O Curso
Corpo Docente
Investimento

Apresentação

Apresentação

Apresentação

A Supervisão Clínico Institucional é um conjunto de ações de apoio que visa qualificar e instrumentalizar os profissionais dos serviços para superar os desafios na oferta de cuidado no cotidiano. (Portaria n° 1.174, de 07 DE JULHO DE 2005, Art. 3). É um dispositivo reconhecido e aplicado nos serviços públicos de saúde mental. Considerada também uma estratégia de fortalecimento, qualificação e difusão de práticas de cuidado democráticas pautadas nos princípios dos Direitos Humanos, da desinstitucionalização e do cuidado em liberdade, inclusivas e responsivas às necessidades de saúde mental da população em geral.


Avanços foram feitos na assistência de saúde mental do país, como a Lei da Reforma Psiquiátrica (10.216/01) e o estabelecimento da Rede de Atenção Psicossocial. Porém, há desafios a serem ultrapassados, como o retrocesso sistematizado observado entre 2016 e 2019, com a Nova Política Nacional de Saúde Mental, assim chamada pela Nota Técnica 11/2019-CGMAD/DAPES/SAS/MS, trazendo o aumento do incentivo à internação psiquiátrica e ao financiamento em comunidades terapêuticas, que ainda reverberam nos processos de cuidado no território.


Diante da importância de formar trabalhadores da saúde para atuar como supervisores clínico institucionais, o CENAT está lançando o curso de Pós Graduação em Supervisão Clínico Institucional. O curso conta com a participação de profissionais com experiência teórico-prática no tema e oferece recursos para profissionais que já tenham experiência possam se atualizar ou mesmo ampliar o conhecimento nessa prática. A supervisão clínico institucional é um dispositivo do SUS que visa apoiar o trabalho de gestores e trabalhadores e articular o cuidado em rede e no território baseado na ética do cuidado em liberdade.

A Supervisão Clínico Institucional é um conjunto de ações de apoio que visa qualificar e instrumentalizar os profissionais dos serviços para superar os desafios na oferta de cuidado no cotidiano. (Portaria n° 1.174, de 07 DE JULHO DE 2005, Art. 3). É um dispositivo reconhecido e aplicado nos serviços públicos de saúde mental. Considerada também uma estratégia de fortalecimento, qualificação e difusão de práticas de cuidado democráticas pautadas nos princípios dos Direitos Humanos, da desinstitucionalização e do cuidado em liberdade, inclusivas e responsivas às necessidades de saúde mental da população em geral.


Avanços foram feitos na assistência de saúde mental do país, como a Lei da Reforma Psiquiátrica (10.216/01) e o estabelecimento da Rede de Atenção Psicossocial. Porém, há desafios a serem ultrapassados, como o retrocesso sistematizado observado entre 2016 e 2019, com a Nova Política Nacional de Saúde Mental, assim chamada pela Nota Técnica 11/2019-CGMAD/DAPES/SAS/MS, trazendo o aumento do incentivo à internação psiquiátrica e ao financiamento em comunidades terapêuticas, que ainda reverberam nos processos de cuidado no território.


Diante da importância de formar trabalhadores da saúde para atuar como supervisores clínico institucionais, o CENAT está lançando o curso de Pós Graduação em Supervisão Clínico Institucional. O curso conta com a participação de profissionais com experiência teórico-prática no tema e oferece recursos para profissionais que já tenham experiência possam se atualizar ou mesmo ampliar o conhecimento nessa prática. A supervisão clínico institucional é um dispositivo do SUS que visa apoiar o trabalho de gestores e trabalhadores e articular o cuidado em rede e no território baseado na ética do cuidado em liberdade.

A Supervisão Clínico Institucional é um conjunto de ações de apoio que visa qualificar e instrumentalizar os profissionais dos serviços para superar os desafios na oferta de cuidado no cotidiano. (Portaria n° 1.174, de 07 DE JULHO DE 2005, Art. 3). É um dispositivo reconhecido e aplicado nos serviços públicos de saúde mental. Considerada também uma estratégia de fortalecimento, qualificação e difusão de práticas de cuidado democráticas pautadas nos princípios dos Direitos Humanos, da desinstitucionalização e do cuidado em liberdade, inclusivas e responsivas às necessidades de saúde mental da população em geral.


Avanços foram feitos na assistência de saúde mental do país, como a Lei da Reforma Psiquiátrica (10.216/01) e o estabelecimento da Rede de Atenção Psicossocial. Porém, há desafios a serem ultrapassados, como o retrocesso sistematizado observado entre 2016 e 2019, com a Nova Política Nacional de Saúde Mental, assim chamada pela Nota Técnica 11/2019-CGMAD/DAPES/SAS/MS, trazendo o aumento do incentivo à internação psiquiátrica e ao financiamento em comunidades terapêuticas, que ainda reverberam nos processos de cuidado no território.


Diante da importância de formar trabalhadores da saúde para atuar como supervisores clínico institucionais, o CENAT está lançando o curso de Pós Graduação em Supervisão Clínico Institucional. O curso conta com a participação de profissionais com experiência teórico-prática no tema e oferece recursos para profissionais que já tenham experiência possam se atualizar ou mesmo ampliar o conhecimento nessa prática. A supervisão clínico institucional é um dispositivo do SUS que visa apoiar o trabalho de gestores e trabalhadores e articular o cuidado em rede e no território baseado na ética do cuidado em liberdade.

Objetivos

Objetivos

Objetivos

Qualificar

Qualificar

Qualificar

a gestão e o cuidado nos dispositivos públicos de saúde mental;











a gestão e o cuidado nos dispositivos públicos de saúde mental;











a gestão e o cuidado nos dispositivos públicos de saúde mental;











Promover

Promover

Promover

qualificação aos supervisores para integrarem e qualificarem as equipes dos serviços de saúde mental;









qualificação aos supervisores para integrarem e qualificarem as equipes dos serviços de saúde mental;









qualificação aos supervisores para integrarem e qualificarem as equipes dos serviços de saúde mental;









Capacitar

Capacitar

Capacitar

os supervisores para fomentar nos dispositivos uma cultura de compartilhamento de problemas e sugestão de soluções para os dilemas clínicos e/ou institucionais, potencializando a participação da equipe no processo;

os supervisores para fomentar nos dispositivos uma cultura de compartilhamento de problemas e sugestão de soluções para os dilemas clínicos e/ou institucionais, potencializando a participação da equipe no processo;

os supervisores para fomentar nos dispositivos uma cultura de compartilhamento de problemas e sugestão de soluções para os dilemas clínicos e/ou institucionais, potencializando a participação da equipe no processo;

Oferecer

Oferecer

Oferecer

conteúdo teórico-prático e experiência real de supervisão clínico-institucional nos dispositivos de saúde mental do país.










conteúdo teórico-prático e experiência real de supervisão clínico-institucional nos dispositivos de saúde mental do país.










conteúdo teórico-prático e experiência real de supervisão clínico-institucional nos dispositivos de saúde mental do país.










Conheça mais

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Assista ao vídeo sobre a pós-graduação, contando detalhes sobre o programa:

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Disciplinas e Cronograma

Disciplinas e Cronograma

Disciplinas e Cronograma

Segundas, de 19h00 às 22h00

Segundas, de 19h00 às 22h00

Segundas, de 19h00 às 22h00

Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

Início das aulas: 20/04/2026

Início das aulas: 20/04/2026

Início das aulas: 20/04/2026

Eixo 1 - Fundamentos da Reforma Psiquiátrica

Eixo 1 - Fundamentos da Reforma Psiquiátrica

Eixo 1 - Fundamentos da Reforma Psiquiátrica

0) Aula Introdutória

20/04/2026


1) História da Saúde Mental, Reforma Sanitária e Reforma Psiquiátrica Brasileira

27/04/2026

Dr. Sílvio Yasui

Ementa: Apresentar a história da Saúde Mental mundial, bem como os processos de reforma psiquiátrica inglesa, francesa e italiana. Apresentar e discutir sobre a reforma sanitária, seu entrelaçamento com a saúde coletiva e a Reforma Psiquiátrica Brasileira.


2) A construção da RAPS: território, comunidade e redes de cuidado em saúde mental

04/05/2026

Me. Rodrigo Simas

Ementa: Partir do movimento da RPB, suas diretrizes (desinstitucionalização, autonomia e protagonismo do usuário, intersetorialidade e territorialização do cuidado) e discutir o estabelecimento da RAPS no país. Discutir e refletir a RAPS enquanto rede substitutiva; quais dispositivos a compõem e suas funções. Discutir a rede enquanto rede vida e suas relações.


3) Fundamentos da Atenção Psicossocial

11/05/2026

Ma. Edna Mendonça

Ementa: Apresentar, discutir e refletir sobre os fundamentos da Atenção Psicossocial. Dando enfoque aos fundamentos: desinstitucionalização e desospitalização; acolhimento; serviços ‘portas abertas’ (a partir da discussão proposta por Fernanda Nicácio e Gastão Wagner); clínica ampliada; redução de danos; intersetorialidade e processo matricial de rede; territorialização; e longitudinalidade do cuidado.


4) Práticas de cuidado na RAPS: projeto terapêutico singular, escuta, acolhimento, vínculo e humanização

18/05/2026

Me. Thiago Ramos

Ementa: Partir da aula anterior e da discussão dos fundamentos da Atenção Psicossocial. Apresentar, discutir e refletir sobre as ferramentas de cuidado como: Projeto Terapêutico Singular; escuta qualificada e ativa; acolhimento a partir do referencial de serviço porta aberta e humanização do cuidado.


5) Práticas de cuidado na RAPS: o apoio institucional e o apoio matricial

25/05/2026

Me. Onézimo Tadeu

Ementa: Compreender a formulação teórica e sua contribuição para o trabalho ampliado e compartilhado; assimilar os conceitos Equipe de Referência e Equipe de Apoio Matricial; Campo e Núcleo de competências.


6) Práticas de cuidado na RAPS: a função técnico de referência

01/06/2026

Ma. Cristiana Marina

Ementa: Apresentar, discutir e refletir sobre a função técnico de referência (atribuições e formas de composição, como mini equipes de referência).


7) Práticas de cuidado na RAPS: Trabalho em equipe, trabalho interprofissional e trabalho colaborativo

08/06/2026

Dr. José de Arimatéia Reis Rodrigues

Ementa: Refletir sobre o Campo e Núcleo de competências para a construção do trabalho em equipe, interprofissional e colaborativo. Reconhecer os saberes e habilidades nucleares das profissões que compõem os serviços da RAPS. Reconhecer as práticas, no campo da saúde coletiva na RAPS, para intervir no processo saúde-doença-cuidado


8) Práticas de cuidado na RAPS: como ampliar o olhar para os marcadores sociais da diferença? Equidade e Iniquidades em Saúde

15/06/2026

Dra. Rachel Gouveia

Ementa: Discutir o conceito e quais os principais marcadores sociais da diferença. Discutir e promover reflexão em como os marcadores da diferença interferem no acesso das pessoas às políticas públicas de cuidado. Discutir o conceito de interseccionalidade e refletir no processo de interação dos marcadores sociais no cuidado em saúde. Refletir sobre a visão e intervenção dos serviços públicos em relação aos marcadores sociais da diferença.


9) Atividades em grupos como estratégia de cuidado em saúde na RAPS

29/06/2026

Ma. Priscilla Cordeiro

Ementa: Refletir sobre concepções, teorias e metodologias que fundamentam o trabalho com grupos; Discutir aspectos relacionados ao planejamento para realização de atividades com grupos; As atividades coletivas na RAPS.


10) Oficinas formativas

06/07/2026

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


11) Seminário Participativo e avaliação

03/08/2026

Ementa: Realização de seminário avaliativo a partir das disciplinas trabalhadas no módulo. Pode ser feito através de discussão de casos, discussão de artigos, oficinas, grupos focais, etc.. Priorizar metodologias ativas e discussão em grupo.

0) Aula Introdutória

20/04/2026


1) História da Saúde Mental, Reforma Sanitária e Reforma Psiquiátrica Brasileira

27/04/2026

Dr. Sílvio Yasui

Ementa: Apresentar a história da Saúde Mental mundial, bem como os processos de reforma psiquiátrica inglesa, francesa e italiana. Apresentar e discutir sobre a reforma sanitária, seu entrelaçamento com a saúde coletiva e a Reforma Psiquiátrica Brasileira.


2) A construção da RAPS: território, comunidade e redes de cuidado em saúde mental

04/05/2026

Me. Rodrigo Simas

Ementa: Partir do movimento da RPB, suas diretrizes (desinstitucionalização, autonomia e protagonismo do usuário, intersetorialidade e territorialização do cuidado) e discutir o estabelecimento da RAPS no país. Discutir e refletir a RAPS enquanto rede substitutiva; quais dispositivos a compõem e suas funções. Discutir a rede enquanto rede vida e suas relações.


3) Fundamentos da Atenção Psicossocial

11/05/2026

Ma. Edna Mendonça

Ementa: Apresentar, discutir e refletir sobre os fundamentos da Atenção Psicossocial. Dando enfoque aos fundamentos: desinstitucionalização e desospitalização; acolhimento; serviços ‘portas abertas’ (a partir da discussão proposta por Fernanda Nicácio e Gastão Wagner); clínica ampliada; redução de danos; intersetorialidade e processo matricial de rede; territorialização; e longitudinalidade do cuidado.


4) Práticas de cuidado na RAPS: projeto terapêutico singular, escuta, acolhimento, vínculo e humanização

18/05/2026

Me. Thiago Ramos

Ementa: Partir da aula anterior e da discussão dos fundamentos da Atenção Psicossocial. Apresentar, discutir e refletir sobre as ferramentas de cuidado como: Projeto Terapêutico Singular; escuta qualificada e ativa; acolhimento a partir do referencial de serviço porta aberta e humanização do cuidado.


5) Práticas de cuidado na RAPS: o apoio institucional e o apoio matricial

25/05/2026

Me. Onézimo Tadeu

Ementa: Compreender a formulação teórica e sua contribuição para o trabalho ampliado e compartilhado; assimilar os conceitos Equipe de Referência e Equipe de Apoio Matricial; Campo e Núcleo de competências.


6) Práticas de cuidado na RAPS: a função técnico de referência

01/06/2026

Ma. Cristiana Marina

Ementa: Apresentar, discutir e refletir sobre a função técnico de referência (atribuições e formas de composição, como mini equipes de referência).


7) Práticas de cuidado na RAPS: Trabalho em equipe, trabalho interprofissional e trabalho colaborativo

08/06/2026

Dr. José de Arimatéia Reis Rodrigues

Ementa: Refletir sobre o Campo e Núcleo de competências para a construção do trabalho em equipe, interprofissional e colaborativo. Reconhecer os saberes e habilidades nucleares das profissões que compõem os serviços da RAPS. Reconhecer as práticas, no campo da saúde coletiva na RAPS, para intervir no processo saúde-doença-cuidado


8) Práticas de cuidado na RAPS: como ampliar o olhar para os marcadores sociais da diferença? Equidade e Iniquidades em Saúde

15/06/2026

Dra. Rachel Gouveia

Ementa: Discutir o conceito e quais os principais marcadores sociais da diferença. Discutir e promover reflexão em como os marcadores da diferença interferem no acesso das pessoas às políticas públicas de cuidado. Discutir o conceito de interseccionalidade e refletir no processo de interação dos marcadores sociais no cuidado em saúde. Refletir sobre a visão e intervenção dos serviços públicos em relação aos marcadores sociais da diferença.


9) Atividades em grupos como estratégia de cuidado em saúde na RAPS

29/06/2026

Ma. Priscilla Cordeiro

Ementa: Refletir sobre concepções, teorias e metodologias que fundamentam o trabalho com grupos; Discutir aspectos relacionados ao planejamento para realização de atividades com grupos; As atividades coletivas na RAPS.


10) Oficinas formativas

06/07/2026

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


11) Seminário Participativo e avaliação

03/08/2026

Ementa: Realização de seminário avaliativo a partir das disciplinas trabalhadas no módulo. Pode ser feito através de discussão de casos, discussão de artigos, oficinas, grupos focais, etc.. Priorizar metodologias ativas e discussão em grupo.

0) Aula Introdutória

20/04/2026


1) História da Saúde Mental, Reforma Sanitária e Reforma Psiquiátrica Brasileira

27/04/2026

Dr. Sílvio Yasui

Ementa: Apresentar a história da Saúde Mental mundial, bem como os processos de reforma psiquiátrica inglesa, francesa e italiana. Apresentar e discutir sobre a reforma sanitária, seu entrelaçamento com a saúde coletiva e a Reforma Psiquiátrica Brasileira.


2) A construção da RAPS: território, comunidade e redes de cuidado em saúde mental

04/05/2026

Me. Rodrigo Simas

Ementa: Partir do movimento da RPB, suas diretrizes (desinstitucionalização, autonomia e protagonismo do usuário, intersetorialidade e territorialização do cuidado) e discutir o estabelecimento da RAPS no país. Discutir e refletir a RAPS enquanto rede substitutiva; quais dispositivos a compõem e suas funções. Discutir a rede enquanto rede vida e suas relações.


3) Fundamentos da Atenção Psicossocial

11/05/2026

Ma. Edna Mendonça

Ementa: Apresentar, discutir e refletir sobre os fundamentos da Atenção Psicossocial. Dando enfoque aos fundamentos: desinstitucionalização e desospitalização; acolhimento; serviços ‘portas abertas’ (a partir da discussão proposta por Fernanda Nicácio e Gastão Wagner); clínica ampliada; redução de danos; intersetorialidade e processo matricial de rede; territorialização; e longitudinalidade do cuidado.


4) Práticas de cuidado na RAPS: projeto terapêutico singular, escuta, acolhimento, vínculo e humanização

18/05/2026

Me. Thiago Ramos

Ementa: Partir da aula anterior e da discussão dos fundamentos da Atenção Psicossocial. Apresentar, discutir e refletir sobre as ferramentas de cuidado como: Projeto Terapêutico Singular; escuta qualificada e ativa; acolhimento a partir do referencial de serviço porta aberta e humanização do cuidado.


5) Práticas de cuidado na RAPS: o apoio institucional e o apoio matricial

25/05/2026

Me. Onézimo Tadeu

Ementa: Compreender a formulação teórica e sua contribuição para o trabalho ampliado e compartilhado; assimilar os conceitos Equipe de Referência e Equipe de Apoio Matricial; Campo e Núcleo de competências.


6) Práticas de cuidado na RAPS: a função técnico de referência

01/06/2026

Ma. Cristiana Marina

Ementa: Apresentar, discutir e refletir sobre a função técnico de referência (atribuições e formas de composição, como mini equipes de referência).


7) Práticas de cuidado na RAPS: Trabalho em equipe, trabalho interprofissional e trabalho colaborativo

08/06/2026

Dr. José de Arimatéia Reis Rodrigues

Ementa: Refletir sobre o Campo e Núcleo de competências para a construção do trabalho em equipe, interprofissional e colaborativo. Reconhecer os saberes e habilidades nucleares das profissões que compõem os serviços da RAPS. Reconhecer as práticas, no campo da saúde coletiva na RAPS, para intervir no processo saúde-doença-cuidado


8) Práticas de cuidado na RAPS: como ampliar o olhar para os marcadores sociais da diferença? Equidade e Iniquidades em Saúde

15/06/2026

Dra. Rachel Gouveia

Ementa: Discutir o conceito e quais os principais marcadores sociais da diferença. Discutir e promover reflexão em como os marcadores da diferença interferem no acesso das pessoas às políticas públicas de cuidado. Discutir o conceito de interseccionalidade e refletir no processo de interação dos marcadores sociais no cuidado em saúde. Refletir sobre a visão e intervenção dos serviços públicos em relação aos marcadores sociais da diferença.


9) Atividades em grupos como estratégia de cuidado em saúde na RAPS

29/06/2026

Ma. Priscilla Cordeiro

Ementa: Refletir sobre concepções, teorias e metodologias que fundamentam o trabalho com grupos; Discutir aspectos relacionados ao planejamento para realização de atividades com grupos; As atividades coletivas na RAPS.


10) Oficinas formativas

06/07/2026

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


11) Seminário Participativo e avaliação

03/08/2026

Ementa: Realização de seminário avaliativo a partir das disciplinas trabalhadas no módulo. Pode ser feito através de discussão de casos, discussão de artigos, oficinas, grupos focais, etc.. Priorizar metodologias ativas e discussão em grupo.

Eixo 2 - Aspectos da supervisão clínico institucional

Eixo 2 - Aspectos da supervisão clínico institucional

Eixo 2 - Aspectos da supervisão clínico institucional

12) Supervisão clínico institucional: da invenção dispositivo ao contexto atual

10/08/2026

Dra. Cristina Ventura

Ementa: Desde o surgimento do dispositivo no campo da saúde mental inúmeras perspectivas orientaram os trabalhadores do campo ao longo dos anos. Partindo que é um dispositivo heterogêneo mas orientado por uma lógica comum, esta disciplina pretende apresentar as diferentes concepções acerca da realização da supervisão clínico institucional desde o seu surgimento.


13) A supervisão no contexto institucional

17/08/2026

Dra. Ana Marta Lobosque

Ementa: Realizada nos serviços do SUS a supervisão clínico institucional é caracterizada pelo trabalho em instituições. Esta característica exige um olhar atento ao funcionamento das instituições e aos atravessamentos na produção do cuidado.


14) A supervisão clínico institucional na atenção psicossocial: contribuições para a gestão do processo de trabalho e dos PTS

24/08/2026

Dra. Edna Mara Mendonça

Ementa: Diante da exigência de uma ética orientada pelo cuidado em liberdade, da produção de autonomia e do cuidado no território, a supervisão clínico institucional deve seguir os pressupostos da atenção psicossocial. Esta disciplina discute com os alunos a importância do Projeto Terapêutico Singular enquanto ferramenta norteadora do cuidado.


15) Oficinas formativas

31/08/2026

Rodrigo Simas

Ementa:


16) A supervisão clínico institucional e a micropolítica do processo de trabalho em saúde mental: em busca da construção do trabalhador coletivo e da produção de vida

14/09/2026

Dra. Maria Paula Cerqueira Gomes

Ementa:


17) Supervisão clínico institucional e a construção do caso clínico

21/09/2026

Ma. Priscila Fraga

Ementa: O caso clínico é um elemento fundamental no trabalho da supervisão clínico institucional, “assim, ao supervisor cabe a complexa tarefa de contextualizar permanentemente a situação clínica, foco do seu trabalho, levando em conta as tensões e a dinâmica da rede e do território” (MS, 2007). Essa disciplina oferece instrumentos para qualificar o apoio à construção dos casos clínicos a partir da discussão de autores que tratam diretamente do tema.


18) A supervisão clínico institucional na atenção psicossocial territorial

28/09/2026

Dra. Dirley Lellis dos Santos

Ementa: De acordo com o entendimento atual sobre o funcionamento da saúde coletiva, sabe-se que os serviços de saúde devem atuar a partir de uma lógica territorial e comunitária. Nessa disciplina será trabalhado o conceito de território segundo autores de referência sobre o tema. Autores que deslocam o território de um lugar estritamente geográfico e o apresentam como local de encontros e onde a vida acontece.


19) Oficinas formativas

05/10/2026

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


20) Seminário participativo e avaliação

19/10/2026

Ementa: Os seminários participativos tem a função de avaliar e ajudar na assimilação dos conceitos apresentados na pós -graduação. Os cursistas divididos em grupos realizarão apresentações dos principais conteúdos tratados até o momento.


12) Supervisão clínico institucional: da invenção dispositivo ao contexto atual

10/08/2026

Dra. Cristina Ventura

Ementa: Desde o surgimento do dispositivo no campo da saúde mental inúmeras perspectivas orientaram os trabalhadores do campo ao longo dos anos. Partindo que é um dispositivo heterogêneo mas orientado por uma lógica comum, esta disciplina pretende apresentar as diferentes concepções acerca da realização da supervisão clínico institucional desde o seu surgimento.


13) A supervisão no contexto institucional

17/08/2026

Dra. Ana Marta Lobosque

Ementa: Realizada nos serviços do SUS a supervisão clínico institucional é caracterizada pelo trabalho em instituições. Esta característica exige um olhar atento ao funcionamento das instituições e aos atravessamentos na produção do cuidado.


14) A supervisão clínico institucional na atenção psicossocial: contribuições para a gestão do processo de trabalho e dos PTS

24/08/2026

Dra. Edna Mara Mendonça

Ementa: Diante da exigência de uma ética orientada pelo cuidado em liberdade, da produção de autonomia e do cuidado no território, a supervisão clínico institucional deve seguir os pressupostos da atenção psicossocial. Esta disciplina discute com os alunos a importância do Projeto Terapêutico Singular enquanto ferramenta norteadora do cuidado.


15) Oficinas formativas

31/08/2026

Rodrigo Simas

Ementa:


16) A supervisão clínico institucional e a micropolítica do processo de trabalho em saúde mental: em busca da construção do trabalhador coletivo e da produção de vida

14/09/2026

Dra. Maria Paula Cerqueira Gomes

Ementa:


17) Supervisão clínico institucional e a construção do caso clínico

21/09/2026

Ma. Priscila Fraga

Ementa: O caso clínico é um elemento fundamental no trabalho da supervisão clínico institucional, “assim, ao supervisor cabe a complexa tarefa de contextualizar permanentemente a situação clínica, foco do seu trabalho, levando em conta as tensões e a dinâmica da rede e do território” (MS, 2007). Essa disciplina oferece instrumentos para qualificar o apoio à construção dos casos clínicos a partir da discussão de autores que tratam diretamente do tema.


18) A supervisão clínico institucional na atenção psicossocial territorial

28/09/2026

Dra. Dirley Lellis dos Santos

Ementa: De acordo com o entendimento atual sobre o funcionamento da saúde coletiva, sabe-se que os serviços de saúde devem atuar a partir de uma lógica territorial e comunitária. Nessa disciplina será trabalhado o conceito de território segundo autores de referência sobre o tema. Autores que deslocam o território de um lugar estritamente geográfico e o apresentam como local de encontros e onde a vida acontece.


19) Oficinas formativas

05/10/2026

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


20) Seminário participativo e avaliação

19/10/2026

Ementa: Os seminários participativos tem a função de avaliar e ajudar na assimilação dos conceitos apresentados na pós -graduação. Os cursistas divididos em grupos realizarão apresentações dos principais conteúdos tratados até o momento.


12) Supervisão clínico institucional: da invenção dispositivo ao contexto atual

10/08/2026

Dra. Cristina Ventura

Ementa: Desde o surgimento do dispositivo no campo da saúde mental inúmeras perspectivas orientaram os trabalhadores do campo ao longo dos anos. Partindo que é um dispositivo heterogêneo mas orientado por uma lógica comum, esta disciplina pretende apresentar as diferentes concepções acerca da realização da supervisão clínico institucional desde o seu surgimento.


13) A supervisão no contexto institucional

17/08/2026

Dra. Ana Marta Lobosque

Ementa: Realizada nos serviços do SUS a supervisão clínico institucional é caracterizada pelo trabalho em instituições. Esta característica exige um olhar atento ao funcionamento das instituições e aos atravessamentos na produção do cuidado.


14) A supervisão clínico institucional na atenção psicossocial: contribuições para a gestão do processo de trabalho e dos PTS

24/08/2026

Dra. Edna Mara Mendonça

Ementa: Diante da exigência de uma ética orientada pelo cuidado em liberdade, da produção de autonomia e do cuidado no território, a supervisão clínico institucional deve seguir os pressupostos da atenção psicossocial. Esta disciplina discute com os alunos a importância do Projeto Terapêutico Singular enquanto ferramenta norteadora do cuidado.


15) Oficinas formativas

31/08/2026

Rodrigo Simas

Ementa:


16) A supervisão clínico institucional e a micropolítica do processo de trabalho em saúde mental: em busca da construção do trabalhador coletivo e da produção de vida

14/09/2026

Dra. Maria Paula Cerqueira Gomes

Ementa:


17) Supervisão clínico institucional e a construção do caso clínico

21/09/2026

Ma. Priscila Fraga

Ementa: O caso clínico é um elemento fundamental no trabalho da supervisão clínico institucional, “assim, ao supervisor cabe a complexa tarefa de contextualizar permanentemente a situação clínica, foco do seu trabalho, levando em conta as tensões e a dinâmica da rede e do território” (MS, 2007). Essa disciplina oferece instrumentos para qualificar o apoio à construção dos casos clínicos a partir da discussão de autores que tratam diretamente do tema.


18) A supervisão clínico institucional na atenção psicossocial territorial

28/09/2026

Dra. Dirley Lellis dos Santos

Ementa: De acordo com o entendimento atual sobre o funcionamento da saúde coletiva, sabe-se que os serviços de saúde devem atuar a partir de uma lógica territorial e comunitária. Nessa disciplina será trabalhado o conceito de território segundo autores de referência sobre o tema. Autores que deslocam o território de um lugar estritamente geográfico e o apresentam como local de encontros e onde a vida acontece.


19) Oficinas formativas

05/10/2026

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


20) Seminário participativo e avaliação

19/10/2026

Ementa: Os seminários participativos tem a função de avaliar e ajudar na assimilação dos conceitos apresentados na pós -graduação. Os cursistas divididos em grupos realizarão apresentações dos principais conteúdos tratados até o momento.


Eixo 3 - A supervisão em diferentes contextos

Eixo 3 - A supervisão em diferentes contextos

Eixo 3 - A supervisão em diferentes contextos

21) A supervisão clínico institucional na infância e adolescência

09/11/2026

Rodrigo Chaves Nogueira

Ementa: Diante do caráter tardio e insuficiente da criação dos serviços de saúde mental para crianças e adolescentes e da urgência de qualificar o cuidado de crianças e adolescentes, o curso inclui uma discussão específica sobre o tema. Nessa disciplina serão levantados aspectos específicos do trabalho no campo da infância e adolescência de modo a proporcionar aos alunos um conhecimento acerca dos principais elementos que constituem o trabalho com crianças e adolescentes.


22) A supervisão clínico institucional no campo álcool e outras drogas

16/11/2026

Rodrigo Simas

Ementa: O uso de álcool e outras drogas constitui um dos maiores desafios na saúde coletiva. A hegemonia do proibicionismo e seus efeitos contribui sobremaneira para o adoecimento dessas populações. Para enfrentar estes desafios serão realizados encontros para tratar do tema. Desde a história do proibicionismo, passando pela construção de uma política de saúde para usuários de álcool e outras drogas no Brasil, até chegar a uma proposta de cuidado alinhada ao antiproibicionismo formalizada pela política de redução de danos, a disciplina oferece elementos que sustentem o cuidado em liberdade, desestigmatizante e ancorado por uma ética da redução de danos.


23) A supervisão clínico institucional: APS e rede intersetorial

23/11/2026

Myro Rolim

Ementa: Dada a importância da atenção primária em saúde no cuidado a pessoas em sofrimento social, essa disciplina apresentará os principais aspectos que orientam seu funcionamento. Partindo da Reforma Sanitária até o contexto atual serão apresentados os principais desafios observados e diretrizes fundamentais para o trabalho. Além disso, será debatida a forma da SCI operar junto a esses serviços.


24) Oficinas formativas

30/11/2026

Rodrigo Simas

Ementa:


25) A supervisão clínico institucional no contexto do trabalho em rede

07/12/2026

Ementa: A Rede de Atenção Psicossocial (MS, 2011) ordena o funcionamento em rede para o cuidado de pessoas em sofrimento psicossocial. O trabalho em rede é condição para o trabalho no SUS. No entanto, a complexidade do funcionamento em rede exige o conhecimento dos serviços e suas atribuições. Pontos com o cuidado compartilhado, assim como a organização do processo de trabalho serão apresentados nessa disciplina, de modo a qualificar os cursistas para o trabalho em rede no SUS.


26) A supervisão clínico institucional com populações vulneráveis

14/12/2026

Priscilla Fraga

Ementa: Ementa: O Brasil é um dos países do mundo com maiores índices de desigualdade social. Partindo do pressuposto que esta característica interfere diretamente na condição de saúde da população brasileira e que o sofrimento mental deve ser entendido enquanto sofrimento social esta disciplina apresenta as principais característica destas populações (população em situação de rua, usuários de substâncias psicoativas, população carcerária, LGBTQIA+, entre outras) e as principais diretrizes para um cuidado efetivo em saúde mental.

27) Supervisão: clínica e instituição

01/02/2027

Ementa: Segundo o Ministério da Saúde (2007) a supervisão clínico institucional deve buscar sustentar o diálogo ativo entre a dimensão política da clínica e a dimensão clínica da política. Em outros termos, cabe a este dispositivo a complexa tarefa de articular a clínica ao funcionamento institucional e político. Entende-se que a clínica revela a instituição e que a instituição atravessa a prática clínica, sendo necessária a articulação entre esses dois elementos para a realização do ofício da supervisão. Essa disciplina apresenta aos alunos essa articulação por meio de apresentação de conceitos e exemplos reais dessa relação no contexto da supervisão clínico institucional.


28) Oficinas formativas

15/02/2027

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


29) Seminário participativo e avaliação

22/02/2027

21) A supervisão clínico institucional na infância e adolescência

09/11/2026

Rodrigo Chaves Nogueira

Ementa: Diante do caráter tardio e insuficiente da criação dos serviços de saúde mental para crianças e adolescentes e da urgência de qualificar o cuidado de crianças e adolescentes, o curso inclui uma discussão específica sobre o tema. Nessa disciplina serão levantados aspectos específicos do trabalho no campo da infância e adolescência de modo a proporcionar aos alunos um conhecimento acerca dos principais elementos que constituem o trabalho com crianças e adolescentes.


22) A supervisão clínico institucional no campo álcool e outras drogas

16/11/2026

Rodrigo Simas

Ementa: O uso de álcool e outras drogas constitui um dos maiores desafios na saúde coletiva. A hegemonia do proibicionismo e seus efeitos contribui sobremaneira para o adoecimento dessas populações. Para enfrentar estes desafios serão realizados encontros para tratar do tema. Desde a história do proibicionismo, passando pela construção de uma política de saúde para usuários de álcool e outras drogas no Brasil, até chegar a uma proposta de cuidado alinhada ao antiproibicionismo formalizada pela política de redução de danos, a disciplina oferece elementos que sustentem o cuidado em liberdade, desestigmatizante e ancorado por uma ética da redução de danos.


23) A supervisão clínico institucional: APS e rede intersetorial

23/11/2026

Myro Rolim

Ementa: Dada a importância da atenção primária em saúde no cuidado a pessoas em sofrimento social, essa disciplina apresentará os principais aspectos que orientam seu funcionamento. Partindo da Reforma Sanitária até o contexto atual serão apresentados os principais desafios observados e diretrizes fundamentais para o trabalho. Além disso, será debatida a forma da SCI operar junto a esses serviços.


24) Oficinas formativas

30/11/2026

Rodrigo Simas

Ementa:


25) A supervisão clínico institucional no contexto do trabalho em rede

07/12/2026

Ementa: A Rede de Atenção Psicossocial (MS, 2011) ordena o funcionamento em rede para o cuidado de pessoas em sofrimento psicossocial. O trabalho em rede é condição para o trabalho no SUS. No entanto, a complexidade do funcionamento em rede exige o conhecimento dos serviços e suas atribuições. Pontos com o cuidado compartilhado, assim como a organização do processo de trabalho serão apresentados nessa disciplina, de modo a qualificar os cursistas para o trabalho em rede no SUS.


26) A supervisão clínico institucional com populações vulneráveis

14/12/2026

Priscilla Fraga

Ementa: Ementa: O Brasil é um dos países do mundo com maiores índices de desigualdade social. Partindo do pressuposto que esta característica interfere diretamente na condição de saúde da população brasileira e que o sofrimento mental deve ser entendido enquanto sofrimento social esta disciplina apresenta as principais característica destas populações (população em situação de rua, usuários de substâncias psicoativas, população carcerária, LGBTQIA+, entre outras) e as principais diretrizes para um cuidado efetivo em saúde mental.

27) Supervisão: clínica e instituição

01/02/2027

Ementa: Segundo o Ministério da Saúde (2007) a supervisão clínico institucional deve buscar sustentar o diálogo ativo entre a dimensão política da clínica e a dimensão clínica da política. Em outros termos, cabe a este dispositivo a complexa tarefa de articular a clínica ao funcionamento institucional e político. Entende-se que a clínica revela a instituição e que a instituição atravessa a prática clínica, sendo necessária a articulação entre esses dois elementos para a realização do ofício da supervisão. Essa disciplina apresenta aos alunos essa articulação por meio de apresentação de conceitos e exemplos reais dessa relação no contexto da supervisão clínico institucional.


28) Oficinas formativas

15/02/2027

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


29) Seminário participativo e avaliação

22/02/2027

21) A supervisão clínico institucional na infância e adolescência

09/11/2026

Rodrigo Chaves Nogueira

Ementa: Diante do caráter tardio e insuficiente da criação dos serviços de saúde mental para crianças e adolescentes e da urgência de qualificar o cuidado de crianças e adolescentes, o curso inclui uma discussão específica sobre o tema. Nessa disciplina serão levantados aspectos específicos do trabalho no campo da infância e adolescência de modo a proporcionar aos alunos um conhecimento acerca dos principais elementos que constituem o trabalho com crianças e adolescentes.


22) A supervisão clínico institucional no campo álcool e outras drogas

16/11/2026

Rodrigo Simas

Ementa: O uso de álcool e outras drogas constitui um dos maiores desafios na saúde coletiva. A hegemonia do proibicionismo e seus efeitos contribui sobremaneira para o adoecimento dessas populações. Para enfrentar estes desafios serão realizados encontros para tratar do tema. Desde a história do proibicionismo, passando pela construção de uma política de saúde para usuários de álcool e outras drogas no Brasil, até chegar a uma proposta de cuidado alinhada ao antiproibicionismo formalizada pela política de redução de danos, a disciplina oferece elementos que sustentem o cuidado em liberdade, desestigmatizante e ancorado por uma ética da redução de danos.


23) A supervisão clínico institucional: APS e rede intersetorial

23/11/2026

Myro Rolim

Ementa: Dada a importância da atenção primária em saúde no cuidado a pessoas em sofrimento social, essa disciplina apresentará os principais aspectos que orientam seu funcionamento. Partindo da Reforma Sanitária até o contexto atual serão apresentados os principais desafios observados e diretrizes fundamentais para o trabalho. Além disso, será debatida a forma da SCI operar junto a esses serviços.


24) Oficinas formativas

30/11/2026

Rodrigo Simas

Ementa:


25) A supervisão clínico institucional no contexto do trabalho em rede

07/12/2026

Ementa: A Rede de Atenção Psicossocial (MS, 2011) ordena o funcionamento em rede para o cuidado de pessoas em sofrimento psicossocial. O trabalho em rede é condição para o trabalho no SUS. No entanto, a complexidade do funcionamento em rede exige o conhecimento dos serviços e suas atribuições. Pontos com o cuidado compartilhado, assim como a organização do processo de trabalho serão apresentados nessa disciplina, de modo a qualificar os cursistas para o trabalho em rede no SUS.


26) A supervisão clínico institucional com populações vulneráveis

14/12/2026

Priscilla Fraga

Ementa: Ementa: O Brasil é um dos países do mundo com maiores índices de desigualdade social. Partindo do pressuposto que esta característica interfere diretamente na condição de saúde da população brasileira e que o sofrimento mental deve ser entendido enquanto sofrimento social esta disciplina apresenta as principais característica destas populações (população em situação de rua, usuários de substâncias psicoativas, população carcerária, LGBTQIA+, entre outras) e as principais diretrizes para um cuidado efetivo em saúde mental.

27) Supervisão: clínica e instituição

01/02/2027

Ementa: Segundo o Ministério da Saúde (2007) a supervisão clínico institucional deve buscar sustentar o diálogo ativo entre a dimensão política da clínica e a dimensão clínica da política. Em outros termos, cabe a este dispositivo a complexa tarefa de articular a clínica ao funcionamento institucional e político. Entende-se que a clínica revela a instituição e que a instituição atravessa a prática clínica, sendo necessária a articulação entre esses dois elementos para a realização do ofício da supervisão. Essa disciplina apresenta aos alunos essa articulação por meio de apresentação de conceitos e exemplos reais dessa relação no contexto da supervisão clínico institucional.


28) Oficinas formativas

15/02/2027

Rodrigo Simas

Ementa: As oficinas formativas serão espaços de encontro onde os alunos poderão ter alguma experiência de supervisão. Por meio da apresentação de situações reais nos serviços de saúde mental, os alunos participarão de encontros análogos a supervisão dos serviços. Ouvindo trabalhadores e gestores convidados, de modo a poder exercer essa prática remotamente com o apoio do professor com experiência comprovada em supervisão clínico institucional.


29) Seminário participativo e avaliação

22/02/2027

Eixo 4 - A supervisão em diferentes regiões do Brasil

Eixo 4 - A supervisão em diferentes regiões do Brasil

Eixo 4 - A supervisão em diferentes regiões do Brasil

30) SCI na região Sudeste

01/03/2027

Daniel Elia

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


31) SCI na região Norte

08/03/2027

José de Arimatéia Reis Rodrigues

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


32) SCI na região Nordeste

15/03/2027

Geferson

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


33) Oficinas formativas

22/03/2027

Rodrigo Simas


34) SCI na região Sul

29/03/2027

Christina Juchem

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


35) SCI na região Centro oeste

05/04/2027

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


36) SCI no Brasil: o contexto atual

12/04/2027

Bruno Emerich

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


37) Oficinas formativas

19/04/2027

Rodrigo Simas


38) Dispersiva

26/04/27

Rodrigo Simas


39) Apresentação dos projetos

03/05/2027 e 10/05/2027

Rodrigo, Edna e Thiago

Ementa: Reunidos em grupo os alunos realizarão nessa disciplina trabalhos que abordem aspectos discutidos durante o curso. Essas apresentações têm o intuito de avaliar a aquisição do conhecimento por parte dos alunos, além de contribuir para a assimilação dos conteúdos abordados ao longo da pós graduação.

30) SCI na região Sudeste

01/03/2027

Daniel Elia

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


31) SCI na região Norte

08/03/2027

José de Arimatéia Reis Rodrigues

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


32) SCI na região Nordeste

15/03/2027

Geferson

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


33) Oficinas formativas

22/03/2027

Rodrigo Simas


34) SCI na região Sul

29/03/2027

Christina Juchem

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


35) SCI na região Centro oeste

05/04/2027

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


36) SCI no Brasil: o contexto atual

12/04/2027

Bruno Emerich

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


37) Oficinas formativas

19/04/2027

Rodrigo Simas


38) Dispersiva

26/04/27

Rodrigo Simas


39) Apresentação dos projetos

03/05/2027 e 10/05/2027

Rodrigo, Edna e Thiago

Ementa: Reunidos em grupo os alunos realizarão nessa disciplina trabalhos que abordem aspectos discutidos durante o curso. Essas apresentações têm o intuito de avaliar a aquisição do conhecimento por parte dos alunos, além de contribuir para a assimilação dos conteúdos abordados ao longo da pós graduação.

30) SCI na região Sudeste

01/03/2027

Daniel Elia

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


31) SCI na região Norte

08/03/2027

José de Arimatéia Reis Rodrigues

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


32) SCI na região Nordeste

15/03/2027

Geferson

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


33) Oficinas formativas

22/03/2027

Rodrigo Simas


34) SCI na região Sul

29/03/2027

Christina Juchem

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


35) SCI na região Centro oeste

05/04/2027

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


36) SCI no Brasil: o contexto atual

12/04/2027

Bruno Emerich

Ementa: Nessa disciplina serão convidado(a)s pessoas com experiência de atuação como supervisores clínico institucionais nas diferentes regiões do Brasil. A ideia é que os professores convidados apresentem um pouco de suas experiências proporcionando aos alunos absorver um pouco da experiência dos convidados, assim como observarem diferenças no funcionamento loco regional e aspectos particulares ao território de atuação.


37) Oficinas formativas

19/04/2027

Rodrigo Simas


38) Dispersiva

26/04/27

Rodrigo Simas


39) Apresentação dos projetos

03/05/2027 e 10/05/2027

Rodrigo, Edna e Thiago

Ementa: Reunidos em grupo os alunos realizarão nessa disciplina trabalhos que abordem aspectos discutidos durante o curso. Essas apresentações têm o intuito de avaliar a aquisição do conhecimento por parte dos alunos, além de contribuir para a assimilação dos conteúdos abordados ao longo da pós graduação.

Oficinas formativas na Pós Graduação Supervisão Clínico Institucional

Oficinas formativas na Pós Graduação Supervisão Clínico Institucional

Oficinas formativas na Pós Graduação Supervisão Clínico Institucional

A Pós-graduação Supervisão Clínico Institucional objetiva formar e qualificar

profissionais supervisores para integrarem e aperfeiçoarem as práticas de cuidado das equipes dos serviços de saúde mental. Capacitar os supervisores para fomentar nos dispositivos uma cultura de compartilhamento de problemas e sugestão de soluções para os dilemas clínicos e/ou institucionais, potencializando a participação da equipe no processo. Além de oferecer conteúdo teórico-prático e experiência de supervisão clínico-institucional nos dispositivos de saúde mental

do país.


No âmbito da formação prática dos supervisores, a pós oferecerá Oficinas Formativas

ao longo do curso em que os alunos terão oportunidade de acompanhar um dispositivo de saúde mental, preferencialmente, de municípios de pequeno e médio porte que nunca tiveram experiência com supervisão. Os critérios e a logística das Oficinas Formativas se darão da seguinte forma:

- Poderão se candidatar a experiência de Supervisão estudantes que comprovarem a atuação de, no mínimo, 04 anos de experiência em serviços de saúde mental públicos e manifestem interesse em realizar a formação prática em Supervisão;


- A experiência de supervisão clínico institucional só acontecerá se houver manifestação de interesse por parte de serviços após chamada realizada pelo CENAT e acordo posterior entre município e cursista. O CENAT não garante a participação dos cursistas na experiência de supervisão. Isso acontecerá a depender da demanda dos serviços e do perfil do aluno;


- No caso de mais cursistas do que serviços que demandem a experiência de supervisão clínico institucional as vagas serão distribuídas pelos coordenadores do curso de acordo com critérios a serem definidos;


- Cada aluno realizará a Supervisão em um (01) dispositivo de saúde mental após o segundo módulo da Pós-graduação e terá carga horária de 04h/mensais até o término da Pós;


- A experiência de Supervisão Clínico Institucional será ofertada de forma gratuita aos serviços pelo período estipulado no fechamento do contrato com o município, que englobará o início do segundo módulo da turma corrente da Pós até o seu término;


- Estudantes da Pós-graduação que realizarão a parte prática da Supervisão junto aos municípios terão acompanhamento e supervisão do processo durante a Pós-graduação, principalmente, nas Oficinas Formativas;


- As Oficinas Formativas acontecerão em duas aulas com duração de 03 horas/cada por módulo e se dará nos quatro módulos que compõem a Pós Graduação;


- Estudantes que não se enquadram nos critérios de experiência de 04 anos de atuação em serviços de saúde mental públicos e/ou não manifestam interesse em realizar a Supervisão, poderão cursar a Pós Graduação normalmente, participando das Oficinas Formativas, garantindo maior robustez e experiência no seu processo de aprendizagem;


- Estudantes que não se enquadram nos critérios de experiência de 04 anos de atuação em serviços de saúde mental públicos e/ou não manifestam interesse em realizar a Supervisão, poderão cursar a Pós-graduação normalmente e manifestar interesse em participar dos processos de Supervisão aos serviços como Observadores, isto é, sem interferirem no processo de Supervisão, juntamente com estudantes que realizarão a supervisão. Nesta modalidade, estudantes em observação sem intervenção nos serviços terão que cumprir a carga horária de 04 horas/mensais juntamente com o estudante que realizará a supervisão;

- Os certificados a serem emitidos ao final da Pós-graduação contará com o acréscimo da carga horária prática junto aos municípios detalhando a participação do estudante, seja como Supervisor, seja como Profissional em processo de observação. Quanto aos serviços e municípios que se candidatarão ao processo de Supervisão:


- Os municípios poderão se inscrever em Edital próprio elaborado e publicado pelo CENAT após o início das aulas do curso. Os critérios para inscrição serão: municípios de pequeno e médio porte; municípios de pequeno porte e municípios que nunca tiveram experiência de Supervisão Clínico Institucional terão preferência no processo seletivo; projeto escrito pela gestão e equipe dos serviços manifestando interesse e constando um planejamento para o processo da Supervisão, respondendo o porquê deste serviço se interessar pela Supervisão (máximo de 01 lauda). As manifestações de interesse serão avaliadas pelos coordenadores da Pós-Graduação e a quantidade de vagas se dará de

acordo com a quantidade de alunos disponíveis e com critérios para realizarem a

Supervisão;


- O município poderá, a qualquer momento, interromper com o processo de Supervisão, não tendo ônus em nenhuma etapa. Porém, caso não haja justificativa plausível, que será avaliada pelos coordenadores do curso, para a interrupção por parte do serviço, o município não poderá se candidatar em novos processos de Supervisão que venham a ser disponibilizados nesse mesmo formato pelo CENAT;


- Os serviços que receberão os Supervisores nesta modalidade terão canal de

comunicação aberto junto aos coordenadores da Pós e realizarão processo avaliativo dos momentos de supervisão para a coordenação do curso. Condutas antiéticas e/ou que firam as diretrizes da Reforma Psiquiátrica Brasileira/Luta Antimanicomial por parte dos supervisores deverão ser reportadas aos coordenadores do curso que realizarão processo de avaliação. Constatada a conduta imprópria do Supervisor, este terá sua experiência de Supervisão cancelada, podendo continuar, sem outras sanções, no processo formativo teórico da Pós-Graduação. Caso haja interrupção da Supervisão e com justificativa plausível do serviço, poderá ser convocado outro estudante para a Supervisão neste município, caso haja disponibilidade;


- Será priorizados 1 serviço por município, no entanto se restarem vagas mais serviços do mesmo município podem ser contemplados.

A Pós-graduação Supervisão Clínico Institucional objetiva formar e qualificar

profissionais supervisores para integrarem e aperfeiçoarem as práticas de cuidado das equipes dos serviços de saúde mental. Capacitar os supervisores para fomentar nos dispositivos uma cultura de compartilhamento de problemas e sugestão de soluções para os dilemas clínicos e/ou institucionais, potencializando a participação da equipe no processo. Além de oferecer conteúdo teórico-prático e experiência de supervisão clínico-institucional nos dispositivos de saúde mental

do país.


No âmbito da formação prática dos supervisores, a pós oferecerá Oficinas Formativas

ao longo do curso em que os alunos terão oportunidade de acompanhar um dispositivo de saúde mental, preferencialmente, de municípios de pequeno e médio porte que nunca tiveram experiência com supervisão. Os critérios e a logística das Oficinas Formativas se darão da seguinte forma:

- Poderão se candidatar a experiência de Supervisão estudantes que comprovarem a atuação de, no mínimo, 04 anos de experiência em serviços de saúde mental públicos e manifestem interesse em realizar a formação prática em Supervisão;


- A experiência de supervisão clínico institucional só acontecerá se houver manifestação de interesse por parte de serviços após chamada realizada pelo CENAT e acordo posterior entre município e cursista. O CENAT não garante a participação dos cursistas na experiência de supervisão. Isso acontecerá a depender da demanda dos serviços e do perfil do aluno;


- No caso de mais cursistas do que serviços que demandem a experiência de supervisão clínico institucional as vagas serão distribuídas pelos coordenadores do curso de acordo com critérios a serem definidos;


- Cada aluno realizará a Supervisão em um (01) dispositivo de saúde mental após o segundo módulo da Pós-graduação e terá carga horária de 04h/mensais até o término da Pós;


- A experiência de Supervisão Clínico Institucional será ofertada de forma gratuita aos serviços pelo período estipulado no fechamento do contrato com o município, que englobará o início do segundo módulo da turma corrente da Pós até o seu término;


- Estudantes da Pós-graduação que realizarão a parte prática da Supervisão junto aos municípios terão acompanhamento e supervisão do processo durante a Pós-graduação, principalmente, nas Oficinas Formativas;


- As Oficinas Formativas acontecerão em duas aulas com duração de 03 horas/cada por módulo e se dará nos quatro módulos que compõem a Pós Graduação;


- Estudantes que não se enquadram nos critérios de experiência de 04 anos de atuação em serviços de saúde mental públicos e/ou não manifestam interesse em realizar a Supervisão, poderão cursar a Pós Graduação normalmente, participando das Oficinas Formativas, garantindo maior robustez e experiência no seu processo de aprendizagem;


- Estudantes que não se enquadram nos critérios de experiência de 04 anos de atuação em serviços de saúde mental públicos e/ou não manifestam interesse em realizar a Supervisão, poderão cursar a Pós-graduação normalmente e manifestar interesse em participar dos processos de Supervisão aos serviços como Observadores, isto é, sem interferirem no processo de Supervisão, juntamente com estudantes que realizarão a supervisão. Nesta modalidade, estudantes em observação sem intervenção nos serviços terão que cumprir a carga horária de 04 horas/mensais juntamente com o estudante que realizará a supervisão;

- Os certificados a serem emitidos ao final da Pós-graduação contará com o acréscimo da carga horária prática junto aos municípios detalhando a participação do estudante, seja como Supervisor, seja como Profissional em processo de observação. Quanto aos serviços e municípios que se candidatarão ao processo de Supervisão:


- Os municípios poderão se inscrever em Edital próprio elaborado e publicado pelo CENAT após o início das aulas do curso. Os critérios para inscrição serão: municípios de pequeno e médio porte; municípios de pequeno porte e municípios que nunca tiveram experiência de Supervisão Clínico Institucional terão preferência no processo seletivo; projeto escrito pela gestão e equipe dos serviços manifestando interesse e constando um planejamento para o processo da Supervisão, respondendo o porquê deste serviço se interessar pela Supervisão (máximo de 01 lauda). As manifestações de interesse serão avaliadas pelos coordenadores da Pós-Graduação e a quantidade de vagas se dará de

acordo com a quantidade de alunos disponíveis e com critérios para realizarem a

Supervisão;


- O município poderá, a qualquer momento, interromper com o processo de Supervisão, não tendo ônus em nenhuma etapa. Porém, caso não haja justificativa plausível, que será avaliada pelos coordenadores do curso, para a interrupção por parte do serviço, o município não poderá se candidatar em novos processos de Supervisão que venham a ser disponibilizados nesse mesmo formato pelo CENAT;


- Os serviços que receberão os Supervisores nesta modalidade terão canal de

comunicação aberto junto aos coordenadores da Pós e realizarão processo avaliativo dos momentos de supervisão para a coordenação do curso. Condutas antiéticas e/ou que firam as diretrizes da Reforma Psiquiátrica Brasileira/Luta Antimanicomial por parte dos supervisores deverão ser reportadas aos coordenadores do curso que realizarão processo de avaliação. Constatada a conduta imprópria do Supervisor, este terá sua experiência de Supervisão cancelada, podendo continuar, sem outras sanções, no processo formativo teórico da Pós-Graduação. Caso haja interrupção da Supervisão e com justificativa plausível do serviço, poderá ser convocado outro estudante para a Supervisão neste município, caso haja disponibilidade;


- Será priorizados 1 serviço por município, no entanto se restarem vagas mais serviços do mesmo município podem ser contemplados.

A Pós-graduação Supervisão Clínico Institucional objetiva formar e qualificar

profissionais supervisores para integrarem e aperfeiçoarem as práticas de cuidado das equipes dos serviços de saúde mental. Capacitar os supervisores para fomentar nos dispositivos uma cultura de compartilhamento de problemas e sugestão de soluções para os dilemas clínicos e/ou institucionais, potencializando a participação da equipe no processo. Além de oferecer conteúdo teórico-prático e experiência de supervisão clínico-institucional nos dispositivos de saúde mental

do país.


No âmbito da formação prática dos supervisores, a pós oferecerá Oficinas Formativas

ao longo do curso em que os alunos terão oportunidade de acompanhar um dispositivo de saúde mental, preferencialmente, de municípios de pequeno e médio porte que nunca tiveram experiência com supervisão. Os critérios e a logística das Oficinas Formativas se darão da seguinte forma:

- Poderão se candidatar a experiência de Supervisão estudantes que comprovarem a atuação de, no mínimo, 04 anos de experiência em serviços de saúde mental públicos e manifestem interesse em realizar a formação prática em Supervisão;


- A experiência de supervisão clínico institucional só acontecerá se houver manifestação de interesse por parte de serviços após chamada realizada pelo CENAT e acordo posterior entre município e cursista. O CENAT não garante a participação dos cursistas na experiência de supervisão. Isso acontecerá a depender da demanda dos serviços e do perfil do aluno;


- No caso de mais cursistas do que serviços que demandem a experiência de supervisão clínico institucional as vagas serão distribuídas pelos coordenadores do curso de acordo com critérios a serem definidos;


- Cada aluno realizará a Supervisão em um (01) dispositivo de saúde mental após o segundo módulo da Pós-graduação e terá carga horária de 04h/mensais até o término da Pós;


- A experiência de Supervisão Clínico Institucional será ofertada de forma gratuita aos serviços pelo período estipulado no fechamento do contrato com o município, que englobará o início do segundo módulo da turma corrente da Pós até o seu término;


- Estudantes da Pós-graduação que realizarão a parte prática da Supervisão junto aos municípios terão acompanhamento e supervisão do processo durante a Pós-graduação, principalmente, nas Oficinas Formativas;


- As Oficinas Formativas acontecerão em duas aulas com duração de 03 horas/cada por módulo e se dará nos quatro módulos que compõem a Pós Graduação;


- Estudantes que não se enquadram nos critérios de experiência de 04 anos de atuação em serviços de saúde mental públicos e/ou não manifestam interesse em realizar a Supervisão, poderão cursar a Pós Graduação normalmente, participando das Oficinas Formativas, garantindo maior robustez e experiência no seu processo de aprendizagem;


- Estudantes que não se enquadram nos critérios de experiência de 04 anos de atuação em serviços de saúde mental públicos e/ou não manifestam interesse em realizar a Supervisão, poderão cursar a Pós-graduação normalmente e manifestar interesse em participar dos processos de Supervisão aos serviços como Observadores, isto é, sem interferirem no processo de Supervisão, juntamente com estudantes que realizarão a supervisão. Nesta modalidade, estudantes em observação sem intervenção nos serviços terão que cumprir a carga horária de 04 horas/mensais juntamente com o estudante que realizará a supervisão;

- Os certificados a serem emitidos ao final da Pós-graduação contará com o acréscimo da carga horária prática junto aos municípios detalhando a participação do estudante, seja como Supervisor, seja como Profissional em processo de observação. Quanto aos serviços e municípios que se candidatarão ao processo de Supervisão:


- Os municípios poderão se inscrever em Edital próprio elaborado e publicado pelo CENAT após o início das aulas do curso. Os critérios para inscrição serão: municípios de pequeno e médio porte; municípios de pequeno porte e municípios que nunca tiveram experiência de Supervisão Clínico Institucional terão preferência no processo seletivo; projeto escrito pela gestão e equipe dos serviços manifestando interesse e constando um planejamento para o processo da Supervisão, respondendo o porquê deste serviço se interessar pela Supervisão (máximo de 01 lauda). As manifestações de interesse serão avaliadas pelos coordenadores da Pós-Graduação e a quantidade de vagas se dará de

acordo com a quantidade de alunos disponíveis e com critérios para realizarem a

Supervisão;


- O município poderá, a qualquer momento, interromper com o processo de Supervisão, não tendo ônus em nenhuma etapa. Porém, caso não haja justificativa plausível, que será avaliada pelos coordenadores do curso, para a interrupção por parte do serviço, o município não poderá se candidatar em novos processos de Supervisão que venham a ser disponibilizados nesse mesmo formato pelo CENAT;


- Os serviços que receberão os Supervisores nesta modalidade terão canal de

comunicação aberto junto aos coordenadores da Pós e realizarão processo avaliativo dos momentos de supervisão para a coordenação do curso. Condutas antiéticas e/ou que firam as diretrizes da Reforma Psiquiátrica Brasileira/Luta Antimanicomial por parte dos supervisores deverão ser reportadas aos coordenadores do curso que realizarão processo de avaliação. Constatada a conduta imprópria do Supervisor, este terá sua experiência de Supervisão cancelada, podendo continuar, sem outras sanções, no processo formativo teórico da Pós-Graduação. Caso haja interrupção da Supervisão e com justificativa plausível do serviço, poderá ser convocado outro estudante para a Supervisão neste município, caso haja disponibilidade;


- Será priorizados 1 serviço por município, no entanto se restarem vagas mais serviços do mesmo município podem ser contemplados.

Corpo Docente

Corpo Docente

Corpo Docente

Thiago Ramos (Coordenador)

Thiago Ramos (Coordenador)

Thiago Ramos (Coordenador)

Graduação em enfermagem (2015) pela UFSJ-CCO, mestre em saúde coletiva (2024) pela UFSJ-CCO com o tema em Diálogo Aberto (abordagem em crise psíquica). Especialista em Atenção Básica pela Residência de Enfermagem em Atenção Básica/Saúde da Família da UFSJ, campus Dona Lindu, Divinópolis (2018); especialista em Enfermagem Psiquiátrica (2020), Planejamento e Gestão em Saúde (2025), e em Terapia Familiar Sistêmica (2021). Formado em Diálogo Aberto (Abordagem a crise psíquica) pelo Instituto NOOS (2021). Atuei com técnico de enfermagem em uma Clínica Psiquiátrica no período de 2009 à 2010; e no Hospital São João de Deus (ambos em Divinópolis-MG), de 2009 à 2012, em terapia intensiva. Supervisor de estágio e docente em aulas de saúde coletiva e saúde do idoso na Escola Técnica de Enfermagem no Hospital São João de Deus (2015); enfermeiro e coordenador do CAPS I do município de Carmo do Cajuru/MG (2018-2021), sendo referência técnica em saúde mental deste município no mesmo período; gerente de saúde mental no município de Divinópolis (2022-2024). Atualmente, docente nas Pós-Graduações do CENAT (Centro de Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental) e coordenador da Pós de Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial (CENAT).

Graduação em enfermagem (2015) pela UFSJ-CCO, mestre em saúde coletiva (2024) pela UFSJ-CCO com o tema em Diálogo Aberto (abordagem em crise psíquica). Especialista em Atenção Básica pela Residência de Enfermagem em Atenção Básica/Saúde da Família da UFSJ, campus Dona Lindu, Divinópolis (2018); especialista em Enfermagem Psiquiátrica (2020), Planejamento e Gestão em Saúde (2025), e em Terapia Familiar Sistêmica (2021). Formado em Diálogo Aberto (Abordagem a crise psíquica) pelo Instituto NOOS (2021). Atuei com técnico de enfermagem em uma Clínica Psiquiátrica no período de 2009 à 2010; e no Hospital São João de Deus (ambos em Divinópolis-MG), de 2009 à 2012, em terapia intensiva. Supervisor de estágio e docente em aulas de saúde coletiva e saúde do idoso na Escola Técnica de Enfermagem no Hospital São João de Deus (2015); enfermeiro e coordenador do CAPS I do município de Carmo do Cajuru/MG (2018-2021), sendo referência técnica em saúde mental deste município no mesmo período; gerente de saúde mental no município de Divinópolis (2022-2024). Atualmente, docente nas Pós-Graduações do CENAT (Centro de Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental) e coordenador da Pós de Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial (CENAT).

Graduação em enfermagem (2015) pela UFSJ-CCO, mestre em saúde coletiva (2024) pela UFSJ-CCO com o tema em Diálogo Aberto (abordagem em crise psíquica). Especialista em Atenção Básica pela Residência de Enfermagem em Atenção Básica/Saúde da Família da UFSJ, campus Dona Lindu, Divinópolis (2018); especialista em Enfermagem Psiquiátrica (2020), Planejamento e Gestão em Saúde (2025), e em Terapia Familiar Sistêmica (2021). Formado em Diálogo Aberto (Abordagem a crise psíquica) pelo Instituto NOOS (2021). Atuei com técnico de enfermagem em uma Clínica Psiquiátrica no período de 2009 à 2010; e no Hospital São João de Deus (ambos em Divinópolis-MG), de 2009 à 2012, em terapia intensiva. Supervisor de estágio e docente em aulas de saúde coletiva e saúde do idoso na Escola Técnica de Enfermagem no Hospital São João de Deus (2015); enfermeiro e coordenador do CAPS I do município de Carmo do Cajuru/MG (2018-2021), sendo referência técnica em saúde mental deste município no mesmo período; gerente de saúde mental no município de Divinópolis (2022-2024). Atualmente, docente nas Pós-Graduações do CENAT (Centro de Novas Abordagens Terapêuticas em Saúde Mental) e coordenador da Pós de Gestão, Avaliação e Planejamento na Atenção Psicossocial (CENAT).

Lattes

Edna Mara Mendonça (Coordenadora)

Edna Mara Mendonça (Coordenadora)

Edna Mara Mendonça (Coordenadora)

Terapeuta Ocupacional. Doutora pelo Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva do Instituto René Rachou - Fiocruz Minas. Mestra em Ciências pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São João del-Rei. Atuação nos seguintes temas: saúde mental, álcool e outras drogas; atenção primária à saúde; colaboração intersetorial; promoção da saúde; educação permanente; apoio matricial; supervisão clínico-institucional; docência; tutoria EAD; pesquisa qualitativa em saúde; violência contra mulheres e territórios de alta vulnerabilidade social.

Terapeuta Ocupacional. Doutora pelo Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva do Instituto René Rachou - Fiocruz Minas. Mestra em Ciências pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São João del-Rei. Atuação nos seguintes temas: saúde mental, álcool e outras drogas; atenção primária à saúde; colaboração intersetorial; promoção da saúde; educação permanente; apoio matricial; supervisão clínico-institucional; docência; tutoria EAD; pesquisa qualitativa em saúde; violência contra mulheres e territórios de alta vulnerabilidade social.

Terapeuta Ocupacional. Doutora pelo Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva do Instituto René Rachou - Fiocruz Minas. Mestra em Ciências pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São João del-Rei. Atuação nos seguintes temas: saúde mental, álcool e outras drogas; atenção primária à saúde; colaboração intersetorial; promoção da saúde; educação permanente; apoio matricial; supervisão clínico-institucional; docência; tutoria EAD; pesquisa qualitativa em saúde; violência contra mulheres e territórios de alta vulnerabilidade social.

Lattes

Rodrigo Silva Simas (Coordenador)

Rodrigo Silva Simas (Coordenador)

Rodrigo Silva Simas (Coordenador)

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Especialização em Saúde Mental na modalidade Residência Multiprofissional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ (2010/2011). Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (FIOCRUZ). Foi assessor na área de álcool e drogas da Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (2016-2020). È docente em cursos de pós graduação e trabalha como supervisor clínico institucional em Redes de Atenção Psicossocial. Atua principalmente nos segmentos: cuidado e política sobre drogas, saúde mental e saúde coletiva.

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Especialização em Saúde Mental na modalidade Residência Multiprofissional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ (2010/2011). Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (FIOCRUZ). Foi assessor na área de álcool e drogas da Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (2016-2020). È docente em cursos de pós graduação e trabalha como supervisor clínico institucional em Redes de Atenção Psicossocial. Atua principalmente nos segmentos: cuidado e política sobre drogas, saúde mental e saúde coletiva.

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Especialização em Saúde Mental na modalidade Residência Multiprofissional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ (2010/2011). Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (FIOCRUZ). Foi assessor na área de álcool e drogas da Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (2016-2020). È docente em cursos de pós graduação e trabalha como supervisor clínico institucional em Redes de Atenção Psicossocial. Atua principalmente nos segmentos: cuidado e política sobre drogas, saúde mental e saúde coletiva.

Lattes

Conheça todo o corpo docente do curso

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Metodologia do Curso

Metodologia do Curso

Metodologia do Curso

Aulas interativas

Aulas interativas

Aulas interativas

As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.





As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.





As aulas serão interativas, com discussões, debates, filmes, documentários, textos, proporcionando um espaço mais dinâmico de trocas de experiências, que promovam pensamento crítico no âmbito da saúde mental.





Área do Aluno

Área do Aluno

Área do Aluno

Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.



Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.



Ao entrar no curso, você terá acesso à área do aluno, um portal que tem como objetivo auxiliar seu processo de estudo e aprendizagem.



Tutor

Tutor

Tutor

Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso. 

Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso. 

Você terá o acompanhamento de um tutor durante o curso, possibilitando a troca, a construção e a produção de saberes entre os alunos do curso. 

Desenvolver ações e projetos

Desenvolver ações e projetos

Desenvolver ações e projetos

Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.








Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.








Ao concluir o curso, espera-se que os alunos possam planejar, organizar e executar ações de cuidado e projetos, seguindo os princípios da OMS.








Conteúdo 100% Online

Conteúdo 100% Online

Conteúdo 100% Online

Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.






Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.






Aulas online e ao vivo. Trilha de aprendizagem com materiais teóricos, vídeos e slides.






Supervisões

Supervisões

Supervisões

O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.

O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.

O programa oferece supervisões de casos desenvolvidos em rede de cuidado, promovendo discussões com complexidade crescente ao longo dos encontros.

> Primeiro encontro: apresentação da metodologia e dinâmica do curso;

> Primeiro encontro: apresentação da metodologia e dinâmica do curso;

> Primeiro encontro: apresentação da metodologia e dinâmica do curso;

> Discussão e trabalho em equipe multidisciplinar;

> Discussão e trabalho em equipe multidisciplinar;

> Discussão e trabalho em equipe multidisciplinar;

> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.

> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.

> Oficinas não serão gravadas a partir do segundo encontro para garantir sigilo.

Carga horária: 371 horas

Carga horária: 371 horas

Carga horária: 371 horas

Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

Aulas online e ao vivo

Segundas, de 19h00 às 22h00

Segundas, de 19h00 às 22h00

Segundas, de 19h00 às 22h00

Público Alvo

Público Alvo

Público Alvo

Profissionais e gestores graduados que atuam no campo da saúde, incluindo a saúde mental, seja na atenção primária ou na atenção psicossocial, assim como profissionais graduados que não atuam na área mas tenham interesse no tema.

Profissionais e gestores graduados que atuam no campo da saúde, incluindo a saúde mental, seja na atenção primária ou na atenção psicossocial, assim como profissionais graduados que não atuam na área mas tenham interesse no tema.

Profissionais e gestores graduados que atuam no campo da saúde, incluindo a saúde mental, seja na atenção primária ou na atenção psicossocial, assim como profissionais graduados que não atuam na área mas tenham interesse no tema.

Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Importante: De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Certificação

Certificação

Certificação

A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.

A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.

A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012.

Investimento

Investimento

Investimento

DESCONTO DE 15% ATÉ 31/01

DESCONTO DE 15% ATÉ 31/01

DESCONTO DE 15% ATÉ 31/01

Em até 20x de:

Em até 20x de:

Em até 20x de:

R$276,25*

R$276,25*

R$276,25*

ou à vista de R$6.500,00

por R$5.525

ou à vista de R$6.500,00

por R$5.525

ou à vista de R$6.500,00

por R$5.525

Curso online com disciplinas ao vivo;

Curso online com disciplinas ao vivo;

Curso online com disciplinas ao vivo;

Duração do curso: 13 meses;

Duração do curso: 13 meses;

Duração do curso: 13 meses;

Carga horária: 371 horas;

Carga horária: 371 horas;

Carga horária: 371 horas;

Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;

Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;

Carteira de Estudante, dando direito à meia-entrada em eventos culturais;

Início das aulas: 20/04/2026.

Início das aulas: 20/04/2026.

Início das aulas: 20/04/2026.

Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.

Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.

Desconto pontualidade: Valor referente ao desconto de 6% no valor da mensalidade para pagamento na data.

Como você pode garantir sua vaga?

Como você pode garantir sua vaga?

Como você pode garantir sua vaga?

Passo 1: Preencha o formulário de cadastro abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.


Passo 2: Agende a conversa inicial.


Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.

Passo 1: Preencha o formulário de cadastro abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.


Passo 2: Agende a conversa inicial.


Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.

Passo 1: Preencha o formulário de cadastro abaixo e aproveite a abertura desta turma. Temos apenas 50 vagas.


Passo 2: Agende a conversa inicial.


Passo 3: Você receberá uma ligação para fazer uma curta entrevista, com o objetivo de identificar se essa especialização é ideal para você, e se você é a pessoa ideal para essa oportunidade.

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?

Esta pós-graduação é reconhecida pelo MEC?

Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.

Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.

Sim, esta Pós-Graduação é fruto de uma parceria do Cenat e da Faculdade de São Marcos. A Faculdade de São Marcos, é responsável pelo projeto pedagógico, pelos regulamentos específicos e pelas condições de oferta, que obedecem às disposições legais vigentes, além da certificação dos alunos. A instituição, situada em São Marcos/RS, foi credenciada pela Portaria nº 1.371, de 23 de novembro de 2012, publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2012. No diploma, consta os nomes dos professores do curso.

Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?

Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?

Pode-se iniciar a pós-graduação antes de terminar graduação?

De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

De acordo com o Ministério da Educação, a pós-graduação só pode ser iniciada por quem já possui diploma de graduação. Portanto, não é possível cursar a especialização antes da conclusão da faculdade.

Quem pode fazer uma pós-graduação?

Quem pode fazer uma pós-graduação?

Quem pode fazer uma pós-graduação?

De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.

De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.

De acordo com a resolução CNE/CES nº 1/2018 do MEC, os cursos de pós-graduação só podem ser oferecidos para aqueles indivíduos que já possuem um diploma de Ensino Superior, seja ele referente a um bacharelado, a uma licenciatura ou a um tecnólogo.

O que é uma pós-graduação?

O que é uma pós-graduação?

O que é uma pós-graduação?

É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.

É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.

É a continuidade e o aperfeiçoamento dos estudos da Graduação, seja ela bacharelado, licenciatura ou tecnólogo. A pós-graduação pode ser uma especialização em determinada disciplina da área, mas também pode ser um Mestrado ou um Doutorado.

A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu

A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu

A Diferença entre Pós-Graduação Lato senso e Stricto sensu

A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.

A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.

A Especialização é um tipo de Pós-Graduação, conhecida como lato sensu, cujo foco é trazer conhecimentos avançados para o aluno, a fim de atender às demandas do mercado de trabalho. A Pós-Graduação ainda abriga as possibilidades de Mestrado e Doutorado, que são cursos stricto sensu, ou seja, têm o objetivo de aprofundar os conhecimentos através de pesquisas acadêmicas. A Pós-Graduação lato sensu é mais voltada para o mercado de trabalho, como, por exemplo, as Especializações e os MBAs. Já os cursos stricto sensu são destinados aos programas de Mestrado e Doutorado, atuando, portanto, na área acadêmica, desenvolvendo pesquisas que vão contribuir para o campo de estudo e dando aos alunos um título de Mestre ou Doutor.

Preciso fazer TCC?

Preciso fazer TCC?

Preciso fazer TCC?

A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.


Critérios de avaliação:

1) Participação nas aulas;

2) Participação nos seminários;

3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;

4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.

A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.


Critérios de avaliação:

1) Participação nas aulas;

2) Participação nos seminários;

3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;

4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.

A avaliação de conteúdo será realizada ao final de cada bloco, por meio de atividades reflexivas. No último bloco, haverá uma avaliação final, que consistirá na construção de um projeto, não sendo, portanto, necessária a elaboração de um TCC.


Critérios de avaliação:

1) Participação nas aulas;

2) Participação nos seminários;

3) Avaliação das atividades reflexivas ao final de cada bloco de disciplinas;

4) Atividade final – No último bloco, sob orientação dos docentes do módulo, o/a aluno/a realizará o planejamento de ações e estratégias em redes, por meio da elaboração de um projeto terapêutico singular.

Quanto tempo dura?

Quanto tempo dura?

Quanto tempo dura?

A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 371 horas, o que corresponde a 13 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.

A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 371 horas, o que corresponde a 13 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.

A Especialização em Saúde Mental tem a duração de 371 horas, o que corresponde a 13 meses de estudos, sendo dividido em 4 eixos diferentes.

Qual é o título de quem faz especialização?

Qual é o título de quem faz especialização?

Qual é o título de quem faz especialização?

A especialização é um tipo de pós-graduação que tem como objetivo aprimorar os conhecimentos técnicos do profissional em uma área específica de sua carreira. Quem conclui um curso de especialização recebe o título de especialista.

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Forma de pagamento: boleto bancário.

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2x R$ 2.713,98

4x R$ 1.389,75

6x R$948,87

8x R$728,84

10x R$597,15

12x R$509,64

15x R$422,57

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20x R$336,40

22x R$313,20

24x R$294,03

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R$ 5.300,00, com uma taxa de juros compostos de 1.2% ao mês

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Os valores pagos na pós-graduação podem ser deduzidos do Imposto de Renda.

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Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.

Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.

Professor Adjunto do Departamento de Teoria e Fundamentos da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (TEF/FE/UnB) e Orientador Pleno do Programa de Pós-Graduação em Educação da mesma instituição. Bolsista Produtividade em Pesquisa nível 2 pelo CNPq. Pós-Doutorando em Saúde Mental Comunitária pela Universidad Nacional de Lanús, Argentina. Doutor em Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), com período sanduíche no Discourse Unit (Manchester,Reino Unido/CAPES). Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (FE-UnB/CAPES), Psicólogo e Bacharel Especial em Pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). É o atual coordenador do Grupo de Estudos e Trabalho "Subjetividade: teoria, epistemologia e metodologia", do Grupo de Pesquisa (CNPq) Teoria da Subjetividade, Educação e Saúde na Universidade de Brasília e Grupo de Trabalho Psicologia Histórico-Cultural e Subjetividade no âmbito da Sociedade Interamericana de Psicologia. É membro da Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, membro da Sociedade Interamericana de Psicologia e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Tem experiência prática, de pesquisa e docência nas áreas de Psicologia, Saúde Mental, Educação, Desenvolvimento Humano, Epistemologia e Metodologia Qualitativa, com ênfase na Teoria da Subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural.