de graduação ou pós-graduação de instituições públicas e privadas. As pesquisas relatadas devem ser guiadas por metodologias científicas. As apresentações dos relatos têm como objetivo compartilhar os conhecimentos produzidos nos diferentes eixos do Seminário. Deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Introdução; 3) Objetivoda pesquisa; 4) Metodologia; 5) Resultados e discussões e 6) Considerações finais. 7) Palavras chaves (no mínimo 3 e, no máximo, 7) Referências Bibliográficas.
Relato de experiência: Trata-se da sistematização de reflexões sobre experiências e vivências de boas práticas em Saúde Mental; de atividades e ações relacionadas à formação; à formulação, gerenciamento e avaliação de políticas, programas e serviços; bem como mobilizações e ações vivenciadas junto a (e/ou pela) comunidade, controle social e/ou movimentos sociais; iniciativas desenvolvidas pelos serviços de saúde, de educação, e outros coletivos nos diferentes eixos do Congresso. Os relatos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Apresentação e contextualização da experiência; 3) Objetivo da experiência; 4) Metodologia da experiência; 5) Período de realização; 4)Resultados/Aprendizados, e 6) Análise crítica
Relatos de pesquisa e Relatos de experiência.
Relatos de pesquisa: Trata-se de trabalhos originais realizados por pesquisadores e estudantes de graduação ou pós-graduação de instituições públicas e privadas. As pesquisas relatadas devem ser guiadas por metodologias científicas. As apresentações dos relatos têm como objetivo compartilhar os conhecimentos produzidos nos diferentes eixos do Seminário. Deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Introdução; 3) Objetivoda pesquisa; 4) Metodologia; 5) Resultados e discussões e 6) Considerações finais. 7) Palavras chaves (no mínimo 3 e, no máximo, 7) Referências Bibliográficas.
Relato de experiência: Trata-se da sistematização de reflexões sobre experiências e vivências de boas práticas em Saúde Mental; de atividades e ações relacionadas à formação; à formulação, gerenciamento e avaliação de políticas, programas e serviços; bem como mobilizações e ações vivenciadas junto a (e/ou pela) comunidade, controle social e/ou movimentos sociais; iniciativas desenvolvidas pelos serviços de saúde, de educação, e outros coletivos nos diferentes eixos do Congresso. Os relatos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Apresentação e contextualização da experiência; 3) Objetivo da experiência; 4) Metodologia da experiência; 5) Período de realização; 4)Resultados/Aprendizados, e 6) Análise crítica
Relatos de pesquisa e Relatos de experiência.
Relatos de pesquisa: Trata-se de trabalhos originais realizados por pesquisadores e estudantes de graduação ou pós-graduação de instituições públicas e privadas. As pesquisas relatadas devem ser guiadas por metodologias científicas. As apresentações dos relatos têm como objetivo compartilhar os conhecimentos produzidos nos diferentes eixos do Seminário. Deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Introdução; 3) Objetivoda pesquisa; 4) Metodologia; 5) Resultados e discussões e 6) Considerações finais. 7) Palavras chaves (no mínimo 3 e, no máximo, 7) Referências Bibliográficas.
Relato de experiência: Trata-se da sistematização de reflexões sobre experiências e vivências de boas práticas em Saúde Mental; de atividades e ações relacionadas à formação; à formulação, gerenciamento e avaliação de políticas, programas e serviços; bem como mobilizações e ações vivenciadas junto a (e/ou pela) comunidade, controle social e/ou movimentos sociais; iniciativas desenvolvidas pelos serviços de saúde, de educação, e outros coletivos nos diferentes eixos do Congresso. Os relatos deverão conter, obrigatoriamente, os seguintes tópicos: 1) Título; 2) Apresentação e contextualização da experiência; 3) Objetivo da experiência; 4) Metodologia da experiência; 5) Período de realização; 4)Resultados/Aprendizados, e 6) Análise crítica
Normas
Normas
Normas
- O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 20/02/2026. O parecer será enviado até 15 dias após o prazo final, no e-mail do autor que enviou o trabalho.
- O(s) resumo(s) deverão conter identificação de autoria, com um número máximo de 5
coautores.
- Serão aceitas submissões de trabalhos escritos em português.
- O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 20/02/2026. O parecer será enviado até 15 dias após o prazo final, no e-mail do autor que enviou o trabalho.
- O(s) resumo(s) deverão conter identificação de autoria, com um número máximo de 5
coautores.
- Serão aceitas submissões de trabalhos escritos em português.
- O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 20/02/2026. O parecer será enviado até 15 dias após o prazo final, no e-mail do autor que enviou o trabalho.
- O(s) resumo(s) deverão conter identificação de autoria, com um número máximo de 5
coautores.
- Serão aceitas submissões de trabalhos escritos em português.
Formatação - Especificações técnicas
Formatação - Especificações técnicas
Formatação - Especificações técnicas
●Os resumos deverão ser escritos em português;
●Os resumos deverão ser escritos em Arial ou Times New Roman, justificado e espaçamento 1,5;
●Resumo contendo entre 1.500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre
palavras). O título e as palavras chaves não contam no número de caracteres;
●Os títulos dos resumos deverão ter, no máximo, 150 caracteres com espaço e serem
escritos em letras maiúsculas;
●Os nomes dos autores deverão ser escritos em letras maiúsculas e minúsculas e não
deverão aparecer no corpo do resumo, bem como a instituição afiliada.
●Os nomes dos autores e as instituições de filiação deverão vir abaixo do título do
trabalho.
●Referências biográficas deverão ser colocadas à parte posteriormente, somente caso o trabalho seja aceito, com limite de 8 referências.
●Os resumos deverão ser escritos em português;
●Os resumos deverão ser escritos em Arial ou Times New Roman, justificado e espaçamento 1,5;
●Resumo contendo entre 1.500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre
palavras). O título e as palavras chaves não contam no número de caracteres;
●Os títulos dos resumos deverão ter, no máximo, 150 caracteres com espaço e serem
escritos em letras maiúsculas;
●Os nomes dos autores deverão ser escritos em letras maiúsculas e minúsculas e não
deverão aparecer no corpo do resumo, bem como a instituição afiliada.
●Os nomes dos autores e as instituições de filiação deverão vir abaixo do título do
trabalho.
●Referências biográficas deverão ser colocadas à parte posteriormente, somente caso o trabalho seja aceito, com limite de 8 referências.
●Os resumos deverão ser escritos em português;
●Os resumos deverão ser escritos em Arial ou Times New Roman, justificado e espaçamento 1,5;
●Resumo contendo entre 1.500 a 2.500 caracteres (incluindo os espaços entre
palavras). O título e as palavras chaves não contam no número de caracteres;
●Os títulos dos resumos deverão ter, no máximo, 150 caracteres com espaço e serem
escritos em letras maiúsculas;
●Os nomes dos autores deverão ser escritos em letras maiúsculas e minúsculas e não
deverão aparecer no corpo do resumo, bem como a instituição afiliada.
●Os nomes dos autores e as instituições de filiação deverão vir abaixo do título do
trabalho.
●Referências biográficas deverão ser colocadas à parte posteriormente, somente caso o trabalho seja aceito, com limite de 8 referências.
Rodas de Conversa
Rodas de Conversa
Rodas de Conversa
> > As rodas têm as seguintes características:
1. O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências.
2. O Facilitador controlará o tempo de exposição e mediará a discussão.
3. Os participantes poderão optar em apresentar os trabalhos com slides ou não, para isso serão disponibilizados apenas data-show. Se quiser apresentar com slides precisa levar o notebook.
4. Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados nos anais eletrônico do Congresso.
5. O tempo será dividido em 10 minutos de apresentação, seguido de 30 minutos de debate.
- Durante a sessão de apresentação é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores/as junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores/as que participam dessa sessão de Roda de Conversa.
> > As rodas têm as seguintes características:
1. O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências.
2. O Facilitador controlará o tempo de exposição e mediará a discussão.
3. Os participantes poderão optar em apresentar os trabalhos com slides ou não, para isso serão disponibilizados apenas data-show. Se quiser apresentar com slides precisa levar o notebook.
4. Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados nos anais eletrônico do Congresso.
5. O tempo será dividido em 10 minutos de apresentação, seguido de 30 minutos de debate.
- Durante a sessão de apresentação é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores/as junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores/as que participam dessa sessão de Roda de Conversa.
> > As rodas têm as seguintes características:
1. O objetivo é a discussão de temas relevantes no campo da saúde mental no sentido de suscitar debates e estimular a troca de experiências.
2. O Facilitador controlará o tempo de exposição e mediará a discussão.
3. Os participantes poderão optar em apresentar os trabalhos com slides ou não, para isso serão disponibilizados apenas data-show. Se quiser apresentar com slides precisa levar o notebook.
4. Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados nos anais eletrônico do Congresso.
5. O tempo será dividido em 10 minutos de apresentação, seguido de 30 minutos de debate.
- Durante a sessão de apresentação é necessária a presença de, no mínimo, um dos autores/as junto ao mesmo para atender o público interessado e fazer sua integração com o conjunto de autores/as que participam dessa sessão de Roda de Conversa.
Critérios para avaliação dos trabalhos pelos pareceristas:
Critérios para avaliação dos trabalhos pelos pareceristas:
Critérios para avaliação dos trabalhos pelos pareceristas:
1. Trabalho dentro das normas especificadas - Nota: 0 ou 1
2. As referências estão de acordo com as normas ABNT - Nota:0 ou 1
3. Não possui erro de ortografia e gramática - Nota:2
4. Possui até 02 erros de ortografia e gramática (>02 erros – nota 0) - Nota: 0 ou 1
5. Texto coeso, coerente e com encadeamento lógico entre os elementos estruturais - Nota: 0 ou 1
6. Coerente com o tema do Congresso - Nota: 0 ou 1
7. Coerente com o eixo temático - Nota: 0 ou 1
8. O trabalho tem méritos (relevância) - Nota:0 ou 1
9. O trabalho é original (uso de detectores de similaridades, como o GRAMMARLY –gratuito). Até 30% de similaridade = 1; Acima de 30% de similaridade = 0
Obs.: se for detectado plágio, o trabalho será reprovado.
Obs.: Todos os trabalhos passarão por dupla checagem que será realizada com cegamento entre os pareceristas
1. Trabalho dentro das normas especificadas - Nota: 0 ou 1
2. As referências estão de acordo com as normas ABNT - Nota:0 ou 1
3. Não possui erro de ortografia e gramática - Nota:2
4. Possui até 02 erros de ortografia e gramática (>02 erros – nota 0) - Nota: 0 ou 1
5. Texto coeso, coerente e com encadeamento lógico entre os elementos estruturais - Nota: 0 ou 1
6. Coerente com o tema do Congresso - Nota: 0 ou 1
7. Coerente com o eixo temático - Nota: 0 ou 1
8. O trabalho tem méritos (relevância) - Nota:0 ou 1
9. O trabalho é original (uso de detectores de similaridades, como o GRAMMARLY –gratuito). Até 30% de similaridade = 1; Acima de 30% de similaridade = 0
Obs.: se for detectado plágio, o trabalho será reprovado.
Obs.: Todos os trabalhos passarão por dupla checagem que será realizada com cegamento entre os pareceristas
1. Trabalho dentro das normas especificadas - Nota: 0 ou 1
2. As referências estão de acordo com as normas ABNT - Nota:0 ou 1
3. Não possui erro de ortografia e gramática - Nota:2
4. Possui até 02 erros de ortografia e gramática (>02 erros – nota 0) - Nota: 0 ou 1
5. Texto coeso, coerente e com encadeamento lógico entre os elementos estruturais - Nota: 0 ou 1
6. Coerente com o tema do Congresso - Nota: 0 ou 1
7. Coerente com o eixo temático - Nota: 0 ou 1
8. O trabalho tem méritos (relevância) - Nota:0 ou 1
9. O trabalho é original (uso de detectores de similaridades, como o GRAMMARLY –gratuito). Até 30% de similaridade = 1; Acima de 30% de similaridade = 0
Obs.: se for detectado plágio, o trabalho será reprovado.
Obs.: Todos os trabalhos passarão por dupla checagem que será realizada com cegamento entre os pareceristas
Resultado da avaliação
Resultado da avaliação
Resultado da avaliação
Os resultados da avaliação por pareceristas, membros do Comitê Científico, serão conclusivos, ou seja, não estarão sujeitos à revisão. Desse modo, reitera-se a importância da qualidade dos trabalhos e do respeito às regras de submissão, normas de formatação e critérios de avaliação.
O resultado da avaliação os trabalhos será divulgado no dia previsto no calendário disponibilizado na página e no e-mail dos autores.
Os resultados da avaliação por pareceristas, membros do Comitê Científico, serão conclusivos, ou seja, não estarão sujeitos à revisão. Desse modo, reitera-se a importância da qualidade dos trabalhos e do respeito às regras de submissão, normas de formatação e critérios de avaliação.
O resultado da avaliação os trabalhos será divulgado no dia previsto no calendário disponibilizado na página e no e-mail dos autores.
Os resultados da avaliação por pareceristas, membros do Comitê Científico, serão conclusivos, ou seja, não estarão sujeitos à revisão. Desse modo, reitera-se a importância da qualidade dos trabalhos e do respeito às regras de submissão, normas de formatação e critérios de avaliação.
O resultado da avaliação os trabalhos será divulgado no dia previsto no calendário disponibilizado na página e no e-mail dos autores.
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Local: Teatro da Reitoria - UFPR
Endereço: Rua. XV de Novembro, 1299 - Centro Curitiba - PR, 80060-000
Local: Teatro da Reitoria - UFPR
Endereço: Rua. XV de Novembro, 1299 - Centro Curitiba - PR, 80060-000
Local: Teatro da Reitoria - UFPR
Endereço: Rua. XV de Novembro, 1299 - Centro Curitiba - PR, 80060-000
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CENAT
CENAT
CENAT
Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental
Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental
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UFPR
UFPR
UFPR
Universidade Federal do Paraná
Universidade Federal do Paraná
Universidade Federal do Paraná
IMHCN
IMHCN
IMHCN
International Mental Health Collaborating Network
International Mental Health Collaborating Network
International Mental Health Collaborating Network
Intervoice
Intervoice
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Organização apoiadora do Movimento Internacional de Ouvidores de Vozes
Organização apoiadora do Movimento Internacional de Ouvidores de Vozes
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Nascido em 2014, o Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental (CENAT) já realizou mais de 110 congressos na área da saúde mental, nas 5 regiões do Brasil, na América Latina, Portugal, Espanha e em outros países. Mais de 59 mil pessoas já foram impactadas pelos nossos eventos, intercâmbios, cursos online na comunidade em saúde mental, pós-graduações e no Blog CENAT. Buscamos levar às pessoas conteúdos de qualidade, que priorizem e valorizem a vida e a experiência do ser humano, e o que há de mais enriquecedor no que diz respeito às novas abordagens em saúde mental no Brasil e no mundo.
Nascido em 2014, o Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental (CENAT) já realizou mais de 110 congressos na área da saúde mental, nas 5 regiões do Brasil, na América Latina, Portugal, Espanha e em outros países. Mais de 59 mil pessoas já foram impactadas pelos nossos eventos, intercâmbios, cursos online na comunidade em saúde mental, pós-graduações e no Blog CENAT. Buscamos levar às pessoas conteúdos de qualidade, que priorizem e valorizem a vida e a experiência do ser humano, e o que há de mais enriquecedor no que diz respeito às novas abordagens em saúde mental no Brasil e no mundo.
Nascido em 2014, o Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental (CENAT) já realizou mais de 110 congressos na área da saúde mental, nas 5 regiões do Brasil, na América Latina, Portugal, Espanha e em outros países. Mais de 59 mil pessoas já foram impactadas pelos nossos eventos, intercâmbios, cursos online na comunidade em saúde mental, pós-graduações e no Blog CENAT. Buscamos levar às pessoas conteúdos de qualidade, que priorizem e valorizem a vida e a experiência do ser humano, e o que há de mais enriquecedor no que diz respeito às novas abordagens em saúde mental no Brasil e no mundo.
(encontrar mais fotos)
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1° Lote até o dia 30/04, com valores reduzidos!
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CONGRESSO
CONGRESSO
CONGRESSO
Estudantes: R$ 170
Profissionais e Interessados na Temática: R$ 200
Estudantes: R$ 170
Profissionais e Interessados na Temática: R$ 200
Estudantes: R$ 170
Profissionais e Interessados na Temática: R$ 200
Opção padrão que inclui:
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Entrada para os 3 dias
Entrada para os 3 dias
Entrada para os 3 dias
Tradução consecutiva Inglês - Português
Tradução consecutiva Inglês - Português
Tradução consecutiva Inglês - Português
Acesso a Feira de economia solidária
Acesso a Feira de economia solidária
Acesso a Feira de economia solidária
Acesso a Apresentação de trabalho
Acesso a Apresentação de trabalho
Acesso a Apresentação de trabalho
Kit do Participante
Kit do Participante
Kit do Participante
Certificado de participação de 36h
Certificado de participação de 36h
Certificado de participação de 36h
CONGRESSO + CURSO
CONGRESSO + CURSO
CONGRESSO + CURSO
Estudantes e Profissionais:
R$ 327
Estudantes e Profissionais:
R$ 327
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R$ 327
Inclui:
Inclui:
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Entrada para os 3 dias
Entrada para os 3 dias
Entrada para os 3 dias
Tradução consecutiva Inglês - Português
Tradução consecutiva Inglês - Português
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Acesso a feira de economia solidária
Acesso a feira de economia solidária
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Acesso a Apresentação de trabalho
Acesso a Apresentação de trabalho
Acesso a Apresentação de trabalho
Kit do Participante
Kit do Participante
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Certificado de participação de 36h
Certificado de participação de 36h
Certificado de participação de 36h
Recebe a apostila Boas Práticas em Saúde Mental no congresso
Recebe a apostila Boas Práticas em Saúde Mental no congresso
Recebe a apostila Boas Práticas em Saúde Mental no congresso
Acesso ao Curso Online "Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de
Redução de Danos" com carga horária de 20h
Acesso ao Curso Online "Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de
Redução de Danos" com carga horária de 20h
Acesso ao Curso Online "Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de
Redução de Danos" com carga horária de 20h
Formas de pagamento:
Pix, Boleto e Cartão crédito em até 12 vezes (Com Juros)
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As inscrições são limitadas e podem terminar antes das datas estabelecidas. Faça a sua!
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O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
O Congresso não oferecerá Coffee Break (apenas água e café).
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Política de reembolso:
O reembolso por arrependimento será possível se solicitado pelo titular da compra via e-mail (atendimento@cenatcursos.com.br) em até 7 dias úteis após a compra.
Política de reembolso:
O reembolso por arrependimento será possível se solicitado pelo titular da compra via e-mail (atendimento@cenatcursos.com.br) em até 7 dias úteis após a compra.
Política de reembolso:
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Valores para estudantes:
Para aqueles que cursam graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu). É necessária a carteira de estudante no momento da inscrição e no dia do Congresso.
Valores para estudantes:
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Valores para estudantes:
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Crachá e certificado:
Preencha seu cadastro com atenção, pois os dados fornecidos serão usados para emitir crachá e certificado. Erros são de responsabilidade do congressista.
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Tradução consecutiva:
Palestrantes internacionais terão tradução consecutiva, feita nas pausas do orador, sem necessidade de equipamentos.
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Tradução consecutiva:
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VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas – Curitiba/PR
VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas – Curitiba/PR
VII Congresso Internacional: Saúde Mental e Direitos Humanos das Populações Vulnerabilizadas – Curitiba/PR
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Não recebeu o seu e-mail de confirmação da inscrição?
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Caso não tenha recebido o ingresso (ou inscrição) em seu e-mail, você pode acessá-lo a qualquer momento por meio do aplicativo da Doity. Se preferir, você pode entrar em contato com nosso atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
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Posso transferir minha inscrição?
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Trocas de titularidade poderão ser realizadas pelo titular da compra; basta enviar um email para: atendimento@cenatcursos.com.br
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Será emitido algum certificado de conclusão?
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Sim. Ao término do congresso, será disponibilizado um certificado de conclusão on-line. O certificado não terá QR code, mas possuirá o programa do evento, para fins de validação.
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Sim. Ao término do congresso, será disponibilizado um certificado de conclusão on-line. O certificado não terá QR code, mas possuirá o programa do evento, para fins de validação.
Como acessar o meu certificado?
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Você poderá efetuar o download do certificado diretamente no site da Doity, porém ele só estará disponível caso o organizador já tenha efetuado a sua liberação. Mais informações.
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Posso cancelar a minha inscrição?
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Sim! Em caso de arrependimento, o reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação: 1) seja feita no prazo de até 7 (sete) dias úteis a contar da data da compra. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Sim! Em caso de arrependimento, o reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação: 1) seja feita no prazo de até 7 (sete) dias úteis a contar da data da compra. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Sim! Em caso de arrependimento, o reembolso do valor do ingresso poderá ser efetuado caso a solicitação: 1) seja feita no prazo de até 7 (sete) dias úteis a contar da data da compra. Essa solicitação deverá ser feita pelo titular da compra por meio do e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Posso fazer o cadastro e fazer o pagamento depois?
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Não. A inscrição só será confirmada após o pagamento, não sendo o cadastro suficiente para garanti-la. Vale lembrar que pagamento realizados via boleto bancário podem levar até 3 dias úteis para compensação.
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Vou submeter um trabalho. Preciso fazer a inscrição antes de receber o parecer?
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Não. Você poderá submeter o seu trabalho para a avaliação do parecerista, e fazer a sua inscrição após o recebimento do parecer. Se aprovado, é necessário que ao menos um autor/a ou coautor/a esteja inscrito no congresso para que o trabalho seja publicado nos anais, e para poder receber o certificado.
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Os trabalhos são publicados nos Anais?
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais com o selo ISBN.
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais com o selo ISBN.
Sim. Todos os trabalhos aprovados, inscritos e apresentados no congresso serão publicados nos anais com o selo ISBN.
O congresso será também presencial?
O congresso será também presencial?
O congresso será também presencial?
Sim, o congresso será somente na modalidade presencial.
Sim, o congresso será somente na modalidade presencial.
Sim, o congresso será somente na modalidade presencial.
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
O congresso aceita pagamento de inscrições por empenho?
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Sim, O pagamento de inscrição por Nota de Empenho destina-se ao participante do evento, de qualquer categoria (profissionais, estudantes, militantes de movimentos sociais, usuários ou familiares), podendo ter sua inscrição custeada por instituição pública ou privada, optante por esta modalidade de pagamento. Trata-se de uma modalidade de inscrição destinada exclusivamente para pessoa jurídica. Para realizar a inscrição nessa modalidade, basta entrar em contato com o atendimento pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br e informar sobre a realização de inscrição por Nota de Empenho.
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
Até quando posso solicitar o pagamento de inscrição por empenho?
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
O congresso estará aceitando inscrições por Nota de Empenho até 15 dias antes do evento. Após este período não serão mais aceitas solicitações de inscrições nessa modalidade, devido aos processos administrativos que elas exigem.
Por que o congresso é um evento Internacional?
Por que o congresso é um evento Internacional?
Por que o congresso é um evento Internacional?
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
A comissão científica é composta por membros de instituições estrangeiras, assim como o congresso tem o apoio de instituições internacionais, como a IMHCN, da Inglaterra, e a INTERVOICE.
Fale com a nossa Equipe de Atendimento
Fale com a nossa Equipe de Atendimento
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Atendimento por e-mail
Entre em contato com nossa equipe pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Atendimento por e-mail
Entre em contato com nossa equipe pelo e-mail: atendimento@cenatcursos.com.br
Atendimento por e-mail
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Atendimento por WhatsApp
Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
(81) 99534-5775
Atendimento por WhatsApp
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Curso: Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de
Redução de Danos
Curso: Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de
Redução de Danos
Curso: Respondendo aos Sentimentos Suicidas: Uma Abordagem de
Redução de Danos
Online
Online
Online
Objetivo: O curso vai ajudar você a introduzir estratégias como trabalhar com pessoas com comportamentos suicidas.
Este curso ajudará a superar o tabu em torno dos sentimentos suicidas, nos capacitará a falar mais abertamente, nos dará ferramentas concretas para engajar a nós mesmos e aos outros e nos preparar para transformar culturas organizacionais e respostas comunitárias a sentimentos suicidas, especialmente relacionados a ouvir vozes e experiências de psicose.
Ao introduzir uma nova forma de pensar sobre esses processos, o curso também oferece princípios e estratégias para uma atuação diferenciada, com foco em processos dialógicos orientados ao desenvolvimento.
Objetivo: O curso vai ajudar você a introduzir estratégias como trabalhar com pessoas com comportamentos suicidas.
Este curso ajudará a superar o tabu em torno dos sentimentos suicidas, nos capacitará a falar mais abertamente, nos dará ferramentas concretas para engajar a nós mesmos e aos outros e nos preparar para transformar culturas organizacionais e respostas comunitárias a sentimentos suicidas, especialmente relacionados a ouvir vozes e experiências de psicose.
Ao introduzir uma nova forma de pensar sobre esses processos, o curso também oferece princípios e estratégias para uma atuação diferenciada, com foco em processos dialógicos orientados ao desenvolvimento.
Objetivo: O curso vai ajudar você a introduzir estratégias como trabalhar com pessoas com comportamentos suicidas.
Este curso ajudará a superar o tabu em torno dos sentimentos suicidas, nos capacitará a falar mais abertamente, nos dará ferramentas concretas para engajar a nós mesmos e aos outros e nos preparar para transformar culturas organizacionais e respostas comunitárias a sentimentos suicidas, especialmente relacionados a ouvir vozes e experiências de psicose.
Ao introduzir uma nova forma de pensar sobre esses processos, o curso também oferece princípios e estratégias para uma atuação diferenciada, com foco em processos dialógicos orientados ao desenvolvimento.
Certificado de participação de 20 horas de carga horária
Certificado de participação de 20 horas de carga horária
Certificado de participação de 20 horas de carga horária
Docente Responsável:
Prof. Will Hall (EUA)
Docente Responsável:
Prof. Will Hall (EUA)
Docente Responsável:
Prof. Will Hall (EUA)
Conselheiro, escritor e professor. Foi usuário do serviço de saúde mental, líder na abordagem de recovery em saúde mental e organizador dentro do movimento de sobreviventes psiquiátricos nos Estados Unidos. Hall é reconhecido internacionalmente como inovador no tratamento e na resposta social à psicose. Em 2001, ele fundou o Freedom Center e de 2004 a 2009 foi co-coordenador do The Icarus Project. Atualmente Will é pesquisador na Universidade de Maastricht na Holanda.
Conselheiro, escritor e professor. Foi usuário do serviço de saúde mental, líder na abordagem de recovery em saúde mental e organizador dentro do movimento de sobreviventes psiquiátricos nos Estados Unidos. Hall é reconhecido internacionalmente como inovador no tratamento e na resposta social à psicose. Em 2001, ele fundou o Freedom Center e de 2004 a 2009 foi co-coordenador do The Icarus Project. Atualmente Will é pesquisador na Universidade de Maastricht na Holanda.
Conselheiro, escritor e professor. Foi usuário do serviço de saúde mental, líder na abordagem de recovery em saúde mental e organizador dentro do movimento de sobreviventes psiquiátricos nos Estados Unidos. Hall é reconhecido internacionalmente como inovador no tratamento e na resposta social à psicose. Em 2001, ele fundou o Freedom Center e de 2004 a 2009 foi co-coordenador do The Icarus Project. Atualmente Will é pesquisador na Universidade de Maastricht na Holanda.