Apresentação

Apresentação

Apresentação

A crescente valorização de práticas em saúde mental voltadas para a autonomia, a cidadania e o cuidado comunitário evidencia a importância da qualificação profissional para a condução de grupos e oficinas terapêuticas. Nos diferentes dispositivos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), como CAPS, atenção básica e serviços territoriais, essas estratégias têm se consolidado como importantes ferramentas de cuidado, inclusão social e fortalecimento de vínculos.


Com os avanços da Reforma Psiquiátrica brasileira, o cuidado em saúde mental passou a incorporar práticas coletivas, participativas e interdisciplinares, ampliando o uso de grupos e oficinas nos diferentes contextos de atuação. No entanto, ainda existe uma lacuna na formação específica para o planejamento, manejo e avaliação dessas práticas, impactando diretamente a qualidade e a efetividade das intervenções.


É nesse contexto que a Turma 2 da Pós-Graduação em Grupos e Oficinas em Saúde Mental: Práticas de Cuidado Psicossocial se insere. O curso foi desenvolvido para oferecer uma formação sólida, crítica e prática, capacitando profissionais para criar, conduzir e avaliar grupos e oficinas terapêuticas a partir dos princípios da Reabilitação Psicossocial, da clínica ampliada e do cuidado em liberdade.


A formação articula fundamentos teóricos e experiências práticas, promovendo estudos de caso, supervisão de práticas, metodologias participativas e reflexão crítica sobre o trabalho em saúde mental. Além disso, valoriza a troca de experiências entre alunos e professores, considerando os diferentes contextos territoriais e institucionais.


Dessa forma, a especialização busca fortalecer práticas mais éticas, inclusivas e transformadoras, contribuindo para a qualificação dos profissionais e para o aprimoramento do cuidado ofertado nos diferentes serviços e territórios da saúde mental.

A crescente valorização de práticas em saúde mental voltadas para a autonomia, a cidadania e o cuidado comunitário evidencia a importância da qualificação profissional para a condução de grupos e oficinas terapêuticas. Nos diferentes dispositivos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), como CAPS, atenção básica e serviços territoriais, essas estratégias têm se consolidado como importantes ferramentas de cuidado, inclusão social e fortalecimento de vínculos.


Com os avanços da Reforma Psiquiátrica brasileira, o cuidado em saúde mental passou a incorporar práticas coletivas, participativas e interdisciplinares, ampliando o uso de grupos e oficinas nos diferentes contextos de atuação. No entanto, ainda existe uma lacuna na formação específica para o planejamento, manejo e avaliação dessas práticas, impactando diretamente a qualidade e a efetividade das intervenções.


É nesse contexto que a Turma 2 da Pós-Graduação em Grupos e Oficinas em Saúde Mental: Práticas de Cuidado Psicossocial se insere. O curso foi desenvolvido para oferecer uma formação sólida, crítica e prática, capacitando profissionais para criar, conduzir e avaliar grupos e oficinas terapêuticas a partir dos princípios da Reabilitação Psicossocial, da clínica ampliada e do cuidado em liberdade.


A formação articula fundamentos teóricos e experiências práticas, promovendo estudos de caso, supervisão de práticas, metodologias participativas e reflexão crítica sobre o trabalho em saúde mental. Além disso, valoriza a troca de experiências entre alunos e professores, considerando os diferentes contextos territoriais e institucionais.


Dessa forma, a especialização busca fortalecer práticas mais éticas, inclusivas e transformadoras, contribuindo para a qualificação dos profissionais e para o aprimoramento do cuidado ofertado nos diferentes serviços e territórios da saúde mental.

A crescente valorização de práticas em saúde mental voltadas para a autonomia, a cidadania e o cuidado comunitário evidencia a importância da qualificação profissional para a condução de grupos e oficinas terapêuticas. Nos diferentes dispositivos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), como CAPS, atenção básica e serviços territoriais, essas estratégias têm se consolidado como importantes ferramentas de cuidado, inclusão social e fortalecimento de vínculos.


Com os avanços da Reforma Psiquiátrica brasileira, o cuidado em saúde mental passou a incorporar práticas coletivas, participativas e interdisciplinares, ampliando o uso de grupos e oficinas nos diferentes contextos de atuação. No entanto, ainda existe uma lacuna na formação específica para o planejamento, manejo e avaliação dessas práticas, impactando diretamente a qualidade e a efetividade das intervenções.


É nesse contexto que a Turma 2 da Pós-Graduação em Grupos e Oficinas em Saúde Mental: Práticas de Cuidado Psicossocial se insere. O curso foi desenvolvido para oferecer uma formação sólida, crítica e prática, capacitando profissionais para criar, conduzir e avaliar grupos e oficinas terapêuticas a partir dos princípios da Reabilitação Psicossocial, da clínica ampliada e do cuidado em liberdade.


A formação articula fundamentos teóricos e experiências práticas, promovendo estudos de caso, supervisão de práticas, metodologias participativas e reflexão crítica sobre o trabalho em saúde mental. Além disso, valoriza a troca de experiências entre alunos e professores, considerando os diferentes contextos territoriais e institucionais.


Dessa forma, a especialização busca fortalecer práticas mais éticas, inclusivas e transformadoras, contribuindo para a qualificação dos profissionais e para o aprimoramento do cuidado ofertado nos diferentes serviços e territórios da saúde mental.

Objetivos

Objetivos

Objetivos

Formar

Formar

Formar

profissionais para atuar de forma prática no cuidado em saúde mental, com base na Reabilitação Psicossocial.

profissionais para atuar de forma prática no cuidado em saúde mental, com base na Reabilitação Psicossocial.

profissionais para atuar de forma prática no cuidado em saúde mental, com base na Reabilitação Psicossocial.

Estimular

Estimular

Estimular

práticas que promovam cidadania, autonomia e participação social.




práticas que promovam cidadania, autonomia e participação social.




práticas que promovam cidadania, autonomia e participação social.




Capacitar

Capacitar

Capacitar

para o planejamento e a condução de grupos terapêuticos e oficinas de promoção da saúde mental.



para o planejamento e a condução de grupos terapêuticos e oficinas de promoção da saúde mental.



para o planejamento e a condução de grupos terapêuticos e oficinas de promoção da saúde mental.



Articular

Articular

Articular

o cuidado em saúde mental com as redes de apoio comunitário e territorial.




o cuidado em saúde mental com as redes de apoio comunitário e territorial.




o cuidado em saúde mental com as redes de apoio comunitário e territorial.




Disciplinas e Cronograma

Disciplinas e Cronograma

Disciplinas e Cronograma

Terças-feiras, de 19h00 às 22h00

Terças-feiras, de 19h00 às 22h00

Terças-feiras, de 19h00 às 22h00

Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

Início das aulas: 11/08/2026

Início das aulas: 11/08/2026

Início das aulas: 11/08/2026

Eixo 1 - Fundamentos da Reforma Psiquiátrica e Conceitos de Grupos e Oficinas

Eixo 1 - Fundamentos da Reforma Psiquiátrica e Conceitos de Grupos e Oficinas

Eixo 1 - Fundamentos da Reforma Psiquiátrica e Conceitos de Grupos e Oficinas

0)Aula inaugural

11/08/2026


1) História da Saúde Mental e a Reforma Psiquiátrica Brasileira

18/08/2026

Bruno Cobucci

Ementa: Aborda a evolução histórica das políticas de saúde mental no mundo e no Brasil, com ênfase na Reforma Psiquiátrica e na Luta Antimanicomial. Analisa os avanços e desafios na estruturação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), destacando o impacto das políticas públicas e da articulação intersetorial na transformação dos serviços de cuidado em saúde mental.


2) A construção da RAPS: território, comunidade e redes de cuidado em saúde mental

25/08/2026

Ementa: Ementa: A aula propõe uma reflexão crítica sobre o processo de construção da RAPS no Brasil, a partir dos princípios do SUS e da Reforma Psiquiátrica, destacando a transição do modelo institucional para o cuidado em liberdade, no território e na comunidade. Serão exploradas as potencialidades do cuidado territorial ampliado, com foco nas redes sociais, familiares e intersetoriais como recursos fundamentais para a produção de saúde mental, reconhecendo os vínculos afetivos e a corresponsabilidade como dispositivos clínicos e políticos.


3) Fundamentos Históricos e Políticos de Grupos e Oficinas em Saúde Mental

01/09/2026

Ementa: Apresenta o desenvolvimento histórico das oficinas terapêuticas e dos grupos no Brasil, desde seu uso nos contextos manicomiais até sua consolidação como práticas centrais na atenção psicossocial. Discute o papel das oficinas e grupos como estratégias de cuidado coletivo, construção de vínculos e resistência ao modelo biomédico, enfatizando sua dimensão ético-política e seu lugar na clínica ampliada. São analisadas as transformações desses recursos no campo político ao longo do tempo, sua inserção na Reforma Psiquiátrica e sua potência na produção de subjetividade, pertencimento e cidadania.


4) Grupos na Atenção Psicossocial: leitura clínica, produção de subjetividade e determinantes sociais do cuidado

08/09/2026

Ementa: A disciplina aborda os processos grupais na atenção psicossocial a partir de uma perspectiva situada no contexto brasileiro, articulada aos princípios da Reforma Psiquiátrica e do SUS. Discute o grupo como dispositivo clínico, ético e político, destacando seu papel na produção de subjetividade, na construção de autonomia e na ampliação da participação social no cuidado em liberdade. Analisa o sofrimento psíquico como fenômeno socialmente determinado, considerando os efeitos das desigualdades sociais, pobreza, violência, racismo, gênero e exclusão na constituição das experiências de sofrimento e nas possibilidades de cuidado. Nesse contexto, o grupo é compreendido como espaço coletivo de elaboração, reconhecimento e construção de estratégias de vida, em diálogo com o território e com as redes de apoio. Problematiza as práticas grupais na RAPS, tensionando o grupo tanto como possível dispositivo de controle e normatização quanto como espaço de encontro, invenção e transformação. Aborda a condução de grupos a partir da escuta, da circulação da palavra, da sustentação das diferenças e da construção de corresponsabilidade no cuidado. Articula teoria e prática a partir de situações concretas do cotidiano dos serviços, promovendo uma leitura crítica e implicada das experiências grupais no território, considerando os determinantes sociais como eixo transversal na construção e sustentação das práticas de cuidado.


5) Teoria e Prática dos Grupos e Oficinas na RAPS

15/09/2026

Ementa: Estuda os principais referenciais teóricos que sustentam as práticas grupais em saúde mental, incluindo a psicodinâmica, a psicologia social e a psicossociologia. Apresenta os diferentes tipos de grupos e oficinas – terapêuticos, psicoeducativos, comunitários, de apoio mútuo – e suas funções no cuidado territorial. Discute o papel do coordenador como facilitador da escuta e da participação ativa, estratégias de comunicação, liderança, manejo de conflitos e corresponsabilidade no processo grupal. Serão apresentados exemplos de práticas em diversos dispositivos da RAPS, considerando suas possibilidades terapêuticas, políticas e sociais.


6) Oficinas Terapêuticas e Educativas: Planejamento, Condução e Sustentação de Práticas na Atenção Psicossocial

22/09/2026

Lara Carolina Ribeiro Vilanova

Ementa: A disciplina aborda as oficinas terapêuticas e educativas como práticas de cuidado na atenção psicossocial, com ênfase em seu planejamento, condução e sustentação no cotidiano dos serviços. Parte da compreensão das oficinas como espaços de encontro, produção de sentido e ampliação das possibilidades de participação, situadas no contexto do SUS e da RAPS. Discute a construção de propostas de oficinas a partir do território, dos interesses e das necessidades dos usuários, articulando metodologias participativas, recursos expressivos e estratégias de engajamento. Aborda o manejo do grupo no decorrer da oficina, incluindo aspectos como condução, manejo de impasses, variações de participação e adaptação às diferentes configurações de usuários. Explora o papel do facilitador na sustentação do processo, destacando sua função na escuta, no acolhimento e na criação de condições para a circulação da palavra, do fazer e da convivência, sem reduzir a oficina a uma atividade estruturada ou protocolar. Considera os determinantes sociais da saúde mental, como desigualdades sociais, pobreza, violência, racismo, gênero e exclusão, na construção e condução das oficinas, reconhecendo seus efeitos sobre o engajamento, a participação e as possibilidades de cuidado.


7) Planejamento e Avaliação de Grupos e Oficinas

29/09/2026

Ementa: Apresenta estratégias de diagnóstico participativo, planejamento e avaliação de grupos e oficinas no contexto da saúde mental. Aborda a elaboração de propostas alinhadas às necessidades dos territórios, definição de objetivos, estruturação de cronogramas e ferramentas para avaliação qualitativa e quantitativa. Discute análise de eficácia, impacto e estratégias de adaptação das práticas coletivas.


8) Dinâmicas Grupais: Comunicação, Liderança e Mediação de Conflitos

06/10/2026

Ementa: Apresenta técnicas para fortalecer a participação, comunicação e coesão grupal a partir da prática e conflitos reais. Aborda a liderança como processo facilitador, estratégias de mediação de conflitos e construção coletiva de soluções. Discute desafios como adesão, resistência, manejo de dinâmicas interpessoais complexas e adaptação a diferentes públicos, garantindo um espaço seguro para escuta e participação ativa.


9) Grupos e Oficinas na Atenção Primária e Saúde do Trabalhador

13/10/2026

Ementa: Explora o uso de grupos e oficinas na Atenção Primária à Saúde (APS) e na Saúde do Trabalhador, considerando seus desafios e potencialidades. Discute estratégias para adaptação ao contexto comunitário, intersetorialidade e promoção de saúde. Analisa as relações entre trabalho, subjetividade e sofrimento psíquico, enfatizando estratégias de acolhimento e fortalecimento da autonomia. Apresenta base de repertório para adaptar de acordo com contexto e necessidade; ler território e intervir a partir das práticas de grupos e/ou oficinas.


10) Grupos Operativos de Pichon-Rivière: Teoria, Clínica e Instituição

20/10/2026 e 27/10/2026

Ementa: Esta disciplina aprofunda os grupos operativos a partir da teoria de Enrique Pichon-Rivière, articulando seus fundamentos à prática clínica, institucional e grupal na saúde mental. Trabalha conceitos como tarefa, vínculo, papel, emergente, coordenação, resistência à mudança e aprendizagem dialética, situando-os na construção do cuidado em liberdade e no campo da Reforma Psiquiátrica. A disciplina promove reflexões sobre o grupo como instrumento de transformação individual e coletiva, explorando a prática dos grupos operativos na atenção psicossocial, no trabalho em equipe e no acompanhamento de usuários.


11) Psicodrama de Moreno: Ação, Encontro e Produção de Subjetividade em Grupo

03/11/2026 e 10/11/2026

Ementa: Apresenta os fundamentos do Psicodrama e Sociodrama, a partir da teoria de Jacob Levy Moreno, valorizando o grupo como espaço de expressão, espontaneidade, criação e reconstrução de papéis. Explora conceitos como tele, matriz de identidade, dramatização, cena, catarse, aquecimento e palco, articulando teoria e técnica à atuação em saúde mental, possibilitando o desenvolvimento da escuta sensível, da coordenação espontânea e do trabalho com narrativas e corpos no contexto da RAPS.


12) Laboratório de Grupos e Oficinas II: Planejamento e Estruturação

17/11/2026

Ementa: A disciplina apresenta metodologias de avaliação de grupos e oficinas em saúde mental, incluindo indicadores qualitativos e quantitativos para mensuração de impacto. Explora técnicas de feedback participativo, registros narrativos, análise de eficácia das intervenções e uso de ferramentas digitais para acompanhamento do desenvolvimento dos grupos. Discute ainda como adaptar os processos avaliativos às necessidades específicas dos participantes, garantindo que a avaliação também seja uma ferramenta de transformação do cuidado. Foco no impacto e ajustes baseados na avaliação.


13) Supervisão de Práticas e Estudo de Casos em Saúde Mental

24/11/2026

Ementa: Proporciona supervisão contínua e análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas. Através de estudos de caso e discussões reflexivas, promove ajustes metodológicos e desenvolvimento de estratégias personalizadas. O formato longitudinal fortalece a escuta profissional e a construção coletiva de soluções. Os alunos apresentam casos para debate, elaborando e acompanhando planos terapêuticos ao longo dos encontros.


15) Seminário Avaliativo do Eixo 1

08/12/2026

Ementa: Promove a autoavaliação e a reflexão crítica sobre o processo de aprendizagem, integrando teoria e prática. Estimula a participação ativa, a metacognição e a autonomia dos alunos, fortalecendo a internalização dos conhecimentos adquiridos. A avaliação formativa considera frequência, engajamento e a capacidade de articular conteúdos, consolidando uma formação alinhada às demandas da saúde mental.

0)Aula inaugural

11/08/2026


1) História da Saúde Mental e a Reforma Psiquiátrica Brasileira

18/08/2026

Bruno Cobucci

Ementa: Aborda a evolução histórica das políticas de saúde mental no mundo e no Brasil, com ênfase na Reforma Psiquiátrica e na Luta Antimanicomial. Analisa os avanços e desafios na estruturação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), destacando o impacto das políticas públicas e da articulação intersetorial na transformação dos serviços de cuidado em saúde mental.


2) A construção da RAPS: território, comunidade e redes de cuidado em saúde mental

25/08/2026

Ementa: Ementa: A aula propõe uma reflexão crítica sobre o processo de construção da RAPS no Brasil, a partir dos princípios do SUS e da Reforma Psiquiátrica, destacando a transição do modelo institucional para o cuidado em liberdade, no território e na comunidade. Serão exploradas as potencialidades do cuidado territorial ampliado, com foco nas redes sociais, familiares e intersetoriais como recursos fundamentais para a produção de saúde mental, reconhecendo os vínculos afetivos e a corresponsabilidade como dispositivos clínicos e políticos.


3) Fundamentos Históricos e Políticos de Grupos e Oficinas em Saúde Mental

01/09/2026

Ementa: Apresenta o desenvolvimento histórico das oficinas terapêuticas e dos grupos no Brasil, desde seu uso nos contextos manicomiais até sua consolidação como práticas centrais na atenção psicossocial. Discute o papel das oficinas e grupos como estratégias de cuidado coletivo, construção de vínculos e resistência ao modelo biomédico, enfatizando sua dimensão ético-política e seu lugar na clínica ampliada. São analisadas as transformações desses recursos no campo político ao longo do tempo, sua inserção na Reforma Psiquiátrica e sua potência na produção de subjetividade, pertencimento e cidadania.


4) Grupos na Atenção Psicossocial: leitura clínica, produção de subjetividade e determinantes sociais do cuidado

08/09/2026

Ementa: A disciplina aborda os processos grupais na atenção psicossocial a partir de uma perspectiva situada no contexto brasileiro, articulada aos princípios da Reforma Psiquiátrica e do SUS. Discute o grupo como dispositivo clínico, ético e político, destacando seu papel na produção de subjetividade, na construção de autonomia e na ampliação da participação social no cuidado em liberdade. Analisa o sofrimento psíquico como fenômeno socialmente determinado, considerando os efeitos das desigualdades sociais, pobreza, violência, racismo, gênero e exclusão na constituição das experiências de sofrimento e nas possibilidades de cuidado. Nesse contexto, o grupo é compreendido como espaço coletivo de elaboração, reconhecimento e construção de estratégias de vida, em diálogo com o território e com as redes de apoio. Problematiza as práticas grupais na RAPS, tensionando o grupo tanto como possível dispositivo de controle e normatização quanto como espaço de encontro, invenção e transformação. Aborda a condução de grupos a partir da escuta, da circulação da palavra, da sustentação das diferenças e da construção de corresponsabilidade no cuidado. Articula teoria e prática a partir de situações concretas do cotidiano dos serviços, promovendo uma leitura crítica e implicada das experiências grupais no território, considerando os determinantes sociais como eixo transversal na construção e sustentação das práticas de cuidado.


5) Teoria e Prática dos Grupos e Oficinas na RAPS

15/09/2026

Ementa: Estuda os principais referenciais teóricos que sustentam as práticas grupais em saúde mental, incluindo a psicodinâmica, a psicologia social e a psicossociologia. Apresenta os diferentes tipos de grupos e oficinas – terapêuticos, psicoeducativos, comunitários, de apoio mútuo – e suas funções no cuidado territorial. Discute o papel do coordenador como facilitador da escuta e da participação ativa, estratégias de comunicação, liderança, manejo de conflitos e corresponsabilidade no processo grupal. Serão apresentados exemplos de práticas em diversos dispositivos da RAPS, considerando suas possibilidades terapêuticas, políticas e sociais.


6) Oficinas Terapêuticas e Educativas: Planejamento, Condução e Sustentação de Práticas na Atenção Psicossocial

22/09/2026

Lara Carolina Ribeiro Vilanova

Ementa: A disciplina aborda as oficinas terapêuticas e educativas como práticas de cuidado na atenção psicossocial, com ênfase em seu planejamento, condução e sustentação no cotidiano dos serviços. Parte da compreensão das oficinas como espaços de encontro, produção de sentido e ampliação das possibilidades de participação, situadas no contexto do SUS e da RAPS. Discute a construção de propostas de oficinas a partir do território, dos interesses e das necessidades dos usuários, articulando metodologias participativas, recursos expressivos e estratégias de engajamento. Aborda o manejo do grupo no decorrer da oficina, incluindo aspectos como condução, manejo de impasses, variações de participação e adaptação às diferentes configurações de usuários. Explora o papel do facilitador na sustentação do processo, destacando sua função na escuta, no acolhimento e na criação de condições para a circulação da palavra, do fazer e da convivência, sem reduzir a oficina a uma atividade estruturada ou protocolar. Considera os determinantes sociais da saúde mental, como desigualdades sociais, pobreza, violência, racismo, gênero e exclusão, na construção e condução das oficinas, reconhecendo seus efeitos sobre o engajamento, a participação e as possibilidades de cuidado.


7) Planejamento e Avaliação de Grupos e Oficinas

29/09/2026

Ementa: Apresenta estratégias de diagnóstico participativo, planejamento e avaliação de grupos e oficinas no contexto da saúde mental. Aborda a elaboração de propostas alinhadas às necessidades dos territórios, definição de objetivos, estruturação de cronogramas e ferramentas para avaliação qualitativa e quantitativa. Discute análise de eficácia, impacto e estratégias de adaptação das práticas coletivas.


8) Dinâmicas Grupais: Comunicação, Liderança e Mediação de Conflitos

06/10/2026

Ementa: Apresenta técnicas para fortalecer a participação, comunicação e coesão grupal a partir da prática e conflitos reais. Aborda a liderança como processo facilitador, estratégias de mediação de conflitos e construção coletiva de soluções. Discute desafios como adesão, resistência, manejo de dinâmicas interpessoais complexas e adaptação a diferentes públicos, garantindo um espaço seguro para escuta e participação ativa.


9) Grupos e Oficinas na Atenção Primária e Saúde do Trabalhador

13/10/2026

Ementa: Explora o uso de grupos e oficinas na Atenção Primária à Saúde (APS) e na Saúde do Trabalhador, considerando seus desafios e potencialidades. Discute estratégias para adaptação ao contexto comunitário, intersetorialidade e promoção de saúde. Analisa as relações entre trabalho, subjetividade e sofrimento psíquico, enfatizando estratégias de acolhimento e fortalecimento da autonomia. Apresenta base de repertório para adaptar de acordo com contexto e necessidade; ler território e intervir a partir das práticas de grupos e/ou oficinas.


10) Grupos Operativos de Pichon-Rivière: Teoria, Clínica e Instituição

20/10/2026 e 27/10/2026

Ementa: Esta disciplina aprofunda os grupos operativos a partir da teoria de Enrique Pichon-Rivière, articulando seus fundamentos à prática clínica, institucional e grupal na saúde mental. Trabalha conceitos como tarefa, vínculo, papel, emergente, coordenação, resistência à mudança e aprendizagem dialética, situando-os na construção do cuidado em liberdade e no campo da Reforma Psiquiátrica. A disciplina promove reflexões sobre o grupo como instrumento de transformação individual e coletiva, explorando a prática dos grupos operativos na atenção psicossocial, no trabalho em equipe e no acompanhamento de usuários.


11) Psicodrama de Moreno: Ação, Encontro e Produção de Subjetividade em Grupo

03/11/2026 e 10/11/2026

Ementa: Apresenta os fundamentos do Psicodrama e Sociodrama, a partir da teoria de Jacob Levy Moreno, valorizando o grupo como espaço de expressão, espontaneidade, criação e reconstrução de papéis. Explora conceitos como tele, matriz de identidade, dramatização, cena, catarse, aquecimento e palco, articulando teoria e técnica à atuação em saúde mental, possibilitando o desenvolvimento da escuta sensível, da coordenação espontânea e do trabalho com narrativas e corpos no contexto da RAPS.


12) Laboratório de Grupos e Oficinas II: Planejamento e Estruturação

17/11/2026

Ementa: A disciplina apresenta metodologias de avaliação de grupos e oficinas em saúde mental, incluindo indicadores qualitativos e quantitativos para mensuração de impacto. Explora técnicas de feedback participativo, registros narrativos, análise de eficácia das intervenções e uso de ferramentas digitais para acompanhamento do desenvolvimento dos grupos. Discute ainda como adaptar os processos avaliativos às necessidades específicas dos participantes, garantindo que a avaliação também seja uma ferramenta de transformação do cuidado. Foco no impacto e ajustes baseados na avaliação.


13) Supervisão de Práticas e Estudo de Casos em Saúde Mental

24/11/2026

Ementa: Proporciona supervisão contínua e análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas. Através de estudos de caso e discussões reflexivas, promove ajustes metodológicos e desenvolvimento de estratégias personalizadas. O formato longitudinal fortalece a escuta profissional e a construção coletiva de soluções. Os alunos apresentam casos para debate, elaborando e acompanhando planos terapêuticos ao longo dos encontros.


15) Seminário Avaliativo do Eixo 1

08/12/2026

Ementa: Promove a autoavaliação e a reflexão crítica sobre o processo de aprendizagem, integrando teoria e prática. Estimula a participação ativa, a metacognição e a autonomia dos alunos, fortalecendo a internalização dos conhecimentos adquiridos. A avaliação formativa considera frequência, engajamento e a capacidade de articular conteúdos, consolidando uma formação alinhada às demandas da saúde mental.

0)Aula inaugural

11/08/2026


1) História da Saúde Mental e a Reforma Psiquiátrica Brasileira

18/08/2026

Bruno Cobucci

Ementa: Aborda a evolução histórica das políticas de saúde mental no mundo e no Brasil, com ênfase na Reforma Psiquiátrica e na Luta Antimanicomial. Analisa os avanços e desafios na estruturação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), destacando o impacto das políticas públicas e da articulação intersetorial na transformação dos serviços de cuidado em saúde mental.


2) A construção da RAPS: território, comunidade e redes de cuidado em saúde mental

25/08/2026

Ementa: Ementa: A aula propõe uma reflexão crítica sobre o processo de construção da RAPS no Brasil, a partir dos princípios do SUS e da Reforma Psiquiátrica, destacando a transição do modelo institucional para o cuidado em liberdade, no território e na comunidade. Serão exploradas as potencialidades do cuidado territorial ampliado, com foco nas redes sociais, familiares e intersetoriais como recursos fundamentais para a produção de saúde mental, reconhecendo os vínculos afetivos e a corresponsabilidade como dispositivos clínicos e políticos.


3) Fundamentos Históricos e Políticos de Grupos e Oficinas em Saúde Mental

01/09/2026

Ementa: Apresenta o desenvolvimento histórico das oficinas terapêuticas e dos grupos no Brasil, desde seu uso nos contextos manicomiais até sua consolidação como práticas centrais na atenção psicossocial. Discute o papel das oficinas e grupos como estratégias de cuidado coletivo, construção de vínculos e resistência ao modelo biomédico, enfatizando sua dimensão ético-política e seu lugar na clínica ampliada. São analisadas as transformações desses recursos no campo político ao longo do tempo, sua inserção na Reforma Psiquiátrica e sua potência na produção de subjetividade, pertencimento e cidadania.


4) Grupos na Atenção Psicossocial: leitura clínica, produção de subjetividade e determinantes sociais do cuidado

08/09/2026

Ementa: A disciplina aborda os processos grupais na atenção psicossocial a partir de uma perspectiva situada no contexto brasileiro, articulada aos princípios da Reforma Psiquiátrica e do SUS. Discute o grupo como dispositivo clínico, ético e político, destacando seu papel na produção de subjetividade, na construção de autonomia e na ampliação da participação social no cuidado em liberdade. Analisa o sofrimento psíquico como fenômeno socialmente determinado, considerando os efeitos das desigualdades sociais, pobreza, violência, racismo, gênero e exclusão na constituição das experiências de sofrimento e nas possibilidades de cuidado. Nesse contexto, o grupo é compreendido como espaço coletivo de elaboração, reconhecimento e construção de estratégias de vida, em diálogo com o território e com as redes de apoio. Problematiza as práticas grupais na RAPS, tensionando o grupo tanto como possível dispositivo de controle e normatização quanto como espaço de encontro, invenção e transformação. Aborda a condução de grupos a partir da escuta, da circulação da palavra, da sustentação das diferenças e da construção de corresponsabilidade no cuidado. Articula teoria e prática a partir de situações concretas do cotidiano dos serviços, promovendo uma leitura crítica e implicada das experiências grupais no território, considerando os determinantes sociais como eixo transversal na construção e sustentação das práticas de cuidado.


5) Teoria e Prática dos Grupos e Oficinas na RAPS

15/09/2026

Ementa: Estuda os principais referenciais teóricos que sustentam as práticas grupais em saúde mental, incluindo a psicodinâmica, a psicologia social e a psicossociologia. Apresenta os diferentes tipos de grupos e oficinas – terapêuticos, psicoeducativos, comunitários, de apoio mútuo – e suas funções no cuidado territorial. Discute o papel do coordenador como facilitador da escuta e da participação ativa, estratégias de comunicação, liderança, manejo de conflitos e corresponsabilidade no processo grupal. Serão apresentados exemplos de práticas em diversos dispositivos da RAPS, considerando suas possibilidades terapêuticas, políticas e sociais.


6) Oficinas Terapêuticas e Educativas: Planejamento, Condução e Sustentação de Práticas na Atenção Psicossocial

22/09/2026

Lara Carolina Ribeiro Vilanova

Ementa: A disciplina aborda as oficinas terapêuticas e educativas como práticas de cuidado na atenção psicossocial, com ênfase em seu planejamento, condução e sustentação no cotidiano dos serviços. Parte da compreensão das oficinas como espaços de encontro, produção de sentido e ampliação das possibilidades de participação, situadas no contexto do SUS e da RAPS. Discute a construção de propostas de oficinas a partir do território, dos interesses e das necessidades dos usuários, articulando metodologias participativas, recursos expressivos e estratégias de engajamento. Aborda o manejo do grupo no decorrer da oficina, incluindo aspectos como condução, manejo de impasses, variações de participação e adaptação às diferentes configurações de usuários. Explora o papel do facilitador na sustentação do processo, destacando sua função na escuta, no acolhimento e na criação de condições para a circulação da palavra, do fazer e da convivência, sem reduzir a oficina a uma atividade estruturada ou protocolar. Considera os determinantes sociais da saúde mental, como desigualdades sociais, pobreza, violência, racismo, gênero e exclusão, na construção e condução das oficinas, reconhecendo seus efeitos sobre o engajamento, a participação e as possibilidades de cuidado.


7) Planejamento e Avaliação de Grupos e Oficinas

29/09/2026

Ementa: Apresenta estratégias de diagnóstico participativo, planejamento e avaliação de grupos e oficinas no contexto da saúde mental. Aborda a elaboração de propostas alinhadas às necessidades dos territórios, definição de objetivos, estruturação de cronogramas e ferramentas para avaliação qualitativa e quantitativa. Discute análise de eficácia, impacto e estratégias de adaptação das práticas coletivas.


8) Dinâmicas Grupais: Comunicação, Liderança e Mediação de Conflitos

06/10/2026

Ementa: Apresenta técnicas para fortalecer a participação, comunicação e coesão grupal a partir da prática e conflitos reais. Aborda a liderança como processo facilitador, estratégias de mediação de conflitos e construção coletiva de soluções. Discute desafios como adesão, resistência, manejo de dinâmicas interpessoais complexas e adaptação a diferentes públicos, garantindo um espaço seguro para escuta e participação ativa.


9) Grupos e Oficinas na Atenção Primária e Saúde do Trabalhador

13/10/2026

Ementa: Explora o uso de grupos e oficinas na Atenção Primária à Saúde (APS) e na Saúde do Trabalhador, considerando seus desafios e potencialidades. Discute estratégias para adaptação ao contexto comunitário, intersetorialidade e promoção de saúde. Analisa as relações entre trabalho, subjetividade e sofrimento psíquico, enfatizando estratégias de acolhimento e fortalecimento da autonomia. Apresenta base de repertório para adaptar de acordo com contexto e necessidade; ler território e intervir a partir das práticas de grupos e/ou oficinas.


10) Grupos Operativos de Pichon-Rivière: Teoria, Clínica e Instituição

20/10/2026 e 27/10/2026

Ementa: Esta disciplina aprofunda os grupos operativos a partir da teoria de Enrique Pichon-Rivière, articulando seus fundamentos à prática clínica, institucional e grupal na saúde mental. Trabalha conceitos como tarefa, vínculo, papel, emergente, coordenação, resistência à mudança e aprendizagem dialética, situando-os na construção do cuidado em liberdade e no campo da Reforma Psiquiátrica. A disciplina promove reflexões sobre o grupo como instrumento de transformação individual e coletiva, explorando a prática dos grupos operativos na atenção psicossocial, no trabalho em equipe e no acompanhamento de usuários.


11) Psicodrama de Moreno: Ação, Encontro e Produção de Subjetividade em Grupo

03/11/2026 e 10/11/2026

Ementa: Apresenta os fundamentos do Psicodrama e Sociodrama, a partir da teoria de Jacob Levy Moreno, valorizando o grupo como espaço de expressão, espontaneidade, criação e reconstrução de papéis. Explora conceitos como tele, matriz de identidade, dramatização, cena, catarse, aquecimento e palco, articulando teoria e técnica à atuação em saúde mental, possibilitando o desenvolvimento da escuta sensível, da coordenação espontânea e do trabalho com narrativas e corpos no contexto da RAPS.


12) Laboratório de Grupos e Oficinas II: Planejamento e Estruturação

17/11/2026

Ementa: A disciplina apresenta metodologias de avaliação de grupos e oficinas em saúde mental, incluindo indicadores qualitativos e quantitativos para mensuração de impacto. Explora técnicas de feedback participativo, registros narrativos, análise de eficácia das intervenções e uso de ferramentas digitais para acompanhamento do desenvolvimento dos grupos. Discute ainda como adaptar os processos avaliativos às necessidades específicas dos participantes, garantindo que a avaliação também seja uma ferramenta de transformação do cuidado. Foco no impacto e ajustes baseados na avaliação.


13) Supervisão de Práticas e Estudo de Casos em Saúde Mental

24/11/2026

Ementa: Proporciona supervisão contínua e análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas. Através de estudos de caso e discussões reflexivas, promove ajustes metodológicos e desenvolvimento de estratégias personalizadas. O formato longitudinal fortalece a escuta profissional e a construção coletiva de soluções. Os alunos apresentam casos para debate, elaborando e acompanhando planos terapêuticos ao longo dos encontros.


15) Seminário Avaliativo do Eixo 1

08/12/2026

Ementa: Promove a autoavaliação e a reflexão crítica sobre o processo de aprendizagem, integrando teoria e prática. Estimula a participação ativa, a metacognição e a autonomia dos alunos, fortalecendo a internalização dos conhecimentos adquiridos. A avaliação formativa considera frequência, engajamento e a capacidade de articular conteúdos, consolidando uma formação alinhada às demandas da saúde mental.

Eixo 2 – Práticas de Grupos e Oficinas em Saúde Mental

Eixo 2 – Práticas de Grupos e Oficinas em Saúde Mental

Eixo 2 – Práticas de Grupos e Oficinas em Saúde Mental

16) Abordagens Inovadoras e Estratégias Terapêuticas em Grupos

02/02/2027

Ementa: Apresenta uma visão geral das abordagens inovadoras no trabalho com grupos, enfatizando práticas que ampliam o cuidado além do modelo biomédico. Discute estratégias como diálogos abertos, redes de suporte comunitário, terapias narrativas e metodologias dialógicas. Explora a construção compartilhada do cuidado, a escuta ativa e a corresponsabilização nos processos terapêuticos.


17) Diálogo Aberto e Práticas Dialógicas em Grupos

16/02/2027 e 23/02/2027

Ementa: Apresenta os princípios do Diálogo Aberto e sua aplicação em grupos e contextos comunitários de saúde mental, com foco na escuta ativa, horizontalidade, participação da rede e construção coletiva de sentido. Discute a criação de espaços dialógicos na RAPS, analisando experiências práticas e o papel do profissional como facilitador de processos éticos, implicados e não patologizantes do cuidado em liberdade.


18) Terapia Comunitária: potencialidades para o cuidado em Saúde

02/03/2027

Ementa: Apresenta os princípios da Terapia Comunitária Integrativa como estratégia de acolhimento coletivo e fortalecimento da resiliência comunitária. Discute seu uso na atenção psicossocial, explorando metodologias de escuta, compartilhamento de experiências e construção de soluções a partir dos saberes locais.


19) Grupos Terapêuticos Infantojuvenil em saúde mental

09/03/2027

Melissa Ribeiro

Ementa: Aborda a condução de grupos terapêuticos infantojuvenil, considerando os processos de desenvolvimento, as expressões do sofrimento psíquico e as dinâmicas familiares e escolares. Serão trabalhadas estratégias lúdicas, comunicacionais e relacionais que favoreçam o vínculo, a escuta e o protagonismo infantojuvenil na atenção psicossocial. Alinha o cuidado a essa população que integra território; família, escola e redes.


20) Grupos Terapêuticos com Pessoas Idosas em saúde mental

16/03/2027

Ludgleydson Araujo

Ementa: Explora a condução de grupos terapêuticos voltados à terceira idade, considerando os aspectos subjetivos do envelhecimento, a escuta de experiências de vida e o enfrentamento de perdas, solidão e transformações sociais. Discute estratégias de cuidado coletivo que promovam pertencimento, autonomia e fortalecimento de redes de apoio. Alinha o cuidado a essa população que integra território; família e redes.


21) Grupos e Oficinas como Dispositivos de Cuidado em Situações de Crise

23/03/2027

Dione Maria Menz

Ementa: Explora o papel dos grupos e oficinas como dispositivos de acolhimento e suporte em momentos de crise. Discute estratégias para manejo de situações emergenciais, fortalecimento da rede de cuidado e suporte direcionado à familiares de pessoas em sofrimento psíquico. Analisa como os grupos podem promover estabilidade emocional, apoio para promover acolhimento, troca de experiências e corresponsabilização no cuidado.


22) Gestão Autônoma da Medicação (GAM)

06/04/2027

Ementa: Apresenta os fundamentos da Gestão Autônoma da Medicação (GAM) como metodologia centrada na escuta qualificada, valorização da experiência do usuário e pactuação compartilhada do uso de medicamentos. Discute sua aplicação na RAPS como dispositivo ético, clínico e político que transforma a relação com a medicação e fortalece práticas de cuidado em liberdade.


23) Grupos de Ouvidores de Vozes na Comunidade

13/04/2027

Loraine Oltmann de Oliveira

Ementa: Apresenta o MIOV como uma prática internacional e local de escuta e acolhimento de experiências psicóticas, especialmente a escuta de vozes, a partir de uma perspectiva não patologizante e orientada pelos direitos humanos. Analisa sua origem, princípios ético-políticos, formas de organização e atuação nos contextos comunitários de saúde mental. Discute as metodologias utilizadas nos grupos de Ouvidores de Vozes, sua presença nos serviços da RAPS e seu potencial como dispositivo de escuta singular, reconstrução de sentido e autonomia subjetiva.


24) Comunidade de Fala: Protagonismo, Educação e Experiência no Cuidado em Saúde Mental

20/04/2027

Ementa: Apresenta a Comunidade de Fala como estratégia de educação em saúde e empoderamento de usuários, por meio do compartilhamento público de experiências de vida, sofrimento e superação em diferentes espaços sociais. Explora o uso da narrativa como ferramenta de desinstitucionalização, empoderamento e reconhecimento público das experiências vividas. Serão discutidas estratégias de formação de usuários como palestrantes, a importância da escuta coletiva e os impactos da circulação dessas falas em espaços comunitário e de saúde. A disciplina propõe a reflexão sobre como práticas dialógicas e testemunhais podem transformar a escuta profissional, romper com o estigma e fortalecer redes de apoio e cidadania.


25) Grupos e Oficinas em Saúde Mental: Diversidade, Gênero, Raça e Interseccionalidades

27/04/2027 e 04/05/2027

Ementa: Aborda os atravessamentos de raça, gênero, sexualidade, classe e território nos modos de subjetivação dos usuários e no funcionamento dos serviços de saúde mental. Com base na interseccionalidade e nos direitos humanos, propõe a construção de práticas grupais e oficinas que reconheçam e enfrentem dinâmicas de exclusão, discriminação e silenciamento. Serão exploradas estratégias de escuta e facilitação de grupos com pessoas LGBTQIAPN+, pessoas negras, mulheres, pessoas trans e outras populações historicamente marginalizadas, com foco no fortalecimento de vínculos, pertencimento e cidadania.


26) Laboratório de Grupos e Oficinas II: Execução e Aplicação

11/05/2027

Ementa: A disciplina apresenta metodologias de avaliação de grupos e oficinas em saúde mental, incluindo indicadores qualitativos e quantitativos para mensuração de impacto. Explora técnicas de feedback participativo, registros narrativos, análise de eficácia das intervenções e uso de ferramentas digitais para acompanhamento do desenvolvimento dos grupos. Discute ainda como adaptar os processos avaliativos às necessidades específicas dos participantes, garantindo que a avaliação também seja uma ferramenta de transformação do cuidado. Foco no impacto e ajustes baseados na avaliação.


27) Seminário Avaliativo – eixo 2

18/05/2027

Ementa: Objetivo de integrar os conteúdos do eixo por meio da autoavaliação e reflexão crítica, fortalecendo a articulação teoria-prática e a autonomia do profissional em formação.

16) Abordagens Inovadoras e Estratégias Terapêuticas em Grupos

02/02/2027

Ementa: Apresenta uma visão geral das abordagens inovadoras no trabalho com grupos, enfatizando práticas que ampliam o cuidado além do modelo biomédico. Discute estratégias como diálogos abertos, redes de suporte comunitário, terapias narrativas e metodologias dialógicas. Explora a construção compartilhada do cuidado, a escuta ativa e a corresponsabilização nos processos terapêuticos.


17) Diálogo Aberto e Práticas Dialógicas em Grupos

16/02/2027 e 23/02/2027

Ementa: Apresenta os princípios do Diálogo Aberto e sua aplicação em grupos e contextos comunitários de saúde mental, com foco na escuta ativa, horizontalidade, participação da rede e construção coletiva de sentido. Discute a criação de espaços dialógicos na RAPS, analisando experiências práticas e o papel do profissional como facilitador de processos éticos, implicados e não patologizantes do cuidado em liberdade.


18) Terapia Comunitária: potencialidades para o cuidado em Saúde

02/03/2027

Ementa: Apresenta os princípios da Terapia Comunitária Integrativa como estratégia de acolhimento coletivo e fortalecimento da resiliência comunitária. Discute seu uso na atenção psicossocial, explorando metodologias de escuta, compartilhamento de experiências e construção de soluções a partir dos saberes locais.


19) Grupos Terapêuticos Infantojuvenil em saúde mental

09/03/2027

Melissa Ribeiro

Ementa: Aborda a condução de grupos terapêuticos infantojuvenil, considerando os processos de desenvolvimento, as expressões do sofrimento psíquico e as dinâmicas familiares e escolares. Serão trabalhadas estratégias lúdicas, comunicacionais e relacionais que favoreçam o vínculo, a escuta e o protagonismo infantojuvenil na atenção psicossocial. Alinha o cuidado a essa população que integra território; família, escola e redes.


20) Grupos Terapêuticos com Pessoas Idosas em saúde mental

16/03/2027

Ludgleydson Araujo

Ementa: Explora a condução de grupos terapêuticos voltados à terceira idade, considerando os aspectos subjetivos do envelhecimento, a escuta de experiências de vida e o enfrentamento de perdas, solidão e transformações sociais. Discute estratégias de cuidado coletivo que promovam pertencimento, autonomia e fortalecimento de redes de apoio. Alinha o cuidado a essa população que integra território; família e redes.


21) Grupos e Oficinas como Dispositivos de Cuidado em Situações de Crise

23/03/2027

Dione Maria Menz

Ementa: Explora o papel dos grupos e oficinas como dispositivos de acolhimento e suporte em momentos de crise. Discute estratégias para manejo de situações emergenciais, fortalecimento da rede de cuidado e suporte direcionado à familiares de pessoas em sofrimento psíquico. Analisa como os grupos podem promover estabilidade emocional, apoio para promover acolhimento, troca de experiências e corresponsabilização no cuidado.


22) Gestão Autônoma da Medicação (GAM)

06/04/2027

Ementa: Apresenta os fundamentos da Gestão Autônoma da Medicação (GAM) como metodologia centrada na escuta qualificada, valorização da experiência do usuário e pactuação compartilhada do uso de medicamentos. Discute sua aplicação na RAPS como dispositivo ético, clínico e político que transforma a relação com a medicação e fortalece práticas de cuidado em liberdade.


23) Grupos de Ouvidores de Vozes na Comunidade

13/04/2027

Loraine Oltmann de Oliveira

Ementa: Apresenta o MIOV como uma prática internacional e local de escuta e acolhimento de experiências psicóticas, especialmente a escuta de vozes, a partir de uma perspectiva não patologizante e orientada pelos direitos humanos. Analisa sua origem, princípios ético-políticos, formas de organização e atuação nos contextos comunitários de saúde mental. Discute as metodologias utilizadas nos grupos de Ouvidores de Vozes, sua presença nos serviços da RAPS e seu potencial como dispositivo de escuta singular, reconstrução de sentido e autonomia subjetiva.


24) Comunidade de Fala: Protagonismo, Educação e Experiência no Cuidado em Saúde Mental

20/04/2027

Ementa: Apresenta a Comunidade de Fala como estratégia de educação em saúde e empoderamento de usuários, por meio do compartilhamento público de experiências de vida, sofrimento e superação em diferentes espaços sociais. Explora o uso da narrativa como ferramenta de desinstitucionalização, empoderamento e reconhecimento público das experiências vividas. Serão discutidas estratégias de formação de usuários como palestrantes, a importância da escuta coletiva e os impactos da circulação dessas falas em espaços comunitário e de saúde. A disciplina propõe a reflexão sobre como práticas dialógicas e testemunhais podem transformar a escuta profissional, romper com o estigma e fortalecer redes de apoio e cidadania.


25) Grupos e Oficinas em Saúde Mental: Diversidade, Gênero, Raça e Interseccionalidades

27/04/2027 e 04/05/2027

Ementa: Aborda os atravessamentos de raça, gênero, sexualidade, classe e território nos modos de subjetivação dos usuários e no funcionamento dos serviços de saúde mental. Com base na interseccionalidade e nos direitos humanos, propõe a construção de práticas grupais e oficinas que reconheçam e enfrentem dinâmicas de exclusão, discriminação e silenciamento. Serão exploradas estratégias de escuta e facilitação de grupos com pessoas LGBTQIAPN+, pessoas negras, mulheres, pessoas trans e outras populações historicamente marginalizadas, com foco no fortalecimento de vínculos, pertencimento e cidadania.


26) Laboratório de Grupos e Oficinas II: Execução e Aplicação

11/05/2027

Ementa: A disciplina apresenta metodologias de avaliação de grupos e oficinas em saúde mental, incluindo indicadores qualitativos e quantitativos para mensuração de impacto. Explora técnicas de feedback participativo, registros narrativos, análise de eficácia das intervenções e uso de ferramentas digitais para acompanhamento do desenvolvimento dos grupos. Discute ainda como adaptar os processos avaliativos às necessidades específicas dos participantes, garantindo que a avaliação também seja uma ferramenta de transformação do cuidado. Foco no impacto e ajustes baseados na avaliação.


27) Seminário Avaliativo – eixo 2

18/05/2027

Ementa: Objetivo de integrar os conteúdos do eixo por meio da autoavaliação e reflexão crítica, fortalecendo a articulação teoria-prática e a autonomia do profissional em formação.

16) Abordagens Inovadoras e Estratégias Terapêuticas em Grupos

02/02/2027

Ementa: Apresenta uma visão geral das abordagens inovadoras no trabalho com grupos, enfatizando práticas que ampliam o cuidado além do modelo biomédico. Discute estratégias como diálogos abertos, redes de suporte comunitário, terapias narrativas e metodologias dialógicas. Explora a construção compartilhada do cuidado, a escuta ativa e a corresponsabilização nos processos terapêuticos.


17) Diálogo Aberto e Práticas Dialógicas em Grupos

16/02/2027 e 23/02/2027

Ementa: Apresenta os princípios do Diálogo Aberto e sua aplicação em grupos e contextos comunitários de saúde mental, com foco na escuta ativa, horizontalidade, participação da rede e construção coletiva de sentido. Discute a criação de espaços dialógicos na RAPS, analisando experiências práticas e o papel do profissional como facilitador de processos éticos, implicados e não patologizantes do cuidado em liberdade.


18) Terapia Comunitária: potencialidades para o cuidado em Saúde

02/03/2027

Ementa: Apresenta os princípios da Terapia Comunitária Integrativa como estratégia de acolhimento coletivo e fortalecimento da resiliência comunitária. Discute seu uso na atenção psicossocial, explorando metodologias de escuta, compartilhamento de experiências e construção de soluções a partir dos saberes locais.


19) Grupos Terapêuticos Infantojuvenil em saúde mental

09/03/2027

Melissa Ribeiro

Ementa: Aborda a condução de grupos terapêuticos infantojuvenil, considerando os processos de desenvolvimento, as expressões do sofrimento psíquico e as dinâmicas familiares e escolares. Serão trabalhadas estratégias lúdicas, comunicacionais e relacionais que favoreçam o vínculo, a escuta e o protagonismo infantojuvenil na atenção psicossocial. Alinha o cuidado a essa população que integra território; família, escola e redes.


20) Grupos Terapêuticos com Pessoas Idosas em saúde mental

16/03/2027

Ludgleydson Araujo

Ementa: Explora a condução de grupos terapêuticos voltados à terceira idade, considerando os aspectos subjetivos do envelhecimento, a escuta de experiências de vida e o enfrentamento de perdas, solidão e transformações sociais. Discute estratégias de cuidado coletivo que promovam pertencimento, autonomia e fortalecimento de redes de apoio. Alinha o cuidado a essa população que integra território; família e redes.


21) Grupos e Oficinas como Dispositivos de Cuidado em Situações de Crise

23/03/2027

Dione Maria Menz

Ementa: Explora o papel dos grupos e oficinas como dispositivos de acolhimento e suporte em momentos de crise. Discute estratégias para manejo de situações emergenciais, fortalecimento da rede de cuidado e suporte direcionado à familiares de pessoas em sofrimento psíquico. Analisa como os grupos podem promover estabilidade emocional, apoio para promover acolhimento, troca de experiências e corresponsabilização no cuidado.


22) Gestão Autônoma da Medicação (GAM)

06/04/2027

Ementa: Apresenta os fundamentos da Gestão Autônoma da Medicação (GAM) como metodologia centrada na escuta qualificada, valorização da experiência do usuário e pactuação compartilhada do uso de medicamentos. Discute sua aplicação na RAPS como dispositivo ético, clínico e político que transforma a relação com a medicação e fortalece práticas de cuidado em liberdade.


23) Grupos de Ouvidores de Vozes na Comunidade

13/04/2027

Loraine Oltmann de Oliveira

Ementa: Apresenta o MIOV como uma prática internacional e local de escuta e acolhimento de experiências psicóticas, especialmente a escuta de vozes, a partir de uma perspectiva não patologizante e orientada pelos direitos humanos. Analisa sua origem, princípios ético-políticos, formas de organização e atuação nos contextos comunitários de saúde mental. Discute as metodologias utilizadas nos grupos de Ouvidores de Vozes, sua presença nos serviços da RAPS e seu potencial como dispositivo de escuta singular, reconstrução de sentido e autonomia subjetiva.


24) Comunidade de Fala: Protagonismo, Educação e Experiência no Cuidado em Saúde Mental

20/04/2027

Ementa: Apresenta a Comunidade de Fala como estratégia de educação em saúde e empoderamento de usuários, por meio do compartilhamento público de experiências de vida, sofrimento e superação em diferentes espaços sociais. Explora o uso da narrativa como ferramenta de desinstitucionalização, empoderamento e reconhecimento público das experiências vividas. Serão discutidas estratégias de formação de usuários como palestrantes, a importância da escuta coletiva e os impactos da circulação dessas falas em espaços comunitário e de saúde. A disciplina propõe a reflexão sobre como práticas dialógicas e testemunhais podem transformar a escuta profissional, romper com o estigma e fortalecer redes de apoio e cidadania.


25) Grupos e Oficinas em Saúde Mental: Diversidade, Gênero, Raça e Interseccionalidades

27/04/2027 e 04/05/2027

Ementa: Aborda os atravessamentos de raça, gênero, sexualidade, classe e território nos modos de subjetivação dos usuários e no funcionamento dos serviços de saúde mental. Com base na interseccionalidade e nos direitos humanos, propõe a construção de práticas grupais e oficinas que reconheçam e enfrentem dinâmicas de exclusão, discriminação e silenciamento. Serão exploradas estratégias de escuta e facilitação de grupos com pessoas LGBTQIAPN+, pessoas negras, mulheres, pessoas trans e outras populações historicamente marginalizadas, com foco no fortalecimento de vínculos, pertencimento e cidadania.


26) Laboratório de Grupos e Oficinas II: Execução e Aplicação

11/05/2027

Ementa: A disciplina apresenta metodologias de avaliação de grupos e oficinas em saúde mental, incluindo indicadores qualitativos e quantitativos para mensuração de impacto. Explora técnicas de feedback participativo, registros narrativos, análise de eficácia das intervenções e uso de ferramentas digitais para acompanhamento do desenvolvimento dos grupos. Discute ainda como adaptar os processos avaliativos às necessidades específicas dos participantes, garantindo que a avaliação também seja uma ferramenta de transformação do cuidado. Foco no impacto e ajustes baseados na avaliação.


27) Seminário Avaliativo – eixo 2

18/05/2027

Ementa: Objetivo de integrar os conteúdos do eixo por meio da autoavaliação e reflexão crítica, fortalecendo a articulação teoria-prática e a autonomia do profissional em formação.

Eixo 3 – Reflexões Sobre a Prática e Atuação Profissional

Eixo 3 – Reflexões Sobre a Prática e Atuação Profissional

Eixo 3 – Reflexões Sobre a Prática e Atuação Profissional

28) Práticas Reflexivas: O Papel do Profissional na RAPS

25/05/2027

Ementa: A disciplina propõe a reflexão sobre o lugar do profissional na Rede de Atenção Psicossocial, compreendendo sua atuação como atravessada por dimensões institucionais, políticas e subjetivas. Discute o papel do trabalhador na sustentação do cuidado em liberdade, considerando os desafios do cotidiano dos serviços, as relações com equipes, usuários, famílias e rede, e a necessidade de construção de práticas éticas e implicadas. Aborda os efeitos das condições concretas de trabalho na saúde mental do trabalhador, incluindo precarização dos serviços, sobrecarga, fragmentação das redes e solidão profissional, analisando como esses fatores impactam as práticas de cuidado. Problematiza a tendência à individualização do sofrimento do trabalhador, deslocando a análise para uma perspectiva coletiva e institucional. Discute estratégias coletivas de sustentação do cuidado, como espaços de troca entre trabalhadores, supervisão, construção compartilhada de decisões e fortalecimento de redes institucionais, compreendendo o cuidado também como prática que se produz entre equipes. Reflete sobre os limites do trabalho em saúde mental, a tolerância às incertezas e a necessidade de sustentar o não saber diante da complexidade dos casos. A disciplina propõe o desenvolvimento de uma postura reflexiva e implicada, que reconheça o profissional como parte do processo de cuidado, sem reduzir sua atuação a dimensões técnicas ou a estratégias individuais de autocuidado, situando sua prática no contexto mais amplo das políticas públicas e das condições institucionais.


29) Formação de Facilitadores: Potencialidades e Limites

01/06/2027

Ementa: Reflete sobre o papel do facilitador de grupos e oficinas em saúde mental, considerando os desafios éticos, afetivos e técnicos da condução grupal. Aborda o manejo das relações, a escuta ativa, a presença clínica, a autoridade relacional e os limites do cuidado compartilhado. Discute estratégias de posicionamento ético, escuta de si e sustentação da tarefa grupal diante da complexidade do sofrimento psíquico.


30) Ética, Poder e Instituição no Cuidado em Saúde Mental

08/06/2027

Ementa: A disciplina problematiza o cuidado em saúde mental como prática atravessada por relações de poder, situando-o no contexto das instituições, das políticas públicas e da vida em sociedade. Parte dos fundamentos da Reforma Psiquiátrica brasileira para discutir o cuidado em liberdade como construção ética e política, permanentemente tensionada por forças de controle, normatização e exclusão. Aborda o papel das instituições na produção do cuidado e do sofrimento, analisando seus modos de funcionamento e seus efeitos sobre usuários, famílias e trabalhadores, bem como o lugar do profissional nas decisões, encaminhamentos e práticas cotidianas. Explora situações concretas do campo da saúde mental, como internações involuntárias, judicialização do cuidado, uso de medicação como estratégia de contenção e conflitos entre equipes, famílias e sistema de justiça, problematizando os limites entre proteção, tutela e autonomia. Reflete sobre os dilemas do trabalho na RAPS em contextos marcados por desigualdades sociais e precarização dos serviços, discutindo estratégias de sustentação do cuidado em liberdade e o desenvolvimento de uma postura crítica e implicada, reconhecendo que toda prática envolve escolhas éticas, posicionamentos políticos e efeitos sobre a vida dos sujeitos.


31) Oficinas Criativas e Práticas Integrativas em Saúde Mental: Experiência, Subjetividade e Cuidado de Si na RAPS

15/06/2027

Ementa: Explora o uso de práticas expressivas e integrativas na promoção da saúde mental, como arteterapia, teatro, música, dança e meditação. Discute metodologias criativas para oficinas terapêuticas e educativas, incentivando a autonomia dos participantes e a construção coletiva do cuidado.


32) Narrativas Clínicas e Escrita como Cuidado

22/06/2027

Ementa: Apresenta a escrita clínica como prática de escuta, elaboração e produção de sentido no cuidado em saúde mental. Discute a potência das narrativas pessoais e coletivas como dispositivos terapêuticos e ferramentas de resgate da história, da identidade e do protagonismo dos sujeitos. Explora diferentes formatos de registro (diários, relatos, cartas, cadernos coletivos), considerando ética, singularidade e uso compartilhado na clínica ampliada.


33) Reabilitação Psicossocial e Projeto Terapêutico Singular

29/06/2027

Ementa: Estudo da Reabilitação Psicossocial e do PTS como estratégias de cuidado na saúde mental, com foco na promoção da autonomia, inclusão social e articulação com a RAPS. A disciplina aborda a importância da inserção em oficinas e grupos como parte do PTS, valorizando o protagonismo dos usuários e os vínculos sociais. Serão discutidos os princípios da desinstitucionalização, da clínica ampliada e das políticas públicas que sustentam uma atenção ética, em liberdade e comprometida com os direitos humanos.


34) Grupos de Geração de Renda, Oficinas e Inclusão Social: Trabalho, Autonomia e Contradições do Cuidado

06/07/2027

Ementa: A disciplina aborda as oficinas de geração de renda e as práticas de inclusão produtiva como dispositivos situados no campo da reabilitação psicossocial, articulando trabalho, produção de subjetividade e participação social. Discute o sentido do trabalho na vida das pessoas em sofrimento psíquico, considerando os atravessamentos dos determinantes sociais, como desigualdade, pobreza, exclusão e precarização das condições de vida. Problematiza as tensões entre autonomia e tutela, inclusão e controle, economia solidária e lógica de mercado, analisando criticamente os limites e riscos dessas práticas, como a ocupação do tempo sem produção de sentido, a baixa circulação social e a fragilidade na sustentação das iniciativas no território. Aborda o papel do profissional na condução dessas experiências, refletindo sobre a gestão do poder, a construção de processos participativos e os desafios de sustentar práticas coletivas sem centralização ou controle excessivo. Discute a importância da inserção territorial, das redes de apoio e das parcerias para a ampliação das possibilidades de inclusão social. A disciplina propõe uma leitura crítica e situada dessas práticas, compreendendo a geração de renda não como fim em si, mas como meio de produção de vida, vínculos e novos modos de existir, articulando cuidado, trabalho e cidadania no contexto das políticas públicas de saúde mental.


36) Laboratório de Grupos e Oficinas III: Avaliação e Reflexão Crítica

13/07/2027

Priscilla Cordeiro

Ementa: A disciplina propõe a avaliação de grupos e oficinas como prática crítica e reflexiva, indo além da mensuração de resultados para compreender os efeitos produzidos nos participantes, nas equipes e nos serviços. Discute diferentes formas de avaliar processos de cuidado, incluindo registros narrativos, devolutivas coletivas e análise dos percursos dos usuários, valorizando a dimensão qualitativa e situada das experiências. Problematiza o uso de indicadores e ferramentas avaliativas no campo da saúde mental, considerando seus limites, riscos de padronização e possíveis efeitos de controle sobre as práticas. Aborda a avaliação como espaço de escuta e construção coletiva, envolvendo participantes e equipes na análise dos processos. Inclui a reflexão sobre o lugar do profissional na avaliação, sua implicação nas práticas e os efeitos institucionais das decisões tomadas a partir dessas análises. Discute como a avaliação pode contribuir para a qualificação do cuidado, a revisão de práticas e a sustentação de processos coerentes com os princípios da atenção psicossocial. A disciplina propõe a construção de uma postura avaliativa crítica, ética e implicada, compreendendo a avaliação como parte do próprio cuidado e não como etapa externa ou meramente técnica.


37) Projeto Aplicado em Grupos e Oficinas – Apresentação

03/08/2027 e 10/08/2027

Ementa: Complementa o Laboratório de Grupos e Oficinas, proporcionando um espaço de orientação e desenvolvimento de projetos autorais ao longo da formação. Cada aluno elaborará um projeto de grupo ou oficina, alinhado às demandas do seu contexto profissional, aplicando os conhecimentos adquiridos. A disciplina contará com a orientação de um professor de referência para esclarecer dúvidas, oferecer direcionamentos metodológicos e estimular a construção crítica e inovadora das práticas grupais. O processo incluirá planejamento, fundamentação teórica, aplicação prática e avaliação do impacto, garantindo a aplicabilidade do projeto no campo da saúde mental e na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).


38) Supervisão de Práticas e Estudo de Casos em Saúde Mental

17/08/2027

Ementa: Proporciona supervisão contínua e análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas. Através de estudos de caso e discussões reflexivas, promove ajustes metodológicos e desenvolvimento de estratégias personalizadas. O formato longitudinal fortalece a escuta profissional e a construção coletiva de soluções. Os alunos apresentam casos para debate, elaborando e acompanhando planos terapêuticos ao longo dos encontros.


39) Seminário Avaliativo – fechamento

24/08/2027

28) Práticas Reflexivas: O Papel do Profissional na RAPS

25/05/2027

Ementa: A disciplina propõe a reflexão sobre o lugar do profissional na Rede de Atenção Psicossocial, compreendendo sua atuação como atravessada por dimensões institucionais, políticas e subjetivas. Discute o papel do trabalhador na sustentação do cuidado em liberdade, considerando os desafios do cotidiano dos serviços, as relações com equipes, usuários, famílias e rede, e a necessidade de construção de práticas éticas e implicadas. Aborda os efeitos das condições concretas de trabalho na saúde mental do trabalhador, incluindo precarização dos serviços, sobrecarga, fragmentação das redes e solidão profissional, analisando como esses fatores impactam as práticas de cuidado. Problematiza a tendência à individualização do sofrimento do trabalhador, deslocando a análise para uma perspectiva coletiva e institucional. Discute estratégias coletivas de sustentação do cuidado, como espaços de troca entre trabalhadores, supervisão, construção compartilhada de decisões e fortalecimento de redes institucionais, compreendendo o cuidado também como prática que se produz entre equipes. Reflete sobre os limites do trabalho em saúde mental, a tolerância às incertezas e a necessidade de sustentar o não saber diante da complexidade dos casos. A disciplina propõe o desenvolvimento de uma postura reflexiva e implicada, que reconheça o profissional como parte do processo de cuidado, sem reduzir sua atuação a dimensões técnicas ou a estratégias individuais de autocuidado, situando sua prática no contexto mais amplo das políticas públicas e das condições institucionais.


29) Formação de Facilitadores: Potencialidades e Limites

01/06/2027

Ementa: Reflete sobre o papel do facilitador de grupos e oficinas em saúde mental, considerando os desafios éticos, afetivos e técnicos da condução grupal. Aborda o manejo das relações, a escuta ativa, a presença clínica, a autoridade relacional e os limites do cuidado compartilhado. Discute estratégias de posicionamento ético, escuta de si e sustentação da tarefa grupal diante da complexidade do sofrimento psíquico.


30) Ética, Poder e Instituição no Cuidado em Saúde Mental

08/06/2027

Ementa: A disciplina problematiza o cuidado em saúde mental como prática atravessada por relações de poder, situando-o no contexto das instituições, das políticas públicas e da vida em sociedade. Parte dos fundamentos da Reforma Psiquiátrica brasileira para discutir o cuidado em liberdade como construção ética e política, permanentemente tensionada por forças de controle, normatização e exclusão. Aborda o papel das instituições na produção do cuidado e do sofrimento, analisando seus modos de funcionamento e seus efeitos sobre usuários, famílias e trabalhadores, bem como o lugar do profissional nas decisões, encaminhamentos e práticas cotidianas. Explora situações concretas do campo da saúde mental, como internações involuntárias, judicialização do cuidado, uso de medicação como estratégia de contenção e conflitos entre equipes, famílias e sistema de justiça, problematizando os limites entre proteção, tutela e autonomia. Reflete sobre os dilemas do trabalho na RAPS em contextos marcados por desigualdades sociais e precarização dos serviços, discutindo estratégias de sustentação do cuidado em liberdade e o desenvolvimento de uma postura crítica e implicada, reconhecendo que toda prática envolve escolhas éticas, posicionamentos políticos e efeitos sobre a vida dos sujeitos.


31) Oficinas Criativas e Práticas Integrativas em Saúde Mental: Experiência, Subjetividade e Cuidado de Si na RAPS

15/06/2027

Ementa: Explora o uso de práticas expressivas e integrativas na promoção da saúde mental, como arteterapia, teatro, música, dança e meditação. Discute metodologias criativas para oficinas terapêuticas e educativas, incentivando a autonomia dos participantes e a construção coletiva do cuidado.


32) Narrativas Clínicas e Escrita como Cuidado

22/06/2027

Ementa: Apresenta a escrita clínica como prática de escuta, elaboração e produção de sentido no cuidado em saúde mental. Discute a potência das narrativas pessoais e coletivas como dispositivos terapêuticos e ferramentas de resgate da história, da identidade e do protagonismo dos sujeitos. Explora diferentes formatos de registro (diários, relatos, cartas, cadernos coletivos), considerando ética, singularidade e uso compartilhado na clínica ampliada.


33) Reabilitação Psicossocial e Projeto Terapêutico Singular

29/06/2027

Ementa: Estudo da Reabilitação Psicossocial e do PTS como estratégias de cuidado na saúde mental, com foco na promoção da autonomia, inclusão social e articulação com a RAPS. A disciplina aborda a importância da inserção em oficinas e grupos como parte do PTS, valorizando o protagonismo dos usuários e os vínculos sociais. Serão discutidos os princípios da desinstitucionalização, da clínica ampliada e das políticas públicas que sustentam uma atenção ética, em liberdade e comprometida com os direitos humanos.


34) Grupos de Geração de Renda, Oficinas e Inclusão Social: Trabalho, Autonomia e Contradições do Cuidado

06/07/2027

Ementa: A disciplina aborda as oficinas de geração de renda e as práticas de inclusão produtiva como dispositivos situados no campo da reabilitação psicossocial, articulando trabalho, produção de subjetividade e participação social. Discute o sentido do trabalho na vida das pessoas em sofrimento psíquico, considerando os atravessamentos dos determinantes sociais, como desigualdade, pobreza, exclusão e precarização das condições de vida. Problematiza as tensões entre autonomia e tutela, inclusão e controle, economia solidária e lógica de mercado, analisando criticamente os limites e riscos dessas práticas, como a ocupação do tempo sem produção de sentido, a baixa circulação social e a fragilidade na sustentação das iniciativas no território. Aborda o papel do profissional na condução dessas experiências, refletindo sobre a gestão do poder, a construção de processos participativos e os desafios de sustentar práticas coletivas sem centralização ou controle excessivo. Discute a importância da inserção territorial, das redes de apoio e das parcerias para a ampliação das possibilidades de inclusão social. A disciplina propõe uma leitura crítica e situada dessas práticas, compreendendo a geração de renda não como fim em si, mas como meio de produção de vida, vínculos e novos modos de existir, articulando cuidado, trabalho e cidadania no contexto das políticas públicas de saúde mental.


36) Laboratório de Grupos e Oficinas III: Avaliação e Reflexão Crítica

13/07/2027

Priscilla Cordeiro

Ementa: A disciplina propõe a avaliação de grupos e oficinas como prática crítica e reflexiva, indo além da mensuração de resultados para compreender os efeitos produzidos nos participantes, nas equipes e nos serviços. Discute diferentes formas de avaliar processos de cuidado, incluindo registros narrativos, devolutivas coletivas e análise dos percursos dos usuários, valorizando a dimensão qualitativa e situada das experiências. Problematiza o uso de indicadores e ferramentas avaliativas no campo da saúde mental, considerando seus limites, riscos de padronização e possíveis efeitos de controle sobre as práticas. Aborda a avaliação como espaço de escuta e construção coletiva, envolvendo participantes e equipes na análise dos processos. Inclui a reflexão sobre o lugar do profissional na avaliação, sua implicação nas práticas e os efeitos institucionais das decisões tomadas a partir dessas análises. Discute como a avaliação pode contribuir para a qualificação do cuidado, a revisão de práticas e a sustentação de processos coerentes com os princípios da atenção psicossocial. A disciplina propõe a construção de uma postura avaliativa crítica, ética e implicada, compreendendo a avaliação como parte do próprio cuidado e não como etapa externa ou meramente técnica.


37) Projeto Aplicado em Grupos e Oficinas – Apresentação

03/08/2027 e 10/08/2027

Ementa: Complementa o Laboratório de Grupos e Oficinas, proporcionando um espaço de orientação e desenvolvimento de projetos autorais ao longo da formação. Cada aluno elaborará um projeto de grupo ou oficina, alinhado às demandas do seu contexto profissional, aplicando os conhecimentos adquiridos. A disciplina contará com a orientação de um professor de referência para esclarecer dúvidas, oferecer direcionamentos metodológicos e estimular a construção crítica e inovadora das práticas grupais. O processo incluirá planejamento, fundamentação teórica, aplicação prática e avaliação do impacto, garantindo a aplicabilidade do projeto no campo da saúde mental e na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).


38) Supervisão de Práticas e Estudo de Casos em Saúde Mental

17/08/2027

Ementa: Proporciona supervisão contínua e análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas. Através de estudos de caso e discussões reflexivas, promove ajustes metodológicos e desenvolvimento de estratégias personalizadas. O formato longitudinal fortalece a escuta profissional e a construção coletiva de soluções. Os alunos apresentam casos para debate, elaborando e acompanhando planos terapêuticos ao longo dos encontros.


39) Seminário Avaliativo – fechamento

24/08/2027

28) Práticas Reflexivas: O Papel do Profissional na RAPS

25/05/2027

Ementa: A disciplina propõe a reflexão sobre o lugar do profissional na Rede de Atenção Psicossocial, compreendendo sua atuação como atravessada por dimensões institucionais, políticas e subjetivas. Discute o papel do trabalhador na sustentação do cuidado em liberdade, considerando os desafios do cotidiano dos serviços, as relações com equipes, usuários, famílias e rede, e a necessidade de construção de práticas éticas e implicadas. Aborda os efeitos das condições concretas de trabalho na saúde mental do trabalhador, incluindo precarização dos serviços, sobrecarga, fragmentação das redes e solidão profissional, analisando como esses fatores impactam as práticas de cuidado. Problematiza a tendência à individualização do sofrimento do trabalhador, deslocando a análise para uma perspectiva coletiva e institucional. Discute estratégias coletivas de sustentação do cuidado, como espaços de troca entre trabalhadores, supervisão, construção compartilhada de decisões e fortalecimento de redes institucionais, compreendendo o cuidado também como prática que se produz entre equipes. Reflete sobre os limites do trabalho em saúde mental, a tolerância às incertezas e a necessidade de sustentar o não saber diante da complexidade dos casos. A disciplina propõe o desenvolvimento de uma postura reflexiva e implicada, que reconheça o profissional como parte do processo de cuidado, sem reduzir sua atuação a dimensões técnicas ou a estratégias individuais de autocuidado, situando sua prática no contexto mais amplo das políticas públicas e das condições institucionais.


29) Formação de Facilitadores: Potencialidades e Limites

01/06/2027

Ementa: Reflete sobre o papel do facilitador de grupos e oficinas em saúde mental, considerando os desafios éticos, afetivos e técnicos da condução grupal. Aborda o manejo das relações, a escuta ativa, a presença clínica, a autoridade relacional e os limites do cuidado compartilhado. Discute estratégias de posicionamento ético, escuta de si e sustentação da tarefa grupal diante da complexidade do sofrimento psíquico.


30) Ética, Poder e Instituição no Cuidado em Saúde Mental

08/06/2027

Ementa: A disciplina problematiza o cuidado em saúde mental como prática atravessada por relações de poder, situando-o no contexto das instituições, das políticas públicas e da vida em sociedade. Parte dos fundamentos da Reforma Psiquiátrica brasileira para discutir o cuidado em liberdade como construção ética e política, permanentemente tensionada por forças de controle, normatização e exclusão. Aborda o papel das instituições na produção do cuidado e do sofrimento, analisando seus modos de funcionamento e seus efeitos sobre usuários, famílias e trabalhadores, bem como o lugar do profissional nas decisões, encaminhamentos e práticas cotidianas. Explora situações concretas do campo da saúde mental, como internações involuntárias, judicialização do cuidado, uso de medicação como estratégia de contenção e conflitos entre equipes, famílias e sistema de justiça, problematizando os limites entre proteção, tutela e autonomia. Reflete sobre os dilemas do trabalho na RAPS em contextos marcados por desigualdades sociais e precarização dos serviços, discutindo estratégias de sustentação do cuidado em liberdade e o desenvolvimento de uma postura crítica e implicada, reconhecendo que toda prática envolve escolhas éticas, posicionamentos políticos e efeitos sobre a vida dos sujeitos.


31) Oficinas Criativas e Práticas Integrativas em Saúde Mental: Experiência, Subjetividade e Cuidado de Si na RAPS

15/06/2027

Ementa: Explora o uso de práticas expressivas e integrativas na promoção da saúde mental, como arteterapia, teatro, música, dança e meditação. Discute metodologias criativas para oficinas terapêuticas e educativas, incentivando a autonomia dos participantes e a construção coletiva do cuidado.


32) Narrativas Clínicas e Escrita como Cuidado

22/06/2027

Ementa: Apresenta a escrita clínica como prática de escuta, elaboração e produção de sentido no cuidado em saúde mental. Discute a potência das narrativas pessoais e coletivas como dispositivos terapêuticos e ferramentas de resgate da história, da identidade e do protagonismo dos sujeitos. Explora diferentes formatos de registro (diários, relatos, cartas, cadernos coletivos), considerando ética, singularidade e uso compartilhado na clínica ampliada.


33) Reabilitação Psicossocial e Projeto Terapêutico Singular

29/06/2027

Ementa: Estudo da Reabilitação Psicossocial e do PTS como estratégias de cuidado na saúde mental, com foco na promoção da autonomia, inclusão social e articulação com a RAPS. A disciplina aborda a importância da inserção em oficinas e grupos como parte do PTS, valorizando o protagonismo dos usuários e os vínculos sociais. Serão discutidos os princípios da desinstitucionalização, da clínica ampliada e das políticas públicas que sustentam uma atenção ética, em liberdade e comprometida com os direitos humanos.


34) Grupos de Geração de Renda, Oficinas e Inclusão Social: Trabalho, Autonomia e Contradições do Cuidado

06/07/2027

Ementa: A disciplina aborda as oficinas de geração de renda e as práticas de inclusão produtiva como dispositivos situados no campo da reabilitação psicossocial, articulando trabalho, produção de subjetividade e participação social. Discute o sentido do trabalho na vida das pessoas em sofrimento psíquico, considerando os atravessamentos dos determinantes sociais, como desigualdade, pobreza, exclusão e precarização das condições de vida. Problematiza as tensões entre autonomia e tutela, inclusão e controle, economia solidária e lógica de mercado, analisando criticamente os limites e riscos dessas práticas, como a ocupação do tempo sem produção de sentido, a baixa circulação social e a fragilidade na sustentação das iniciativas no território. Aborda o papel do profissional na condução dessas experiências, refletindo sobre a gestão do poder, a construção de processos participativos e os desafios de sustentar práticas coletivas sem centralização ou controle excessivo. Discute a importância da inserção territorial, das redes de apoio e das parcerias para a ampliação das possibilidades de inclusão social. A disciplina propõe uma leitura crítica e situada dessas práticas, compreendendo a geração de renda não como fim em si, mas como meio de produção de vida, vínculos e novos modos de existir, articulando cuidado, trabalho e cidadania no contexto das políticas públicas de saúde mental.


36) Laboratório de Grupos e Oficinas III: Avaliação e Reflexão Crítica

13/07/2027

Priscilla Cordeiro

Ementa: A disciplina propõe a avaliação de grupos e oficinas como prática crítica e reflexiva, indo além da mensuração de resultados para compreender os efeitos produzidos nos participantes, nas equipes e nos serviços. Discute diferentes formas de avaliar processos de cuidado, incluindo registros narrativos, devolutivas coletivas e análise dos percursos dos usuários, valorizando a dimensão qualitativa e situada das experiências. Problematiza o uso de indicadores e ferramentas avaliativas no campo da saúde mental, considerando seus limites, riscos de padronização e possíveis efeitos de controle sobre as práticas. Aborda a avaliação como espaço de escuta e construção coletiva, envolvendo participantes e equipes na análise dos processos. Inclui a reflexão sobre o lugar do profissional na avaliação, sua implicação nas práticas e os efeitos institucionais das decisões tomadas a partir dessas análises. Discute como a avaliação pode contribuir para a qualificação do cuidado, a revisão de práticas e a sustentação de processos coerentes com os princípios da atenção psicossocial. A disciplina propõe a construção de uma postura avaliativa crítica, ética e implicada, compreendendo a avaliação como parte do próprio cuidado e não como etapa externa ou meramente técnica.


37) Projeto Aplicado em Grupos e Oficinas – Apresentação

03/08/2027 e 10/08/2027

Ementa: Complementa o Laboratório de Grupos e Oficinas, proporcionando um espaço de orientação e desenvolvimento de projetos autorais ao longo da formação. Cada aluno elaborará um projeto de grupo ou oficina, alinhado às demandas do seu contexto profissional, aplicando os conhecimentos adquiridos. A disciplina contará com a orientação de um professor de referência para esclarecer dúvidas, oferecer direcionamentos metodológicos e estimular a construção crítica e inovadora das práticas grupais. O processo incluirá planejamento, fundamentação teórica, aplicação prática e avaliação do impacto, garantindo a aplicabilidade do projeto no campo da saúde mental e na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).


38) Supervisão de Práticas e Estudo de Casos em Saúde Mental

17/08/2027

Ementa: Proporciona supervisão contínua e análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas. Através de estudos de caso e discussões reflexivas, promove ajustes metodológicos e desenvolvimento de estratégias personalizadas. O formato longitudinal fortalece a escuta profissional e a construção coletiva de soluções. Os alunos apresentam casos para debate, elaborando e acompanhando planos terapêuticos ao longo dos encontros.


39) Seminário Avaliativo – fechamento

24/08/2027

Corpo Docente

Corpo Docente

Corpo Docente

Priscilla Cordeiro (Coordenadora)

Priscilla Cordeiro (Coordenadora)

Priscilla Cordeiro (Coordenadora)

Terapeuta ocupacional formada pela UFPR e mestre em Ensino em Ciências da Saúde pela UNIFESP. Possui formação em saúde mental, preceptoria no SUS e práticas dialógicas e diálogo aberto.

Atua no SUS desde 2013, com experiência em CAPS, atenção básica, residências terapêuticas e gestão da RAPS. Também atua como supervisora institucional e professora convidada do CENAT.

Tem experiência em saúde mental, saúde pública, reabilitação psicossocial, educação permanente e reforma psiquiátrica.

Terapeuta ocupacional formada pela UFPR e mestre em Ensino em Ciências da Saúde pela UNIFESP. Possui formação em saúde mental, preceptoria no SUS e práticas dialógicas e diálogo aberto.

Atua no SUS desde 2013, com experiência em CAPS, atenção básica, residências terapêuticas e gestão da RAPS. Também atua como supervisora institucional e professora convidada do CENAT.

Tem experiência em saúde mental, saúde pública, reabilitação psicossocial, educação permanente e reforma psiquiátrica.

Terapeuta ocupacional formada pela UFPR e mestre em Ensino em Ciências da Saúde pela UNIFESP. Possui formação em saúde mental, preceptoria no SUS e práticas dialógicas e diálogo aberto.

Atua no SUS desde 2013, com experiência em CAPS, atenção básica, residências terapêuticas e gestão da RAPS. Também atua como supervisora institucional e professora convidada do CENAT.

Tem experiência em saúde mental, saúde pública, reabilitação psicossocial, educação permanente e reforma psiquiátrica.

Melissa Ribeiro Teixeira

Melissa Ribeiro Teixeira

Melissa Ribeiro Teixeira

Terapeuta ocupacional formada pela PUC-Campinas, mestre e doutora em Saúde Mental pelo IPUB/UFRJ, com doutorado sanduíche na Universidade de Montreal (Canadá). É professora adjunta da UFRJ e integrante de grupos de pesquisa em saúde mental e atenção psicossocial.

Desenvolve pesquisas e projetos de extensão voltados à promoção da saúde mental de crianças e adolescentes, colaboração intersetorial e produção compartilhada do conhecimento em saúde mental.

Terapeuta ocupacional formada pela PUC-Campinas, mestre e doutora em Saúde Mental pelo IPUB/UFRJ, com doutorado sanduíche na Universidade de Montreal (Canadá). É professora adjunta da UFRJ e integrante de grupos de pesquisa em saúde mental e atenção psicossocial.

Desenvolve pesquisas e projetos de extensão voltados à promoção da saúde mental de crianças e adolescentes, colaboração intersetorial e produção compartilhada do conhecimento em saúde mental.

Terapeuta ocupacional formada pela PUC-Campinas, mestre e doutora em Saúde Mental pelo IPUB/UFRJ, com doutorado sanduíche na Universidade de Montreal (Canadá). É professora adjunta da UFRJ e integrante de grupos de pesquisa em saúde mental e atenção psicossocial.

Desenvolve pesquisas e projetos de extensão voltados à promoção da saúde mental de crianças e adolescentes, colaboração intersetorial e produção compartilhada do conhecimento em saúde mental.

Dione Maria Menz

Dione Maria Menz

Dione Maria Menz

Professora titular aposentada da UFPR, graduada em Psicologia e Enfermagem, doutora em Educação e mestre em Psicologia. Especialista em Saúde Mental Comunitária, possui trajetória em ensino, pesquisa e extensão nas áreas de saúde mental e saúde coletiva.

Coordenou projetos voltados à prevenção do suicídio e enfrentamento à drogadição. Atua principalmente nos temas de prevenção e posvenção do suicídio, reforma psiquiátrica, psicologia comunitária e tecnologias na educação.

Professora titular aposentada da UFPR, graduada em Psicologia e Enfermagem, doutora em Educação e mestre em Psicologia. Especialista em Saúde Mental Comunitária, possui trajetória em ensino, pesquisa e extensão nas áreas de saúde mental e saúde coletiva.

Coordenou projetos voltados à prevenção do suicídio e enfrentamento à drogadição. Atua principalmente nos temas de prevenção e posvenção do suicídio, reforma psiquiátrica, psicologia comunitária e tecnologias na educação.

Professora titular aposentada da UFPR, graduada em Psicologia e Enfermagem, doutora em Educação e mestre em Psicologia. Especialista em Saúde Mental Comunitária, possui trajetória em ensino, pesquisa e extensão nas áreas de saúde mental e saúde coletiva.

Coordenou projetos voltados à prevenção do suicídio e enfrentamento à drogadição. Atua principalmente nos temas de prevenção e posvenção do suicídio, reforma psiquiátrica, psicologia comunitária e tecnologias na educação.

Conheça todo o corpo docente do curso

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Metodologia do Curso

Metodologia do Curso

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Aulas interativas

Aulas interativas

Aulas interativas

As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.





As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.





As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.





Área do Aluno

Área do Aluno

Área do Aluno

Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.



Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.



Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.



Tutor

Tutor

Tutor

Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso. 

Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso. 

Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso. 

Desenvolver ações e projetos

Desenvolver ações e projetos

Desenvolver ações e projetos

Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.








Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.








Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.








Conteúdo 100% Online

Conteúdo 100% Online

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Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.






Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.






Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.






Supervisões

Supervisões

Supervisões

O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado no 1º e 3º eixos, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.

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O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado no 1º e 3º eixos, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.

> Primeiro encontro: apresentação da metodologia.

> Primeiro encontro: apresentação da metodologia.

> Primeiro encontro: apresentação da metodologia.

> Análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas;

> Análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas;

> Análise crítica das práticas dos alunos, com foco na condução de grupos e oficinas;

> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.

> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.

> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.

Carga horária: 377 horas

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Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

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Terças-feiras, de 19h00 às 22h00

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CENAT Clube Carreira

CENAT Clube Carreira

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Matricule-se na Pós-Graduação e ganhe uma série de vantagens e benefícios pra acelerar a sua jornada

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Acesso a todos os Congressos Online e Workshops

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acesso gratuito a todos os Congressos Online e Workshops durante a sua Pós-Graduação



acesso gratuito a todos os Congressos Online e Workshops durante a sua Pós-Graduação



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Plataforma para profissionais

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plataforma exclusiva para divulgação de profissionais formados pelo CENAT







plataforma exclusiva para divulgação de profissionais formados pelo CENAT







plataforma exclusiva para divulgação de profissionais formados pelo CENAT







Mais de 30 certificações extras

Mais de 30 certificações extras

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acesso à plataforma da Comunidade CENAT, com mais de 30 cursos complementares com certificação



acesso à plataforma da Comunidade CENAT, com mais de 30 cursos complementares com certificação



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50% de desconto nas Pós-graduações

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estudantes de Pós-Graduação do CENAT ganham 50% de desconto em uma segunda especialização



estudantes de Pós-Graduação do CENAT ganham 50% de desconto em uma segunda especialização



estudantes de Pós-Graduação do CENAT ganham 50% de desconto em uma segunda especialização



Público Alvo

Público Alvo

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Profissionais e gestores graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental, atenção básica e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.

Profissionais e gestores graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental, atenção básica e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.

Profissionais e gestores graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental, atenção básica e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.

Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Certificação

Certificação

Certificação

A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.

A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.

A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.

Investimento

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DESCONTO DE 15% DE LANÇAMENTO

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Em até 20x de:

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R$ 276,25*

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de R$6.500,00

por R$5.525,00.

de R$6.500,00

por R$5.525,00.

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*Valor com desconto já aplicado

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Curso online com disciplinas ao vivo;

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Duração do curso: 12 meses;

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Carga horária: 377 horas;

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Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;

Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;

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Início das aulas: 11/08/2026.

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Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.

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Bônus exclusivo

Bônus exclusivo

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Condições especiais para pagamento à vista

Condições especiais para pagamento à vista

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BÔNUS EXCLUSIVO: Faça sua matrícula em maio e ganhe 6 supervisões em grupo ao longo de 6 meses iniciando em agosto — pacote avaliado em R$ 2.100 — para aprofundar sua prática com apoio especializado. Escolha entre três temáticas: Psicologia e Saúde Mental, CAPS ou Saúde Mental Infantojuvenil.

BÔNUS EXCLUSIVO: Faça sua matrícula em maio e ganhe 6 supervisões em grupo ao longo de 6 meses iniciando em agosto — pacote avaliado em R$ 2.100 — para aprofundar sua prática com apoio especializado. Escolha entre três temáticas: Psicologia e Saúde Mental, CAPS ou Saúde Mental Infantojuvenil.

BÔNUS EXCLUSIVO: Faça sua matrícula em maio e ganhe 6 supervisões em grupo ao longo de 6 meses iniciando em agosto — pacote avaliado em R$ 2.100 — para aprofundar sua prática com apoio especializado. Escolha entre três temáticas: Psicologia e Saúde Mental, CAPS ou Saúde Mental Infantojuvenil.

Sua decisão é segura!

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Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico e na relevância da formação oferecida. Por isso, caso você conclua o primeiro módulo da pós-graduação e não esteja satisfeito(a) com o curso, poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula, sem cobrança de multas ou encargos adicionais.


Nosso compromisso é oferecer uma formação sólida, ética e alinhada às reais demandas da atuação em saúde mental.

Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico e na relevância da formação oferecida. Por isso, caso você conclua o primeiro módulo da pós-graduação e não esteja satisfeito(a) com o curso, poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula, sem cobrança de multas ou encargos adicionais.


Nosso compromisso é oferecer uma formação sólida, ética e alinhada às reais demandas da atuação em saúde mental.

Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico e na relevância da formação oferecida. Por isso, caso você conclua o primeiro módulo da pós-graduação e não esteja satisfeito(a) com o curso, poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula, sem cobrança de multas ou encargos adicionais.


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Como você pode garantir sua vaga?

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Passo 1: Preencha o formulário de cadastro ao clicar no botão abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.


Passo 2: Agende a conversa inicial.


Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.

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Depoimentos

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A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
























Vitória Nunes

Aluna da Pós-Graduação Boas Práticas em Saúde Mental nas Organizações e no Trabalho.

A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
























Vitória Nunes

Aluna da Pós-Graduação Boas Práticas em Saúde Mental nas Organizações e no Trabalho.

A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
























Vitória Nunes

Aluna da Pós-Graduação Boas Práticas em Saúde Mental nas Organizações e no Trabalho.

A minha história com o Cenat começa logo após a minha formação na faculdade, momento onde eu desejava saber mais sobre a atuação do psicólogo na Rede de Atenção Psicossocial, entender melhor esse trabalho, então eu entrei em contato com a equipe do Cenat, eles me acolheram perfeitamente, me direcionaram para essa Pós: Psicologia na Atenção Psicossocial: Elementos para o Trabalho na RAPS, e eu comecei meus estudos. Durante esses estudos, eu tive contato com professores maravilhosos, muito dedicados, que trouxeram pra gente uma visão ampla sobre esse trabalho com casos clínicos reais, estudos pessoais, outros estudos, livros, indicações, uma gama de materiais maravilhosos, e assim durante esse processo e agora estou chegando quase no finalzinho, eu consegui confirmar essa minha decisão, essa minha escolha. Desejo sim seguir o trabalho na Atenção Psicossocial! Para além disso, nos seminários avaliativos a gente consegue se dividir em grupos menores, então as trocas são mais potentes, são pessoas, profissionais do Brasil inteiro, então a gente consegue ter uma noção de como que anda a rede em cada espacinho do país, então eu acredito que essa seja uma troca maravilhosa! Por isso, eu indico o Cenat para os profissionais que querem se dedicar mais para essa área, a equipe de professores é maravilhosa, mas não só eles, a equipe de coordenadores, a equipe do TI que está sempre pronta para ajudar quando necessário. Então acredito que essa seja uma escolha maravilhosa e uma área de interesse muito potente!"



Zaira Beatriz

Aluna da Pós-Graduação Psicologia na Atenção Psicossocial: Elementos para o Trabalho na RAPS.

A minha história com o Cenat começa logo após a minha formação na faculdade, momento onde eu desejava saber mais sobre a atuação do psicólogo na Rede de Atenção Psicossocial, entender melhor esse trabalho, então eu entrei em contato com a equipe do Cenat, eles me acolheram perfeitamente, me direcionaram para essa Pós: Psicologia na Atenção Psicossocial: Elementos para o Trabalho na RAPS, e eu comecei meus estudos. Durante esses estudos, eu tive contato com professores maravilhosos, muito dedicados, que trouxeram pra gente uma visão ampla sobre esse trabalho com casos clínicos reais, estudos pessoais, outros estudos, livros, indicações, uma gama de materiais maravilhosos, e assim durante esse processo e agora estou chegando quase no finalzinho, eu consegui confirmar essa minha decisão, essa minha escolha. Desejo sim seguir o trabalho na Atenção Psicossocial! Para além disso, nos seminários avaliativos a gente consegue se dividir em grupos menores, então as trocas são mais potentes, são pessoas, profissionais do Brasil inteiro, então a gente consegue ter uma noção de como que anda a rede em cada espacinho do país, então eu acredito que essa seja uma troca maravilhosa! Por isso, eu indico o Cenat para os profissionais que querem se dedicar mais para essa área, a equipe de professores é maravilhosa, mas não só eles, a equipe de coordenadores, a equipe do TI que está sempre pronta para ajudar quando necessário. Então acredito que essa seja uma escolha maravilhosa e uma área de interesse muito potente!"



Zaira Beatriz

Aluna da Pós-Graduação Psicologia na Atenção Psicossocial: Elementos para o Trabalho na RAPS.

A minha história com o Cenat começa logo após a minha formação na faculdade, momento onde eu desejava saber mais sobre a atuação do psicólogo na Rede de Atenção Psicossocial, entender melhor esse trabalho, então eu entrei em contato com a equipe do Cenat, eles me acolheram perfeitamente, me direcionaram para essa Pós: Psicologia na Atenção Psicossocial: Elementos para o Trabalho na RAPS, e eu comecei meus estudos. Durante esses estudos, eu tive contato com professores maravilhosos, muito dedicados, que trouxeram pra gente uma visão ampla sobre esse trabalho com casos clínicos reais, estudos pessoais, outros estudos, livros, indicações, uma gama de materiais maravilhosos, e assim durante esse processo e agora estou chegando quase no finalzinho, eu consegui confirmar essa minha decisão, essa minha escolha. Desejo sim seguir o trabalho na Atenção Psicossocial! Para além disso, nos seminários avaliativos a gente consegue se dividir em grupos menores, então as trocas são mais potentes, são pessoas, profissionais do Brasil inteiro, então a gente consegue ter uma noção de como que anda a rede em cada espacinho do país, então eu acredito que essa seja uma troca maravilhosa! Por isso, eu indico o Cenat para os profissionais que querem se dedicar mais para essa área, a equipe de professores é maravilhosa, mas não só eles, a equipe de coordenadores, a equipe do TI que está sempre pronta para ajudar quando necessário. Então acredito que essa seja uma escolha maravilhosa e uma área de interesse muito potente!"



Zaira Beatriz

Aluna da Pós-Graduação Psicologia na Atenção Psicossocial: Elementos para o Trabalho na RAPS.

Motivos para fazer uma Pós-Graduação em

Saúde Mental

Motivos para fazer uma Pós-Graduação em

Saúde Mental

Motivos para fazer uma Pós-Graduação em

Saúde Mental

Especialização que gera retorno

Especialização que gera retorno

Especialização que gera retorno

Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.


Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.

Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.


Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.

Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.


Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?

Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.

Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.

Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.

Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?

Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?

Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?

De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Quem pode fazer uma pós-graduação?

Quem pode fazer uma pós-graduação?

Quem pode fazer uma pós-graduação?

De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.

De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.

De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.

O que é uma pós-graduação?

O que é uma pós-graduação?

O que é uma pós-graduação?

É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.

É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.

É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.

A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu

A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu

A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu

A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.

A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.

A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.

Preciso fazer TCC?

Preciso fazer TCC?

Preciso fazer TCC?

A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.


Critérios de avaliação:

1) Participação nas aulas;

2) Participação nos seminários;

3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;

4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.

A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.


Critérios de avaliação:

1) Participação nas aulas;

2) Participação nos seminários;

3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;

4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.

A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.


Critérios de avaliação:

1) Participação nas aulas;

2) Participação nos seminários;

3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;

4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.

Quanto tempo dura?

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A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 377 horas, o que corresponde a 12 meses de estudos, sendo dividido em 3 eixos diferentes.

A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 377 horas, o que corresponde a 12 meses de estudos, sendo dividido em 3 eixos diferentes.

A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 377 horas, o que corresponde a 12 meses de estudos, sendo dividido em 3 eixos diferentes.

Qual é o título de quem faz especialização?

Qual é o título de quem faz especialização?

Qual é o título de quem faz especialização?

A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.

A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.

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Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a nossa equipe.

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Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:

(11) 952137432

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