Pós-graduação online | Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental
Pós-graduação online | Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental
Pós-graduação online | Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental
Priscilla Cordeiro (Coordenadora)
Priscilla Cordeiro (Coordenadora)
Priscilla Cordeiro (Coordenadora)
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Mestra em Ensino em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Possui aperfeiçoamento em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e formação de preceptores para o SUS. Atua no Sistema Único de Saúde desde 2013, com experiência em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, tendo trabalhado na gestão de serviços da RAPS (CAPS II, CAPS III e Residência Terapêutica), além de atuação em CAPS III e Atenção Primária. Foi docente e tutora em programas de residência em Psiquiatria e Saúde Mental.
Atualmente, é supervisora institucional e professora convidada do CENAT, com formação em Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui experiência em saúde pública, reabilitação psicossocial, gestão, educação permanente e práticas dialógicas.
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Mestra em Ensino em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Possui aperfeiçoamento em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e formação de preceptores para o SUS. Atua no Sistema Único de Saúde desde 2013, com experiência em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, tendo trabalhado na gestão de serviços da RAPS (CAPS II, CAPS III e Residência Terapêutica), além de atuação em CAPS III e Atenção Primária. Foi docente e tutora em programas de residência em Psiquiatria e Saúde Mental.
Atualmente, é supervisora institucional e professora convidada do CENAT, com formação em Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui experiência em saúde pública, reabilitação psicossocial, gestão, educação permanente e práticas dialógicas.
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Mestra em Ensino em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Possui aperfeiçoamento em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e formação de preceptores para o SUS. Atua no Sistema Único de Saúde desde 2013, com experiência em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, tendo trabalhado na gestão de serviços da RAPS (CAPS II, CAPS III e Residência Terapêutica), além de atuação em CAPS III e Atenção Primária. Foi docente e tutora em programas de residência em Psiquiatria e Saúde Mental.
Atualmente, é supervisora institucional e professora convidada do CENAT, com formação em Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui experiência em saúde pública, reabilitação psicossocial, gestão, educação permanente e práticas dialógicas.
Thiago Magela (Coordenador)
Thiago Magela (Coordenador)
Thiago Magela (Coordenador)
Enfermeiro graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (2015) e mestre em Saúde Coletiva (2024), com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica. Especialista em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Planejamento e Gestão em Saúde e Terapia Familiar Sistêmica, com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui trajetória no SUS com atuação em saúde mental, atenção básica e gestão, incluindo coordenação de CAPS I em Carmo do Cajuru/MG e gerência de saúde mental em Divinópolis (2022–2024). Também atuou como docente e supervisor de estágio em saúde coletiva.
Atualmente, é docente de pós-graduação no Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental e coordenador da pós em Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial.
Enfermeiro graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (2015) e mestre em Saúde Coletiva (2024), com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica. Especialista em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Planejamento e Gestão em Saúde e Terapia Familiar Sistêmica, com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui trajetória no SUS com atuação em saúde mental, atenção básica e gestão, incluindo coordenação de CAPS I em Carmo do Cajuru/MG e gerência de saúde mental em Divinópolis (2022–2024). Também atuou como docente e supervisor de estágio em saúde coletiva.
Atualmente, é docente de pós-graduação no Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental e coordenador da pós em Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial.
Enfermeiro graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (2015) e mestre em Saúde Coletiva (2024), com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica. Especialista em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Planejamento e Gestão em Saúde e Terapia Familiar Sistêmica, com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui trajetória no SUS com atuação em saúde mental, atenção básica e gestão, incluindo coordenação de CAPS I em Carmo do Cajuru/MG e gerência de saúde mental em Divinópolis (2022–2024). Também atuou como docente e supervisor de estágio em saúde coletiva.
Atualmente, é docente de pós-graduação no Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental e coordenador da pós em Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial.
Cecília Cruz Villares (Coordenadora)
Cecília Cruz Villares (Coordenadora)
Cecília Cruz Villares (Coordenadora)
Terapeuta ocupacional pela FMUSP, mestre em Saúde Mental pela Unifesp, terapeuta familiar (Instituto Familiae/SP) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (Nova York).
Atua desde 2020 como formadora em cursos de Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto na América Latina e Europa. Atualmente coordena programas de formação pelo Instituto Noos (São Paulo), em Portugal, em Bruxelas e Paris; e integra a equipe docente dos cursos de Diálogo Aberto na Universidade de Almería (Espanha) e na Cidade do México.
De 1984 a 2017 esteve vinculada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde participou da criação do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) e atuou em clínica, ensino, pesquisa e supervisão, com foco em práticas com famílias, efeitos do estigma e relações entre cultura e saúde mental.
Cofundadora da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), desenvolve ações de cuidado, educação e defesa de direitos em saúde mental. É autora e coautora de mais de 50 publicações sobre esses temas.
Terapeuta ocupacional pela FMUSP, mestre em Saúde Mental pela Unifesp, terapeuta familiar (Instituto Familiae/SP) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (Nova York).
Atua desde 2020 como formadora em cursos de Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto na América Latina e Europa. Atualmente coordena programas de formação pelo Instituto Noos (São Paulo), em Portugal, em Bruxelas e Paris; e integra a equipe docente dos cursos de Diálogo Aberto na Universidade de Almería (Espanha) e na Cidade do México.
De 1984 a 2017 esteve vinculada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde participou da criação do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) e atuou em clínica, ensino, pesquisa e supervisão, com foco em práticas com famílias, efeitos do estigma e relações entre cultura e saúde mental.
Cofundadora da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), desenvolve ações de cuidado, educação e defesa de direitos em saúde mental. É autora e coautora de mais de 50 publicações sobre esses temas.
Terapeuta ocupacional pela FMUSP, mestre em Saúde Mental pela Unifesp, terapeuta familiar (Instituto Familiae/SP) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (Nova York).
Atua desde 2020 como formadora em cursos de Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto na América Latina e Europa. Atualmente coordena programas de formação pelo Instituto Noos (São Paulo), em Portugal, em Bruxelas e Paris; e integra a equipe docente dos cursos de Diálogo Aberto na Universidade de Almería (Espanha) e na Cidade do México.
De 1984 a 2017 esteve vinculada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde participou da criação do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) e atuou em clínica, ensino, pesquisa e supervisão, com foco em práticas com famílias, efeitos do estigma e relações entre cultura e saúde mental.
Cofundadora da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), desenvolve ações de cuidado, educação e defesa de direitos em saúde mental. É autora e coautora de mais de 50 publicações sobre esses temas.
Jaakko Seikkula
Jaakko Seikkula
Jaakko Seikkula
Psicólogo, PhD, é membro do Institute for Dialogic Practice (Instituto para Prática Dialógica) e Professor de Psicoterapia na Universidade de Jyväskylä, Finlândia. De 1981 a 1998, foi Psicólogo Chefe no Hospital Keropoudas em Tornio, Finlândia. Nesse período desenvolveu a abordagem Open Dialogue, estratégia de atenção a problemas graves de saúde mental com enfoque de rede e caráter dialógico.
Psicólogo, PhD, é membro do Institute for Dialogic Practice (Instituto para Prática Dialógica) e Professor de Psicoterapia na Universidade de Jyväskylä, Finlândia. De 1981 a 1998, foi Psicólogo Chefe no Hospital Keropoudas em Tornio, Finlândia. Nesse período desenvolveu a abordagem Open Dialogue, estratégia de atenção a problemas graves de saúde mental com enfoque de rede e caráter dialógico.
Psicólogo, PhD, é membro do Institute for Dialogic Practice (Instituto para Prática Dialógica) e Professor de Psicoterapia na Universidade de Jyväskylä, Finlândia. De 1981 a 1998, foi Psicólogo Chefe no Hospital Keropoudas em Tornio, Finlândia. Nesse período desenvolveu a abordagem Open Dialogue, estratégia de atenção a problemas graves de saúde mental com enfoque de rede e caráter dialógico.
Bruno Cobucci
Bruno Cobucci
Bruno Cobucci
Psicólogo, mestre e doutorando em Educação pela UnB, com especialização em saúde mental infantojuvenil (CENAT). Integra grupo de pesquisa em subjetividade, educação e saúde, com foco na Teoria da Subjetividade em perspectiva histórico-cultural.
Possui experiência em pesquisa acadêmica, organização de eventos científicos e iniciação científica na área de psicoterapia e subjetividade. Atua com temas relacionados à saúde mental, adolescência e processos subjetivos.
Psicólogo, mestre e doutorando em Educação pela UnB, com especialização em saúde mental infantojuvenil (CENAT). Integra grupo de pesquisa em subjetividade, educação e saúde, com foco na Teoria da Subjetividade em perspectiva histórico-cultural.
Possui experiência em pesquisa acadêmica, organização de eventos científicos e iniciação científica na área de psicoterapia e subjetividade. Atua com temas relacionados à saúde mental, adolescência e processos subjetivos.
Psicólogo, mestre e doutorando em Educação pela UnB, com especialização em saúde mental infantojuvenil (CENAT). Integra grupo de pesquisa em subjetividade, educação e saúde, com foco na Teoria da Subjetividade em perspectiva histórico-cultural.
Possui experiência em pesquisa acadêmica, organização de eventos científicos e iniciação científica na área de psicoterapia e subjetividade. Atua com temas relacionados à saúde mental, adolescência e processos subjetivos.
Marcus Vinícius
Marcus Vinícius
Marcus Vinícius
Psicólogo, mestre em Psicologia da Saúde e Desenvolvimento pela USP. Especialista em Psicologia Clínica Institucional e com formação em Diálogo Aberto. Possui mais de 20 anos de experiência na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Ribeirão Preto, onde atua na coordenação da rede de saúde mental.
Psicólogo, mestre em Psicologia da Saúde e Desenvolvimento pela USP. Especialista em Psicologia Clínica Institucional e com formação em Diálogo Aberto. Possui mais de 20 anos de experiência na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Ribeirão Preto, onde atua na coordenação da rede de saúde mental.
Psicólogo, mestre em Psicologia da Saúde e Desenvolvimento pela USP. Especialista em Psicologia Clínica Institucional e com formação em Diálogo Aberto. Possui mais de 20 anos de experiência na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Ribeirão Preto, onde atua na coordenação da rede de saúde mental.
Isabel Ferreira
Isabel Ferreira
Isabel Ferreira
Assistente social, terapeuta de família e casal, com formações em terapia comunitária, práticas colaborativas-dialógicas, terapia narrativa e diálogo aberto. Atua na Rede de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPS IJ), com facilitação de grupos multifamiliares e atendimento clínico a casais e famílias.
Integra a diretoria da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF) (2025–2028).
Assistente social, terapeuta de família e casal, com formações em terapia comunitária, práticas colaborativas-dialógicas, terapia narrativa e diálogo aberto. Atua na Rede de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPS IJ), com facilitação de grupos multifamiliares e atendimento clínico a casais e famílias.
Integra a diretoria da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF) (2025–2028).
Assistente social, terapeuta de família e casal, com formações em terapia comunitária, práticas colaborativas-dialógicas, terapia narrativa e diálogo aberto. Atua na Rede de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPS IJ), com facilitação de grupos multifamiliares e atendimento clínico a casais e famílias.
Integra a diretoria da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF) (2025–2028).
José Alberto Orsi
José Alberto Orsi
José Alberto Orsi
José Alberto Orsi é presidente da ABRE e coordenador do Projeto Stellaris, com atuação em recovery e suporte entre pares em saúde mental. É pesquisador no PROESQ/Unifesp e doutorando em Psiquiatria, com experiência em planejamento estratégico e desenvolvimento organizacional.
Formado em Engenharia Civil pela USP, com MBA internacional, integra redes e iniciativas nacionais e internacionais voltadas à saúde mental e recovery. Possui vivência com transtorno esquizoafetivo e atua na promoção de grupos de apoio, projetos culturais e redes colaborativas no campo da saúde mental.
José Alberto Orsi é presidente da ABRE e coordenador do Projeto Stellaris, com atuação em recovery e suporte entre pares em saúde mental. É pesquisador no PROESQ/Unifesp e doutorando em Psiquiatria, com experiência em planejamento estratégico e desenvolvimento organizacional.
Formado em Engenharia Civil pela USP, com MBA internacional, integra redes e iniciativas nacionais e internacionais voltadas à saúde mental e recovery. Possui vivência com transtorno esquizoafetivo e atua na promoção de grupos de apoio, projetos culturais e redes colaborativas no campo da saúde mental.
José Alberto Orsi é presidente da ABRE e coordenador do Projeto Stellaris, com atuação em recovery e suporte entre pares em saúde mental. É pesquisador no PROESQ/Unifesp e doutorando em Psiquiatria, com experiência em planejamento estratégico e desenvolvimento organizacional.
Formado em Engenharia Civil pela USP, com MBA internacional, integra redes e iniciativas nacionais e internacionais voltadas à saúde mental e recovery. Possui vivência com transtorno esquizoafetivo e atua na promoção de grupos de apoio, projetos culturais e redes colaborativas no campo da saúde mental.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.