O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem se destacado como um dos principais desafios contemporâneos para os sistemas de saúde, educação e assistência social. Com o aumento dos diagnósticos, cresce também a necessidade de práticas de cuidado que superem modelos padronizados, reconhecendo a singularidade, a autonomia e os modos de vida das pessoas no espectro.
Apesar dos avanços em direitos, como a Lei Berenice Piana e a Lei Brasileira de Inclusão, ainda há dificuldades na efetivação dessas políticas e na qualificação dos serviços. No campo da formação, muitos programas seguem centrados em abordagens biomédicas, o que reforça a importância de perspectivas mais críticas, interdisciplinares e alinhadas à atenção psicossocial e à neurodiversidade.
A Pós-Graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA): Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais surge para responder a esse cenário, propondo uma formação ética, crítica e contextualizada, baseada na perspectiva da subjetividade e em diálogo com práticas contemporâneas em saúde mental.
Mais do que uma especialização, o curso prepara profissionais para atuar com sensibilidade, compromisso ético e foco na autonomia e nos direitos das pessoas com TEA, contribuindo para práticas mais inclusivas e transformadoras.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem se destacado como um dos principais desafios contemporâneos para os sistemas de saúde, educação e assistência social. Com o aumento dos diagnósticos, cresce também a necessidade de práticas de cuidado que superem modelos padronizados, reconhecendo a singularidade, a autonomia e os modos de vida das pessoas no espectro.
Apesar dos avanços em direitos, como a Lei Berenice Piana e a Lei Brasileira de Inclusão, ainda há dificuldades na efetivação dessas políticas e na qualificação dos serviços. No campo da formação, muitos programas seguem centrados em abordagens biomédicas, o que reforça a importância de perspectivas mais críticas, interdisciplinares e alinhadas à atenção psicossocial e à neurodiversidade.
A Pós-Graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA): Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais surge para responder a esse cenário, propondo uma formação ética, crítica e contextualizada, baseada na perspectiva da subjetividade e em diálogo com práticas contemporâneas em saúde mental.
Mais do que uma especialização, o curso prepara profissionais para atuar com sensibilidade, compromisso ético e foco na autonomia e nos direitos das pessoas com TEA, contribuindo para práticas mais inclusivas e transformadoras.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem se destacado como um dos principais desafios contemporâneos para os sistemas de saúde, educação e assistência social. Com o aumento dos diagnósticos, cresce também a necessidade de práticas de cuidado que superem modelos padronizados, reconhecendo a singularidade, a autonomia e os modos de vida das pessoas no espectro.
Apesar dos avanços em direitos, como a Lei Berenice Piana e a Lei Brasileira de Inclusão, ainda há dificuldades na efetivação dessas políticas e na qualificação dos serviços. No campo da formação, muitos programas seguem centrados em abordagens biomédicas, o que reforça a importância de perspectivas mais críticas, interdisciplinares e alinhadas à atenção psicossocial e à neurodiversidade.
A Pós-Graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA): Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais surge para responder a esse cenário, propondo uma formação ética, crítica e contextualizada, baseada na perspectiva da subjetividade e em diálogo com práticas contemporâneas em saúde mental.
Mais do que uma especialização, o curso prepara profissionais para atuar com sensibilidade, compromisso ético e foco na autonomia e nos direitos das pessoas com TEA, contribuindo para práticas mais inclusivas e transformadoras.
Desenvolver
Desenvolver
Desenvolver
competências para uma atuação profissional crítica, ética e contextualizada, voltada à comunicação e aos modos de vida singulares.
competências para uma atuação profissional crítica, ética e contextualizada, voltada à comunicação e aos modos de vida singulares.
competências para uma atuação profissional crítica, ética e contextualizada, voltada à comunicação e aos modos de vida singulares.
Analisar
Analisar
Analisar
criticamente o TEA em sua dimensão histórica, social e diagnóstica, compreendendo seus impactos nas práticas profissionais.
criticamente o TEA em sua dimensão histórica, social e diagnóstica, compreendendo seus impactos nas práticas profissionais.
criticamente o TEA em sua dimensão histórica, social e diagnóstica, compreendendo seus impactos nas práticas profissionais.
Articular
Articular
Articular
a Teoria da Subjetividade e a atenção psicossocial na construção de práticas centradas na singularidade e na autonomia.
a Teoria da Subjetividade e a atenção psicossocial na construção de práticas centradas na singularidade e na autonomia.
a Teoria da Subjetividade e a atenção psicossocial na construção de práticas centradas na singularidade e na autonomia.
Fortalecer
Fortalecer
Fortalecer
práticas interprofissionais e intersetoriais, integrando saúde, educação e assistência social com participação das pessoas com TEA e suas famílias.
práticas interprofissionais e intersetoriais, integrando saúde, educação e assistência social com participação das pessoas com TEA e suas famílias.
práticas interprofissionais e intersetoriais, integrando saúde, educação e assistência social com participação das pessoas com TEA e suas famílias.
Quartas-feiras, de 19h00 às 22h00
Quartas-feiras, de 19h00 às 22h00
Quartas-feiras, de 19h00 às 22h00
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Início das aulas: 05/08/2026
Início das aulas: 05/08/2026
Início das aulas: 05/08/2026
0)Aula inaugural
05/08/2026
1) História e construção social do diagnóstico do TEA: de Kanner ao DSM-5
12/08/2026
Ementa: Análise do percurso histórico do conceito de autismo, desde as descrições inaugurais de Leo Kanner (1943) e Hans Asperger (1944) até as revisões sucessivas dos sistemas classificatórios internacionais (DSM e CID). Exame crítico dos fatores sociais, políticos, econômicos e científicos que influenciaram a construção, a expansão e a revisão do diagnóstico ao longo do século XX e início do século XXI. Problematização do chamado "boom diagnóstico" à luz dos princípios da atenção psicossocial e da perspectiva da subjetividade de González Rey, situando suas implicações para as práticas profissionais em saúde e educação e para a produção de subjetividade das pessoas diagnosticadas.
2) Limites do modelo biomédico-categorial: crítica à patologização e medicalização da diferença
19/08/2026
Ementa: Exame crítico dos fundamentos epistemológicos do modelo biomédico na compreensão do TEA, com ênfase nos riscos da redução da singularidade subjetiva a categorias diagnósticas fixas e universalizantes. Análise dos processos históricos e contemporâneos de patologização e medicalização da diferença, seus determinantes econômicos e ideológicos, e seus impactos nas configurações subjetivas de pessoas dentro do TEA e suas famílias. Discussão das implicações éticas para profissionais comprometidos com a atenção psicossocial e com novas práticas no campo do TEA.
3) Neurodiversidade: fundamentos, potências e limites como conceito ético-político
26/08/2026 e 02/09/2026
Ementa: Apresentação das origens, fundamentos e principais argumentos do movimento da neurodiversidade, situando seu contexto de emergência no final do século XX e sua articulação com os movimentos de direitos das pessoas com deficiência e com a perspectiva psicossocial em saúde mental. Análise das contribuições do conceito para a valorização das diferenças neurológicas, para a crítica ao capacitismo e para a produção de narrativas identitárias e subjetivas afirmativas. Exame crítico e equilibrado de seus limites e tensões internas, em especial no que se refere à heterogeneidade do espectro e às necessidades de suporte de pessoas autistas com alta demanda de cuidado.
4) Luta Antimanicomial, Reforma Psiquiátrica e seus desdobramentos para o campo do TEA
09/09/2026
Ementa: Análise do percurso histórico da Reforma Psiquiátrica Brasileira e da Luta Antimanicomial, seus princípios fundantes, marcos legislativos e conquistas institucionais no âmbito da atenção psicossocial. Discussão dos desdobramentos desse processo para o campo do TEA, incluindo a crítica às práticas de institucionalização, contenção e controle que ainda atravessam muitos serviços voltados para pessoas dentro do TEA no Brasil. Reflexão sobre os desafios atuais para a consolidação de uma rede de cuidado psicossocial que respeite a autonomia, os direitos e a singularidade das pessoas no espectro.
5) Capacitismo: conceito, história e impactos nas práticas profissionais e na subjetividade
16/09/2026
Ementa: Definição e historicização do capacitismo como sistema estrutural de opressão que hierarquiza corpos e subjetividades a partir de padrões normativos de funcionalidade, com impactos diretos sobre a autodeterminação de pessoas dentro do TEA. Análise de suas manifestações explícitas e veladas nas práticas de saúde e educação voltadas para pessoas com TEA, incluindo o capacitismo benevolente presente em discursos assistencialistas e tutelares, em contradição com os princípios da atenção psicossocial. Desenvolvimento de competências crítico-reflexivas para a identificação e desconstrução de práticas capacitistas no cotidiano profissional.
6) Legislação e direitos: LBI, Convenção da ONU, PNAIPD e Lei Berenice Piana
23/09/2026
Ementa: Estudo sistemático do marco legal que regula os direitos das pessoas com TEA no Brasil, com ênfase na Lei nº 12.764/2012 (Lei Berenice Piana), na Lei Brasileira de Inclusão (LBI/2015), na Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Deficiência. Análise da aplicação desse arcabouço jurídico nos contextos de saúde, educação e assistência social, identificando as lacunas entre o direito formal e a realidade dos serviços de atenção psicossocial. Reflexão sobre o papel ativo do profissional na defesa, efetivação e ampliação desses direitos como parte constitutiva das novas práticas profissionais no campo do TEA.
7) Inclusão educacional no Brasil: tensões entre integração formal e participação real
30/09/2026
Ementa: Estudo das políticas e práticas de inclusão educacional no Brasil, com ênfase nas tensões entre integração formal e participação efetiva. Análise das barreiras institucionais, pedagógicas e atitudinais que limitam a permanência, a aprendizagem e o pertencimento de estudantes com TEA, bem como das condições necessárias à construção de contextos educativos inclusivos, dialógicos e socialmente comprometidos.
8) A perspectiva da Subjetividade de González Rey no campo do TEA
07/10/2026 e 14/10/2026
Ementa: Apresentação sistemática dos conceitos fundantes da Teoria da Subjetividade de González Rey — subjetividade social e individual, sentidos subjetivos, configurações subjetivas, desenvolvimento subjetivo e sujeito —, situados em sua articulação com a tradição histórico-cultural de Vigotski e em ruptura com as abordagens organicistas e behavioristas predominantes no campo do TEA. Discussão do estatuto teórico e epistemológico dessa perspectiva como eixo central do programa e como ferramenta para compreender o desenvolvimento humano em sua complexidade, singularidade e dimensão dialógica, com aplicações à atenção psicossocial e às novas práticas profissionais com pessoas no espectro autista.
9) Epistemologia Qualitativa e Metodologia Construtivo-Interpretativo: bases para uma prática não patologizante
21/10/2026 e 28/10/2026
Daniel Goulart
Ementa: Estudo da Epistemologia Qualitativa e da Metodologia Construtivo-Interpretativo como fundamentos para a produção de conhecimento e para a atuação profissional no campo do TEA. Análise de seus aportes para práticas comprometidas com a singularidade das pessoas e grupos, com a dialogicidade, com a construção relacional do conhecimento e com a superação de abordagens normativas, objetificantes e patologizantes. Discussão de estratégias concretas para incorporar o olhar construtivo-interpretativo nas novas práticas profissionais orientadas pela atenção psicossocial.
10) O estigma do diagnóstico: impactos subjetivos, sociais e nas trajetórias de vida
04/11/2026
Ementa: Análise dos processos de estigmatização associados ao diagnóstico do TEA a partir de referenciais sociológicos — com ênfase em Goffman — e da Teoria da Subjetividade de González Rey. Exame da dupla face do diagnóstico: sua potência como ferramenta de acesso a direitos e suporte no âmbito da atenção psicossocial, e seu risco de cristalizar expectativas limitantes sobre o desenvolvimento e a produção de subjetividade da pessoa. Discussão do papel ativo do profissional na desconstrução de narrativas estigmatizantes e na promoção de trajetórias de vida mais autônomas, dignas e subjetivamente ricas.
11) Seminário avaliativo integrador do módulo 1
18/11/2026
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 1, conduzida pelo tutor a partir de casos clínicos e situações práticas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando os três eixos do programa — Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais — com os referenciais histórico-críticos, epistemológicos, teóricos e jurídicos trabalhados ao longo do módulo. A atividade privilegia o diálogo, a produção de saber coletivo e a reflexão sobre as implicações concretas dos fundamentos estudados para a atuação profissional crítica e ética no campo do TEA.
0)Aula inaugural
05/08/2026
1) História e construção social do diagnóstico do TEA: de Kanner ao DSM-5
12/08/2026
Ementa: Análise do percurso histórico do conceito de autismo, desde as descrições inaugurais de Leo Kanner (1943) e Hans Asperger (1944) até as revisões sucessivas dos sistemas classificatórios internacionais (DSM e CID). Exame crítico dos fatores sociais, políticos, econômicos e científicos que influenciaram a construção, a expansão e a revisão do diagnóstico ao longo do século XX e início do século XXI. Problematização do chamado "boom diagnóstico" à luz dos princípios da atenção psicossocial e da perspectiva da subjetividade de González Rey, situando suas implicações para as práticas profissionais em saúde e educação e para a produção de subjetividade das pessoas diagnosticadas.
2) Limites do modelo biomédico-categorial: crítica à patologização e medicalização da diferença
19/08/2026
Ementa: Exame crítico dos fundamentos epistemológicos do modelo biomédico na compreensão do TEA, com ênfase nos riscos da redução da singularidade subjetiva a categorias diagnósticas fixas e universalizantes. Análise dos processos históricos e contemporâneos de patologização e medicalização da diferença, seus determinantes econômicos e ideológicos, e seus impactos nas configurações subjetivas de pessoas dentro do TEA e suas famílias. Discussão das implicações éticas para profissionais comprometidos com a atenção psicossocial e com novas práticas no campo do TEA.
3) Neurodiversidade: fundamentos, potências e limites como conceito ético-político
26/08/2026 e 02/09/2026
Ementa: Apresentação das origens, fundamentos e principais argumentos do movimento da neurodiversidade, situando seu contexto de emergência no final do século XX e sua articulação com os movimentos de direitos das pessoas com deficiência e com a perspectiva psicossocial em saúde mental. Análise das contribuições do conceito para a valorização das diferenças neurológicas, para a crítica ao capacitismo e para a produção de narrativas identitárias e subjetivas afirmativas. Exame crítico e equilibrado de seus limites e tensões internas, em especial no que se refere à heterogeneidade do espectro e às necessidades de suporte de pessoas autistas com alta demanda de cuidado.
4) Luta Antimanicomial, Reforma Psiquiátrica e seus desdobramentos para o campo do TEA
09/09/2026
Ementa: Análise do percurso histórico da Reforma Psiquiátrica Brasileira e da Luta Antimanicomial, seus princípios fundantes, marcos legislativos e conquistas institucionais no âmbito da atenção psicossocial. Discussão dos desdobramentos desse processo para o campo do TEA, incluindo a crítica às práticas de institucionalização, contenção e controle que ainda atravessam muitos serviços voltados para pessoas dentro do TEA no Brasil. Reflexão sobre os desafios atuais para a consolidação de uma rede de cuidado psicossocial que respeite a autonomia, os direitos e a singularidade das pessoas no espectro.
5) Capacitismo: conceito, história e impactos nas práticas profissionais e na subjetividade
16/09/2026
Ementa: Definição e historicização do capacitismo como sistema estrutural de opressão que hierarquiza corpos e subjetividades a partir de padrões normativos de funcionalidade, com impactos diretos sobre a autodeterminação de pessoas dentro do TEA. Análise de suas manifestações explícitas e veladas nas práticas de saúde e educação voltadas para pessoas com TEA, incluindo o capacitismo benevolente presente em discursos assistencialistas e tutelares, em contradição com os princípios da atenção psicossocial. Desenvolvimento de competências crítico-reflexivas para a identificação e desconstrução de práticas capacitistas no cotidiano profissional.
6) Legislação e direitos: LBI, Convenção da ONU, PNAIPD e Lei Berenice Piana
23/09/2026
Ementa: Estudo sistemático do marco legal que regula os direitos das pessoas com TEA no Brasil, com ênfase na Lei nº 12.764/2012 (Lei Berenice Piana), na Lei Brasileira de Inclusão (LBI/2015), na Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Deficiência. Análise da aplicação desse arcabouço jurídico nos contextos de saúde, educação e assistência social, identificando as lacunas entre o direito formal e a realidade dos serviços de atenção psicossocial. Reflexão sobre o papel ativo do profissional na defesa, efetivação e ampliação desses direitos como parte constitutiva das novas práticas profissionais no campo do TEA.
7) Inclusão educacional no Brasil: tensões entre integração formal e participação real
30/09/2026
Ementa: Estudo das políticas e práticas de inclusão educacional no Brasil, com ênfase nas tensões entre integração formal e participação efetiva. Análise das barreiras institucionais, pedagógicas e atitudinais que limitam a permanência, a aprendizagem e o pertencimento de estudantes com TEA, bem como das condições necessárias à construção de contextos educativos inclusivos, dialógicos e socialmente comprometidos.
8) A perspectiva da Subjetividade de González Rey no campo do TEA
07/10/2026 e 14/10/2026
Ementa: Apresentação sistemática dos conceitos fundantes da Teoria da Subjetividade de González Rey — subjetividade social e individual, sentidos subjetivos, configurações subjetivas, desenvolvimento subjetivo e sujeito —, situados em sua articulação com a tradição histórico-cultural de Vigotski e em ruptura com as abordagens organicistas e behavioristas predominantes no campo do TEA. Discussão do estatuto teórico e epistemológico dessa perspectiva como eixo central do programa e como ferramenta para compreender o desenvolvimento humano em sua complexidade, singularidade e dimensão dialógica, com aplicações à atenção psicossocial e às novas práticas profissionais com pessoas no espectro autista.
9) Epistemologia Qualitativa e Metodologia Construtivo-Interpretativo: bases para uma prática não patologizante
21/10/2026 e 28/10/2026
Daniel Goulart
Ementa: Estudo da Epistemologia Qualitativa e da Metodologia Construtivo-Interpretativo como fundamentos para a produção de conhecimento e para a atuação profissional no campo do TEA. Análise de seus aportes para práticas comprometidas com a singularidade das pessoas e grupos, com a dialogicidade, com a construção relacional do conhecimento e com a superação de abordagens normativas, objetificantes e patologizantes. Discussão de estratégias concretas para incorporar o olhar construtivo-interpretativo nas novas práticas profissionais orientadas pela atenção psicossocial.
10) O estigma do diagnóstico: impactos subjetivos, sociais e nas trajetórias de vida
04/11/2026
Ementa: Análise dos processos de estigmatização associados ao diagnóstico do TEA a partir de referenciais sociológicos — com ênfase em Goffman — e da Teoria da Subjetividade de González Rey. Exame da dupla face do diagnóstico: sua potência como ferramenta de acesso a direitos e suporte no âmbito da atenção psicossocial, e seu risco de cristalizar expectativas limitantes sobre o desenvolvimento e a produção de subjetividade da pessoa. Discussão do papel ativo do profissional na desconstrução de narrativas estigmatizantes e na promoção de trajetórias de vida mais autônomas, dignas e subjetivamente ricas.
11) Seminário avaliativo integrador do módulo 1
18/11/2026
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 1, conduzida pelo tutor a partir de casos clínicos e situações práticas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando os três eixos do programa — Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais — com os referenciais histórico-críticos, epistemológicos, teóricos e jurídicos trabalhados ao longo do módulo. A atividade privilegia o diálogo, a produção de saber coletivo e a reflexão sobre as implicações concretas dos fundamentos estudados para a atuação profissional crítica e ética no campo do TEA.
0)Aula inaugural
05/08/2026
1) História e construção social do diagnóstico do TEA: de Kanner ao DSM-5
12/08/2026
Ementa: Análise do percurso histórico do conceito de autismo, desde as descrições inaugurais de Leo Kanner (1943) e Hans Asperger (1944) até as revisões sucessivas dos sistemas classificatórios internacionais (DSM e CID). Exame crítico dos fatores sociais, políticos, econômicos e científicos que influenciaram a construção, a expansão e a revisão do diagnóstico ao longo do século XX e início do século XXI. Problematização do chamado "boom diagnóstico" à luz dos princípios da atenção psicossocial e da perspectiva da subjetividade de González Rey, situando suas implicações para as práticas profissionais em saúde e educação e para a produção de subjetividade das pessoas diagnosticadas.
2) Limites do modelo biomédico-categorial: crítica à patologização e medicalização da diferença
19/08/2026
Ementa: Exame crítico dos fundamentos epistemológicos do modelo biomédico na compreensão do TEA, com ênfase nos riscos da redução da singularidade subjetiva a categorias diagnósticas fixas e universalizantes. Análise dos processos históricos e contemporâneos de patologização e medicalização da diferença, seus determinantes econômicos e ideológicos, e seus impactos nas configurações subjetivas de pessoas dentro do TEA e suas famílias. Discussão das implicações éticas para profissionais comprometidos com a atenção psicossocial e com novas práticas no campo do TEA.
3) Neurodiversidade: fundamentos, potências e limites como conceito ético-político
26/08/2026 e 02/09/2026
Ementa: Apresentação das origens, fundamentos e principais argumentos do movimento da neurodiversidade, situando seu contexto de emergência no final do século XX e sua articulação com os movimentos de direitos das pessoas com deficiência e com a perspectiva psicossocial em saúde mental. Análise das contribuições do conceito para a valorização das diferenças neurológicas, para a crítica ao capacitismo e para a produção de narrativas identitárias e subjetivas afirmativas. Exame crítico e equilibrado de seus limites e tensões internas, em especial no que se refere à heterogeneidade do espectro e às necessidades de suporte de pessoas autistas com alta demanda de cuidado.
4) Luta Antimanicomial, Reforma Psiquiátrica e seus desdobramentos para o campo do TEA
09/09/2026
Ementa: Análise do percurso histórico da Reforma Psiquiátrica Brasileira e da Luta Antimanicomial, seus princípios fundantes, marcos legislativos e conquistas institucionais no âmbito da atenção psicossocial. Discussão dos desdobramentos desse processo para o campo do TEA, incluindo a crítica às práticas de institucionalização, contenção e controle que ainda atravessam muitos serviços voltados para pessoas dentro do TEA no Brasil. Reflexão sobre os desafios atuais para a consolidação de uma rede de cuidado psicossocial que respeite a autonomia, os direitos e a singularidade das pessoas no espectro.
5) Capacitismo: conceito, história e impactos nas práticas profissionais e na subjetividade
16/09/2026
Ementa: Definição e historicização do capacitismo como sistema estrutural de opressão que hierarquiza corpos e subjetividades a partir de padrões normativos de funcionalidade, com impactos diretos sobre a autodeterminação de pessoas dentro do TEA. Análise de suas manifestações explícitas e veladas nas práticas de saúde e educação voltadas para pessoas com TEA, incluindo o capacitismo benevolente presente em discursos assistencialistas e tutelares, em contradição com os princípios da atenção psicossocial. Desenvolvimento de competências crítico-reflexivas para a identificação e desconstrução de práticas capacitistas no cotidiano profissional.
6) Legislação e direitos: LBI, Convenção da ONU, PNAIPD e Lei Berenice Piana
23/09/2026
Ementa: Estudo sistemático do marco legal que regula os direitos das pessoas com TEA no Brasil, com ênfase na Lei nº 12.764/2012 (Lei Berenice Piana), na Lei Brasileira de Inclusão (LBI/2015), na Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Deficiência. Análise da aplicação desse arcabouço jurídico nos contextos de saúde, educação e assistência social, identificando as lacunas entre o direito formal e a realidade dos serviços de atenção psicossocial. Reflexão sobre o papel ativo do profissional na defesa, efetivação e ampliação desses direitos como parte constitutiva das novas práticas profissionais no campo do TEA.
7) Inclusão educacional no Brasil: tensões entre integração formal e participação real
30/09/2026
Ementa: Estudo das políticas e práticas de inclusão educacional no Brasil, com ênfase nas tensões entre integração formal e participação efetiva. Análise das barreiras institucionais, pedagógicas e atitudinais que limitam a permanência, a aprendizagem e o pertencimento de estudantes com TEA, bem como das condições necessárias à construção de contextos educativos inclusivos, dialógicos e socialmente comprometidos.
8) A perspectiva da Subjetividade de González Rey no campo do TEA
07/10/2026 e 14/10/2026
Ementa: Apresentação sistemática dos conceitos fundantes da Teoria da Subjetividade de González Rey — subjetividade social e individual, sentidos subjetivos, configurações subjetivas, desenvolvimento subjetivo e sujeito —, situados em sua articulação com a tradição histórico-cultural de Vigotski e em ruptura com as abordagens organicistas e behavioristas predominantes no campo do TEA. Discussão do estatuto teórico e epistemológico dessa perspectiva como eixo central do programa e como ferramenta para compreender o desenvolvimento humano em sua complexidade, singularidade e dimensão dialógica, com aplicações à atenção psicossocial e às novas práticas profissionais com pessoas no espectro autista.
9) Epistemologia Qualitativa e Metodologia Construtivo-Interpretativo: bases para uma prática não patologizante
21/10/2026 e 28/10/2026
Daniel Goulart
Ementa: Estudo da Epistemologia Qualitativa e da Metodologia Construtivo-Interpretativo como fundamentos para a produção de conhecimento e para a atuação profissional no campo do TEA. Análise de seus aportes para práticas comprometidas com a singularidade das pessoas e grupos, com a dialogicidade, com a construção relacional do conhecimento e com a superação de abordagens normativas, objetificantes e patologizantes. Discussão de estratégias concretas para incorporar o olhar construtivo-interpretativo nas novas práticas profissionais orientadas pela atenção psicossocial.
10) O estigma do diagnóstico: impactos subjetivos, sociais e nas trajetórias de vida
04/11/2026
Ementa: Análise dos processos de estigmatização associados ao diagnóstico do TEA a partir de referenciais sociológicos — com ênfase em Goffman — e da Teoria da Subjetividade de González Rey. Exame da dupla face do diagnóstico: sua potência como ferramenta de acesso a direitos e suporte no âmbito da atenção psicossocial, e seu risco de cristalizar expectativas limitantes sobre o desenvolvimento e a produção de subjetividade da pessoa. Discussão do papel ativo do profissional na desconstrução de narrativas estigmatizantes e na promoção de trajetórias de vida mais autônomas, dignas e subjetivamente ricas.
11) Seminário avaliativo integrador do módulo 1
18/11/2026
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 1, conduzida pelo tutor a partir de casos clínicos e situações práticas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando os três eixos do programa — Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais — com os referenciais histórico-críticos, epistemológicos, teóricos e jurídicos trabalhados ao longo do módulo. A atividade privilegia o diálogo, a produção de saber coletivo e a reflexão sobre as implicações concretas dos fundamentos estudados para a atuação profissional crítica e ética no campo do TEA.
12) Critérios diagnósticos DSM-5 e CID-11: usos, limites e leitura crítica
25/11/2026
Ementa: Estudo sistemático dos critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro Autista nos sistemas classificatórios internacionais DSM-5 (APA, 2013) e CID-11 (OMS, 2022), com análise comparativa de suas convergências, divergências e implicações clínicas e políticas. Exame crítico do modelo dimensional adotado na revisão para o espectro, seus avanços em relação às versões anteriores e seus limites na captura da singularidade subjetiva e da heterogeneidade do TEA. Discussão dos usos legítimos e dos riscos do diagnóstico categorial no contexto da atenção psicossocial, da garantia de direitos e do planejamento das novas práticas profissionais.
13) Instrumentos de avaliação do TEA: leitura crítica e contextualizada
02/12/2026
Ementa: Apresentação e análise dos principais instrumentos padronizados utilizados na avaliação diagnóstica do TEA, com ênfase em seus fundamentos teóricos, propriedades psicométricas, condições de aplicação e limitações contextuais. Problematização do uso acrítico de instrumentos desenvolvidos em contextos socioculturais distintos da realidade brasileira, e dos riscos de sua aplicação descontextualizada sobre populações em situação de vulnerabilidade. Reflexão sobre o lugar dos instrumentos padronizados em uma perspectiva de avaliação construtivo-interpretativa comprometida com a singularidade e a atenção psicossocial.
14) Avaliação e diagnóstico como processo construtivo-interpretativo
03/02/2027 e 17/02/2027
Daniel Goulart
Ementa: Fundamentação teórica e metodológica da avaliação diagnóstica no TEA a partir da Epistemologia Qualitativa e da Metodologia Construtivo-Interpretativo de González Rey, em contraposição ao modelo avaliativo instrumental e protocolar predominante. Discussão dos princípios que orientam o processo avaliativo numa perspectiva não patologizante: o diálogo como recurso comunicacional central, a produção de saber sobre a singularidade das pessoas, a integração de múltiplos contextos e fontes de informação, e a recusa à redução do desenvolvimento humano a escores e categorias. Apresentação de estratégias concretas para a condução de processos avaliativos que articulem rigor técnico, sensibilidade subjetiva e compromisso ético com as pessoas no espectro e suas famílias.
15) Subjetividade social na escola e na família: como os contextos produzem ou inibem o desenvolvimento
24/02/2027
Ementa: Análise do conceito de subjetividade social de González Rey como ferramenta para compreender os processos institucionais e relacionais que atravessam a escola e a família enquanto contextos de desenvolvimento de pessoas com TEA. Compreensão de como as configurações subjetivas sociais desses contextos — seus valores, representações sobre o autismo, práticas cotidianas e relações de poder — podem tanto potencializar quanto inibir o desenvolvimento, a autonomia e a produção de sentidos subjetivos das pessoas no espectro. Discussão de estratégias de abordagem psicossocial orientadas à transformação dos contextos, e não apenas à adaptação do indivíduo às suas demandas normativas.
16) Estratégias educativas e tecnologias assistivas no TEA: aprendizagem inclusiva e promoção do desenvolvimento
03/03/2027 e 10/03/2027
Ementa: Análise das especificidades da aprendizagem de estudantes com TEA no contexto da educação inclusiva, problematizando as barreiras pedagógicas e institucionais que comprometem o desenvolvimento na perspectiva da Subjetividade de González Rey e Mitjáns Martínez. Estudo das principais estratégias educativas e tecnologias assistivas disponíveis, incluindo aplicativos, softwares interativos e recursos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA), como instrumentos de promoção da autonomia e da participação social. Reflexão sobre o papel dos profissionais de saúde na interface com a escola e geração de novas práticas psicossociais no campo do TEA.
17) A família como sujeito: configurações subjetivas familiares diante do diagnóstico
17/03/2027
Ementa: Estudo da família como sujeito coletivo portador de configurações subjetivas próprias, que são profundamente afetadas — e frequentemente reorganizadas — diante do diagnóstico de TEA de um de seus membros. Análise dos processos subjetivos envolvidos na recepção, elaboração e ressignificação do diagnóstico pelas famílias, incluindo os impactos sobre os vínculos, os projetos de vida, as relações de cuidado e a distribuição de papéis. Discussão de abordagens de apoio familiar orientadas pelos princípios da atenção psicossocial, que reconheçam a família como protagonista do processo terapêutico e não como objeto de orientação ou correção.
18) Configurações subjetivas individuais no TEA: a singularidade em foco
24/03/2027
Ementa: O valor do conceito de configuração subjetiva de González Rey à compreensão do TEA como expressão singular e complexa da subjetividade de cada pessoa, e não como conjunto fixo de déficits ou comportamentos universais. Análise de como as configurações subjetivas individuais organizam a experiência, os modos de vida, de aprender, de se relacionar e de enfrentar os desafios cotidianos de pessoas no espectro, em interação permanente com os contextos sociais e institucionais em que participam. Discussão das implicações dessa perspectiva para atuações profissionais que respeitem e potencializem a singularidade como recurso central do desenvolvimento subjetivo.
19) TEA e gênero: especificidades clínicas, mascaramento e diagnóstico tardio
31/03/2027
Ementa: Análise das especificidades clínicas e diagnósticas do TEA em mulheres, meninas e pessoas não-binárias, situadas historicamente em um campo de pesquisa e prática profissional construído predominantemente a partir de indivíduos do sexo masculino. Estudo do fenômeno do mascaramento — camouflaging — como estratégia subjetiva de adaptação social desenvolvida especialmente por mulheres com TEA, e seus impactos sobre a saúde mental, a identidade e o acesso ao diagnóstico. Reflexão sobre as implicações da intersecção entre gênero, TEA e subjetividade para as novas práticas profissionais, com ênfase na revisão de instrumentos, critérios e princípios clínicos que reproduzem vieses de gênero.
20) TEA em pessoas em contextos de vulnerabilidade social: interseccionalidades e acesso ao diagnóstico
07/04/2027
Ementa: Análise das barreiras estruturais, sociais e institucionais que dificultam ou impedem o acesso ao diagnóstico e à atenção psicossocial para pessoas com TEA em situação de vulnerabilidade social no Brasil, com ênfase nas intersecções entre TEA, classe, raça, gênero e território. Compreensão crítica de como as desigualdades sociais estão configuradas dentro das subjetividades sociais específicas nos serviços de saúde e educação, gerando processos de exclusão que agravam a vulnerabilidade de pessoas no espectro já subalternizadas por múltiplos marcadores sociais. Discussão de estratégias de atuação profissional comprometidas com a equidade, a justiça social e a integralidade da atenção psicossocial em contextos de alta complexidade social.
21) TEA na vida adulta: trajetórias, identidade e qualidade de vida
14/04/2027
Ementa: Problematização da invisibilidade histórica do TEA na vida adulta nos campos da pesquisa, da clínica e das políticas públicas, e seus impactos sobre a qualidade de vida, a saúde mental e a produção de subjetividade de adultos no espectro. Análise das trajetórias de vida de pessoas no espectro na idade adulta — incluindo trabalho, autonomia, vida afetiva e sexual, habitação e participação social —, a partir de uma perspectiva de desenvolvimento que recuse a ideia de teto ou limite fixo para o desenvolvimento humano. Discussão das novas práticas profissionais orientadas à promoção da autodeterminação, da identidade autista positiva e da qualidade de vida de adultos no espectro, em articulação com as políticas de atenção psicossocial.
22) Comunicação, linguagem e interação social no TEA: perspectivas além do déficit
28/04/2027
Ementa: Análise crítica dos modelos centrados no déficit que predominam na compreensão da comunicação, da linguagem e da interação social no TEA, e apresentação de perspectivas alternativas que reconhecem os estilos comunicativos autistas como formas legítimas e singulares de expressão subjetiva e de relação com o mundo. Estudo das diferentes formas de comunicação presentes no espectro — verbal, não verbal, aumentativa e alternativa —, com ênfase na diversidade de recursos expressivos e nos contextos que os potencializam ou suprimem. Discussão de abordagens de apoio à comunicação comprometidas com o protagonismo, a autodeterminação e a produção de sentidos subjetivos das pessoas no espectro, em diálogo com os princípios da atenção psicossocial.
23) Psicofarmacologia crítica no TEA: indicações, limites éticos e risco de violência química
05/05/2027
Ementa: Análise crítica do uso de psicofármacos no TEA, situando as indicações clinicamente fundamentadas — manejo de comorbidades como ansiedade, TDAH, epilepsia e transtornos do humor — e os riscos do uso indiscriminado da polifarmácia e da prescrição orientada ao controle comportamental em detrimento do bem-estar e da produção de subjetividade das pessoas no espectro. Discussão do conceito de violência química como forma de contenção institucional disfarçada de tratamento, e de sua relação com o capacitismo e com a lógica manicomial que persiste em muitos serviços. Reflexão sobre o papel de cada profissional da saúde na promoção de práticas farmacológicas éticas, transparentes e orientadas pelos princípios da atenção psicossocial e do respeito à autonomia da pessoa.
24) Seminário avaliativo integrador do módulo 2
12/05/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 2, conduzida pelo tutor a partir de casos clínicos complexos e situações práticas representativas da diversidade do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando os conteúdos do módulo — diagnóstico, subjetividade, desenvolvimento, família, gênero, vulnerabilidade, comunicação e farmacologia — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia o diálogo, a integração de saberes, a produção de hipóteses interpretativas e a reflexão ética sobre as práticas profissionais no campo do TEA.
12) Critérios diagnósticos DSM-5 e CID-11: usos, limites e leitura crítica
25/11/2026
Ementa: Estudo sistemático dos critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro Autista nos sistemas classificatórios internacionais DSM-5 (APA, 2013) e CID-11 (OMS, 2022), com análise comparativa de suas convergências, divergências e implicações clínicas e políticas. Exame crítico do modelo dimensional adotado na revisão para o espectro, seus avanços em relação às versões anteriores e seus limites na captura da singularidade subjetiva e da heterogeneidade do TEA. Discussão dos usos legítimos e dos riscos do diagnóstico categorial no contexto da atenção psicossocial, da garantia de direitos e do planejamento das novas práticas profissionais.
13) Instrumentos de avaliação do TEA: leitura crítica e contextualizada
02/12/2026
Ementa: Apresentação e análise dos principais instrumentos padronizados utilizados na avaliação diagnóstica do TEA, com ênfase em seus fundamentos teóricos, propriedades psicométricas, condições de aplicação e limitações contextuais. Problematização do uso acrítico de instrumentos desenvolvidos em contextos socioculturais distintos da realidade brasileira, e dos riscos de sua aplicação descontextualizada sobre populações em situação de vulnerabilidade. Reflexão sobre o lugar dos instrumentos padronizados em uma perspectiva de avaliação construtivo-interpretativa comprometida com a singularidade e a atenção psicossocial.
14) Avaliação e diagnóstico como processo construtivo-interpretativo
03/02/2027 e 17/02/2027
Daniel Goulart
Ementa: Fundamentação teórica e metodológica da avaliação diagnóstica no TEA a partir da Epistemologia Qualitativa e da Metodologia Construtivo-Interpretativo de González Rey, em contraposição ao modelo avaliativo instrumental e protocolar predominante. Discussão dos princípios que orientam o processo avaliativo numa perspectiva não patologizante: o diálogo como recurso comunicacional central, a produção de saber sobre a singularidade das pessoas, a integração de múltiplos contextos e fontes de informação, e a recusa à redução do desenvolvimento humano a escores e categorias. Apresentação de estratégias concretas para a condução de processos avaliativos que articulem rigor técnico, sensibilidade subjetiva e compromisso ético com as pessoas no espectro e suas famílias.
15) Subjetividade social na escola e na família: como os contextos produzem ou inibem o desenvolvimento
24/02/2027
Ementa: Análise do conceito de subjetividade social de González Rey como ferramenta para compreender os processos institucionais e relacionais que atravessam a escola e a família enquanto contextos de desenvolvimento de pessoas com TEA. Compreensão de como as configurações subjetivas sociais desses contextos — seus valores, representações sobre o autismo, práticas cotidianas e relações de poder — podem tanto potencializar quanto inibir o desenvolvimento, a autonomia e a produção de sentidos subjetivos das pessoas no espectro. Discussão de estratégias de abordagem psicossocial orientadas à transformação dos contextos, e não apenas à adaptação do indivíduo às suas demandas normativas.
16) Estratégias educativas e tecnologias assistivas no TEA: aprendizagem inclusiva e promoção do desenvolvimento
03/03/2027 e 10/03/2027
Ementa: Análise das especificidades da aprendizagem de estudantes com TEA no contexto da educação inclusiva, problematizando as barreiras pedagógicas e institucionais que comprometem o desenvolvimento na perspectiva da Subjetividade de González Rey e Mitjáns Martínez. Estudo das principais estratégias educativas e tecnologias assistivas disponíveis, incluindo aplicativos, softwares interativos e recursos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA), como instrumentos de promoção da autonomia e da participação social. Reflexão sobre o papel dos profissionais de saúde na interface com a escola e geração de novas práticas psicossociais no campo do TEA.
17) A família como sujeito: configurações subjetivas familiares diante do diagnóstico
17/03/2027
Ementa: Estudo da família como sujeito coletivo portador de configurações subjetivas próprias, que são profundamente afetadas — e frequentemente reorganizadas — diante do diagnóstico de TEA de um de seus membros. Análise dos processos subjetivos envolvidos na recepção, elaboração e ressignificação do diagnóstico pelas famílias, incluindo os impactos sobre os vínculos, os projetos de vida, as relações de cuidado e a distribuição de papéis. Discussão de abordagens de apoio familiar orientadas pelos princípios da atenção psicossocial, que reconheçam a família como protagonista do processo terapêutico e não como objeto de orientação ou correção.
18) Configurações subjetivas individuais no TEA: a singularidade em foco
24/03/2027
Ementa: O valor do conceito de configuração subjetiva de González Rey à compreensão do TEA como expressão singular e complexa da subjetividade de cada pessoa, e não como conjunto fixo de déficits ou comportamentos universais. Análise de como as configurações subjetivas individuais organizam a experiência, os modos de vida, de aprender, de se relacionar e de enfrentar os desafios cotidianos de pessoas no espectro, em interação permanente com os contextos sociais e institucionais em que participam. Discussão das implicações dessa perspectiva para atuações profissionais que respeitem e potencializem a singularidade como recurso central do desenvolvimento subjetivo.
19) TEA e gênero: especificidades clínicas, mascaramento e diagnóstico tardio
31/03/2027
Ementa: Análise das especificidades clínicas e diagnósticas do TEA em mulheres, meninas e pessoas não-binárias, situadas historicamente em um campo de pesquisa e prática profissional construído predominantemente a partir de indivíduos do sexo masculino. Estudo do fenômeno do mascaramento — camouflaging — como estratégia subjetiva de adaptação social desenvolvida especialmente por mulheres com TEA, e seus impactos sobre a saúde mental, a identidade e o acesso ao diagnóstico. Reflexão sobre as implicações da intersecção entre gênero, TEA e subjetividade para as novas práticas profissionais, com ênfase na revisão de instrumentos, critérios e princípios clínicos que reproduzem vieses de gênero.
20) TEA em pessoas em contextos de vulnerabilidade social: interseccionalidades e acesso ao diagnóstico
07/04/2027
Ementa: Análise das barreiras estruturais, sociais e institucionais que dificultam ou impedem o acesso ao diagnóstico e à atenção psicossocial para pessoas com TEA em situação de vulnerabilidade social no Brasil, com ênfase nas intersecções entre TEA, classe, raça, gênero e território. Compreensão crítica de como as desigualdades sociais estão configuradas dentro das subjetividades sociais específicas nos serviços de saúde e educação, gerando processos de exclusão que agravam a vulnerabilidade de pessoas no espectro já subalternizadas por múltiplos marcadores sociais. Discussão de estratégias de atuação profissional comprometidas com a equidade, a justiça social e a integralidade da atenção psicossocial em contextos de alta complexidade social.
21) TEA na vida adulta: trajetórias, identidade e qualidade de vida
14/04/2027
Ementa: Problematização da invisibilidade histórica do TEA na vida adulta nos campos da pesquisa, da clínica e das políticas públicas, e seus impactos sobre a qualidade de vida, a saúde mental e a produção de subjetividade de adultos no espectro. Análise das trajetórias de vida de pessoas no espectro na idade adulta — incluindo trabalho, autonomia, vida afetiva e sexual, habitação e participação social —, a partir de uma perspectiva de desenvolvimento que recuse a ideia de teto ou limite fixo para o desenvolvimento humano. Discussão das novas práticas profissionais orientadas à promoção da autodeterminação, da identidade autista positiva e da qualidade de vida de adultos no espectro, em articulação com as políticas de atenção psicossocial.
22) Comunicação, linguagem e interação social no TEA: perspectivas além do déficit
28/04/2027
Ementa: Análise crítica dos modelos centrados no déficit que predominam na compreensão da comunicação, da linguagem e da interação social no TEA, e apresentação de perspectivas alternativas que reconhecem os estilos comunicativos autistas como formas legítimas e singulares de expressão subjetiva e de relação com o mundo. Estudo das diferentes formas de comunicação presentes no espectro — verbal, não verbal, aumentativa e alternativa —, com ênfase na diversidade de recursos expressivos e nos contextos que os potencializam ou suprimem. Discussão de abordagens de apoio à comunicação comprometidas com o protagonismo, a autodeterminação e a produção de sentidos subjetivos das pessoas no espectro, em diálogo com os princípios da atenção psicossocial.
23) Psicofarmacologia crítica no TEA: indicações, limites éticos e risco de violência química
05/05/2027
Ementa: Análise crítica do uso de psicofármacos no TEA, situando as indicações clinicamente fundamentadas — manejo de comorbidades como ansiedade, TDAH, epilepsia e transtornos do humor — e os riscos do uso indiscriminado da polifarmácia e da prescrição orientada ao controle comportamental em detrimento do bem-estar e da produção de subjetividade das pessoas no espectro. Discussão do conceito de violência química como forma de contenção institucional disfarçada de tratamento, e de sua relação com o capacitismo e com a lógica manicomial que persiste em muitos serviços. Reflexão sobre o papel de cada profissional da saúde na promoção de práticas farmacológicas éticas, transparentes e orientadas pelos princípios da atenção psicossocial e do respeito à autonomia da pessoa.
24) Seminário avaliativo integrador do módulo 2
12/05/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 2, conduzida pelo tutor a partir de casos clínicos complexos e situações práticas representativas da diversidade do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando os conteúdos do módulo — diagnóstico, subjetividade, desenvolvimento, família, gênero, vulnerabilidade, comunicação e farmacologia — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia o diálogo, a integração de saberes, a produção de hipóteses interpretativas e a reflexão ética sobre as práticas profissionais no campo do TEA.
12) Critérios diagnósticos DSM-5 e CID-11: usos, limites e leitura crítica
25/11/2026
Ementa: Estudo sistemático dos critérios diagnósticos do Transtorno do Espectro Autista nos sistemas classificatórios internacionais DSM-5 (APA, 2013) e CID-11 (OMS, 2022), com análise comparativa de suas convergências, divergências e implicações clínicas e políticas. Exame crítico do modelo dimensional adotado na revisão para o espectro, seus avanços em relação às versões anteriores e seus limites na captura da singularidade subjetiva e da heterogeneidade do TEA. Discussão dos usos legítimos e dos riscos do diagnóstico categorial no contexto da atenção psicossocial, da garantia de direitos e do planejamento das novas práticas profissionais.
13) Instrumentos de avaliação do TEA: leitura crítica e contextualizada
02/12/2026
Ementa: Apresentação e análise dos principais instrumentos padronizados utilizados na avaliação diagnóstica do TEA, com ênfase em seus fundamentos teóricos, propriedades psicométricas, condições de aplicação e limitações contextuais. Problematização do uso acrítico de instrumentos desenvolvidos em contextos socioculturais distintos da realidade brasileira, e dos riscos de sua aplicação descontextualizada sobre populações em situação de vulnerabilidade. Reflexão sobre o lugar dos instrumentos padronizados em uma perspectiva de avaliação construtivo-interpretativa comprometida com a singularidade e a atenção psicossocial.
14) Avaliação e diagnóstico como processo construtivo-interpretativo
03/02/2027 e 17/02/2027
Daniel Goulart
Ementa: Fundamentação teórica e metodológica da avaliação diagnóstica no TEA a partir da Epistemologia Qualitativa e da Metodologia Construtivo-Interpretativo de González Rey, em contraposição ao modelo avaliativo instrumental e protocolar predominante. Discussão dos princípios que orientam o processo avaliativo numa perspectiva não patologizante: o diálogo como recurso comunicacional central, a produção de saber sobre a singularidade das pessoas, a integração de múltiplos contextos e fontes de informação, e a recusa à redução do desenvolvimento humano a escores e categorias. Apresentação de estratégias concretas para a condução de processos avaliativos que articulem rigor técnico, sensibilidade subjetiva e compromisso ético com as pessoas no espectro e suas famílias.
15) Subjetividade social na escola e na família: como os contextos produzem ou inibem o desenvolvimento
24/02/2027
Ementa: Análise do conceito de subjetividade social de González Rey como ferramenta para compreender os processos institucionais e relacionais que atravessam a escola e a família enquanto contextos de desenvolvimento de pessoas com TEA. Compreensão de como as configurações subjetivas sociais desses contextos — seus valores, representações sobre o autismo, práticas cotidianas e relações de poder — podem tanto potencializar quanto inibir o desenvolvimento, a autonomia e a produção de sentidos subjetivos das pessoas no espectro. Discussão de estratégias de abordagem psicossocial orientadas à transformação dos contextos, e não apenas à adaptação do indivíduo às suas demandas normativas.
16) Estratégias educativas e tecnologias assistivas no TEA: aprendizagem inclusiva e promoção do desenvolvimento
03/03/2027 e 10/03/2027
Ementa: Análise das especificidades da aprendizagem de estudantes com TEA no contexto da educação inclusiva, problematizando as barreiras pedagógicas e institucionais que comprometem o desenvolvimento na perspectiva da Subjetividade de González Rey e Mitjáns Martínez. Estudo das principais estratégias educativas e tecnologias assistivas disponíveis, incluindo aplicativos, softwares interativos e recursos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA), como instrumentos de promoção da autonomia e da participação social. Reflexão sobre o papel dos profissionais de saúde na interface com a escola e geração de novas práticas psicossociais no campo do TEA.
17) A família como sujeito: configurações subjetivas familiares diante do diagnóstico
17/03/2027
Ementa: Estudo da família como sujeito coletivo portador de configurações subjetivas próprias, que são profundamente afetadas — e frequentemente reorganizadas — diante do diagnóstico de TEA de um de seus membros. Análise dos processos subjetivos envolvidos na recepção, elaboração e ressignificação do diagnóstico pelas famílias, incluindo os impactos sobre os vínculos, os projetos de vida, as relações de cuidado e a distribuição de papéis. Discussão de abordagens de apoio familiar orientadas pelos princípios da atenção psicossocial, que reconheçam a família como protagonista do processo terapêutico e não como objeto de orientação ou correção.
18) Configurações subjetivas individuais no TEA: a singularidade em foco
24/03/2027
Ementa: O valor do conceito de configuração subjetiva de González Rey à compreensão do TEA como expressão singular e complexa da subjetividade de cada pessoa, e não como conjunto fixo de déficits ou comportamentos universais. Análise de como as configurações subjetivas individuais organizam a experiência, os modos de vida, de aprender, de se relacionar e de enfrentar os desafios cotidianos de pessoas no espectro, em interação permanente com os contextos sociais e institucionais em que participam. Discussão das implicações dessa perspectiva para atuações profissionais que respeitem e potencializem a singularidade como recurso central do desenvolvimento subjetivo.
19) TEA e gênero: especificidades clínicas, mascaramento e diagnóstico tardio
31/03/2027
Ementa: Análise das especificidades clínicas e diagnósticas do TEA em mulheres, meninas e pessoas não-binárias, situadas historicamente em um campo de pesquisa e prática profissional construído predominantemente a partir de indivíduos do sexo masculino. Estudo do fenômeno do mascaramento — camouflaging — como estratégia subjetiva de adaptação social desenvolvida especialmente por mulheres com TEA, e seus impactos sobre a saúde mental, a identidade e o acesso ao diagnóstico. Reflexão sobre as implicações da intersecção entre gênero, TEA e subjetividade para as novas práticas profissionais, com ênfase na revisão de instrumentos, critérios e princípios clínicos que reproduzem vieses de gênero.
20) TEA em pessoas em contextos de vulnerabilidade social: interseccionalidades e acesso ao diagnóstico
07/04/2027
Ementa: Análise das barreiras estruturais, sociais e institucionais que dificultam ou impedem o acesso ao diagnóstico e à atenção psicossocial para pessoas com TEA em situação de vulnerabilidade social no Brasil, com ênfase nas intersecções entre TEA, classe, raça, gênero e território. Compreensão crítica de como as desigualdades sociais estão configuradas dentro das subjetividades sociais específicas nos serviços de saúde e educação, gerando processos de exclusão que agravam a vulnerabilidade de pessoas no espectro já subalternizadas por múltiplos marcadores sociais. Discussão de estratégias de atuação profissional comprometidas com a equidade, a justiça social e a integralidade da atenção psicossocial em contextos de alta complexidade social.
21) TEA na vida adulta: trajetórias, identidade e qualidade de vida
14/04/2027
Ementa: Problematização da invisibilidade histórica do TEA na vida adulta nos campos da pesquisa, da clínica e das políticas públicas, e seus impactos sobre a qualidade de vida, a saúde mental e a produção de subjetividade de adultos no espectro. Análise das trajetórias de vida de pessoas no espectro na idade adulta — incluindo trabalho, autonomia, vida afetiva e sexual, habitação e participação social —, a partir de uma perspectiva de desenvolvimento que recuse a ideia de teto ou limite fixo para o desenvolvimento humano. Discussão das novas práticas profissionais orientadas à promoção da autodeterminação, da identidade autista positiva e da qualidade de vida de adultos no espectro, em articulação com as políticas de atenção psicossocial.
22) Comunicação, linguagem e interação social no TEA: perspectivas além do déficit
28/04/2027
Ementa: Análise crítica dos modelos centrados no déficit que predominam na compreensão da comunicação, da linguagem e da interação social no TEA, e apresentação de perspectivas alternativas que reconhecem os estilos comunicativos autistas como formas legítimas e singulares de expressão subjetiva e de relação com o mundo. Estudo das diferentes formas de comunicação presentes no espectro — verbal, não verbal, aumentativa e alternativa —, com ênfase na diversidade de recursos expressivos e nos contextos que os potencializam ou suprimem. Discussão de abordagens de apoio à comunicação comprometidas com o protagonismo, a autodeterminação e a produção de sentidos subjetivos das pessoas no espectro, em diálogo com os princípios da atenção psicossocial.
23) Psicofarmacologia crítica no TEA: indicações, limites éticos e risco de violência química
05/05/2027
Ementa: Análise crítica do uso de psicofármacos no TEA, situando as indicações clinicamente fundamentadas — manejo de comorbidades como ansiedade, TDAH, epilepsia e transtornos do humor — e os riscos do uso indiscriminado da polifarmácia e da prescrição orientada ao controle comportamental em detrimento do bem-estar e da produção de subjetividade das pessoas no espectro. Discussão do conceito de violência química como forma de contenção institucional disfarçada de tratamento, e de sua relação com o capacitismo e com a lógica manicomial que persiste em muitos serviços. Reflexão sobre o papel de cada profissional da saúde na promoção de práticas farmacológicas éticas, transparentes e orientadas pelos princípios da atenção psicossocial e do respeito à autonomia da pessoa.
24) Seminário avaliativo integrador do módulo 2
12/05/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 2, conduzida pelo tutor a partir de casos clínicos complexos e situações práticas representativas da diversidade do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando os conteúdos do módulo — diagnóstico, subjetividade, desenvolvimento, família, gênero, vulnerabilidade, comunicação e farmacologia — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia o diálogo, a integração de saberes, a produção de hipóteses interpretativas e a reflexão ética sobre as práticas profissionais no campo do TEA.
25) Open Dialogue (Diálogo Aberto): princípios e aplicações no cuidado de pessoas no espectro
02/06/2027 e 09/06/2027
Ementa: Apresentação da abordagem do Open Dialogue, desenvolvida na Finlândia na década de 1980 por Jaakko Seikkula e colaboradores, como modelo de cuidado em saúde mental radicalmente orientado pelo dialogismo, pela mobilização da rede social e pela tolerância à incerteza. Estudo dos princípios que fundamentam a abordagem — com destaque para a resposta imediata, a perspectiva de rede, o dialogismo e a continuidade psicológica —, e análise de suas evidências de efetividade e de sua crescente presença no campo da atenção psicossocial brasileira. Discussão das possibilidades e dos desafios de aplicação do Open Dialogue no cuidado de pessoas com TEA e suas famílias, situando-o como prática que potencializa a produção de sentidos subjetivos, a participação ativa das pessoas e a recusa à lógica manicomial de contenção e controle.
26) Abordagens relacionais e desenvolvimentistas: DIR/Floortime e práticas centradas no sujeito
16/06/2027
Ementa: Estudo do modelo DIR/Floortime, desenvolvido por Stanley Greenspan e Serena Wieder, como abordagem relacional e desenvolvimentista que organiza a abordagem do TEA a partir de três eixos — Desenvolvimento funcional emocional (D), Diferenças individuais de processamento (I) e Relações e contextos (R) —, priorizando a interação afetiva, o seguimento da iniciativa da criança e o engajamento familiar como vetores do desenvolvimento. Discussão crítica e comparativa de outras abordagens centradas no sujeito — como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), a abordagem SCERTS e práticas narrativas —, situando suas potências e limites no contexto da atenção psicossocial integral.
27) A perspectiva de González Rey: a promoção do desenvolvimento subjetivo
23/06/2027
Ementa: Aprofundamento nas contribuições da Teoria da Subjetividade de González Rey para o campo do TEA, com ênfase nos conceitos de desenvolvimento subjetivo e sujeito como instância ativa e geradora. Análise do desenvolvimento. não como sequência linear de aquisições mensuráveis, mas como processo dinâmico e singular de produção de sentidos subjetivos em contextos relacionais e sociais concretos, o que implica uma ruptura radical com os modelos de intervenção orientados por marcos normativos e protocolos padronizados. Discussão de estratégias práticas para a promoção do desenvolvimento subjetivo de pessoas com TEA em diferentes contextos — clínico, escolar, familiar e psicossocial —, com base na Metodologia construtivo-interpretativa e no reconhecimento da pessoa como protagonista ativo de seu próprio processo de desenvolvimento.
28) Redução de danos como princípio ético no cuidado ao TEA
30/06/2027
Ementa: Apresentação dos fundamentos históricos, éticos e metodológicos da redução de danos como estratégia de saúde pública e como princípio orientador das práticas de cuidado em saúde mental, situando sua trajetória no Brasil em articulação com os princípios da Reforma Psiquiátrica e da atenção psicossocial. Discussão das possibilidades de aplicação da redução de danos no campo do TEA — incluindo o manejo de comportamentos que causam sofrimento, o uso crítico de psicofármacos, o respeito às escolhas e recusas das pessoas no espectro e a negociação terapêutica como prática cotidiana —, em contraposição às abordagens que priorizam a conformidade comportamental e a eliminação de manifestações autísticas legítimas. Reflexão sobre os fundamentos éticos que sustentam a redução de danos como postura profissional: a autonomia, a recusa ao julgamento moral e o compromisso com a qualidade de vida e a dignidade das pessoas no espectro.
29) Arte, corpo e expressão como recursos terapêuticos e psicossociais: música, teatro, pintura e movimento
07/07/2027
Ementa: Fundamentação teórica e clínica do uso de linguagens artísticas e expressivas — música, teatro, artes visuais e movimento corporal — como recursos terapêuticos e psicossociais no cuidado de pessoas com TEA, situando-os em perspectivas que reconhecem a arte como via privilegiada de produção de subjetividade, de comunicação não verbal e de constituição identitária. Análise das especificidades de cada linguagem expressiva — musicoterapia, teatro espontâneo, arteterapia e práticas somáticas — e de seus fundamentos nas perspectivas histórico-cultural, fenomenológica e psicossocial, com ênfase nos processos de criação, narrativa e elaboração subjetiva que potencializam. Discussão das condições institucionais e relacionais para a implementação dessas práticas em serviços de atenção psicossocial, escolas e espaços comunitários, com atenção às particularidades sensoriais e expressivas de pessoas no espectro autista.
30) Cuidado em crise: estratégias de suporte sem contenção e sem hospitalização
04/08/2027
Ementa: Análise crítica dos modelos tradicionais de manejo de crises em saúde mental — com ênfase em suas práticas de contenção física, química e institucional — e de seus impactos sobre a subjetividade, os direitos e a dignidade das pessoas com TEA. Apresentação de estratégias alternativas de cuidado em situações de crise, orientadas pelos princípios da atenção psicossocial e da redução de danos: planos de crise individualizados e co-construídos com a pessoa com TEA e sua rede, suporte emocional de pares, mobilização da rede psicossocial, intervenções de desescalonamento e cuidado no território. Discussão das condições institucionais, relacionais e formativas necessárias para que profissionais de diferentes áreas possam oferecer suporte em crises de forma ética, não violenta e efetiva, sem recorrer à hospitalização como resposta padrão, em consonância com os princípios da Reforma Psiquiátrica e dos direitos das pessoas com deficiência.
31) Seminário avaliativo integrador do módulo 3
11/08/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 3, conduzida pelo tutor a partir de situações clínicas e psicossociais complexas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando as abordagens terapêuticas e os princípios éticos estudados ao longo do módulo — Diálogo Aberto, DIR/Floortime, perspectiva de González Rey, redução de danos, expressão artística, apoio de pares e cuidado em crise — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia o diálogo, a integração crítica de saberes e a reflexão sobre os fundamentos éticos, teóricos e metodológicos que sustentam uma prática profissional verdadeiramente inovadora no campo do TEA.
25) Open Dialogue (Diálogo Aberto): princípios e aplicações no cuidado de pessoas no espectro
02/06/2027 e 09/06/2027
Ementa: Apresentação da abordagem do Open Dialogue, desenvolvida na Finlândia na década de 1980 por Jaakko Seikkula e colaboradores, como modelo de cuidado em saúde mental radicalmente orientado pelo dialogismo, pela mobilização da rede social e pela tolerância à incerteza. Estudo dos princípios que fundamentam a abordagem — com destaque para a resposta imediata, a perspectiva de rede, o dialogismo e a continuidade psicológica —, e análise de suas evidências de efetividade e de sua crescente presença no campo da atenção psicossocial brasileira. Discussão das possibilidades e dos desafios de aplicação do Open Dialogue no cuidado de pessoas com TEA e suas famílias, situando-o como prática que potencializa a produção de sentidos subjetivos, a participação ativa das pessoas e a recusa à lógica manicomial de contenção e controle.
26) Abordagens relacionais e desenvolvimentistas: DIR/Floortime e práticas centradas no sujeito
16/06/2027
Ementa: Estudo do modelo DIR/Floortime, desenvolvido por Stanley Greenspan e Serena Wieder, como abordagem relacional e desenvolvimentista que organiza a abordagem do TEA a partir de três eixos — Desenvolvimento funcional emocional (D), Diferenças individuais de processamento (I) e Relações e contextos (R) —, priorizando a interação afetiva, o seguimento da iniciativa da criança e o engajamento familiar como vetores do desenvolvimento. Discussão crítica e comparativa de outras abordagens centradas no sujeito — como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), a abordagem SCERTS e práticas narrativas —, situando suas potências e limites no contexto da atenção psicossocial integral.
27) A perspectiva de González Rey: a promoção do desenvolvimento subjetivo
23/06/2027
Ementa: Aprofundamento nas contribuições da Teoria da Subjetividade de González Rey para o campo do TEA, com ênfase nos conceitos de desenvolvimento subjetivo e sujeito como instância ativa e geradora. Análise do desenvolvimento. não como sequência linear de aquisições mensuráveis, mas como processo dinâmico e singular de produção de sentidos subjetivos em contextos relacionais e sociais concretos, o que implica uma ruptura radical com os modelos de intervenção orientados por marcos normativos e protocolos padronizados. Discussão de estratégias práticas para a promoção do desenvolvimento subjetivo de pessoas com TEA em diferentes contextos — clínico, escolar, familiar e psicossocial —, com base na Metodologia construtivo-interpretativa e no reconhecimento da pessoa como protagonista ativo de seu próprio processo de desenvolvimento.
28) Redução de danos como princípio ético no cuidado ao TEA
30/06/2027
Ementa: Apresentação dos fundamentos históricos, éticos e metodológicos da redução de danos como estratégia de saúde pública e como princípio orientador das práticas de cuidado em saúde mental, situando sua trajetória no Brasil em articulação com os princípios da Reforma Psiquiátrica e da atenção psicossocial. Discussão das possibilidades de aplicação da redução de danos no campo do TEA — incluindo o manejo de comportamentos que causam sofrimento, o uso crítico de psicofármacos, o respeito às escolhas e recusas das pessoas no espectro e a negociação terapêutica como prática cotidiana —, em contraposição às abordagens que priorizam a conformidade comportamental e a eliminação de manifestações autísticas legítimas. Reflexão sobre os fundamentos éticos que sustentam a redução de danos como postura profissional: a autonomia, a recusa ao julgamento moral e o compromisso com a qualidade de vida e a dignidade das pessoas no espectro.
29) Arte, corpo e expressão como recursos terapêuticos e psicossociais: música, teatro, pintura e movimento
07/07/2027
Ementa: Fundamentação teórica e clínica do uso de linguagens artísticas e expressivas — música, teatro, artes visuais e movimento corporal — como recursos terapêuticos e psicossociais no cuidado de pessoas com TEA, situando-os em perspectivas que reconhecem a arte como via privilegiada de produção de subjetividade, de comunicação não verbal e de constituição identitária. Análise das especificidades de cada linguagem expressiva — musicoterapia, teatro espontâneo, arteterapia e práticas somáticas — e de seus fundamentos nas perspectivas histórico-cultural, fenomenológica e psicossocial, com ênfase nos processos de criação, narrativa e elaboração subjetiva que potencializam. Discussão das condições institucionais e relacionais para a implementação dessas práticas em serviços de atenção psicossocial, escolas e espaços comunitários, com atenção às particularidades sensoriais e expressivas de pessoas no espectro autista.
30) Cuidado em crise: estratégias de suporte sem contenção e sem hospitalização
04/08/2027
Ementa: Análise crítica dos modelos tradicionais de manejo de crises em saúde mental — com ênfase em suas práticas de contenção física, química e institucional — e de seus impactos sobre a subjetividade, os direitos e a dignidade das pessoas com TEA. Apresentação de estratégias alternativas de cuidado em situações de crise, orientadas pelos princípios da atenção psicossocial e da redução de danos: planos de crise individualizados e co-construídos com a pessoa com TEA e sua rede, suporte emocional de pares, mobilização da rede psicossocial, intervenções de desescalonamento e cuidado no território. Discussão das condições institucionais, relacionais e formativas necessárias para que profissionais de diferentes áreas possam oferecer suporte em crises de forma ética, não violenta e efetiva, sem recorrer à hospitalização como resposta padrão, em consonância com os princípios da Reforma Psiquiátrica e dos direitos das pessoas com deficiência.
31) Seminário avaliativo integrador do módulo 3
11/08/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 3, conduzida pelo tutor a partir de situações clínicas e psicossociais complexas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando as abordagens terapêuticas e os princípios éticos estudados ao longo do módulo — Diálogo Aberto, DIR/Floortime, perspectiva de González Rey, redução de danos, expressão artística, apoio de pares e cuidado em crise — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia o diálogo, a integração crítica de saberes e a reflexão sobre os fundamentos éticos, teóricos e metodológicos que sustentam uma prática profissional verdadeiramente inovadora no campo do TEA.
25) Open Dialogue (Diálogo Aberto): princípios e aplicações no cuidado de pessoas no espectro
02/06/2027 e 09/06/2027
Ementa: Apresentação da abordagem do Open Dialogue, desenvolvida na Finlândia na década de 1980 por Jaakko Seikkula e colaboradores, como modelo de cuidado em saúde mental radicalmente orientado pelo dialogismo, pela mobilização da rede social e pela tolerância à incerteza. Estudo dos princípios que fundamentam a abordagem — com destaque para a resposta imediata, a perspectiva de rede, o dialogismo e a continuidade psicológica —, e análise de suas evidências de efetividade e de sua crescente presença no campo da atenção psicossocial brasileira. Discussão das possibilidades e dos desafios de aplicação do Open Dialogue no cuidado de pessoas com TEA e suas famílias, situando-o como prática que potencializa a produção de sentidos subjetivos, a participação ativa das pessoas e a recusa à lógica manicomial de contenção e controle.
26) Abordagens relacionais e desenvolvimentistas: DIR/Floortime e práticas centradas no sujeito
16/06/2027
Ementa: Estudo do modelo DIR/Floortime, desenvolvido por Stanley Greenspan e Serena Wieder, como abordagem relacional e desenvolvimentista que organiza a abordagem do TEA a partir de três eixos — Desenvolvimento funcional emocional (D), Diferenças individuais de processamento (I) e Relações e contextos (R) —, priorizando a interação afetiva, o seguimento da iniciativa da criança e o engajamento familiar como vetores do desenvolvimento. Discussão crítica e comparativa de outras abordagens centradas no sujeito — como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), a abordagem SCERTS e práticas narrativas —, situando suas potências e limites no contexto da atenção psicossocial integral.
27) A perspectiva de González Rey: a promoção do desenvolvimento subjetivo
23/06/2027
Ementa: Aprofundamento nas contribuições da Teoria da Subjetividade de González Rey para o campo do TEA, com ênfase nos conceitos de desenvolvimento subjetivo e sujeito como instância ativa e geradora. Análise do desenvolvimento. não como sequência linear de aquisições mensuráveis, mas como processo dinâmico e singular de produção de sentidos subjetivos em contextos relacionais e sociais concretos, o que implica uma ruptura radical com os modelos de intervenção orientados por marcos normativos e protocolos padronizados. Discussão de estratégias práticas para a promoção do desenvolvimento subjetivo de pessoas com TEA em diferentes contextos — clínico, escolar, familiar e psicossocial —, com base na Metodologia construtivo-interpretativa e no reconhecimento da pessoa como protagonista ativo de seu próprio processo de desenvolvimento.
28) Redução de danos como princípio ético no cuidado ao TEA
30/06/2027
Ementa: Apresentação dos fundamentos históricos, éticos e metodológicos da redução de danos como estratégia de saúde pública e como princípio orientador das práticas de cuidado em saúde mental, situando sua trajetória no Brasil em articulação com os princípios da Reforma Psiquiátrica e da atenção psicossocial. Discussão das possibilidades de aplicação da redução de danos no campo do TEA — incluindo o manejo de comportamentos que causam sofrimento, o uso crítico de psicofármacos, o respeito às escolhas e recusas das pessoas no espectro e a negociação terapêutica como prática cotidiana —, em contraposição às abordagens que priorizam a conformidade comportamental e a eliminação de manifestações autísticas legítimas. Reflexão sobre os fundamentos éticos que sustentam a redução de danos como postura profissional: a autonomia, a recusa ao julgamento moral e o compromisso com a qualidade de vida e a dignidade das pessoas no espectro.
29) Arte, corpo e expressão como recursos terapêuticos e psicossociais: música, teatro, pintura e movimento
07/07/2027
Ementa: Fundamentação teórica e clínica do uso de linguagens artísticas e expressivas — música, teatro, artes visuais e movimento corporal — como recursos terapêuticos e psicossociais no cuidado de pessoas com TEA, situando-os em perspectivas que reconhecem a arte como via privilegiada de produção de subjetividade, de comunicação não verbal e de constituição identitária. Análise das especificidades de cada linguagem expressiva — musicoterapia, teatro espontâneo, arteterapia e práticas somáticas — e de seus fundamentos nas perspectivas histórico-cultural, fenomenológica e psicossocial, com ênfase nos processos de criação, narrativa e elaboração subjetiva que potencializam. Discussão das condições institucionais e relacionais para a implementação dessas práticas em serviços de atenção psicossocial, escolas e espaços comunitários, com atenção às particularidades sensoriais e expressivas de pessoas no espectro autista.
30) Cuidado em crise: estratégias de suporte sem contenção e sem hospitalização
04/08/2027
Ementa: Análise crítica dos modelos tradicionais de manejo de crises em saúde mental — com ênfase em suas práticas de contenção física, química e institucional — e de seus impactos sobre a subjetividade, os direitos e a dignidade das pessoas com TEA. Apresentação de estratégias alternativas de cuidado em situações de crise, orientadas pelos princípios da atenção psicossocial e da redução de danos: planos de crise individualizados e co-construídos com a pessoa com TEA e sua rede, suporte emocional de pares, mobilização da rede psicossocial, intervenções de desescalonamento e cuidado no território. Discussão das condições institucionais, relacionais e formativas necessárias para que profissionais de diferentes áreas possam oferecer suporte em crises de forma ética, não violenta e efetiva, sem recorrer à hospitalização como resposta padrão, em consonância com os princípios da Reforma Psiquiátrica e dos direitos das pessoas com deficiência.
31) Seminário avaliativo integrador do módulo 3
11/08/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 3, conduzida pelo tutor a partir de situações clínicas e psicossociais complexas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva e construtivo-interpretativa das situações apresentadas, articulando as abordagens terapêuticas e os princípios éticos estudados ao longo do módulo — Diálogo Aberto, DIR/Floortime, perspectiva de González Rey, redução de danos, expressão artística, apoio de pares e cuidado em crise — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia o diálogo, a integração crítica de saberes e a reflexão sobre os fundamentos éticos, teóricos e metodológicos que sustentam uma prática profissional verdadeiramente inovadora no campo do TEA.
32) Trabalho em rede intersetorial: CAPSi, CRAS, CREAS, UBS, escola e outros serviços
18/08/2027
Ementa: Estudo da organização da rede intersetorial de cuidado e proteção social voltada para pessoas com TEA no Brasil, com análise das atribuições, interfaces e articulações entre os principais equipamentos: Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Unidade Básica de Saúde (UBS), escola e demais serviços do território. Exame crítico das fragmentações, disputas de competência e vazios assistenciais que frequentemente comprometem a integralidade do cuidado às pessoas no espectro e suas famílias, situando seus determinantes institucionais e subjetivos. Discussão de estratégias concretas para a construção de redes intersetoriais efetivas, dialógicas e comprometidas com os princípios da atenção psicossocial e com a garantia dos direitos das pessoas com TEA.
33) Comunicação e diálogo interprofissional: desafios e estratégias do trabalho em equipe
25/08/2027
Ementa: Análise dos fundamentos teóricos e metodológicos da comunicação interprofissional como competência central para a prática colaborativa em saúde, com ênfase nos desafios específicos do campo do TEA — incluindo a fragmentação dos saberes disciplinares, o tribalismo das profissões, as disputas de autoridade técnica e as assimetrias de poder que atravessam o trabalho em equipe. Estudo das principais barreiras à comunicação interprofissional efetiva — linguagem técnica excessivamente disciplinar, hierarquias institucionais rígidas, ausência de espaços de troca e reflexão coletiva —, e de estratégias para sua superação a partir de uma perspectiva dialógica e colaborativa. Reflexão sobre como a perspectiva da Subjetividade de González Rey, ao valorizar o diálogo como ferramenta metodológica e clínica central, pode fundamentar modelos de comunicação interprofissional mais horizontais, criativos e comprometidos com a integralidade do cuidado.
34) Ética profissional no cuidado de pessoas com TEA: autonomia, consentimento e direitos
01/09/2027
Ementa: Estudo dos fundamentos éticos que orientam as práticas profissionais no campo do TEA, com ênfase nos princípios da autonomia, do consentimento livre e esclarecido, da não maleficência e da justiça, situados no contexto específico das pessoas no espectro e de suas particularidades comunicativas e subjetivas. Análise das tensões éticas que atravessam o cotidiano profissional — incluindo conflitos entre a vontade da pessoa com TEA, as demandas familiares e as prescrições institucionais —, e das competências necessárias para sua mediação ética comprometida com a dignidade e os direitos do sujeito. Discussão das implicações dos marcos legais vigentes — LBI, Convenção da ONU, Lei Berenice Piana — para a conduta ética dos profissionais que atuam com pessoas com TEA, situando a defesa de direitos como dimensão constitutiva e inegociável das novas práticas profissionais.
35) Projeto Terapêutico Singular (PTS) e planejamento interdisciplinar: construção participativa
08/09/2027 e 15/09/2027
Ementa: Apresentação do Projeto Terapêutico Singular (PTS) como dispositivo central da atenção psicossocial — que articula diagnóstico situacional, definição de metas, divisão de responsabilidades e reavaliação contínua —, situando-o como expressão máxima do cuidado centrado na singularidade da pessoa e de sua rede de vida. Análise dos princípios que orientam a construção participativa do PTS no campo do TEA: o protagonismo da pessoa e de sua família, a horizontalidade das relações interprofissionais, a integração dos saberes técnicos com os saberes experienciais, e a recusa à lógica protocolar e universalizante que ignora a singularidade dos indivíduos. Desenvolvimento de competências práticas para a elaboração, condução e reavaliação de PTSs em contextos interprofissionais e intersetoriais reais, com base nos princípios do cuidado psicossocial integral.
36) Estudos de caso com leitura construtivo-interpretativa: discussão coletiva e construção dialógica
22/09/2027
Ementa: Análise aprofundada de casos clínicos e psicossociais reais e complexos do campo do TEA, conduzida a partir da Metodologia Construtivo-Interpretativo de González Rey como dispositivo de formação profissional interprofissional. Os casos são abordados em sua multiplicidade de dimensões — subjetiva, familiar, institucional, social e territorial —, mobilizando os saberes de diferentes áreas profissionais para a construção coletiva e dialógica de hipóteses interpretativas e de estratégias de cuidado. A atividade tem por finalidade desenvolver nos participantes a capacidade de integrar perspectivas disciplinares diversas, de dialogar com a singularidade de cada caso e de produzir planos de cuidado que articulem rigor técnico, sensibilidade ética e compromisso com os princípios da atenção psicossocial e dos direitos das pessoas no espectro autista.
37) Seminário avaliativo integrador do módulo 4
29/09/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 4, conduzida pelo tutor a partir de situações interprofissionais e intersetoriais complexas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva das situações apresentadas, articulando os conteúdos do módulo — rede intersetorial, comunicação interprofissional, ética, PTS e estudos de caso — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia a reflexão crítica sobre os fundamentos do trabalho colaborativo, a construção dialógica de respostas às demandas complexas do campo e o desenvolvimento da identidade profissional interprofissional comprometida com os direitos, a dignidade e a singularidade das pessoas no espectro autista.
32) Trabalho em rede intersetorial: CAPSi, CRAS, CREAS, UBS, escola e outros serviços
18/08/2027
Ementa: Estudo da organização da rede intersetorial de cuidado e proteção social voltada para pessoas com TEA no Brasil, com análise das atribuições, interfaces e articulações entre os principais equipamentos: Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Unidade Básica de Saúde (UBS), escola e demais serviços do território. Exame crítico das fragmentações, disputas de competência e vazios assistenciais que frequentemente comprometem a integralidade do cuidado às pessoas no espectro e suas famílias, situando seus determinantes institucionais e subjetivos. Discussão de estratégias concretas para a construção de redes intersetoriais efetivas, dialógicas e comprometidas com os princípios da atenção psicossocial e com a garantia dos direitos das pessoas com TEA.
33) Comunicação e diálogo interprofissional: desafios e estratégias do trabalho em equipe
25/08/2027
Ementa: Análise dos fundamentos teóricos e metodológicos da comunicação interprofissional como competência central para a prática colaborativa em saúde, com ênfase nos desafios específicos do campo do TEA — incluindo a fragmentação dos saberes disciplinares, o tribalismo das profissões, as disputas de autoridade técnica e as assimetrias de poder que atravessam o trabalho em equipe. Estudo das principais barreiras à comunicação interprofissional efetiva — linguagem técnica excessivamente disciplinar, hierarquias institucionais rígidas, ausência de espaços de troca e reflexão coletiva —, e de estratégias para sua superação a partir de uma perspectiva dialógica e colaborativa. Reflexão sobre como a perspectiva da Subjetividade de González Rey, ao valorizar o diálogo como ferramenta metodológica e clínica central, pode fundamentar modelos de comunicação interprofissional mais horizontais, criativos e comprometidos com a integralidade do cuidado.
34) Ética profissional no cuidado de pessoas com TEA: autonomia, consentimento e direitos
01/09/2027
Ementa: Estudo dos fundamentos éticos que orientam as práticas profissionais no campo do TEA, com ênfase nos princípios da autonomia, do consentimento livre e esclarecido, da não maleficência e da justiça, situados no contexto específico das pessoas no espectro e de suas particularidades comunicativas e subjetivas. Análise das tensões éticas que atravessam o cotidiano profissional — incluindo conflitos entre a vontade da pessoa com TEA, as demandas familiares e as prescrições institucionais —, e das competências necessárias para sua mediação ética comprometida com a dignidade e os direitos do sujeito. Discussão das implicações dos marcos legais vigentes — LBI, Convenção da ONU, Lei Berenice Piana — para a conduta ética dos profissionais que atuam com pessoas com TEA, situando a defesa de direitos como dimensão constitutiva e inegociável das novas práticas profissionais.
35) Projeto Terapêutico Singular (PTS) e planejamento interdisciplinar: construção participativa
08/09/2027 e 15/09/2027
Ementa: Apresentação do Projeto Terapêutico Singular (PTS) como dispositivo central da atenção psicossocial — que articula diagnóstico situacional, definição de metas, divisão de responsabilidades e reavaliação contínua —, situando-o como expressão máxima do cuidado centrado na singularidade da pessoa e de sua rede de vida. Análise dos princípios que orientam a construção participativa do PTS no campo do TEA: o protagonismo da pessoa e de sua família, a horizontalidade das relações interprofissionais, a integração dos saberes técnicos com os saberes experienciais, e a recusa à lógica protocolar e universalizante que ignora a singularidade dos indivíduos. Desenvolvimento de competências práticas para a elaboração, condução e reavaliação de PTSs em contextos interprofissionais e intersetoriais reais, com base nos princípios do cuidado psicossocial integral.
36) Estudos de caso com leitura construtivo-interpretativa: discussão coletiva e construção dialógica
22/09/2027
Ementa: Análise aprofundada de casos clínicos e psicossociais reais e complexos do campo do TEA, conduzida a partir da Metodologia Construtivo-Interpretativo de González Rey como dispositivo de formação profissional interprofissional. Os casos são abordados em sua multiplicidade de dimensões — subjetiva, familiar, institucional, social e territorial —, mobilizando os saberes de diferentes áreas profissionais para a construção coletiva e dialógica de hipóteses interpretativas e de estratégias de cuidado. A atividade tem por finalidade desenvolver nos participantes a capacidade de integrar perspectivas disciplinares diversas, de dialogar com a singularidade de cada caso e de produzir planos de cuidado que articulem rigor técnico, sensibilidade ética e compromisso com os princípios da atenção psicossocial e dos direitos das pessoas no espectro autista.
37) Seminário avaliativo integrador do módulo 4
29/09/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 4, conduzida pelo tutor a partir de situações interprofissionais e intersetoriais complexas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva das situações apresentadas, articulando os conteúdos do módulo — rede intersetorial, comunicação interprofissional, ética, PTS e estudos de caso — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia a reflexão crítica sobre os fundamentos do trabalho colaborativo, a construção dialógica de respostas às demandas complexas do campo e o desenvolvimento da identidade profissional interprofissional comprometida com os direitos, a dignidade e a singularidade das pessoas no espectro autista.
32) Trabalho em rede intersetorial: CAPSi, CRAS, CREAS, UBS, escola e outros serviços
18/08/2027
Ementa: Estudo da organização da rede intersetorial de cuidado e proteção social voltada para pessoas com TEA no Brasil, com análise das atribuições, interfaces e articulações entre os principais equipamentos: Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Unidade Básica de Saúde (UBS), escola e demais serviços do território. Exame crítico das fragmentações, disputas de competência e vazios assistenciais que frequentemente comprometem a integralidade do cuidado às pessoas no espectro e suas famílias, situando seus determinantes institucionais e subjetivos. Discussão de estratégias concretas para a construção de redes intersetoriais efetivas, dialógicas e comprometidas com os princípios da atenção psicossocial e com a garantia dos direitos das pessoas com TEA.
33) Comunicação e diálogo interprofissional: desafios e estratégias do trabalho em equipe
25/08/2027
Ementa: Análise dos fundamentos teóricos e metodológicos da comunicação interprofissional como competência central para a prática colaborativa em saúde, com ênfase nos desafios específicos do campo do TEA — incluindo a fragmentação dos saberes disciplinares, o tribalismo das profissões, as disputas de autoridade técnica e as assimetrias de poder que atravessam o trabalho em equipe. Estudo das principais barreiras à comunicação interprofissional efetiva — linguagem técnica excessivamente disciplinar, hierarquias institucionais rígidas, ausência de espaços de troca e reflexão coletiva —, e de estratégias para sua superação a partir de uma perspectiva dialógica e colaborativa. Reflexão sobre como a perspectiva da Subjetividade de González Rey, ao valorizar o diálogo como ferramenta metodológica e clínica central, pode fundamentar modelos de comunicação interprofissional mais horizontais, criativos e comprometidos com a integralidade do cuidado.
34) Ética profissional no cuidado de pessoas com TEA: autonomia, consentimento e direitos
01/09/2027
Ementa: Estudo dos fundamentos éticos que orientam as práticas profissionais no campo do TEA, com ênfase nos princípios da autonomia, do consentimento livre e esclarecido, da não maleficência e da justiça, situados no contexto específico das pessoas no espectro e de suas particularidades comunicativas e subjetivas. Análise das tensões éticas que atravessam o cotidiano profissional — incluindo conflitos entre a vontade da pessoa com TEA, as demandas familiares e as prescrições institucionais —, e das competências necessárias para sua mediação ética comprometida com a dignidade e os direitos do sujeito. Discussão das implicações dos marcos legais vigentes — LBI, Convenção da ONU, Lei Berenice Piana — para a conduta ética dos profissionais que atuam com pessoas com TEA, situando a defesa de direitos como dimensão constitutiva e inegociável das novas práticas profissionais.
35) Projeto Terapêutico Singular (PTS) e planejamento interdisciplinar: construção participativa
08/09/2027 e 15/09/2027
Ementa: Apresentação do Projeto Terapêutico Singular (PTS) como dispositivo central da atenção psicossocial — que articula diagnóstico situacional, definição de metas, divisão de responsabilidades e reavaliação contínua —, situando-o como expressão máxima do cuidado centrado na singularidade da pessoa e de sua rede de vida. Análise dos princípios que orientam a construção participativa do PTS no campo do TEA: o protagonismo da pessoa e de sua família, a horizontalidade das relações interprofissionais, a integração dos saberes técnicos com os saberes experienciais, e a recusa à lógica protocolar e universalizante que ignora a singularidade dos indivíduos. Desenvolvimento de competências práticas para a elaboração, condução e reavaliação de PTSs em contextos interprofissionais e intersetoriais reais, com base nos princípios do cuidado psicossocial integral.
36) Estudos de caso com leitura construtivo-interpretativa: discussão coletiva e construção dialógica
22/09/2027
Ementa: Análise aprofundada de casos clínicos e psicossociais reais e complexos do campo do TEA, conduzida a partir da Metodologia Construtivo-Interpretativo de González Rey como dispositivo de formação profissional interprofissional. Os casos são abordados em sua multiplicidade de dimensões — subjetiva, familiar, institucional, social e territorial —, mobilizando os saberes de diferentes áreas profissionais para a construção coletiva e dialógica de hipóteses interpretativas e de estratégias de cuidado. A atividade tem por finalidade desenvolver nos participantes a capacidade de integrar perspectivas disciplinares diversas, de dialogar com a singularidade de cada caso e de produzir planos de cuidado que articulem rigor técnico, sensibilidade ética e compromisso com os princípios da atenção psicossocial e dos direitos das pessoas no espectro autista.
37) Seminário avaliativo integrador do módulo 4
29/09/2027
Ementa: Atividade integradora de avaliação do Módulo 4, conduzida pelo tutor a partir de situações interprofissionais e intersetoriais complexas representativas do campo do TEA. Os participantes realizam análise coletiva das situações apresentadas, articulando os conteúdos do módulo — rede intersetorial, comunicação interprofissional, ética, PTS e estudos de caso — com os três eixos estruturantes do programa: Subjetividade, Atenção Psicossocial e Novas Práticas Profissionais. A atividade privilegia a reflexão crítica sobre os fundamentos do trabalho colaborativo, a construção dialógica de respostas às demandas complexas do campo e o desenvolvimento da identidade profissional interprofissional comprometida com os direitos, a dignidade e a singularidade das pessoas no espectro autista.
José Fernando Patiño Torres (Coordenador)
José Fernando Patiño Torres (Coordenador)
José Fernando Patiño Torres (Coordenador)
Doutor em Educação pela UnB, mestre em Psicologia Cultural e psicólogo pela Universidad del Valle (Colômbia). Professor da UnB e docente em programas de pós-graduação no Brasil e na Colômbia. Coordena grupo de estudos sobre subjetividade. Atua nas áreas de subjetividade, educação e saúde, com enfoque na perspectiva cultural-histórica, aprendizagem e epistemologia da ciência.
Doutor em Educação pela UnB, mestre em Psicologia Cultural e psicólogo pela Universidad del Valle (Colômbia). Professor da UnB e docente em programas de pós-graduação no Brasil e na Colômbia. Coordena grupo de estudos sobre subjetividade. Atua nas áreas de subjetividade, educação e saúde, com enfoque na perspectiva cultural-histórica, aprendizagem e epistemologia da ciência.
Doutor em Educação pela UnB, mestre em Psicologia Cultural e psicólogo pela Universidad del Valle (Colômbia). Professor da UnB e docente em programas de pós-graduação no Brasil e na Colômbia. Coordena grupo de estudos sobre subjetividade. Atua nas áreas de subjetividade, educação e saúde, com enfoque na perspectiva cultural-histórica, aprendizagem e epistemologia da ciência.
Daniel Goulart
Daniel Goulart
Daniel Goulart
Professor adjunto da Faculdade de Educação da UnB e orientador do Programa de Pós-Graduação em Educação. Doutor e mestre em Educação (UnB) e psicólogo pela USP. Bolsista produtividade do CNPq e pós-doutorando em Saúde Mental Comunitária (Argentina).
Coordena grupo de pesquisa em subjetividade, educação e saúde e atua nas áreas de psicologia, desenvolvimento humano e metodologia qualitativa, com foco na perspectiva histórico-cultural.
Professor adjunto da Faculdade de Educação da UnB e orientador do Programa de Pós-Graduação em Educação. Doutor e mestre em Educação (UnB) e psicólogo pela USP. Bolsista produtividade do CNPq e pós-doutorando em Saúde Mental Comunitária (Argentina).
Coordena grupo de pesquisa em subjetividade, educação e saúde e atua nas áreas de psicologia, desenvolvimento humano e metodologia qualitativa, com foco na perspectiva histórico-cultural.
Professor adjunto da Faculdade de Educação da UnB e orientador do Programa de Pós-Graduação em Educação. Doutor e mestre em Educação (UnB) e psicólogo pela USP. Bolsista produtividade do CNPq e pós-doutorando em Saúde Mental Comunitária (Argentina).
Coordena grupo de pesquisa em subjetividade, educação e saúde e atua nas áreas de psicologia, desenvolvimento humano e metodologia qualitativa, com foco na perspectiva histórico-cultural.
Thiago Magela
Thiago Magela
Thiago Magela
Enfermeiro formado pela UFSJ, mestre em Saúde Coletiva, com especializações em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Gestão em Saúde, Terapia Familiar Sistêmica e Diálogo Aberto.
Possui experiência em saúde mental e gestão, tendo atuado como coordenador de CAPS e gerente de saúde mental em municípios de MG. Atualmente é docente e coordenador de pós-graduação no CENAT, na área de gestão e atenção psicossocial.
Enfermeiro formado pela UFSJ, mestre em Saúde Coletiva, com especializações em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Gestão em Saúde, Terapia Familiar Sistêmica e Diálogo Aberto.
Possui experiência em saúde mental e gestão, tendo atuado como coordenador de CAPS e gerente de saúde mental em municípios de MG. Atualmente é docente e coordenador de pós-graduação no CENAT, na área de gestão e atenção psicossocial.
Enfermeiro formado pela UFSJ, mestre em Saúde Coletiva, com especializações em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Gestão em Saúde, Terapia Familiar Sistêmica e Diálogo Aberto.
Possui experiência em saúde mental e gestão, tendo atuado como coordenador de CAPS e gerente de saúde mental em municípios de MG. Atualmente é docente e coordenador de pós-graduação no CENAT, na área de gestão e atenção psicossocial.
Aulas interativas
Aulas interativas
Aulas interativas
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
Área do Aluno
Área do Aluno
Área do Aluno
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
Tutor
Tutor
Tutor
Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Desenvolver ações e projetos
Desenvolver ações e projetos
Desenvolver ações e projetos
Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
Conteúdo 100% Online
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Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.
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Carga horária: 360 horas
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Aulas online e ao vivo
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Quartas-feiras, de 19h00 às 22h00
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Matricule-se na Pós-Graduação e ganhe uma série de vantagens e benefícios pra acelerar a sua jornada
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Acesso a todos os Congressos Online e Workshops
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acesso gratuito a todos os Congressos Online e Workshops durante a sua Pós-Graduação
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Plataforma para profissionais
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plataforma exclusiva para divulgação de profissionais formados pelo CENAT
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Mais de 30 certificações extras
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acesso à plataforma da Comunidade CENAT, com mais de 30 cursos complementares com certificação
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50% de desconto nas Pós-graduações
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estudantes de Pós-Graduação do CENAT ganham 50% de desconto em uma segunda especialização
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Profissionais e gestores graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental, atenção básica e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.
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Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
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A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
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QUALIFICA CENAT: 20% DE DESCONTO ATÉ 30/04
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Em até 20x de:
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R$ 260,00*
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de R$6.500,00
por R$5.200,00.
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*Valor com desconto já aplicado
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Curso online com disciplinas ao vivo;
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Duração do curso: 13 meses;
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Carga horária: 360 horas;
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Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;
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Início das aulas: 05/08/2026.
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Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.
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Condições especiais para pagamento à vista
Condições especiais para pagamento à vista
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Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico e na relevância da formação oferecida. Por isso, caso você conclua o primeiro módulo da pós-graduação e não esteja satisfeito(a) com o curso, poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula, sem cobrança de multas ou encargos adicionais.
Nosso compromisso é oferecer uma formação sólida, ética e alinhada às reais demandas da atuação em saúde mental.
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Como você pode garantir sua vaga?
Como você pode garantir sua vaga?
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Passo 1: Preencha o formulário de cadastro ao clicar no botão abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.
Passo 2: Agende a conversa inicial.
Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.
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[...] A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
Amanda das Neves Fernandes
Aluna da Pós-Graduação Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde.
[...] A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
Amanda das Neves Fernandes
Aluna da Pós-Graduação Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde.
[...] A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
Amanda das Neves Fernandes
Aluna da Pós-Graduação Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde.
Meu nome é Luciana Melo, sou enfermeira, trabalho no CAPS II aqui em Januário, no norte de Minas Gerais. Eu escolhi fazer o curso porque, apesar de já trabalhar na gestão há 19 anos, a gente tem um conhecimento de outras pessoas que já passaram pela experiência né, de Gestão, e estão buscando aumentar o conhecimento delas também, e estamos compartilhando tudo que a gente vivencia. Às vezes a gente acha que o que a gente passa no nosso trabalho é só gente que passa, e a gente vê a experiência do outro e vai compartilhando esses conhecimentos. Com a Pós de Gestão e Planejamento, a gente conseguiu montar 2 projetos em Januário e conseguimos o recurso para a implementação do CAPS AD e do CAPS Infantil. Então o curso vem colaborando para o aumento e a melhora da saúde mental aqui do município de Januário!"
Luciana Melo
Estudante da Pós-Graduação em Boas Práticas em Saúde Mental: Gestão, Avaliação e Planejamento no Campo da Atenção Psicossocial.
Meu nome é Luciana Melo, sou enfermeira, trabalho no CAPS II aqui em Januário, no norte de Minas Gerais. Eu escolhi fazer o curso porque, apesar de já trabalhar na gestão há 19 anos, a gente tem um conhecimento de outras pessoas que já passaram pela experiência né, de Gestão, e estão buscando aumentar o conhecimento delas também, e estamos compartilhando tudo que a gente vivencia. Às vezes a gente acha que o que a gente passa no nosso trabalho é só gente que passa, e a gente vê a experiência do outro e vai compartilhando esses conhecimentos. Com a Pós de Gestão e Planejamento, a gente conseguiu montar 2 projetos em Januário e conseguimos o recurso para a implementação do CAPS AD e do CAPS Infantil. Então o curso vem colaborando para o aumento e a melhora da saúde mental aqui do município de Januário!"
Luciana Melo
Estudante da Pós-Graduação em Boas Práticas em Saúde Mental: Gestão, Avaliação e Planejamento no Campo da Atenção Psicossocial.
Meu nome é Luciana Melo, sou enfermeira, trabalho no CAPS II aqui em Januário, no norte de Minas Gerais. Eu escolhi fazer o curso porque, apesar de já trabalhar na gestão há 19 anos, a gente tem um conhecimento de outras pessoas que já passaram pela experiência né, de Gestão, e estão buscando aumentar o conhecimento delas também, e estamos compartilhando tudo que a gente vivencia. Às vezes a gente acha que o que a gente passa no nosso trabalho é só gente que passa, e a gente vê a experiência do outro e vai compartilhando esses conhecimentos. Com a Pós de Gestão e Planejamento, a gente conseguiu montar 2 projetos em Januário e conseguimos o recurso para a implementação do CAPS AD e do CAPS Infantil. Então o curso vem colaborando para o aumento e a melhora da saúde mental aqui do município de Januário!"
Luciana Melo
Estudante da Pós-Graduação em Boas Práticas em Saúde Mental: Gestão, Avaliação e Planejamento no Campo da Atenção Psicossocial.
Especialização que gera retorno
Especialização que gera retorno
Especialização que gera retorno
Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.
Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.
Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.
Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.
Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.
Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Quem pode fazer uma pós-graduação?
Quem pode fazer uma pós-graduação?
Quem pode fazer uma pós-graduação?
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
O que é uma pós-graduação?
O que é uma pós-graduação?
O que é uma pós-graduação?
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
Preciso fazer TCC?
Preciso fazer TCC?
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A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
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2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
Quanto tempo dura?
Quanto tempo dura?
Quanto tempo dura?
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 360 horas, o que corresponde a 13 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 360 horas, o que corresponde a 13 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 360 horas, o que corresponde a 13 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
Qual é o título de quem faz especialização?
Qual é o título de quem faz especialização?
Qual é o título de quem faz especialização?
A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a nossa equipe.
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Entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail: processoseletivo@cenatsaudemental.com
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WHATSAPP
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Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
(11) 952137432
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* O valor apresentado inclui desconto de 6%, para pagamento feitos até a data de vencimento.
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Forma de pagamento: boleto bancário.
Forma de pagamento: boleto bancário.
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Os valores pagos na pós-graduação podem ser deduzidos do Imposto de Renda.
Os valores pagos na pós-graduação podem ser deduzidos do Imposto de Renda.
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Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.