O paradigma da desinstitucionalização rompe com a lógica sanitarista e biomédica, dando lugar ao protagonismo das pessoas em sofrimento psíquico e promovendo um modelo de cuidado centrado no território, com enfoque psicossocial. A desinstitucionalização, segundo Rotelli (1994), é um processo prático-crítico que reorienta instituições, serviços, saberes e estratégias, tendo como meta não a cura, mas a emancipação. Os profissionais da atenção psicossocial passam a ter um olhar sob o indivíduo e sua subjetividade.
Neste novo contexto da desinstitucionalização emerge o Acompanhamento Terapêutico (AT) como uma prática da saúde mental que visa promover a autonomia e a reinserção social de pessoas que enfrentam sofrimento psíquico, por meio do suporte em seu cotidiano. O AT atua como um mediador entre o indivíduo e seu ambiente, facilitando a interação social e a adaptação a diferentes situações.
Sua prática exige sólida formação teórico-técnica, posicionamento ético e capacidade de leitura crítica dos contextos institucionais e comunitários nos quais o cuidado se produz. Diante da complexidade dos casos acompanhados e da diversidade dos cenários de atuação, torna-se fundamental investir na qualificação profissional para que o AT possa sustentar intervenções que fortaleçam a autonomia, ampliem redes de apoio e contribuam efetivamente para a construção de projetos terapêuticos singulares, comprometidos com o cuidado em liberdade e com a garantia de direitos.
Nesse sentido, a Pós-Graduação em Acompanhamento Terapêutico em Diferentes Contextos na Saúde Mental: Cuidado em Liberdade justifica-se pela necessidade de formar profissionais capacitados para responder aos desafios contemporâneos da atenção psicossocial. O curso propõe o aprofundamento teórico-prático do AT como dispositivo fundamental da Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo práticas alinhadas à Reforma Psiquiátrica brasileira, à desinstitucionalização e à produção de vida no território. Ao qualificar o exercício profissional, a pós-graduação contribui para a consolidação de um cuidado ético, crítico e transformador, capaz de promover inclusão social, cidadania e novas possibilidades de existência para pessoas em sofrimento psíquico.
O paradigma da desinstitucionalização rompe com a lógica sanitarista e biomédica, dando lugar ao protagonismo das pessoas em sofrimento psíquico e promovendo um modelo de cuidado centrado no território, com enfoque psicossocial. A desinstitucionalização, segundo Rotelli (1994), é um processo prático-crítico que reorienta instituições, serviços, saberes e estratégias, tendo como meta não a cura, mas a emancipação. Os profissionais da atenção psicossocial passam a ter um olhar sob o indivíduo e sua subjetividade.
Neste novo contexto da desinstitucionalização emerge o Acompanhamento Terapêutico (AT) como uma prática da saúde mental que visa promover a autonomia e a reinserção social de pessoas que enfrentam sofrimento psíquico, por meio do suporte em seu cotidiano. O AT atua como um mediador entre o indivíduo e seu ambiente, facilitando a interação social e a adaptação a diferentes situações.
Sua prática exige sólida formação teórico-técnica, posicionamento ético e capacidade de leitura crítica dos contextos institucionais e comunitários nos quais o cuidado se produz. Diante da complexidade dos casos acompanhados e da diversidade dos cenários de atuação, torna-se fundamental investir na qualificação profissional para que o AT possa sustentar intervenções que fortaleçam a autonomia, ampliem redes de apoio e contribuam efetivamente para a construção de projetos terapêuticos singulares, comprometidos com o cuidado em liberdade e com a garantia de direitos.
Nesse sentido, a Pós-Graduação em Acompanhamento Terapêutico em Diferentes Contextos na Saúde Mental: Cuidado em Liberdade justifica-se pela necessidade de formar profissionais capacitados para responder aos desafios contemporâneos da atenção psicossocial. O curso propõe o aprofundamento teórico-prático do AT como dispositivo fundamental da Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo práticas alinhadas à Reforma Psiquiátrica brasileira, à desinstitucionalização e à produção de vida no território. Ao qualificar o exercício profissional, a pós-graduação contribui para a consolidação de um cuidado ético, crítico e transformador, capaz de promover inclusão social, cidadania e novas possibilidades de existência para pessoas em sofrimento psíquico.
O paradigma da desinstitucionalização rompe com a lógica sanitarista e biomédica, dando lugar ao protagonismo das pessoas em sofrimento psíquico e promovendo um modelo de cuidado centrado no território, com enfoque psicossocial. A desinstitucionalização, segundo Rotelli (1994), é um processo prático-crítico que reorienta instituições, serviços, saberes e estratégias, tendo como meta não a cura, mas a emancipação. Os profissionais da atenção psicossocial passam a ter um olhar sob o indivíduo e sua subjetividade.
Neste novo contexto da desinstitucionalização emerge o Acompanhamento Terapêutico (AT) como uma prática da saúde mental que visa promover a autonomia e a reinserção social de pessoas que enfrentam sofrimento psíquico, por meio do suporte em seu cotidiano. O AT atua como um mediador entre o indivíduo e seu ambiente, facilitando a interação social e a adaptação a diferentes situações.
Sua prática exige sólida formação teórico-técnica, posicionamento ético e capacidade de leitura crítica dos contextos institucionais e comunitários nos quais o cuidado se produz. Diante da complexidade dos casos acompanhados e da diversidade dos cenários de atuação, torna-se fundamental investir na qualificação profissional para que o AT possa sustentar intervenções que fortaleçam a autonomia, ampliem redes de apoio e contribuam efetivamente para a construção de projetos terapêuticos singulares, comprometidos com o cuidado em liberdade e com a garantia de direitos.
Nesse sentido, a Pós-Graduação em Acompanhamento Terapêutico em Diferentes Contextos na Saúde Mental: Cuidado em Liberdade justifica-se pela necessidade de formar profissionais capacitados para responder aos desafios contemporâneos da atenção psicossocial. O curso propõe o aprofundamento teórico-prático do AT como dispositivo fundamental da Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo práticas alinhadas à Reforma Psiquiátrica brasileira, à desinstitucionalização e à produção de vida no território. Ao qualificar o exercício profissional, a pós-graduação contribui para a consolidação de um cuidado ético, crítico e transformador, capaz de promover inclusão social, cidadania e novas possibilidades de existência para pessoas em sofrimento psíquico.
Ampliar
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ao aluno possibilidades de atuação em diferentes espaços;
ao aluno possibilidades de atuação em diferentes espaços;
ao aluno possibilidades de atuação em diferentes espaços;
Promover
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ao aluno conhecimento na atuação do Acompanhante terapêutico;
ao aluno conhecimento na atuação do Acompanhante terapêutico;
ao aluno conhecimento na atuação do Acompanhante terapêutico;
Desenvolver
Desenvolver
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novas habilidades;
novas habilidades;
novas habilidades;
Fortalecer
Fortalecer
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a capacidade criativa e a organização subjetiva do aluno.
a capacidade criativa e a organização subjetiva do aluno.
a capacidade criativa e a organização subjetiva do aluno.
Assista ao vídeo sobre a pós-graduação, contando detalhes sobre o programa:
Assista ao vídeo sobre a pós-graduação, contando detalhes sobre o programa:
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Terças, de 19h00 às 22h00
Terças, de 19h00 às 22h00
Terças, de 19h00 às 22h00
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Início das aulas: 14/04/2026
Início das aulas: 14/04/2026
Início das aulas: 14/04/2026
0) Aula Introdutória
14/04/2026
1) Bases conceituais sócio-históricas
28/04/2026
Ementa: História da loucura: Antiguidade; Idade Média; renascença; contemporaneidade.
2) Movimento da Antipsiquiatria e Desinstitucionalização
05/05/2026
Ementa: Crítica e transformação do saber, das instituições psiquiátricas e de suas formas de tratamento. Contexto social e a subjetividade do indivíduo. Contextualização do conceito de desinstitucionalização
3) Reformas Psiquiátricas
12/05/2026
Ementa: Reformas psiquiátricas: Inglaterra, França, Itália, Brasil.
4) O Acompanhante Terapêutico: da comunidade terapêutica para a rua. Do leigo ao profissional
19/05/2026 e 26/05/2026
Ementa: Perspectiva histórica do acompanhante terapêutico, conceito de AT, papel no processo de desinstitucionalização, abordagens teóricas – Oficina: diferentes abordagens em casos clínicos.
5) AT como dispositivo clínico
02/06/2026
Cristiane Nogueira
Ementa: O AT como um dispositivo clínico que ultrapassa os muros do consultório, atua no contexto da vida diária da pessoa, em casa, na escola, no trabalho ou em outros espaços sociais.
6) Saúde mental, direitos humanos e cidadania.
09/06/2026
Dra. Luciana Alleluia
Ementa: promoção dos direitos humanos na saúde mental, como favorecer inclusão social e o exercício da cidadania dos usuários dos serviços e o lugar do AT.
7) Seminário participativo e avaliação - Caso clínico e atuação do AT
23/06/2026
0) Aula Introdutória
14/04/2026
1) Bases conceituais sócio-históricas
28/04/2026
Ementa: História da loucura: Antiguidade; Idade Média; renascença; contemporaneidade.
2) Movimento da Antipsiquiatria e Desinstitucionalização
05/05/2026
Ementa: Crítica e transformação do saber, das instituições psiquiátricas e de suas formas de tratamento. Contexto social e a subjetividade do indivíduo. Contextualização do conceito de desinstitucionalização
3) Reformas Psiquiátricas
12/05/2026
Ementa: Reformas psiquiátricas: Inglaterra, França, Itália, Brasil.
4) O Acompanhante Terapêutico: da comunidade terapêutica para a rua. Do leigo ao profissional
19/05/2026 e 26/05/2026
Ementa: Perspectiva histórica do acompanhante terapêutico, conceito de AT, papel no processo de desinstitucionalização, abordagens teóricas – Oficina: diferentes abordagens em casos clínicos.
5) AT como dispositivo clínico
02/06/2026
Cristiane Nogueira
Ementa: O AT como um dispositivo clínico que ultrapassa os muros do consultório, atua no contexto da vida diária da pessoa, em casa, na escola, no trabalho ou em outros espaços sociais.
6) Saúde mental, direitos humanos e cidadania.
09/06/2026
Dra. Luciana Alleluia
Ementa: promoção dos direitos humanos na saúde mental, como favorecer inclusão social e o exercício da cidadania dos usuários dos serviços e o lugar do AT.
7) Seminário participativo e avaliação - Caso clínico e atuação do AT
23/06/2026
0) Aula Introdutória
14/04/2026
1) Bases conceituais sócio-históricas
28/04/2026
Ementa: História da loucura: Antiguidade; Idade Média; renascença; contemporaneidade.
2) Movimento da Antipsiquiatria e Desinstitucionalização
05/05/2026
Ementa: Crítica e transformação do saber, das instituições psiquiátricas e de suas formas de tratamento. Contexto social e a subjetividade do indivíduo. Contextualização do conceito de desinstitucionalização
3) Reformas Psiquiátricas
12/05/2026
Ementa: Reformas psiquiátricas: Inglaterra, França, Itália, Brasil.
4) O Acompanhante Terapêutico: da comunidade terapêutica para a rua. Do leigo ao profissional
19/05/2026 e 26/05/2026
Ementa: Perspectiva histórica do acompanhante terapêutico, conceito de AT, papel no processo de desinstitucionalização, abordagens teóricas – Oficina: diferentes abordagens em casos clínicos.
5) AT como dispositivo clínico
02/06/2026
Cristiane Nogueira
Ementa: O AT como um dispositivo clínico que ultrapassa os muros do consultório, atua no contexto da vida diária da pessoa, em casa, na escola, no trabalho ou em outros espaços sociais.
6) Saúde mental, direitos humanos e cidadania.
09/06/2026
Dra. Luciana Alleluia
Ementa: promoção dos direitos humanos na saúde mental, como favorecer inclusão social e o exercício da cidadania dos usuários dos serviços e o lugar do AT.
7) Seminário participativo e avaliação - Caso clínico e atuação do AT
23/06/2026
8) Gestão do cuidado e interdisciplinaridade: reinserção social da pessoa em sofrimento psíquico
30/06/2026
Ementa: Compreender os desafios no cotidiano da atenção psicossocial, considerando as relações afetivas, a gestão do cuidado e a interdisciplinaridade; articulação entre diferentes campos de atuação, por meio de um acompanhamento flexível e contextualizado no cotidiano.
9) Articulação de Rede e a atuação do Acompanhamento Terapêutico
07/07/2026
Ementa: Equipes multiprofissionais, a utilização de recursos da comunidade, construção de redes de apoio social
10) Acompanhante Terapêutico no Judiciário
14/07/2026
Ementa: Hospitais de Custódia e tratamento psiquiátrico, ações da Rede de Atenção Psicossocial, AT no processo desinstitucionalização
11) Acompanhamento Terapêutico e uso problemático de substâncias psicoativas
04/08/2026 e 11/08/2026
Me. Rodrigo Simas
Ementa: Substâncias Psicoativas; novos e antigos dilemas impulsionados pela “epidemia” de Crack, setores políticos tradicionais (Comunidades terapêuticas); Serviços de atenção psicossocial, redução de danos. Estudo de casos clínicos apresentando Novas abordagens, atuação do AT na equipe do CAPS AD, Consultório de rua.
12) Acompanhante terapêutico e o envelhecimento
18/08/2026
Ementa: Concepção de envelhecimento na sociedade moderna, prevenção e promoção da saúde mental, autonomia, reconhecimento de direitos, segurança, dignidade, bem-estar, ações intersetoriais e o AT.
13) Avaliação
25/08/2026
Ementa: Avaliação do contexto, identificar condições clínicas e psíquicas do indivíduo, avaliação formal e informal
14) Diagnóstico no cuidado em saúde mental Infantojuvenil
01/09/2026
Ementa: Analisar e debater as principais psicopatologias infantojuvenil, o uso das classificações diagnósticas em saúde mental, como modelo nosográfico vigente no CID-10 e DSM-5 revisado. Diagnóstico diferencial, diagnóstico e as possíveis consequências na produção de vida do usuário. Papel do AT nos diferentes Casos clínicos e patologias.
15) Diagnóstico no cuidado em saúde mental
08/09/2026
Ementa: Principais Psicopatologias, analisar e debater o uso das classificações diagnósticas em saúde mental, como modelo nosográfico vigente no CID-10 e DSM-5 revisado. Diagnóstico diferencial, diagnóstico e as possíveis consequências na produção de vida do usuário. Papel do AT. Casos clínicos.
16) Psicofarmacologia e o cuidado em liberdade
15/09/2026
Ementa: Medicação psicotrópica, quando a medicação deve ou não ser utilizada, como se dá a escolha da medicação adequada para cada caso, o que se considera violência química.
Oficina: Gestão autônoma da medicação. Estratégias a partir de casos clínicos na Abordagem GAM envolvendo psiquiatra, AT, profissionais do serviço, usuário e a família.
17) AT e o Protagonismo do usuário: Projeto Terapêutico. Muito além do diagnóstico
22/09/2026 e 29/09/2026
Ementa: Delineamento, ações e o percurso terapêutico pessoal considerando os princípios norteadores e a clínica ampliada: acolhimento, autonomia, garantias de direitos, cuidado pactuado, mediação de conflitos em um espaço dialógico.
18) Seminário participativo e avaliação
06/10/2026
8) Gestão do cuidado e interdisciplinaridade: reinserção social da pessoa em sofrimento psíquico
30/06/2026
Ementa: Compreender os desafios no cotidiano da atenção psicossocial, considerando as relações afetivas, a gestão do cuidado e a interdisciplinaridade; articulação entre diferentes campos de atuação, por meio de um acompanhamento flexível e contextualizado no cotidiano.
9) Articulação de Rede e a atuação do Acompanhamento Terapêutico
07/07/2026
Ementa: Equipes multiprofissionais, a utilização de recursos da comunidade, construção de redes de apoio social
10) Acompanhante Terapêutico no Judiciário
14/07/2026
Ementa: Hospitais de Custódia e tratamento psiquiátrico, ações da Rede de Atenção Psicossocial, AT no processo desinstitucionalização
11) Acompanhamento Terapêutico e uso problemático de substâncias psicoativas
04/08/2026 e 11/08/2026
Me. Rodrigo Simas
Ementa: Substâncias Psicoativas; novos e antigos dilemas impulsionados pela “epidemia” de Crack, setores políticos tradicionais (Comunidades terapêuticas); Serviços de atenção psicossocial, redução de danos. Estudo de casos clínicos apresentando Novas abordagens, atuação do AT na equipe do CAPS AD, Consultório de rua.
12) Acompanhante terapêutico e o envelhecimento
18/08/2026
Ementa: Concepção de envelhecimento na sociedade moderna, prevenção e promoção da saúde mental, autonomia, reconhecimento de direitos, segurança, dignidade, bem-estar, ações intersetoriais e o AT.
13) Avaliação
25/08/2026
Ementa: Avaliação do contexto, identificar condições clínicas e psíquicas do indivíduo, avaliação formal e informal
14) Diagnóstico no cuidado em saúde mental Infantojuvenil
01/09/2026
Ementa: Analisar e debater as principais psicopatologias infantojuvenil, o uso das classificações diagnósticas em saúde mental, como modelo nosográfico vigente no CID-10 e DSM-5 revisado. Diagnóstico diferencial, diagnóstico e as possíveis consequências na produção de vida do usuário. Papel do AT nos diferentes Casos clínicos e patologias.
15) Diagnóstico no cuidado em saúde mental
08/09/2026
Ementa: Principais Psicopatologias, analisar e debater o uso das classificações diagnósticas em saúde mental, como modelo nosográfico vigente no CID-10 e DSM-5 revisado. Diagnóstico diferencial, diagnóstico e as possíveis consequências na produção de vida do usuário. Papel do AT. Casos clínicos.
16) Psicofarmacologia e o cuidado em liberdade
15/09/2026
Ementa: Medicação psicotrópica, quando a medicação deve ou não ser utilizada, como se dá a escolha da medicação adequada para cada caso, o que se considera violência química.
Oficina: Gestão autônoma da medicação. Estratégias a partir de casos clínicos na Abordagem GAM envolvendo psiquiatra, AT, profissionais do serviço, usuário e a família.
17) AT e o Protagonismo do usuário: Projeto Terapêutico. Muito além do diagnóstico
22/09/2026 e 29/09/2026
Ementa: Delineamento, ações e o percurso terapêutico pessoal considerando os princípios norteadores e a clínica ampliada: acolhimento, autonomia, garantias de direitos, cuidado pactuado, mediação de conflitos em um espaço dialógico.
18) Seminário participativo e avaliação
06/10/2026
8) Gestão do cuidado e interdisciplinaridade: reinserção social da pessoa em sofrimento psíquico
30/06/2026
Ementa: Compreender os desafios no cotidiano da atenção psicossocial, considerando as relações afetivas, a gestão do cuidado e a interdisciplinaridade; articulação entre diferentes campos de atuação, por meio de um acompanhamento flexível e contextualizado no cotidiano.
9) Articulação de Rede e a atuação do Acompanhamento Terapêutico
07/07/2026
Ementa: Equipes multiprofissionais, a utilização de recursos da comunidade, construção de redes de apoio social
10) Acompanhante Terapêutico no Judiciário
14/07/2026
Ementa: Hospitais de Custódia e tratamento psiquiátrico, ações da Rede de Atenção Psicossocial, AT no processo desinstitucionalização
11) Acompanhamento Terapêutico e uso problemático de substâncias psicoativas
04/08/2026 e 11/08/2026
Me. Rodrigo Simas
Ementa: Substâncias Psicoativas; novos e antigos dilemas impulsionados pela “epidemia” de Crack, setores políticos tradicionais (Comunidades terapêuticas); Serviços de atenção psicossocial, redução de danos. Estudo de casos clínicos apresentando Novas abordagens, atuação do AT na equipe do CAPS AD, Consultório de rua.
12) Acompanhante terapêutico e o envelhecimento
18/08/2026
Ementa: Concepção de envelhecimento na sociedade moderna, prevenção e promoção da saúde mental, autonomia, reconhecimento de direitos, segurança, dignidade, bem-estar, ações intersetoriais e o AT.
13) Avaliação
25/08/2026
Ementa: Avaliação do contexto, identificar condições clínicas e psíquicas do indivíduo, avaliação formal e informal
14) Diagnóstico no cuidado em saúde mental Infantojuvenil
01/09/2026
Ementa: Analisar e debater as principais psicopatologias infantojuvenil, o uso das classificações diagnósticas em saúde mental, como modelo nosográfico vigente no CID-10 e DSM-5 revisado. Diagnóstico diferencial, diagnóstico e as possíveis consequências na produção de vida do usuário. Papel do AT nos diferentes Casos clínicos e patologias.
15) Diagnóstico no cuidado em saúde mental
08/09/2026
Ementa: Principais Psicopatologias, analisar e debater o uso das classificações diagnósticas em saúde mental, como modelo nosográfico vigente no CID-10 e DSM-5 revisado. Diagnóstico diferencial, diagnóstico e as possíveis consequências na produção de vida do usuário. Papel do AT. Casos clínicos.
16) Psicofarmacologia e o cuidado em liberdade
15/09/2026
Ementa: Medicação psicotrópica, quando a medicação deve ou não ser utilizada, como se dá a escolha da medicação adequada para cada caso, o que se considera violência química.
Oficina: Gestão autônoma da medicação. Estratégias a partir de casos clínicos na Abordagem GAM envolvendo psiquiatra, AT, profissionais do serviço, usuário e a família.
17) AT e o Protagonismo do usuário: Projeto Terapêutico. Muito além do diagnóstico
22/09/2026 e 29/09/2026
Ementa: Delineamento, ações e o percurso terapêutico pessoal considerando os princípios norteadores e a clínica ampliada: acolhimento, autonomia, garantias de direitos, cuidado pactuado, mediação de conflitos em um espaço dialógico.
18) Seminário participativo e avaliação
06/10/2026
19) AT e a família: interlocução no cuidado
20/10/2026 e 27/10/2026
Ementa: Abordar a sobrecarga e as dificuldades encontradas pelas famílias no cuidado, o impacto causado pelo sofrimento psíquico na família. Redes de apoio e o suporte aos familiares, protagonismo da pessoa em sofrimento psíquico no contexto familiar, conceito de Família estendida. Exercícios a partir de Casos clínicos abordando atuação do AT, construção de um Ecomapa, genograma.
20) Desafios e estratégias da inclusão educacional infanto-juvenil
03/11/2026
Ementa: O que é inclusão; Escola e sua estrutura; interlocução do AT com a escola, suporte ao aluno no processo de inclusão. Estratégias inclusivas a partir de Estudos de caso.
21) Cuidado em saúde mental das pessoas em sofrimento psíquico agudo
10/11/2026 e 17/11/2026
Ementa: Conceito de crise; tipos de crise; primeira crise.
Oficina: Modelo de suporte terapêutico domiciliar comunitário, o AT como membro da Equipe de crise. Elaborar plano ação.
22) Peer support e estratégias grupais
24/11/2026
Ementa: Definição Peer support. Oficina de estratégias manejo grupal.
23) Comunicação empática e relacional– Abordagens Corporais
01/12/2026
Ementa: Escuta ativa e qualificada, técnicas comunicação não verbal, linguagem corporal como ferramenta de compreensão e intervenção na atuação do AT.
24) Diálogo Aberto e reuniões de rede social
08/12/2026
Thiago Ramos
Ementa: Conceito do Diálogo Aberto e seus 07 princípios fundamentais. DA no cuidado a crise e tecnologia relacional de rede social e familiar. Contexto finlandês e brasileiro. Experiências de implantação no contexto brasileiro. O Diálogo Aberto aplicado pelo AT.
25) Seminário Avaliativo
15/12/2026
19) AT e a família: interlocução no cuidado
20/10/2026 e 27/10/2026
Ementa: Abordar a sobrecarga e as dificuldades encontradas pelas famílias no cuidado, o impacto causado pelo sofrimento psíquico na família. Redes de apoio e o suporte aos familiares, protagonismo da pessoa em sofrimento psíquico no contexto familiar, conceito de Família estendida. Exercícios a partir de Casos clínicos abordando atuação do AT, construção de um Ecomapa, genograma.
20) Desafios e estratégias da inclusão educacional infanto-juvenil
03/11/2026
Ementa: O que é inclusão; Escola e sua estrutura; interlocução do AT com a escola, suporte ao aluno no processo de inclusão. Estratégias inclusivas a partir de Estudos de caso.
21) Cuidado em saúde mental das pessoas em sofrimento psíquico agudo
10/11/2026 e 17/11/2026
Ementa: Conceito de crise; tipos de crise; primeira crise.
Oficina: Modelo de suporte terapêutico domiciliar comunitário, o AT como membro da Equipe de crise. Elaborar plano ação.
22) Peer support e estratégias grupais
24/11/2026
Ementa: Definição Peer support. Oficina de estratégias manejo grupal.
23) Comunicação empática e relacional– Abordagens Corporais
01/12/2026
Ementa: Escuta ativa e qualificada, técnicas comunicação não verbal, linguagem corporal como ferramenta de compreensão e intervenção na atuação do AT.
24) Diálogo Aberto e reuniões de rede social
08/12/2026
Thiago Ramos
Ementa: Conceito do Diálogo Aberto e seus 07 princípios fundamentais. DA no cuidado a crise e tecnologia relacional de rede social e familiar. Contexto finlandês e brasileiro. Experiências de implantação no contexto brasileiro. O Diálogo Aberto aplicado pelo AT.
25) Seminário Avaliativo
15/12/2026
19) AT e a família: interlocução no cuidado
20/10/2026 e 27/10/2026
Ementa: Abordar a sobrecarga e as dificuldades encontradas pelas famílias no cuidado, o impacto causado pelo sofrimento psíquico na família. Redes de apoio e o suporte aos familiares, protagonismo da pessoa em sofrimento psíquico no contexto familiar, conceito de Família estendida. Exercícios a partir de Casos clínicos abordando atuação do AT, construção de um Ecomapa, genograma.
20) Desafios e estratégias da inclusão educacional infanto-juvenil
03/11/2026
Ementa: O que é inclusão; Escola e sua estrutura; interlocução do AT com a escola, suporte ao aluno no processo de inclusão. Estratégias inclusivas a partir de Estudos de caso.
21) Cuidado em saúde mental das pessoas em sofrimento psíquico agudo
10/11/2026 e 17/11/2026
Ementa: Conceito de crise; tipos de crise; primeira crise.
Oficina: Modelo de suporte terapêutico domiciliar comunitário, o AT como membro da Equipe de crise. Elaborar plano ação.
22) Peer support e estratégias grupais
24/11/2026
Ementa: Definição Peer support. Oficina de estratégias manejo grupal.
23) Comunicação empática e relacional– Abordagens Corporais
01/12/2026
Ementa: Escuta ativa e qualificada, técnicas comunicação não verbal, linguagem corporal como ferramenta de compreensão e intervenção na atuação do AT.
24) Diálogo Aberto e reuniões de rede social
08/12/2026
Thiago Ramos
Ementa: Conceito do Diálogo Aberto e seus 07 princípios fundamentais. DA no cuidado a crise e tecnologia relacional de rede social e familiar. Contexto finlandês e brasileiro. Experiências de implantação no contexto brasileiro. O Diálogo Aberto aplicado pelo AT.
25) Seminário Avaliativo
15/12/2026
26) Atuação domiciliar: inclusão, autonomia e o desenvolvimento do indivíduo em seu ambiente familiar e social
02/02/2027 e 16/02/2027
Ementa: Aplicação de programas terapêuticos, novas habilidades, mediação em situações cotidianas, promoção de uma vida por inteiro. Atuação do AT no domicilio em diferentes contextos familiares, residências terapêuticas.
27) AT e a escola
23/02/2027 e 02/03/2027
Ementa: Desenvolvimento pedagógico e social a alunos com necessidades específicas, exemplificar as atividades escolares, estratégias de interação e de socialização ao ambiente escolar a partir de Estudos de casos (TEA, DI, TOD).
28) Ambiente de trabalho e o AT
09/03/2027 e 16/03/2027
Ementa: Adaptação ao ambiente profissional, desenvolvimento de habilidades, promoção da autonomia, mediação de conflitos, acompanhamento em atividades, elaboração de estratégias.
29) O Acompanhamento Terapêutico (AT): dispositivo de Atenção Psicossocial em saúde mental.
23/03/2027 e 30/03/2027
Ementa: A ação terapêutica do AT nos dispositivos extra-hospitalares, estratégias voltadas para a reabilitação psicossocial, papel do AT no CAPS
30) O AT e a construção de vínculos no território.
06/04/2027 e 13/04/2027
Ementa: Estratégias delineando casos clínicos em diferentes idades e perfil, apresentando atividades de lazer: passeios, idas ao cinema, teatro, restaurantes, espaços públicos, parques, praças, shoppings, etc.
31) Seminário Avaliativo Final
20/04/2027
26) Atuação domiciliar: inclusão, autonomia e o desenvolvimento do indivíduo em seu ambiente familiar e social
02/02/2027 e 16/02/2027
Ementa: Aplicação de programas terapêuticos, novas habilidades, mediação em situações cotidianas, promoção de uma vida por inteiro. Atuação do AT no domicilio em diferentes contextos familiares, residências terapêuticas.
27) AT e a escola
23/02/2027 e 02/03/2027
Ementa: Desenvolvimento pedagógico e social a alunos com necessidades específicas, exemplificar as atividades escolares, estratégias de interação e de socialização ao ambiente escolar a partir de Estudos de casos (TEA, DI, TOD).
28) Ambiente de trabalho e o AT
09/03/2027 e 16/03/2027
Ementa: Adaptação ao ambiente profissional, desenvolvimento de habilidades, promoção da autonomia, mediação de conflitos, acompanhamento em atividades, elaboração de estratégias.
29) O Acompanhamento Terapêutico (AT): dispositivo de Atenção Psicossocial em saúde mental.
23/03/2027 e 30/03/2027
Ementa: A ação terapêutica do AT nos dispositivos extra-hospitalares, estratégias voltadas para a reabilitação psicossocial, papel do AT no CAPS
30) O AT e a construção de vínculos no território.
06/04/2027 e 13/04/2027
Ementa: Estratégias delineando casos clínicos em diferentes idades e perfil, apresentando atividades de lazer: passeios, idas ao cinema, teatro, restaurantes, espaços públicos, parques, praças, shoppings, etc.
31) Seminário Avaliativo Final
20/04/2027
26) Atuação domiciliar: inclusão, autonomia e o desenvolvimento do indivíduo em seu ambiente familiar e social
02/02/2027 e 16/02/2027
Ementa: Aplicação de programas terapêuticos, novas habilidades, mediação em situações cotidianas, promoção de uma vida por inteiro. Atuação do AT no domicilio em diferentes contextos familiares, residências terapêuticas.
27) AT e a escola
23/02/2027 e 02/03/2027
Ementa: Desenvolvimento pedagógico e social a alunos com necessidades específicas, exemplificar as atividades escolares, estratégias de interação e de socialização ao ambiente escolar a partir de Estudos de casos (TEA, DI, TOD).
28) Ambiente de trabalho e o AT
09/03/2027 e 16/03/2027
Ementa: Adaptação ao ambiente profissional, desenvolvimento de habilidades, promoção da autonomia, mediação de conflitos, acompanhamento em atividades, elaboração de estratégias.
29) O Acompanhamento Terapêutico (AT): dispositivo de Atenção Psicossocial em saúde mental.
23/03/2027 e 30/03/2027
Ementa: A ação terapêutica do AT nos dispositivos extra-hospitalares, estratégias voltadas para a reabilitação psicossocial, papel do AT no CAPS
30) O AT e a construção de vínculos no território.
06/04/2027 e 13/04/2027
Ementa: Estratégias delineando casos clínicos em diferentes idades e perfil, apresentando atividades de lazer: passeios, idas ao cinema, teatro, restaurantes, espaços públicos, parques, praças, shoppings, etc.
31) Seminário Avaliativo Final
20/04/2027
Thiago Ramos (Coordenador)
Thiago Ramos (Coordenador)
Thiago Ramos (Coordenador)
Graduação em enfermagem (2015) pela UFSJ-CCO, mestre em saúde coletiva (2024) pela UFSJ-CCO com o tema em Diálogo Aberto (abordagem em crise psíquica). Especialista em Atenção Básica pela Residência de Enfermagem em Atenção Básica/Saúde da Família da UFSJ, campus Dona Lindu, Divinópolis (2018); especialista em Enfermagem Psiquiátrica (2020), Planejamento e Gestão em Saúde (2025), e em Terapia Familiar Sistêmica (2021). Formado em Diálogo Aberto (Abordagem a crise psíquica) pelo Instituto NOOS (2021). Atuei com técnico de enfermagem em uma Clínica Psiquiátrica no período de 2009 à 2010; e no Hospital São João de Deus (ambos em Divinópolis-MG), de 2009 à 2012, em terapia intensiva. Supervisor de estágio e docente em aulas de saúde coletiva e saúde do idoso na Escola Técnica de Enfermagem no Hospital São João de Deus (2015); enfermeiro e coordenador do CAPS I do município de Carmo do Cajuru/MG (2018-2021), sendo referência técnica em saúde mental deste município no mesmo período; gerente de saúde mental no município de Divinópolis (2022-2024). Atualmente, docente nas Pós-Graduações do CENAT (Centro de Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental) e coordenador da Pós de Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial (CENAT).
Graduação em enfermagem (2015) pela UFSJ-CCO, mestre em saúde coletiva (2024) pela UFSJ-CCO com o tema em Diálogo Aberto (abordagem em crise psíquica). Especialista em Atenção Básica pela Residência de Enfermagem em Atenção Básica/Saúde da Família da UFSJ, campus Dona Lindu, Divinópolis (2018); especialista em Enfermagem Psiquiátrica (2020), Planejamento e Gestão em Saúde (2025), e em Terapia Familiar Sistêmica (2021). Formado em Diálogo Aberto (Abordagem a crise psíquica) pelo Instituto NOOS (2021). Atuei com técnico de enfermagem em uma Clínica Psiquiátrica no período de 2009 à 2010; e no Hospital São João de Deus (ambos em Divinópolis-MG), de 2009 à 2012, em terapia intensiva. Supervisor de estágio e docente em aulas de saúde coletiva e saúde do idoso na Escola Técnica de Enfermagem no Hospital São João de Deus (2015); enfermeiro e coordenador do CAPS I do município de Carmo do Cajuru/MG (2018-2021), sendo referência técnica em saúde mental deste município no mesmo período; gerente de saúde mental no município de Divinópolis (2022-2024). Atualmente, docente nas Pós-Graduações do CENAT (Centro de Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental) e coordenador da Pós de Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial (CENAT).
Graduação em enfermagem (2015) pela UFSJ-CCO, mestre em saúde coletiva (2024) pela UFSJ-CCO com o tema em Diálogo Aberto (abordagem em crise psíquica). Especialista em Atenção Básica pela Residência de Enfermagem em Atenção Básica/Saúde da Família da UFSJ, campus Dona Lindu, Divinópolis (2018); especialista em Enfermagem Psiquiátrica (2020), Planejamento e Gestão em Saúde (2025), e em Terapia Familiar Sistêmica (2021). Formado em Diálogo Aberto (Abordagem a crise psíquica) pelo Instituto NOOS (2021). Atuei com técnico de enfermagem em uma Clínica Psiquiátrica no período de 2009 à 2010; e no Hospital São João de Deus (ambos em Divinópolis-MG), de 2009 à 2012, em terapia intensiva. Supervisor de estágio e docente em aulas de saúde coletiva e saúde do idoso na Escola Técnica de Enfermagem no Hospital São João de Deus (2015); enfermeiro e coordenador do CAPS I do município de Carmo do Cajuru/MG (2018-2021), sendo referência técnica em saúde mental deste município no mesmo período; gerente de saúde mental no município de Divinópolis (2022-2024). Atualmente, docente nas Pós-Graduações do CENAT (Centro de Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental) e coordenador da Pós de Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial (CENAT).
Luciana Alleluia
Luciana Alleluia
Luciana Alleluia
Enfermeira pela UFF, doutora em Ciências do Cuidado em Saúde (UFF, 2024) e mestre em Ensino na Saúde (UFF, 2017). Especialista em Saúde Mental e Psiquiatria (UNIRIO), com ampla experiência em CAPS, assistência hospitalar, gestão e ensino. Atua na Fiocruz Ceará, onde coordena pesquisa sobre saúde mental de adolescentes vulnerabilizados por raça, gênero e capacitismo. É membro de comissões e coletivos ligados à diversidade, saúde mental e equidade racial.
Enfermeira pela UFF, doutora em Ciências do Cuidado em Saúde (UFF, 2024) e mestre em Ensino na Saúde (UFF, 2017). Especialista em Saúde Mental e Psiquiatria (UNIRIO), com ampla experiência em CAPS, assistência hospitalar, gestão e ensino. Atua na Fiocruz Ceará, onde coordena pesquisa sobre saúde mental de adolescentes vulnerabilizados por raça, gênero e capacitismo. É membro de comissões e coletivos ligados à diversidade, saúde mental e equidade racial.
Enfermeira pela UFF, doutora em Ciências do Cuidado em Saúde (UFF, 2024) e mestre em Ensino na Saúde (UFF, 2017). Especialista em Saúde Mental e Psiquiatria (UNIRIO), com ampla experiência em CAPS, assistência hospitalar, gestão e ensino. Atua na Fiocruz Ceará, onde coordena pesquisa sobre saúde mental de adolescentes vulnerabilizados por raça, gênero e capacitismo. É membro de comissões e coletivos ligados à diversidade, saúde mental e equidade racial.
Rodrigo Silva Simas
Rodrigo Silva Simas
Rodrigo Silva Simas
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Especialização em Saúde Mental na modalidade Residência Multiprofissional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ (2010/2011). Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (FIOCRUZ). Foi assessor na área de álcool e drogas da Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (2016-2020). È docente em cursos de pós graduação e trabalha como supervisor clínico institucional em Redes de Atenção Psicossocial. Atua principalmente nos segmentos: cuidado e política sobre drogas, saúde mental e saúde coletiva.
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Especialização em Saúde Mental na modalidade Residência Multiprofissional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ (2010/2011). Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (FIOCRUZ). Foi assessor na área de álcool e drogas da Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (2016-2020). È docente em cursos de pós graduação e trabalha como supervisor clínico institucional em Redes de Atenção Psicossocial. Atua principalmente nos segmentos: cuidado e política sobre drogas, saúde mental e saúde coletiva.
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Especialização em Saúde Mental na modalidade Residência Multiprofissional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ (2010/2011). Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (FIOCRUZ). Foi assessor na área de álcool e drogas da Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (2016-2020). È docente em cursos de pós graduação e trabalha como supervisor clínico institucional em Redes de Atenção Psicossocial. Atua principalmente nos segmentos: cuidado e política sobre drogas, saúde mental e saúde coletiva.
Aulas interativas
Aulas interativas
Aulas interativas
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
Área do Aluno
Área do Aluno
Área do Aluno
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
Tutor
Tutor
Tutor
Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Desenvolver ações e projetos
Desenvolver ações e projetos
Desenvolver ações e projetos
Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
Conteúdo 100% Online
Conteúdo 100% Online
Conteúdo 100% Online
Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.
Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.
Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.
Supervisões
Supervisões
Supervisões
O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.
O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.
O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.
> Primeiro encontro: apresentação da metodologia e dinâmica do curso;
> Primeiro encontro: apresentação da metodologia e dinâmica do curso;
> Primeiro encontro: apresentação da metodologia e dinâmica do curso;
> Discussão e trabalho em equipe multidisciplinar;
> Discussão e trabalho em equipe multidisciplinar;
> Discussão e trabalho em equipe multidisciplinar;
> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.
> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.
> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.
Carga horária: 360 horas
Carga horária: 360 horas
Carga horária: 360 horas
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Terças, de 19h00 às 22h00
Terças, de 19h00 às 22h00
Terças, de 19h00 às 22h00
Profissionais e gestores graduados que atuam no campo da saúde, incluindo a saúde mental, seja na atenção primária ou na atenção psicossocial, assim como profissionais graduados que não atuam na área mas tenham interesse no tema.
Profissionais e gestores graduados que atuam no campo da saúde, incluindo a saúde mental, seja na atenção primária ou na atenção psicossocial, assim como profissionais graduados que não atuam na área mas tenham interesse no tema.
Profissionais e gestores graduados que atuam no campo da saúde, incluindo a saúde mental, seja na atenção primária ou na atenção psicossocial, assim como profissionais graduados que não atuam na área mas tenham interesse no tema.
Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
DESCONTO DE 15%
DESCONTO DE 15%
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Em até 20x de:
Em até 20x de:
Em até 20x de:
R$276,25*
R$276,25*
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ou à vista de R$6.500
por R$5.525
ou à vista de R$6.500
por R$5.525
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por R$5.525
Curso online com disciplinas ao vivo;
Curso online com disciplinas ao vivo;
Curso online com disciplinas ao vivo;
Duração do curso: 12 meses;
Duração do curso: 12 meses;
Duração do curso: 12 meses;
Carga horária: 360 horas;
Carga horária: 360 horas;
Carga horária: 360 horas;
Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;
Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;
Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;
Início das aulas: 14/04/2026.
Início das aulas: 14/04/2026.
Início das aulas: 14/04/2026.
Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.
Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.
Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.
Como você pode garantir sua vaga?
Como você pode garantir sua vaga?
Como você pode garantir sua vaga?
Passo 1: Preencha o formulário de cadastro abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.
Passo 2: Agende a conversa inicial.
Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.
Passo 1: Preencha o formulário de cadastro abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.
Passo 2: Agende a conversa inicial.
Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.
Passo 1: Preencha o formulário de cadastro abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.
Passo 2: Agende a conversa inicial.
Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Quem pode fazer uma pós-graduação?
Quem pode fazer uma pós-graduação?
Quem pode fazer uma pós-graduação?
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
O que é uma pós-graduação?
O que é uma pós-graduação?
O que é uma pós-graduação?
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
Preciso fazer TCC?
Preciso fazer TCC?
Preciso fazer TCC?
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
Quanto tempo dura?
Quanto tempo dura?
Quanto tempo dura?
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 360 horas, o que corresponde a 12 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 360 horas, o que corresponde a 12 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 360 horas, o que corresponde a 12 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
Qual é o título de quem faz especialização?
Qual é o título de quem faz especialização?
Qual é o título de quem faz especialização?
A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a nossa equipe.
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Entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail: processoseletivo@cenatsaudemental.com
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Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
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* O valor apresentado inclui desconto de 6%, para pagamento feitos até a data de vencimento.
* O valor apresentado inclui desconto de 6%, para pagamento feitos até a data de vencimento.
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Forma de pagamento: boleto bancário.
Forma de pagamento: boleto bancário.
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Opções de parcelamento:
2x R$ 2.713,98
4x R$ 1.389,75
6x R$948,87
8x R$728,84
10x R$597,15
12x R$509,64
15x R$422,57
18x R$364,97
20x R$336,40
22x R$313,20
24x R$294,03
Opções de parcelamento:
2x R$ 2.713,98
4x R$ 1.389,75
6x R$948,87
8x R$728,84
10x R$597,15
12x R$509,64
15x R$422,57
18x R$364,97
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Os valores pagos na pós-graduação podem ser deduzidos do Imposto de Renda.
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Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.