As práticas dialógicas e o Diálogo Aberto (DA) vêm se consolidando como estratégias fundamentais no cuidado em saúde mental, ao proporem espaços seguros, horizontais e livres de julgamento, onde pessoas em sofrimento psíquico e suas redes podem compartilhar experiências e construir, de forma coletiva, novos caminhos de cuidado. Em contraste com modelos tradicionais centrados apenas em sintomas, essas abordagens valorizam vínculos, contextos de vida e a participação ativa dos envolvidos.
Diante desse cenário, cresce a demanda por profissionais capazes de atuar de forma ética, sensível e colaborativa. No entanto, ainda existem lacunas na formação tradicional, especialmente no que se refere ao trabalho em rede e à construção compartilhada do cuidado.
A Pós-Graduação em Práticas Dialógicas e Fundamentos do Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental surge como uma proposta alinhada às transformações do campo, integrando fundamentos teóricos e práticos baseados em evidências e em uma perspectiva sistêmica e interdisciplinar.
Mais do que ensinar técnicas, a especialização propõe um espaço de reflexão e experiência, focado no “como estar com” pessoas em sofrimento, suas famílias e equipes. O objetivo é formar profissionais capazes de sustentar diálogos que favoreçam soluções vivas, criativas e compartilhadas, promovendo um cuidado mais humano, crítico e conectado com a realidade.
A formação é realizada pelo CENAT em parceria com o Instituto NOOS, fortalecendo a proposta do curso com uma abordagem reconhecida no campo das práticas dialógicas em saúde mental.
As práticas dialógicas e o Diálogo Aberto (DA) vêm se consolidando como estratégias fundamentais no cuidado em saúde mental, ao proporem espaços seguros, horizontais e livres de julgamento, onde pessoas em sofrimento psíquico e suas redes podem compartilhar experiências e construir, de forma coletiva, novos caminhos de cuidado. Em contraste com modelos tradicionais centrados apenas em sintomas, essas abordagens valorizam vínculos, contextos de vida e a participação ativa dos envolvidos.
Diante desse cenário, cresce a demanda por profissionais capazes de atuar de forma ética, sensível e colaborativa. No entanto, ainda existem lacunas na formação tradicional, especialmente no que se refere ao trabalho em rede e à construção compartilhada do cuidado.
A Pós-Graduação em Práticas Dialógicas e Fundamentos do Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental surge como uma proposta alinhada às transformações do campo, integrando fundamentos teóricos e práticos baseados em evidências e em uma perspectiva sistêmica e interdisciplinar.
Mais do que ensinar técnicas, a especialização propõe um espaço de reflexão e experiência, focado no “como estar com” pessoas em sofrimento, suas famílias e equipes. O objetivo é formar profissionais capazes de sustentar diálogos que favoreçam soluções vivas, criativas e compartilhadas, promovendo um cuidado mais humano, crítico e conectado com a realidade.
A formação é realizada pelo CENAT em parceria com o Instituto NOOS, fortalecendo a proposta do curso com uma abordagem reconhecida no campo das práticas dialógicas em saúde mental.
As práticas dialógicas e o Diálogo Aberto (DA) vêm se consolidando como estratégias fundamentais no cuidado em saúde mental, ao proporem espaços seguros, horizontais e livres de julgamento, onde pessoas em sofrimento psíquico e suas redes podem compartilhar experiências e construir, de forma coletiva, novos caminhos de cuidado. Em contraste com modelos tradicionais centrados apenas em sintomas, essas abordagens valorizam vínculos, contextos de vida e a participação ativa dos envolvidos.
Diante desse cenário, cresce a demanda por profissionais capazes de atuar de forma ética, sensível e colaborativa. No entanto, ainda existem lacunas na formação tradicional, especialmente no que se refere ao trabalho em rede e à construção compartilhada do cuidado.
A Pós-Graduação em Práticas Dialógicas e Fundamentos do Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental surge como uma proposta alinhada às transformações do campo, integrando fundamentos teóricos e práticos baseados em evidências e em uma perspectiva sistêmica e interdisciplinar.
Mais do que ensinar técnicas, a especialização propõe um espaço de reflexão e experiência, focado no “como estar com” pessoas em sofrimento, suas famílias e equipes. O objetivo é formar profissionais capazes de sustentar diálogos que favoreçam soluções vivas, criativas e compartilhadas, promovendo um cuidado mais humano, crítico e conectado com a realidade.
A formação é realizada pelo CENAT em parceria com o Instituto NOOS, fortalecendo a proposta do curso com uma abordagem reconhecida no campo das práticas dialógicas em saúde mental.
Apresentar
Apresentar
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os fundamentos, princípios e evidências do Diálogo Aberto e de práticas dialógicas, articulando teoria e prática nos diferentes contextos de atuação.
os fundamentos, princípios e evidências do Diálogo Aberto e de práticas dialógicas, articulando teoria e prática nos diferentes contextos de atuação.
os fundamentos, princípios e evidências do Diálogo Aberto e de práticas dialógicas, articulando teoria e prática nos diferentes contextos de atuação.
Desenvolver
Desenvolver
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habilidades para condução de diálogos e trabalho em rede, com foco em escuta ativa, corresponsabilização e colaboração interdisciplinar.
habilidades para condução de diálogos e trabalho em rede, com foco em escuta ativa, corresponsabilização e colaboração interdisciplinar.
habilidades para condução de diálogos e trabalho em rede, com foco em escuta ativa, corresponsabilização e colaboração interdisciplinar.
Fortalecer
Fortalecer
Fortalecer
o cuidado centrado na pessoa e na rede, integrando Projeto Terapêutico Singular, reabilitação psicossocial, direitos humanos e reflexão crítica sobre práticas hegemônicas.
o cuidado centrado na pessoa e na rede, integrando Projeto Terapêutico Singular, reabilitação psicossocial, direitos humanos e reflexão crítica sobre práticas hegemônicas.
o cuidado centrado na pessoa e na rede, integrando Projeto Terapêutico Singular, reabilitação psicossocial, direitos humanos e reflexão crítica sobre práticas hegemônicas.
Promover
Promover
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transformação na prática profissional, integrando cuidado e autocuidado e ampliando a atuação em diferentes campos como saúde, educação, assistência social e contextos organizacionais.
transformação na prática profissional, integrando cuidado e autocuidado e ampliando a atuação em diferentes campos como saúde, educação, assistência social e contextos organizacionais.
transformação na prática profissional, integrando cuidado e autocuidado e ampliando a atuação em diferentes campos como saúde, educação, assistência social e contextos organizacionais.
Sábados, de 09h00 às 12h00
Sábados, de 09h00 às 12h00
Sábados, de 09h00 às 12h00
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Aulas online e ao vivo
Início das aulas: 20/06/2026
Início das aulas: 20/06/2026
Início das aulas: 20/06/2026
0)Aula inaugural
20/06/2026
1) Concepções sócio-históricas da saúde mental.
27/06/2026
Ementa: Estuda a saúde mental a partir de perspectivas sócio-históricas, problematizando a construção social das noções de normalidade, diagnóstico, sofrimento e loucura. Analisa a relação entre cultura, poder, instituições e produção de subjetividades, discutindo processos de medicalização, estigma e exclusão, bem como movimentos de crítica e transformação do cuidado. Articula essas concepções às políticas públicas e ao cuidado territorial, destacando implicações éticas e políticas para práticas de cuidado em liberdade, participação social e garantia de direitos.
2) Paradigmas Contemporâneos do Cuidado em Saúde Mental
04/07/2026
Ementa: Analisa a evolução histórica e política dos paradigmas do cuidado em saúde mental no Brasil, destacando tensões entre o modelo manicomial/psiquiátrico e o psicossocial. Discute permanências coercitivas e estigmatizantes na RAPS e seus efeitos sobre vínculo, autonomia e cidadania. Problematiza medicalização e internação articuladas ao PTS, ao trabalho em rede e ao contexto social e familiar, enfatizando autocrítica, formação permanente e estudo da história da loucura e da Reforma Psiquiátrica para sustentar o cuidado em liberdade.
3) Movimentos mundiais da Reforma Psiquiátrica.
11/07/2026
Ementa: Realizar crítica ao modelo manicomial. Apresentar e analisar a transformação do saber, das instituições psiquiátricas e de suas formas de tratamento. Reformas psiquiátricas da Inglaterra, França e Itália. Contextualização do conceito de desinstitucionalização, acompanhamento territorial, longitudinal e protagonismo do usuário e suas intersecções com o Diálogo Aberto.
4) Introdução ao Diálogo Aberto e suas origens sócio-históricas.
01/08/2026
Ementa: Contexto sócio-histórico do surgimento do Diálogo Aberto na Finlândia (Lapônia Ocidental). Influências do pensamento sistêmico, da terapia familiar e das perspectivas dialógicas (Bakhtin, Vygotsky, Wittgenstein). O papel das redes sociais e familiares no D.A.. Apresentar introdutoriamente e situar historicamente os princípios fundamentais do Diálogo Aberto. O Diálogo Aberto como prática ética, relacional e politicamente situada.
5) A comunicação de Aristóteles até Mikhail Bakhtin passando por Ferdinand de Saussure
08/08/2026
Ementa: Realizar introdução à história da comunicação. Contextualizar conceitos chave de Aristóteles; as contribuições de Ferdinand de Saussure; e as teorias de Mikhail Bakhtin. Apresentar os conceitos de linguagem e dialogismo em Bakhtin e suas relações com o Construcionismo Social e o Diálogo Aberto.
6) O dialogismo de Mikhail Bakhtin e Paulo Freire
15/08/2026
Ementa: O diálogo como fundamento da experiência humana e da transformação social. O diálogo como prática culturalmente situada e politicamente implicada. Contribuições de Paulo Freire: diálogo como práxis, conscientização, cultura popular, silêncio e voz, compromisso ético-político. Contribuições de Mikhail Bakhtin: dialogismo, polifonia, endereçamento da palavra, historicidade e inacabamento do sentido. Convergências e tensões entre Freire e Bakhtin. Atividades vivenciais com elementos da cultura local, identificação de vozes silenciadas e experiências dialógicas polifônicas. Implicações para a prática de cada um.
7) Experiências do Diálogo Aberto no Brasil
22/08/2026 e 29/08/2026
Ementa: Apresenta experiências brasileiras inspiradas no Diálogo Aberto em serviços e redes de cuidado, com ênfase em práticas no SUS/RAPS e em atendimentos com famílias e redes, presenciais e online. Aborda arranjos de equipe, manejo do cuidado em crise, condução de encontros dialógicos, continuidade e articulação territorial, analisando efeitos, desafios e aprendizados para a sustentação e replicabilidade das práticas em contextos diversos
8) Supervisão de casos
12/09/2026
9) Laboratório de Construção da Experiência Dialógica I – Fundamentos
26/09/2026
0)Aula inaugural
20/06/2026
1) Concepções sócio-históricas da saúde mental.
27/06/2026
Ementa: Estuda a saúde mental a partir de perspectivas sócio-históricas, problematizando a construção social das noções de normalidade, diagnóstico, sofrimento e loucura. Analisa a relação entre cultura, poder, instituições e produção de subjetividades, discutindo processos de medicalização, estigma e exclusão, bem como movimentos de crítica e transformação do cuidado. Articula essas concepções às políticas públicas e ao cuidado territorial, destacando implicações éticas e políticas para práticas de cuidado em liberdade, participação social e garantia de direitos.
2) Paradigmas Contemporâneos do Cuidado em Saúde Mental
04/07/2026
Ementa: Analisa a evolução histórica e política dos paradigmas do cuidado em saúde mental no Brasil, destacando tensões entre o modelo manicomial/psiquiátrico e o psicossocial. Discute permanências coercitivas e estigmatizantes na RAPS e seus efeitos sobre vínculo, autonomia e cidadania. Problematiza medicalização e internação articuladas ao PTS, ao trabalho em rede e ao contexto social e familiar, enfatizando autocrítica, formação permanente e estudo da história da loucura e da Reforma Psiquiátrica para sustentar o cuidado em liberdade.
3) Movimentos mundiais da Reforma Psiquiátrica.
11/07/2026
Ementa: Realizar crítica ao modelo manicomial. Apresentar e analisar a transformação do saber, das instituições psiquiátricas e de suas formas de tratamento. Reformas psiquiátricas da Inglaterra, França e Itália. Contextualização do conceito de desinstitucionalização, acompanhamento territorial, longitudinal e protagonismo do usuário e suas intersecções com o Diálogo Aberto.
4) Introdução ao Diálogo Aberto e suas origens sócio-históricas.
01/08/2026
Ementa: Contexto sócio-histórico do surgimento do Diálogo Aberto na Finlândia (Lapônia Ocidental). Influências do pensamento sistêmico, da terapia familiar e das perspectivas dialógicas (Bakhtin, Vygotsky, Wittgenstein). O papel das redes sociais e familiares no D.A.. Apresentar introdutoriamente e situar historicamente os princípios fundamentais do Diálogo Aberto. O Diálogo Aberto como prática ética, relacional e politicamente situada.
5) A comunicação de Aristóteles até Mikhail Bakhtin passando por Ferdinand de Saussure
08/08/2026
Ementa: Realizar introdução à história da comunicação. Contextualizar conceitos chave de Aristóteles; as contribuições de Ferdinand de Saussure; e as teorias de Mikhail Bakhtin. Apresentar os conceitos de linguagem e dialogismo em Bakhtin e suas relações com o Construcionismo Social e o Diálogo Aberto.
6) O dialogismo de Mikhail Bakhtin e Paulo Freire
15/08/2026
Ementa: O diálogo como fundamento da experiência humana e da transformação social. O diálogo como prática culturalmente situada e politicamente implicada. Contribuições de Paulo Freire: diálogo como práxis, conscientização, cultura popular, silêncio e voz, compromisso ético-político. Contribuições de Mikhail Bakhtin: dialogismo, polifonia, endereçamento da palavra, historicidade e inacabamento do sentido. Convergências e tensões entre Freire e Bakhtin. Atividades vivenciais com elementos da cultura local, identificação de vozes silenciadas e experiências dialógicas polifônicas. Implicações para a prática de cada um.
7) Experiências do Diálogo Aberto no Brasil
22/08/2026 e 29/08/2026
Ementa: Apresenta experiências brasileiras inspiradas no Diálogo Aberto em serviços e redes de cuidado, com ênfase em práticas no SUS/RAPS e em atendimentos com famílias e redes, presenciais e online. Aborda arranjos de equipe, manejo do cuidado em crise, condução de encontros dialógicos, continuidade e articulação territorial, analisando efeitos, desafios e aprendizados para a sustentação e replicabilidade das práticas em contextos diversos
8) Supervisão de casos
12/09/2026
9) Laboratório de Construção da Experiência Dialógica I – Fundamentos
26/09/2026
0)Aula inaugural
20/06/2026
1) Concepções sócio-históricas da saúde mental.
27/06/2026
Ementa: Estuda a saúde mental a partir de perspectivas sócio-históricas, problematizando a construção social das noções de normalidade, diagnóstico, sofrimento e loucura. Analisa a relação entre cultura, poder, instituições e produção de subjetividades, discutindo processos de medicalização, estigma e exclusão, bem como movimentos de crítica e transformação do cuidado. Articula essas concepções às políticas públicas e ao cuidado territorial, destacando implicações éticas e políticas para práticas de cuidado em liberdade, participação social e garantia de direitos.
2) Paradigmas Contemporâneos do Cuidado em Saúde Mental
04/07/2026
Ementa: Analisa a evolução histórica e política dos paradigmas do cuidado em saúde mental no Brasil, destacando tensões entre o modelo manicomial/psiquiátrico e o psicossocial. Discute permanências coercitivas e estigmatizantes na RAPS e seus efeitos sobre vínculo, autonomia e cidadania. Problematiza medicalização e internação articuladas ao PTS, ao trabalho em rede e ao contexto social e familiar, enfatizando autocrítica, formação permanente e estudo da história da loucura e da Reforma Psiquiátrica para sustentar o cuidado em liberdade.
3) Movimentos mundiais da Reforma Psiquiátrica.
11/07/2026
Ementa: Realizar crítica ao modelo manicomial. Apresentar e analisar a transformação do saber, das instituições psiquiátricas e de suas formas de tratamento. Reformas psiquiátricas da Inglaterra, França e Itália. Contextualização do conceito de desinstitucionalização, acompanhamento territorial, longitudinal e protagonismo do usuário e suas intersecções com o Diálogo Aberto.
4) Introdução ao Diálogo Aberto e suas origens sócio-históricas.
01/08/2026
Ementa: Contexto sócio-histórico do surgimento do Diálogo Aberto na Finlândia (Lapônia Ocidental). Influências do pensamento sistêmico, da terapia familiar e das perspectivas dialógicas (Bakhtin, Vygotsky, Wittgenstein). O papel das redes sociais e familiares no D.A.. Apresentar introdutoriamente e situar historicamente os princípios fundamentais do Diálogo Aberto. O Diálogo Aberto como prática ética, relacional e politicamente situada.
5) A comunicação de Aristóteles até Mikhail Bakhtin passando por Ferdinand de Saussure
08/08/2026
Ementa: Realizar introdução à história da comunicação. Contextualizar conceitos chave de Aristóteles; as contribuições de Ferdinand de Saussure; e as teorias de Mikhail Bakhtin. Apresentar os conceitos de linguagem e dialogismo em Bakhtin e suas relações com o Construcionismo Social e o Diálogo Aberto.
6) O dialogismo de Mikhail Bakhtin e Paulo Freire
15/08/2026
Ementa: O diálogo como fundamento da experiência humana e da transformação social. O diálogo como prática culturalmente situada e politicamente implicada. Contribuições de Paulo Freire: diálogo como práxis, conscientização, cultura popular, silêncio e voz, compromisso ético-político. Contribuições de Mikhail Bakhtin: dialogismo, polifonia, endereçamento da palavra, historicidade e inacabamento do sentido. Convergências e tensões entre Freire e Bakhtin. Atividades vivenciais com elementos da cultura local, identificação de vozes silenciadas e experiências dialógicas polifônicas. Implicações para a prática de cada um.
7) Experiências do Diálogo Aberto no Brasil
22/08/2026 e 29/08/2026
Ementa: Apresenta experiências brasileiras inspiradas no Diálogo Aberto em serviços e redes de cuidado, com ênfase em práticas no SUS/RAPS e em atendimentos com famílias e redes, presenciais e online. Aborda arranjos de equipe, manejo do cuidado em crise, condução de encontros dialógicos, continuidade e articulação territorial, analisando efeitos, desafios e aprendizados para a sustentação e replicabilidade das práticas em contextos diversos
8) Supervisão de casos
12/09/2026
9) Laboratório de Construção da Experiência Dialógica I – Fundamentos
26/09/2026
10) Diálogo Aberto e seus 07 princípios fundamentais
03/10/2026
Ementa: Apresenta os princípios fundamentais no Diálogo Aberto como abordagem dialógica de cuidado em saúde mental: (1) ajuda imediata, (2) perspectiva de rede social, (3) flexibilidade e mobilidade, (4) responsabilidade, (5) continuidade psicológica, (6) tolerância à incerteza e (7) dialogismo/polifonia. Discute como esses princípios orientam a organização do cuidado, especialmente no manejo de crises e na articulação com redes sociais e familiares na RAPS.
11) Doze (12) elementos-chaves da abordagem Diálogo Aberto
17/10/2026 e 24/10/2026
Ementa: O que são os elementos-chave do Diálogo Aberto: reuniões abertas com a rede; transparência e fala na presença; escuta responsiva; reflexões em voz alta entre profissionais; linguagem cotidiana; dimensão corporal, afetiva e temporal do diálogo. Reconhecer a importância da linguagem, da temporalidade e da incerteza no processo de cuidado.
12) Literatura científica do Diálogo Aberto: evidências e problematização
07/11/2026
Ementa: Panorama da literatura científica sobre o Diálogo Aberto. Estudos clássicos da Lapônia Ocidental: principais resultados e impactos clínicos. Evidências internacionais do Diálogo Aberto: pesquisas na Europa e em outros contextos. Estudo recente no Reino Unido: achados principais, contribuições e desafios de implementação.
Tipos de evidência em práticas dialógicas: quantitativa, qualitativa, naturalística e experiencial.
Limites metodológicos e problematizações epistemológicas na pesquisa sobre Diálogo Aberto.
Implicações clínicas, institucionais, éticas e políticas da produção de evidências.
Desafios atuais e perspectivas futuras para a pesquisa em Diálogo Aberto.
13) Polifonia e polifonia interna do facilitador
14/11/2026
Ementa: Polifonia no Diálogo Aberto: contribuições de Bakhtin e fundamentos dialógicos.
A multiplicidade de vozes nas reuniões de rede: usuários, família, profissionais e contexto institucional. Conceito de polifonia interna do facilitador: vozes formativas, teóricas, emocionais e biográficas. Escuta interna, reflexividade e presença profissional. Relação entre polifonia interna, tolerância à incerteza e responsividade.
14) Trabalhando o facilitador da abordagem Diálogo Aberto: família de origem do facilitador
28/11/2026, 05/12/2026, 12/12/2026, 13/02/2027 e 20/02/2027
Ementa: A Família de Origem do Terapeuta (FOT) como eixo formativo na terapia familiar e nas práticas dialógicas. Investigação individual da história familiar: vozes, relações significativas e eventos marcantes de vida. Elaboração do Álbum de Família como recurso de integração narrativa: genograma/árvore genealógica, fotografias, memórias e narrativas biográficas.
O grupo como espaço dialógico e potencialmente terapêutico: apresentação de histórias, escuta sensível, testemunho e reflexão compartilhada. O diálogo reflexivo entre pares como prática de cuidado, aprendizagem e construção de sentido. Identidade relacional e identidade profissional: continuidades, ressonâncias e deslocamentos. Valores, recursos, limites e dificuldades herdados e reorganizados a partir das experiências familiares.
Polifonia e presença das vozes familiares na prática clínica: como a história pessoal atravessa os encontros com famílias e redes, com atenção às implicações éticas e clínicas. O FOT como experiência de vulnerabilidade e confiança no contexto formativo, sustentando intimidade com responsabilidade e cuidado.
15) Presença Terapêutica e Afetividade nas Equipes do SUS
27/02/2027
Ementa: Presença terapêutica e afetividade no cotidiano das equipes do SUS: conexão, escuta e responsividade como tecnologias relacionais de cuidado. Comunicação dialógica no trabalho interprofissional: enunciado, espontaneidade e construção conjunta de sentido. A voz do terapeuta, seus efeitos no vínculo, na equipe e no manejo de situações complexas. Vulnerabilidade profissional, construcionismo social e dialogismo como base para sustentar encontros terapêuticos contextualizados e articulados em rede.
16) Supervisão de casos
06/03/2027
17) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica II – Rede Social e Familiar
13/03/2027
10) Diálogo Aberto e seus 07 princípios fundamentais
03/10/2026
Ementa: Apresenta os princípios fundamentais no Diálogo Aberto como abordagem dialógica de cuidado em saúde mental: (1) ajuda imediata, (2) perspectiva de rede social, (3) flexibilidade e mobilidade, (4) responsabilidade, (5) continuidade psicológica, (6) tolerância à incerteza e (7) dialogismo/polifonia. Discute como esses princípios orientam a organização do cuidado, especialmente no manejo de crises e na articulação com redes sociais e familiares na RAPS.
11) Doze (12) elementos-chaves da abordagem Diálogo Aberto
17/10/2026 e 24/10/2026
Ementa: O que são os elementos-chave do Diálogo Aberto: reuniões abertas com a rede; transparência e fala na presença; escuta responsiva; reflexões em voz alta entre profissionais; linguagem cotidiana; dimensão corporal, afetiva e temporal do diálogo. Reconhecer a importância da linguagem, da temporalidade e da incerteza no processo de cuidado.
12) Literatura científica do Diálogo Aberto: evidências e problematização
07/11/2026
Ementa: Panorama da literatura científica sobre o Diálogo Aberto. Estudos clássicos da Lapônia Ocidental: principais resultados e impactos clínicos. Evidências internacionais do Diálogo Aberto: pesquisas na Europa e em outros contextos. Estudo recente no Reino Unido: achados principais, contribuições e desafios de implementação.
Tipos de evidência em práticas dialógicas: quantitativa, qualitativa, naturalística e experiencial.
Limites metodológicos e problematizações epistemológicas na pesquisa sobre Diálogo Aberto.
Implicações clínicas, institucionais, éticas e políticas da produção de evidências.
Desafios atuais e perspectivas futuras para a pesquisa em Diálogo Aberto.
13) Polifonia e polifonia interna do facilitador
14/11/2026
Ementa: Polifonia no Diálogo Aberto: contribuições de Bakhtin e fundamentos dialógicos.
A multiplicidade de vozes nas reuniões de rede: usuários, família, profissionais e contexto institucional. Conceito de polifonia interna do facilitador: vozes formativas, teóricas, emocionais e biográficas. Escuta interna, reflexividade e presença profissional. Relação entre polifonia interna, tolerância à incerteza e responsividade.
14) Trabalhando o facilitador da abordagem Diálogo Aberto: família de origem do facilitador
28/11/2026, 05/12/2026, 12/12/2026, 13/02/2027 e 20/02/2027
Ementa: A Família de Origem do Terapeuta (FOT) como eixo formativo na terapia familiar e nas práticas dialógicas. Investigação individual da história familiar: vozes, relações significativas e eventos marcantes de vida. Elaboração do Álbum de Família como recurso de integração narrativa: genograma/árvore genealógica, fotografias, memórias e narrativas biográficas.
O grupo como espaço dialógico e potencialmente terapêutico: apresentação de histórias, escuta sensível, testemunho e reflexão compartilhada. O diálogo reflexivo entre pares como prática de cuidado, aprendizagem e construção de sentido. Identidade relacional e identidade profissional: continuidades, ressonâncias e deslocamentos. Valores, recursos, limites e dificuldades herdados e reorganizados a partir das experiências familiares.
Polifonia e presença das vozes familiares na prática clínica: como a história pessoal atravessa os encontros com famílias e redes, com atenção às implicações éticas e clínicas. O FOT como experiência de vulnerabilidade e confiança no contexto formativo, sustentando intimidade com responsabilidade e cuidado.
15) Presença Terapêutica e Afetividade nas Equipes do SUS
27/02/2027
Ementa: Presença terapêutica e afetividade no cotidiano das equipes do SUS: conexão, escuta e responsividade como tecnologias relacionais de cuidado. Comunicação dialógica no trabalho interprofissional: enunciado, espontaneidade e construção conjunta de sentido. A voz do terapeuta, seus efeitos no vínculo, na equipe e no manejo de situações complexas. Vulnerabilidade profissional, construcionismo social e dialogismo como base para sustentar encontros terapêuticos contextualizados e articulados em rede.
16) Supervisão de casos
06/03/2027
17) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica II – Rede Social e Familiar
13/03/2027
10) Diálogo Aberto e seus 07 princípios fundamentais
03/10/2026
Ementa: Apresenta os princípios fundamentais no Diálogo Aberto como abordagem dialógica de cuidado em saúde mental: (1) ajuda imediata, (2) perspectiva de rede social, (3) flexibilidade e mobilidade, (4) responsabilidade, (5) continuidade psicológica, (6) tolerância à incerteza e (7) dialogismo/polifonia. Discute como esses princípios orientam a organização do cuidado, especialmente no manejo de crises e na articulação com redes sociais e familiares na RAPS.
11) Doze (12) elementos-chaves da abordagem Diálogo Aberto
17/10/2026 e 24/10/2026
Ementa: O que são os elementos-chave do Diálogo Aberto: reuniões abertas com a rede; transparência e fala na presença; escuta responsiva; reflexões em voz alta entre profissionais; linguagem cotidiana; dimensão corporal, afetiva e temporal do diálogo. Reconhecer a importância da linguagem, da temporalidade e da incerteza no processo de cuidado.
12) Literatura científica do Diálogo Aberto: evidências e problematização
07/11/2026
Ementa: Panorama da literatura científica sobre o Diálogo Aberto. Estudos clássicos da Lapônia Ocidental: principais resultados e impactos clínicos. Evidências internacionais do Diálogo Aberto: pesquisas na Europa e em outros contextos. Estudo recente no Reino Unido: achados principais, contribuições e desafios de implementação.
Tipos de evidência em práticas dialógicas: quantitativa, qualitativa, naturalística e experiencial.
Limites metodológicos e problematizações epistemológicas na pesquisa sobre Diálogo Aberto.
Implicações clínicas, institucionais, éticas e políticas da produção de evidências.
Desafios atuais e perspectivas futuras para a pesquisa em Diálogo Aberto.
13) Polifonia e polifonia interna do facilitador
14/11/2026
Ementa: Polifonia no Diálogo Aberto: contribuições de Bakhtin e fundamentos dialógicos.
A multiplicidade de vozes nas reuniões de rede: usuários, família, profissionais e contexto institucional. Conceito de polifonia interna do facilitador: vozes formativas, teóricas, emocionais e biográficas. Escuta interna, reflexividade e presença profissional. Relação entre polifonia interna, tolerância à incerteza e responsividade.
14) Trabalhando o facilitador da abordagem Diálogo Aberto: família de origem do facilitador
28/11/2026, 05/12/2026, 12/12/2026, 13/02/2027 e 20/02/2027
Ementa: A Família de Origem do Terapeuta (FOT) como eixo formativo na terapia familiar e nas práticas dialógicas. Investigação individual da história familiar: vozes, relações significativas e eventos marcantes de vida. Elaboração do Álbum de Família como recurso de integração narrativa: genograma/árvore genealógica, fotografias, memórias e narrativas biográficas.
O grupo como espaço dialógico e potencialmente terapêutico: apresentação de histórias, escuta sensível, testemunho e reflexão compartilhada. O diálogo reflexivo entre pares como prática de cuidado, aprendizagem e construção de sentido. Identidade relacional e identidade profissional: continuidades, ressonâncias e deslocamentos. Valores, recursos, limites e dificuldades herdados e reorganizados a partir das experiências familiares.
Polifonia e presença das vozes familiares na prática clínica: como a história pessoal atravessa os encontros com famílias e redes, com atenção às implicações éticas e clínicas. O FOT como experiência de vulnerabilidade e confiança no contexto formativo, sustentando intimidade com responsabilidade e cuidado.
15) Presença Terapêutica e Afetividade nas Equipes do SUS
27/02/2027
Ementa: Presença terapêutica e afetividade no cotidiano das equipes do SUS: conexão, escuta e responsividade como tecnologias relacionais de cuidado. Comunicação dialógica no trabalho interprofissional: enunciado, espontaneidade e construção conjunta de sentido. A voz do terapeuta, seus efeitos no vínculo, na equipe e no manejo de situações complexas. Vulnerabilidade profissional, construcionismo social e dialogismo como base para sustentar encontros terapêuticos contextualizados e articulados em rede.
16) Supervisão de casos
06/03/2027
17) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica II – Rede Social e Familiar
13/03/2027
18) Dinâmica das reuniões do Diálogo Aberto, primeira reunião e postura do facilitado
03/04/2027
Ementa: Apresentar a dinâmica das reuniões, quanto: como a demanda surge nos serviços; responsabilização dos profissionais; organização da logística; quantidade e frequência; especificidades do território e dos casos. Como conduzir as reuniões, dando foco para a primeira reunião. Postura dos facilitadores, quanto: promover a circularidade da palavra; estimular a participação de todos presentes; respeitar os silêncios; como conduzir a conversa reflexiva; como finalizar as reuniões
19) Processos reflexivos (escuta, transparência, presença, relação terapêutica)
10/04/2027 e 17/04/2027
Ementa: Estuda processos reflexivos (Tom Andersen) como base ético-clínica das práticas dialógicas, com ênfase em escuta responsiva, presença, transparência e construção de vínculo. Aborda equipes reflexivas e conversas com reflexividade, posicionamento do terapeuta e responsividade, além de dialogismo, polifonia, tolerância à incerteza e continuidade nos encontros clínicos e reuniões de rede. Desenvolve práticas de fala reflexiva, perguntas abertas, manejo do “não saber” e uso cuidadoso do self profissional.
20) Diálogo Aberto e psicose
24/04/2027
Ementa: Aborda psicose no Diálogo Aberto: fundamentos teóricos e clínicos; psicose como resposta ao estresse extremo e a experiências traumáticas. Corpo, afeto e linguagem na experiência psicótica. Polifonia e escuta das vozes psicóticas no diálogo. Reuniões de rede no cuidado com psicoses: princípios e desafios. Respeito à experiência psicótica, tolerância à incerteza e crítica à patologização. Implicações éticas e institucionais do trabalho dialógico com psicoses.
21) Diálogo Aberto e medicação psicotrópica
08/05/2027
Ementa: Problematizar o uso da medicação psicotrópica como padrão ouro no acompanhamento psiquiátrico, priorizando o diálogo como recurso no cuidado. Problematizar e analisar serviços medicocentrados e a centralização do cuidado nos efeitos da medicação. Discutir e analisar o papel da medicação no cuidado com o Diálogo Aberto: quando e como introduzir a medicação no cuidado. Apresentar evidências científicas das consequências do adiamento do uso medicamentoso em conjunto com a assistência do Diálogo Aberto.
22) Diálogo Aberto com crianças e adolescentes
15/05/2027
Ementa: A criança na psicologia: apego e desenvolvimento. Linguagens da criança: comunicação verbal, corporal e lúdica Famílias, redes e contextos relacionais na infância e adolescência. Práticas dialógicas com crianças, adolescentes e suas redes. Adaptações do Diálogo Aberto para o trabalho com crianças e adolescentes. Escuta reflexiva e processos reflexivos na clínica dialógica. Questões contemporâneas do sofrimento psíquico na infância e adolescência. Postura dialógica e competências relacionais do profissional
23) Diálogo Aberto em situações de crise psíquica
22/05/2027
Ementa: Refletir sobre o conceito, fundamentos epistemológicos, tipos de autópsia psicológica, modelos e técnicas para coleta de dados; métodos de pesquisa em suicidologia; ética e questões legais envolvendo a autópsia psicológica.
24) Diálogo Aberto no sofrimento decorrente do uso/abuso de álcool e outras drogas
05/06/2027
Ementa: Apresentar e contextualizar o cuidado a pessoas em sofrimento decorrente do uso/abuso de álcool e outras drogas dispensado nos modelos psiquiátricos e psicossocial. Dar enfoque no modelo psicossocial e principais diferenças ao psiquiátrico. Apresentar a Redução de Danos como modelo de cuidado e suas intersecções com o dialogismo e o Diálogo Aberto. Apresentar um modelo de como trabalhar o Diálogo Aberto no cuidado a pessoas em sofrimento devido abuso de álcool e outras drogas.
25) Diálogo Aberto em situações de ideação e tentativa de suicídio
12/06/2027
Ementa: A partir de experiências clínicas, a aula focaliza o trabalho com famílias e redes em contextos de ideação ou tentativa de suicídio a partir do Diálogo Aberto, enfatizando a reunião como espaço de sustentação do diálogo em situações de alta vulnerabilidade. Aborda-se o suicídio como fenômeno relacional, destacando a escuta da polifonia de vozes, a presença no momento presente e a tolerância à incerteza. Discute-se o desafio do profissional em dar conta de suas próprias angústias frente ao tema, mantendo-se presente e responsivo, ao mesmo tempo em que sustenta o diálogo e as emoções e angústias da família e da rede.
26) Utilizando o suporte de pares no Diálogo Aberto
19/06/2027 e 26/06/2027
Ementa: Modelo de Suporte de Pares na assistência em Saúde Mental. Como o Suporte de Pares pode ser trabalhado com a Abordagem Diálogo Aberto. Como realizar formação de pares. Exemplos de países que trabalham o Suporte de Pares com a abordagem do Diálogo Aberto.
27) Intervisão
03/07/2027
Ementa: Apresentar e problematizar o conceito de Intervisão. Contextualizar este conceito dentro da abordagem Diálogo Aberto. Demonstrar seus benefícios e principais diferenças da supervisão. A Intervisão no modelo do Reino Unido. Como introduzir este processo nos serviços de saúde.
28) Supervisão de casos
10/07/2027
29) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica III – Aplicabilidade do Diálogo Aberto
17/07/2027
18) Dinâmica das reuniões do Diálogo Aberto, primeira reunião e postura do facilitado
03/04/2027
Ementa: Apresentar a dinâmica das reuniões, quanto: como a demanda surge nos serviços; responsabilização dos profissionais; organização da logística; quantidade e frequência; especificidades do território e dos casos. Como conduzir as reuniões, dando foco para a primeira reunião. Postura dos facilitadores, quanto: promover a circularidade da palavra; estimular a participação de todos presentes; respeitar os silêncios; como conduzir a conversa reflexiva; como finalizar as reuniões
19) Processos reflexivos (escuta, transparência, presença, relação terapêutica)
10/04/2027 e 17/04/2027
Ementa: Estuda processos reflexivos (Tom Andersen) como base ético-clínica das práticas dialógicas, com ênfase em escuta responsiva, presença, transparência e construção de vínculo. Aborda equipes reflexivas e conversas com reflexividade, posicionamento do terapeuta e responsividade, além de dialogismo, polifonia, tolerância à incerteza e continuidade nos encontros clínicos e reuniões de rede. Desenvolve práticas de fala reflexiva, perguntas abertas, manejo do “não saber” e uso cuidadoso do self profissional.
20) Diálogo Aberto e psicose
24/04/2027
Ementa: Aborda psicose no Diálogo Aberto: fundamentos teóricos e clínicos; psicose como resposta ao estresse extremo e a experiências traumáticas. Corpo, afeto e linguagem na experiência psicótica. Polifonia e escuta das vozes psicóticas no diálogo. Reuniões de rede no cuidado com psicoses: princípios e desafios. Respeito à experiência psicótica, tolerância à incerteza e crítica à patologização. Implicações éticas e institucionais do trabalho dialógico com psicoses.
21) Diálogo Aberto e medicação psicotrópica
08/05/2027
Ementa: Problematizar o uso da medicação psicotrópica como padrão ouro no acompanhamento psiquiátrico, priorizando o diálogo como recurso no cuidado. Problematizar e analisar serviços medicocentrados e a centralização do cuidado nos efeitos da medicação. Discutir e analisar o papel da medicação no cuidado com o Diálogo Aberto: quando e como introduzir a medicação no cuidado. Apresentar evidências científicas das consequências do adiamento do uso medicamentoso em conjunto com a assistência do Diálogo Aberto.
22) Diálogo Aberto com crianças e adolescentes
15/05/2027
Ementa: A criança na psicologia: apego e desenvolvimento. Linguagens da criança: comunicação verbal, corporal e lúdica Famílias, redes e contextos relacionais na infância e adolescência. Práticas dialógicas com crianças, adolescentes e suas redes. Adaptações do Diálogo Aberto para o trabalho com crianças e adolescentes. Escuta reflexiva e processos reflexivos na clínica dialógica. Questões contemporâneas do sofrimento psíquico na infância e adolescência. Postura dialógica e competências relacionais do profissional
23) Diálogo Aberto em situações de crise psíquica
22/05/2027
Ementa: Refletir sobre o conceito, fundamentos epistemológicos, tipos de autópsia psicológica, modelos e técnicas para coleta de dados; métodos de pesquisa em suicidologia; ética e questões legais envolvendo a autópsia psicológica.
24) Diálogo Aberto no sofrimento decorrente do uso/abuso de álcool e outras drogas
05/06/2027
Ementa: Apresentar e contextualizar o cuidado a pessoas em sofrimento decorrente do uso/abuso de álcool e outras drogas dispensado nos modelos psiquiátricos e psicossocial. Dar enfoque no modelo psicossocial e principais diferenças ao psiquiátrico. Apresentar a Redução de Danos como modelo de cuidado e suas intersecções com o dialogismo e o Diálogo Aberto. Apresentar um modelo de como trabalhar o Diálogo Aberto no cuidado a pessoas em sofrimento devido abuso de álcool e outras drogas.
25) Diálogo Aberto em situações de ideação e tentativa de suicídio
12/06/2027
Ementa: A partir de experiências clínicas, a aula focaliza o trabalho com famílias e redes em contextos de ideação ou tentativa de suicídio a partir do Diálogo Aberto, enfatizando a reunião como espaço de sustentação do diálogo em situações de alta vulnerabilidade. Aborda-se o suicídio como fenômeno relacional, destacando a escuta da polifonia de vozes, a presença no momento presente e a tolerância à incerteza. Discute-se o desafio do profissional em dar conta de suas próprias angústias frente ao tema, mantendo-se presente e responsivo, ao mesmo tempo em que sustenta o diálogo e as emoções e angústias da família e da rede.
26) Utilizando o suporte de pares no Diálogo Aberto
19/06/2027 e 26/06/2027
Ementa: Modelo de Suporte de Pares na assistência em Saúde Mental. Como o Suporte de Pares pode ser trabalhado com a Abordagem Diálogo Aberto. Como realizar formação de pares. Exemplos de países que trabalham o Suporte de Pares com a abordagem do Diálogo Aberto.
27) Intervisão
03/07/2027
Ementa: Apresentar e problematizar o conceito de Intervisão. Contextualizar este conceito dentro da abordagem Diálogo Aberto. Demonstrar seus benefícios e principais diferenças da supervisão. A Intervisão no modelo do Reino Unido. Como introduzir este processo nos serviços de saúde.
28) Supervisão de casos
10/07/2027
29) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica III – Aplicabilidade do Diálogo Aberto
17/07/2027
18) Dinâmica das reuniões do Diálogo Aberto, primeira reunião e postura do facilitado
03/04/2027
Ementa: Apresentar a dinâmica das reuniões, quanto: como a demanda surge nos serviços; responsabilização dos profissionais; organização da logística; quantidade e frequência; especificidades do território e dos casos. Como conduzir as reuniões, dando foco para a primeira reunião. Postura dos facilitadores, quanto: promover a circularidade da palavra; estimular a participação de todos presentes; respeitar os silêncios; como conduzir a conversa reflexiva; como finalizar as reuniões
19) Processos reflexivos (escuta, transparência, presença, relação terapêutica)
10/04/2027 e 17/04/2027
Ementa: Estuda processos reflexivos (Tom Andersen) como base ético-clínica das práticas dialógicas, com ênfase em escuta responsiva, presença, transparência e construção de vínculo. Aborda equipes reflexivas e conversas com reflexividade, posicionamento do terapeuta e responsividade, além de dialogismo, polifonia, tolerância à incerteza e continuidade nos encontros clínicos e reuniões de rede. Desenvolve práticas de fala reflexiva, perguntas abertas, manejo do “não saber” e uso cuidadoso do self profissional.
20) Diálogo Aberto e psicose
24/04/2027
Ementa: Aborda psicose no Diálogo Aberto: fundamentos teóricos e clínicos; psicose como resposta ao estresse extremo e a experiências traumáticas. Corpo, afeto e linguagem na experiência psicótica. Polifonia e escuta das vozes psicóticas no diálogo. Reuniões de rede no cuidado com psicoses: princípios e desafios. Respeito à experiência psicótica, tolerância à incerteza e crítica à patologização. Implicações éticas e institucionais do trabalho dialógico com psicoses.
21) Diálogo Aberto e medicação psicotrópica
08/05/2027
Ementa: Problematizar o uso da medicação psicotrópica como padrão ouro no acompanhamento psiquiátrico, priorizando o diálogo como recurso no cuidado. Problematizar e analisar serviços medicocentrados e a centralização do cuidado nos efeitos da medicação. Discutir e analisar o papel da medicação no cuidado com o Diálogo Aberto: quando e como introduzir a medicação no cuidado. Apresentar evidências científicas das consequências do adiamento do uso medicamentoso em conjunto com a assistência do Diálogo Aberto.
22) Diálogo Aberto com crianças e adolescentes
15/05/2027
Ementa: A criança na psicologia: apego e desenvolvimento. Linguagens da criança: comunicação verbal, corporal e lúdica Famílias, redes e contextos relacionais na infância e adolescência. Práticas dialógicas com crianças, adolescentes e suas redes. Adaptações do Diálogo Aberto para o trabalho com crianças e adolescentes. Escuta reflexiva e processos reflexivos na clínica dialógica. Questões contemporâneas do sofrimento psíquico na infância e adolescência. Postura dialógica e competências relacionais do profissional
23) Diálogo Aberto em situações de crise psíquica
22/05/2027
Ementa: Refletir sobre o conceito, fundamentos epistemológicos, tipos de autópsia psicológica, modelos e técnicas para coleta de dados; métodos de pesquisa em suicidologia; ética e questões legais envolvendo a autópsia psicológica.
24) Diálogo Aberto no sofrimento decorrente do uso/abuso de álcool e outras drogas
05/06/2027
Ementa: Apresentar e contextualizar o cuidado a pessoas em sofrimento decorrente do uso/abuso de álcool e outras drogas dispensado nos modelos psiquiátricos e psicossocial. Dar enfoque no modelo psicossocial e principais diferenças ao psiquiátrico. Apresentar a Redução de Danos como modelo de cuidado e suas intersecções com o dialogismo e o Diálogo Aberto. Apresentar um modelo de como trabalhar o Diálogo Aberto no cuidado a pessoas em sofrimento devido abuso de álcool e outras drogas.
25) Diálogo Aberto em situações de ideação e tentativa de suicídio
12/06/2027
Ementa: A partir de experiências clínicas, a aula focaliza o trabalho com famílias e redes em contextos de ideação ou tentativa de suicídio a partir do Diálogo Aberto, enfatizando a reunião como espaço de sustentação do diálogo em situações de alta vulnerabilidade. Aborda-se o suicídio como fenômeno relacional, destacando a escuta da polifonia de vozes, a presença no momento presente e a tolerância à incerteza. Discute-se o desafio do profissional em dar conta de suas próprias angústias frente ao tema, mantendo-se presente e responsivo, ao mesmo tempo em que sustenta o diálogo e as emoções e angústias da família e da rede.
26) Utilizando o suporte de pares no Diálogo Aberto
19/06/2027 e 26/06/2027
Ementa: Modelo de Suporte de Pares na assistência em Saúde Mental. Como o Suporte de Pares pode ser trabalhado com a Abordagem Diálogo Aberto. Como realizar formação de pares. Exemplos de países que trabalham o Suporte de Pares com a abordagem do Diálogo Aberto.
27) Intervisão
03/07/2027
Ementa: Apresentar e problematizar o conceito de Intervisão. Contextualizar este conceito dentro da abordagem Diálogo Aberto. Demonstrar seus benefícios e principais diferenças da supervisão. A Intervisão no modelo do Reino Unido. Como introduzir este processo nos serviços de saúde.
28) Supervisão de casos
10/07/2027
29) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica III – Aplicabilidade do Diálogo Aberto
17/07/2027
30) Implementação de Práticas Dialógicas nos Serviços de Saúde Mental
07/08/2027 e 14/08/2027
Ementa: Apresenta experiências práticas de implementação de Diálogo Aberto e práticas dialógicas em serviços de saúde mental no contexto brasileiro. Discute estratégias utilizadas para iniciar e sustentar a prática no cotidiano (organização do acesso e tempo-resposta, convocação de redes e famílias, condução de encontros, corresponsabilização, continuidade e articulação territorial), bem como desafios e barreiras institucionais, culturais e operacionais enfrentados na RAPS/SUS. Sistematiza aprendizados, limites e potências, orientando a elaboração de passos iniciais e adaptações possíveis para diferentes dispositivos e territórios.
31) Medicalização da Vida, Reabilitação Psicossocial e Práticas Dialógicas em Rede
21/08/2027
Ementa: Discute a medicalização da vida e a centralidade de diagnósticos e psicofármacos na gestão do sofrimento, problematizando efeitos como cronicidade, estigma e redução do cuidado à lógica do controle. Apresenta a Reabilitação Psicossocial como horizonte ético-político de cuidado em liberdade, com foco em autonomia, participação social, contratualidade e vida no território. Articula esses debates às práticas dialógicas em rede (famílias, equipe e rede intersetorial), enfatizando escuta qualificada, polifonia, negociação de sentidos e construção compartilhada do PTS, em situações de crise e em contextos de vulnerabilidade social.
32) Práticas Colaborativas, PTS e Enfrentamento do Estigma na Saúde Mental em Perspectiva Dialógica
28/08/2027
Ementa: Aborda o Projeto Terapêutico Singular (PTS) como dispositivo de cuidado compartilhado na RAPS, construído com usuários, famílias, equipes e rede em perspectiva dialógica e colaborativa. Discute escuta qualificada, polifonia, negociação de metas e estratégias, corresponsabilização e articulação intersetorial, com foco em autonomia, protagonismo e cidadania. Analisa efeitos do estigma profissional e institucional na saúde mental sobre acolhimento, acesso, adesão e integralidade do cuidado. Apresenta estratégias de enfrentamento no cotidiano dos serviços, por meio da educação permanente, humanização, cuidado territorial e fortalecimento do trabalho em rede, sustentando o PTS como processo vivo.
33) Práticas Dialógicas em Grupos, Oficinas, Reuniões de Rede e Redes de Apoio
11/09/2027
Ementa: Aborda práticas dialógicas em grupos, oficinas, reuniões de rede e redes de apoio como dispositivos de cuidado, vínculo e participação no território. Discute estratégias para garantir múltiplas vozes, fortalecendo cidadania, ajuda mútua, coesão e corresponsabilização entre usuários, famílias, equipes e comunidade. Inclui a revisão de espaços coletivos entre equipes (matriciamento e discussão de casos) a partir da lógica dialógica, enfatizando a construção do cuidado com presença do sujeito/família.
34) Profissional Responsivo: Vulnerabilidade, Autocuidado e Transformação Mútua no Cuidado
18/09/2027
Ementa: Recovery em saúde mental e seus princípios no cotidiano do cuidado: esperança, protagonismo, autonomia e vínculo. O profissional responsivo como presença relacional: reconhecimento de limites, vulnerabilidade e corresponsabilização. Autocuidado como prática clínica e institucional: sustentação emocional, prevenção de desgaste e cuidado do cuidador. Transformação mútua no encontro terapêutico: como o cuidado afeta e forma usuários, equipes e profissionais. Estratégias para sustentar práticas colaborativas e centradas na pessoa em contextos de rede e território.
35) Supervisão de casos
25/09/2027
36) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica IV – Práticas Dialógicas no Contexto Brasileiro
02/10/2027 e 16/10/2027
30) Implementação de Práticas Dialógicas nos Serviços de Saúde Mental
07/08/2027 e 14/08/2027
Ementa: Apresenta experiências práticas de implementação de Diálogo Aberto e práticas dialógicas em serviços de saúde mental no contexto brasileiro. Discute estratégias utilizadas para iniciar e sustentar a prática no cotidiano (organização do acesso e tempo-resposta, convocação de redes e famílias, condução de encontros, corresponsabilização, continuidade e articulação territorial), bem como desafios e barreiras institucionais, culturais e operacionais enfrentados na RAPS/SUS. Sistematiza aprendizados, limites e potências, orientando a elaboração de passos iniciais e adaptações possíveis para diferentes dispositivos e territórios.
31) Medicalização da Vida, Reabilitação Psicossocial e Práticas Dialógicas em Rede
21/08/2027
Ementa: Discute a medicalização da vida e a centralidade de diagnósticos e psicofármacos na gestão do sofrimento, problematizando efeitos como cronicidade, estigma e redução do cuidado à lógica do controle. Apresenta a Reabilitação Psicossocial como horizonte ético-político de cuidado em liberdade, com foco em autonomia, participação social, contratualidade e vida no território. Articula esses debates às práticas dialógicas em rede (famílias, equipe e rede intersetorial), enfatizando escuta qualificada, polifonia, negociação de sentidos e construção compartilhada do PTS, em situações de crise e em contextos de vulnerabilidade social.
32) Práticas Colaborativas, PTS e Enfrentamento do Estigma na Saúde Mental em Perspectiva Dialógica
28/08/2027
Ementa: Aborda o Projeto Terapêutico Singular (PTS) como dispositivo de cuidado compartilhado na RAPS, construído com usuários, famílias, equipes e rede em perspectiva dialógica e colaborativa. Discute escuta qualificada, polifonia, negociação de metas e estratégias, corresponsabilização e articulação intersetorial, com foco em autonomia, protagonismo e cidadania. Analisa efeitos do estigma profissional e institucional na saúde mental sobre acolhimento, acesso, adesão e integralidade do cuidado. Apresenta estratégias de enfrentamento no cotidiano dos serviços, por meio da educação permanente, humanização, cuidado territorial e fortalecimento do trabalho em rede, sustentando o PTS como processo vivo.
33) Práticas Dialógicas em Grupos, Oficinas, Reuniões de Rede e Redes de Apoio
11/09/2027
Ementa: Aborda práticas dialógicas em grupos, oficinas, reuniões de rede e redes de apoio como dispositivos de cuidado, vínculo e participação no território. Discute estratégias para garantir múltiplas vozes, fortalecendo cidadania, ajuda mútua, coesão e corresponsabilização entre usuários, famílias, equipes e comunidade. Inclui a revisão de espaços coletivos entre equipes (matriciamento e discussão de casos) a partir da lógica dialógica, enfatizando a construção do cuidado com presença do sujeito/família.
34) Profissional Responsivo: Vulnerabilidade, Autocuidado e Transformação Mútua no Cuidado
18/09/2027
Ementa: Recovery em saúde mental e seus princípios no cotidiano do cuidado: esperança, protagonismo, autonomia e vínculo. O profissional responsivo como presença relacional: reconhecimento de limites, vulnerabilidade e corresponsabilização. Autocuidado como prática clínica e institucional: sustentação emocional, prevenção de desgaste e cuidado do cuidador. Transformação mútua no encontro terapêutico: como o cuidado afeta e forma usuários, equipes e profissionais. Estratégias para sustentar práticas colaborativas e centradas na pessoa em contextos de rede e território.
35) Supervisão de casos
25/09/2027
36) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica IV – Práticas Dialógicas no Contexto Brasileiro
02/10/2027 e 16/10/2027
30) Implementação de Práticas Dialógicas nos Serviços de Saúde Mental
07/08/2027 e 14/08/2027
Ementa: Apresenta experiências práticas de implementação de Diálogo Aberto e práticas dialógicas em serviços de saúde mental no contexto brasileiro. Discute estratégias utilizadas para iniciar e sustentar a prática no cotidiano (organização do acesso e tempo-resposta, convocação de redes e famílias, condução de encontros, corresponsabilização, continuidade e articulação territorial), bem como desafios e barreiras institucionais, culturais e operacionais enfrentados na RAPS/SUS. Sistematiza aprendizados, limites e potências, orientando a elaboração de passos iniciais e adaptações possíveis para diferentes dispositivos e territórios.
31) Medicalização da Vida, Reabilitação Psicossocial e Práticas Dialógicas em Rede
21/08/2027
Ementa: Discute a medicalização da vida e a centralidade de diagnósticos e psicofármacos na gestão do sofrimento, problematizando efeitos como cronicidade, estigma e redução do cuidado à lógica do controle. Apresenta a Reabilitação Psicossocial como horizonte ético-político de cuidado em liberdade, com foco em autonomia, participação social, contratualidade e vida no território. Articula esses debates às práticas dialógicas em rede (famílias, equipe e rede intersetorial), enfatizando escuta qualificada, polifonia, negociação de sentidos e construção compartilhada do PTS, em situações de crise e em contextos de vulnerabilidade social.
32) Práticas Colaborativas, PTS e Enfrentamento do Estigma na Saúde Mental em Perspectiva Dialógica
28/08/2027
Ementa: Aborda o Projeto Terapêutico Singular (PTS) como dispositivo de cuidado compartilhado na RAPS, construído com usuários, famílias, equipes e rede em perspectiva dialógica e colaborativa. Discute escuta qualificada, polifonia, negociação de metas e estratégias, corresponsabilização e articulação intersetorial, com foco em autonomia, protagonismo e cidadania. Analisa efeitos do estigma profissional e institucional na saúde mental sobre acolhimento, acesso, adesão e integralidade do cuidado. Apresenta estratégias de enfrentamento no cotidiano dos serviços, por meio da educação permanente, humanização, cuidado territorial e fortalecimento do trabalho em rede, sustentando o PTS como processo vivo.
33) Práticas Dialógicas em Grupos, Oficinas, Reuniões de Rede e Redes de Apoio
11/09/2027
Ementa: Aborda práticas dialógicas em grupos, oficinas, reuniões de rede e redes de apoio como dispositivos de cuidado, vínculo e participação no território. Discute estratégias para garantir múltiplas vozes, fortalecendo cidadania, ajuda mútua, coesão e corresponsabilização entre usuários, famílias, equipes e comunidade. Inclui a revisão de espaços coletivos entre equipes (matriciamento e discussão de casos) a partir da lógica dialógica, enfatizando a construção do cuidado com presença do sujeito/família.
34) Profissional Responsivo: Vulnerabilidade, Autocuidado e Transformação Mútua no Cuidado
18/09/2027
Ementa: Recovery em saúde mental e seus princípios no cotidiano do cuidado: esperança, protagonismo, autonomia e vínculo. O profissional responsivo como presença relacional: reconhecimento de limites, vulnerabilidade e corresponsabilização. Autocuidado como prática clínica e institucional: sustentação emocional, prevenção de desgaste e cuidado do cuidador. Transformação mútua no encontro terapêutico: como o cuidado afeta e forma usuários, equipes e profissionais. Estratégias para sustentar práticas colaborativas e centradas na pessoa em contextos de rede e território.
35) Supervisão de casos
25/09/2027
36) Seminário - Laboratório de Construção da Experiência Dialógica IV – Práticas Dialógicas no Contexto Brasileiro
02/10/2027 e 16/10/2027
Priscilla Cordeiro (Coordenadora)
Priscilla Cordeiro (Coordenadora)
Priscilla Cordeiro (Coordenadora)
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Mestra em Ensino em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Possui aperfeiçoamento em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e formação de preceptores para o SUS. Atua no Sistema Único de Saúde desde 2013, com experiência em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, tendo trabalhado na gestão de serviços da RAPS (CAPS II, CAPS III e Residência Terapêutica), além de atuação em CAPS III e Atenção Primária. Foi docente e tutora em programas de residência em Psiquiatria e Saúde Mental.
Atualmente, é supervisora institucional e professora convidada do CENAT, com formação em Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui experiência em saúde pública, reabilitação psicossocial, gestão, educação permanente e práticas dialógicas.
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Mestra em Ensino em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Possui aperfeiçoamento em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e formação de preceptores para o SUS. Atua no Sistema Único de Saúde desde 2013, com experiência em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, tendo trabalhado na gestão de serviços da RAPS (CAPS II, CAPS III e Residência Terapêutica), além de atuação em CAPS III e Atenção Primária. Foi docente e tutora em programas de residência em Psiquiatria e Saúde Mental.
Atualmente, é supervisora institucional e professora convidada do CENAT, com formação em Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui experiência em saúde pública, reabilitação psicossocial, gestão, educação permanente e práticas dialógicas.
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal do Paraná (2011) e Mestra em Ensino em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Possui aperfeiçoamento em Saúde Mental pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e formação de preceptores para o SUS. Atua no Sistema Único de Saúde desde 2013, com experiência em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, tendo trabalhado na gestão de serviços da RAPS (CAPS II, CAPS III e Residência Terapêutica), além de atuação em CAPS III e Atenção Primária. Foi docente e tutora em programas de residência em Psiquiatria e Saúde Mental.
Atualmente, é supervisora institucional e professora convidada do CENAT, com formação em Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui experiência em saúde pública, reabilitação psicossocial, gestão, educação permanente e práticas dialógicas.
Thiago Magela (Coordenador)
Thiago Magela (Coordenador)
Thiago Magela (Coordenador)
Enfermeiro graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (2015) e mestre em Saúde Coletiva (2024), com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica. Especialista em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Planejamento e Gestão em Saúde e Terapia Familiar Sistêmica, com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui trajetória no SUS com atuação em saúde mental, atenção básica e gestão, incluindo coordenação de CAPS I em Carmo do Cajuru/MG e gerência de saúde mental em Divinópolis (2022–2024). Também atuou como docente e supervisor de estágio em saúde coletiva.
Atualmente, é docente de pós-graduação no Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental e coordenador da pós em Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial.
Enfermeiro graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (2015) e mestre em Saúde Coletiva (2024), com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica. Especialista em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Planejamento e Gestão em Saúde e Terapia Familiar Sistêmica, com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui trajetória no SUS com atuação em saúde mental, atenção básica e gestão, incluindo coordenação de CAPS I em Carmo do Cajuru/MG e gerência de saúde mental em Divinópolis (2022–2024). Também atuou como docente e supervisor de estágio em saúde coletiva.
Atualmente, é docente de pós-graduação no Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental e coordenador da pós em Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial.
Enfermeiro graduado pela Universidade Federal de São João del-Rei (2015) e mestre em Saúde Coletiva (2024), com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica. Especialista em Atenção Básica, Enfermagem Psiquiátrica, Planejamento e Gestão em Saúde e Terapia Familiar Sistêmica, com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Possui trajetória no SUS com atuação em saúde mental, atenção básica e gestão, incluindo coordenação de CAPS I em Carmo do Cajuru/MG e gerência de saúde mental em Divinópolis (2022–2024). Também atuou como docente e supervisor de estágio em saúde coletiva.
Atualmente, é docente de pós-graduação no Centro Educacional Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental e coordenador da pós em Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial.
Cecília Cruz Villares (Coordenadora)
Cecília Cruz Villares (Coordenadora)
Cecília Cruz Villares (Coordenadora)
Terapeuta ocupacional pela FMUSP, mestre em Saúde Mental pela Unifesp, terapeuta familiar (Instituto Familiae/SP) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (Nova York).
Atua desde 2020 como formadora em cursos de Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto na América Latina e Europa. Atualmente coordena programas de formação pelo Instituto Noos (São Paulo), em Portugal, em Bruxelas e Paris; e integra a equipe docente dos cursos de Diálogo Aberto na Universidade de Almería (Espanha) e na Cidade do México.
De 1984 a 2017 esteve vinculada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde participou da criação do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) e atuou em clínica, ensino, pesquisa e supervisão, com foco em práticas com famílias, efeitos do estigma e relações entre cultura e saúde mental.
Cofundadora da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), desenvolve ações de cuidado, educação e defesa de direitos em saúde mental. É autora e coautora de mais de 50 publicações sobre esses temas.
Terapeuta ocupacional pela FMUSP, mestre em Saúde Mental pela Unifesp, terapeuta familiar (Instituto Familiae/SP) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (Nova York).
Atua desde 2020 como formadora em cursos de Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto na América Latina e Europa. Atualmente coordena programas de formação pelo Instituto Noos (São Paulo), em Portugal, em Bruxelas e Paris; e integra a equipe docente dos cursos de Diálogo Aberto na Universidade de Almería (Espanha) e na Cidade do México.
De 1984 a 2017 esteve vinculada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde participou da criação do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) e atuou em clínica, ensino, pesquisa e supervisão, com foco em práticas com famílias, efeitos do estigma e relações entre cultura e saúde mental.
Cofundadora da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), desenvolve ações de cuidado, educação e defesa de direitos em saúde mental. É autora e coautora de mais de 50 publicações sobre esses temas.
Terapeuta ocupacional pela FMUSP, mestre em Saúde Mental pela Unifesp, terapeuta familiar (Instituto Familiae/SP) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (Nova York).
Atua desde 2020 como formadora em cursos de Práticas Dialógicas e Diálogo Aberto na América Latina e Europa. Atualmente coordena programas de formação pelo Instituto Noos (São Paulo), em Portugal, em Bruxelas e Paris; e integra a equipe docente dos cursos de Diálogo Aberto na Universidade de Almería (Espanha) e na Cidade do México.
De 1984 a 2017 esteve vinculada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde participou da criação do Programa de Esquizofrenia (PROESQ) e atuou em clínica, ensino, pesquisa e supervisão, com foco em práticas com famílias, efeitos do estigma e relações entre cultura e saúde mental.
Cofundadora da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), desenvolve ações de cuidado, educação e defesa de direitos em saúde mental. É autora e coautora de mais de 50 publicações sobre esses temas.
Aulas interativas
Aulas interativas
Aulas interativas
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.
Área do Aluno
Área do Aluno
Área do Aluno
Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.
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Tutor
Tutor
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Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
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Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso.
Desenvolver ações e projetos
Desenvolver ações e projetos
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Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.
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Conteúdo 100% Online
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Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.
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Carga horária: 366 horas
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Aulas online e ao vivo
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Sábados, de 09h00 às 12h00
Sábados, de 09h00 às 12h00
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Matricule-se na Pós-Graduação e ganhe uma série de vantagens e benefícios pra acelerar a sua jornada
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Acesso a todos os Congressos Online e Workshops
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acesso gratuito a todos os Congressos Online e Workshops durante a sua Pós-Graduação
acesso gratuito a todos os Congressos Online e Workshops durante a sua Pós-Graduação
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Plataforma para profissionais
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plataforma exclusiva para divulgação de profissionais formados pelo CENAT
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Mais de 30 certificações extras
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acesso à plataforma da Comunidade CENAT, com mais de 30 cursos complementares com certificação
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50% de desconto nas Pós-graduações
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estudantes de Pós-Graduação do CENAT ganham 50% de desconto em uma segunda especialização
estudantes de Pós-Graduação do CENAT ganham 50% de desconto em uma segunda especialização
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Profissionais graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.
Profissionais graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.
Profissionais graduados que atuem no campo da saúde, saúde mental e atenção psicossocial e profissionais graduados que trabalhem indiretamente com o campo ou tenham interesse.
Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
A Pós-Graduação em Práticas Dialógicas e Fundamentos do Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental é realizada em parceria entre o CENAT e o Instituto NOOS.
O Instituto NOOS é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1994, dedicada ao desenvolvimento e à difusão de práticas sistêmicas voltadas à promoção da saúde dos relacionamentos em famílias, grupos e instituições.
A Pós-Graduação em Práticas Dialógicas e Fundamentos do Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental é realizada em parceria entre o CENAT e o Instituto NOOS.
O Instituto NOOS é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1994, dedicada ao desenvolvimento e à difusão de práticas sistêmicas voltadas à promoção da saúde dos relacionamentos em famílias, grupos e instituições.
A Pós-Graduação em Práticas Dialógicas e Fundamentos do Diálogo Aberto no Cuidado em Saúde Mental é realizada em parceria entre o CENAT e o Instituto NOOS.
O Instituto NOOS é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1994, dedicada ao desenvolvimento e à difusão de práticas sistêmicas voltadas à promoção da saúde dos relacionamentos em famílias, grupos e instituições.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.
15% DE DESCONTO DE LANÇAMENTO ATÉ 31/03
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Em até 20x de:
Em até 20x de:
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R$ 355,50*
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de R$7.900,00
por R$6.715,00.
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*Valor com desconto já aplicado
*Valor com desconto já aplicado
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Curso online com disciplinas ao vivo;
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Duração do curso: 16 meses;
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Carga horária: 366 horas;
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Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;
Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;
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Início das aulas: 20/06/2026.
Início das aulas: 20/06/2026.
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Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.
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Condições especiais para pagamento à vista
Condições especiais para pagamento à vista
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Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico e na relevância da formação oferecida. Por isso, caso você conclua o primeiro módulo da pós-graduação e não esteja satisfeito(a) com o curso, poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula, sem cobrança de multas ou encargos adicionais.
Nosso compromisso é oferecer uma formação sólida, ética e alinhada às reais demandas da atuação em saúde mental.
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Nosso compromisso é oferecer uma formação sólida, ética e alinhada às reais demandas da atuação em saúde mental.
Confiamos na qualidade do nosso projeto pedagógico e na relevância da formação oferecida. Por isso, caso você conclua o primeiro módulo da pós-graduação e não esteja satisfeito(a) com o curso, poderá solicitar o cancelamento da sua matrícula, sem cobrança de multas ou encargos adicionais.
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Como você pode garantir sua vaga?
Como você pode garantir sua vaga?
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Passo 1: Preencha o formulário de cadastro ao clicar no botão abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.
Passo 2: Agende a conversa inicial.
Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.
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A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
Vitória Nunes
Aluna da Pós-Graduação Boas Práticas em Saúde Mental nas Organizações e no Trabalho.
A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
Vitória Nunes
Aluna da Pós-Graduação Boas Práticas em Saúde Mental nas Organizações e no Trabalho.
A pós vem em um momento bastante importante da minha vida profissional, ela completa um conhecimento numa atuação prática voltada para o nosso campo de trabalho, trazendo além do conhecimento técnico, movimentos, conhecimentos de quem já atua na Atenção Primária, e complementa, engrandece o nosso saber. Eu fiz essa escolha através de um dos eventos do Cenat que foi aberto ao público, me interessei porque foi um tema muito rico sobre a atuação na Atenção Primária, e eu estava interessada justamente em melhorar a minha prática no SUS e isso veio de encontro, né? E tem sido um ano muito rico, de trocas muito bacanas, recomendo muito!"
Vitória Nunes
Aluna da Pós-Graduação Boas Práticas em Saúde Mental nas Organizações e no Trabalho.
Meu nome é Luciana Melo, sou enfermeira, trabalho no CAPS II aqui em Januário, no norte de Minas Gerais. Eu escolhi fazer o curso porque, apesar de já trabalhar na gestão há 19 anos, a gente tem um conhecimento de outras pessoas que já passaram pela experiência né, de Gestão, e estão buscando aumentar o conhecimento delas também, e estamos compartilhando tudo que a gente vivencia. Às vezes a gente acha que o que a gente passa no nosso trabalho é só gente que passa, e a gente vê a experiência do outro e vai compartilhando esses conhecimentos. Com a Pós de Gestão e Planejamento, a gente conseguiu montar 2 projetos em Januário e conseguimos o recurso para a implementação do CAPS AD e do CAPS Infantil. Então o curso vem colaborando para o aumento e a melhora da saúde mental aqui do município de Januário!"
Luciana Melo
Estudante da Pós-Graduação em Boas Práticas em Saúde Mental: Gestão, Avaliação e Planejamento no Campo da Atenção Psicossocial.
Meu nome é Luciana Melo, sou enfermeira, trabalho no CAPS II aqui em Januário, no norte de Minas Gerais. Eu escolhi fazer o curso porque, apesar de já trabalhar na gestão há 19 anos, a gente tem um conhecimento de outras pessoas que já passaram pela experiência né, de Gestão, e estão buscando aumentar o conhecimento delas também, e estamos compartilhando tudo que a gente vivencia. Às vezes a gente acha que o que a gente passa no nosso trabalho é só gente que passa, e a gente vê a experiência do outro e vai compartilhando esses conhecimentos. Com a Pós de Gestão e Planejamento, a gente conseguiu montar 2 projetos em Januário e conseguimos o recurso para a implementação do CAPS AD e do CAPS Infantil. Então o curso vem colaborando para o aumento e a melhora da saúde mental aqui do município de Januário!"
Luciana Melo
Estudante da Pós-Graduação em Boas Práticas em Saúde Mental: Gestão, Avaliação e Planejamento no Campo da Atenção Psicossocial.
Meu nome é Luciana Melo, sou enfermeira, trabalho no CAPS II aqui em Januário, no norte de Minas Gerais. Eu escolhi fazer o curso porque, apesar de já trabalhar na gestão há 19 anos, a gente tem um conhecimento de outras pessoas que já passaram pela experiência né, de Gestão, e estão buscando aumentar o conhecimento delas também, e estamos compartilhando tudo que a gente vivencia. Às vezes a gente acha que o que a gente passa no nosso trabalho é só gente que passa, e a gente vê a experiência do outro e vai compartilhando esses conhecimentos. Com a Pós de Gestão e Planejamento, a gente conseguiu montar 2 projetos em Januário e conseguimos o recurso para a implementação do CAPS AD e do CAPS Infantil. Então o curso vem colaborando para o aumento e a melhora da saúde mental aqui do município de Januário!"
Luciana Melo
Estudante da Pós-Graduação em Boas Práticas em Saúde Mental: Gestão, Avaliação e Planejamento no Campo da Atenção Psicossocial.
Especialização que gera retorno
Especialização que gera retorno
Especialização que gera retorno
Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.
Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.
Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.
Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.
Investir em uma pós-graduação em Saúde Mental é uma escolha estratégica para quem busca valorização profissional e aumento de renda. Profissionais especializados na área chegam a ganhar, em média, o dobro em relação aos que possuem apenas graduação, com salários em torno de R$ 11.539.
Além do ganho financeiro, a especialização amplia a segurança na prática, qualifica a atuação clínica e institucional e abre portas para mais oportunidades no mercado público e privado. É o caminho ideal para quem deseja se destacar, atuar com mais autonomia e conquistar melhores honorários.
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.
Quem pode fazer uma pós-graduação?
Quem pode fazer uma pós-graduação?
Quem pode fazer uma pós-graduação?
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.
O que é uma pós-graduação?
O que é uma pós-graduação?
O que é uma pós-graduação?
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.
Preciso fazer TCC?
Preciso fazer TCC?
Preciso fazer TCC?
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto terapêutico singular, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.
Critérios de avaliação:
1) Participação nas aulas;
2) Participação nos seminários;
3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;
4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.
Quanto tempo dura?
Quanto tempo dura?
Quanto tempo dura?
A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 366 horas, o que corresponde a 16 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.
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Qual é o título de quem faz especialização?
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A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.
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Entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail: processoseletivo@cenatsaudemental.com
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Para tirar dúvidas sobre a inscrição do curso:
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* O valor apresentado inclui desconto de 6%, para pagamento feitos até a data de vencimento.
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Forma de pagamento: boleto bancário.
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Os valores pagos na pós-graduação podem ser deduzidos do Imposto de Renda.
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Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.
Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.